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19/01 - MEC publica editais com datas do Sisu, Prouni e Fies para o primeiro semestre de 2022
Requisitos para concorrer às vagas também foram divulgados. Confira as regras e se atente às datas para não perder as janelas de inscrições. MEC divulga edital do Prouni Reprodução/MEC O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta quarta-feira (19), no "Diário Oficial da União", os editais e regras do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As informações são válidas para o processo seletivo do primeiro semestre de 2022. Os programas são as principais portas de entrada ao ensino superior para jovens e adultos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Eles podem pleitear uma vaga em universidade pública ou em instituição privada, ou aderir ao programa de financiamento universitário do governo. O resultado do Enem 2021 será divulgado em 11 de fevereiro e poderá ser utilizado para os processos seletivos. Para participar do Sisu, Fies ou Prouni, o interessado precisa cumprir uma série de requisitos listados nos editais. Confira abaixo o que é necessário e o cronograma de cada programa. Prouni O Prouni oferece duas categorias de bolsas de estudos em universidades particulares para estudantes que prestaram o Enem. Há bolsas integrais, que cobrem o valor total das mensalidades, e parciais, que cobrem 50% do valor. As inscrições para o primeiro semestre começam em 22 de fevereiro e se encerram às 23h59 do dia 25. Poderá concorrer à bolsa do Prouni quem: Fez ensino médio em escola pública ou foi bolsista integral em escola particular, ou tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral; É estudante com deficiência, de escolas públicas e privadas; Não tem diploma de graduação; Fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021; Tirou 450 pontos na média das notas do exame; Não zerou na redação; Tem renda familiar mensal bruta por pessoa de até 1,5 salário mínimo, para bolsa integral; Tem renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até 3 salários mínimos para bolsas parciais (50%); Ser professor da rede pública trabalhando na educação básica – independente da renda. Cronograma: Inscrição: 22 a 25 de fevereiro pelo http://prouniportal.mec.gov.br/ 1ª chamada: 2 de março Comprovação das informações: 3 a 14 de março 2ª chamada: 21 de março Comprovação das informações: 21 a 29 de março Inscrição na lista de espera: e 4 a 5 de abril no site http://prouniportal.mec.gov.br/ Divulgação da lista de espera para as instituições de ensino: 7 de abril Comprovação das informações: 8 a 13 de abril Sisu O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) usa a nota do Enem para selecionar estudantes para vagas em universidades públicas. Os candidatos devem usar as notas da edição de 2021 do exame. Para isso, o candidato não poderá ter zerado na redação nem ter participado da edição como "treineiro". Os interessados poderão se inscrever a partir de 15 de fevereiro. Confira abaixo o calendário previsto: Inscrição: 15 a 18 de fevereiro através do https://sisu.mec.gov.br/ Resultado da chamada regular: 22 de fevereiro Matrícula: 23 a 28 de fevereiro Inscrição na lista de espera: 22 a 28 de fevereiro A divulgação da lista de espera por turno, curso e modalidade de concorrência deverá ser feita pelas instituições de ensino. O edital prevê que é responsabilidade do candidato acompanhar as páginas eletrônicas das instituições para não perder os prazos. Fies O programa do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) oferece crédito para estudantes pagarem as mensalidades em instituições privadas com juros zero ou variados, conforme a renda do candidato. As inscrições abrem em 8 de março e se encerram às 23h59 de 11 de março. Para concorrer ao financiamento, o interessado pode utilizar notas do Enem de qualquer edição desde 2010, contanto que tenha obtido média mínima de 450 pontos no caderno de questões e nota superior a zero na redação, e não tenha feito o exame como "treineiro". O candidato também deve ter renda mensal familiar de até cinco salários mínimos. Cronograma: Inscrições: 8 a 11 de março através de http://portalfies.mec.gov.br/ Resultados (pré-selecionados): 15 de março Complementar inscrição: 16 a 18 de março no http://portalfies.mec.gov.br/ Convocação da lista de espera: 16 de março a 28 de abril (quem não foi pré-selecionado na chamada única é automaticamente incluído na lista de espera). o 00:00 / 04:55
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18/01 - MEC divulga cronograma de inscrições para Sisu, Prouni e Fies
Programas do Ministério da Educação ofertam vagas para universidades públicas e privadas ou financiamento de vagas em instituições privadas. MEC divulga cronograma de inscrições para processo seletivo de 2022 para Sisu, Prouni e Fies Reprodução/Prouni O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (18) o cronograma oficial de abertura das inscrição para o Programa Universidade Para Todos (Prouni), Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram De acordo com o órgão, as inscrições do Sisu e do Prouni serão abertas em fevereiro e as do Fies, em março. Confira: Inscrições para o Sisu: 15 a 18/02 Inscrições para o Prouni: 22 a 25/02 inscrições para o Fies: 08 a 11/03 Os programas do Ministério da Educação ofertam vagas para universidades públicas e privadas ou financiamento de vagas em instituições privadas. Leia também Revalida 2022: inscrições podem ser feitas até 21 de janeiro Novo ensino médio: saiba quais mudanças passam a valer em 2022 Especialistas explicam: devo ou não mandar meu filho para a escola antes de vaciná-lo contra a Covid? Em um vídeo publicado na conta do ministro da Educação, Milton Ribeiro, no Twitter, o secretário-executivo do MEC, Victor Godoy, confirmou as datas e afirmou que haverá um aumento nas ofertas de vagas universitárias em todo o país. A entidade afirmou que 110.925 vagas serão ofertadas pelo Fies, enquanto as oportunidades oferecidas pelo Sisu e Prouni serão divulgados em breve, assim como os editais de cada programa. Os editais dos processos seletivos devem ser divulgados ainda esta semana no Diário Oficial da União (DOU). As inscrições para cada programa é gratuita e deve ser feita pela internet, utilizando a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
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18/01 - Enem 2021: taxa de abstenção no 2º dia de reaplicação chega a 70,5%
Exame era para quem faltou à aplicação regular por motivo previsto em edital, pessoas privadas de liberdade (PPL) e os isentos de 2020, mas não compareceu aos locais de prova. Caderno de questões do Enem 2021 em Franca Igor do Vale/g1 No total, 99.528 candidatos dos 338.419 inscritos para o segundo dia de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 compareceram aos locais de prova no último domingo (16). A taxa de abstenção chegou aos 70,5%, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O primeiro dia de provas aconteceu em 9 de janeiro e a taxa de abstenção entre os 340.659 inscritos foi de 66,8%. O tema da redação foi "Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil". A diferença no número de inscritos no 1º e no 2º dias se explica porque alguns candidatos se ausentaram em apenas um dos dias de prova em novembro, quando houve a aplicação regular do exame. Tinham direito à reaplicação os candidatos que perderam o exame por algum motivo previsto em edital, como doença infecciosa ou problema de logística. Também fizeram as provas aqueles que tiveram isenção de inscrição em 2020 e conseguiram na Justiça o direito de fazer o exame de novo com isenção de taxa. A versão PPL para pessoas privadas de liberdade também foi aplicada nessas mesmas datas. Dos inscritos: 4.046 pediram reaplicação; 1.746 (43,2%) compareceram; 280.146 tiveram isenção e faltaram no Enem 2020; 66.728 (23,8%) compareceram; e 54.227 fariam o Enem PPL; 31.054 (57,3%) compareceram. A reaplicação era a última oportunidade para que o candidato inscrito obtivesse nota na edição atual do exame. Com a nota, ele pode pleitear uma vaga em instituições de ensino superior. O candidato que se ausentou em um ou nos dois dias de provas não terá uma nota válida, mas poderá se inscrever em versões futuras do exame. Os resultados do Enem 2021 serão divulgados no dia 11 de fevereiro.
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18/01 - Revalida 2022: inscrições podem ser feitas até 21 de janeiro
Para finalizar a inscrição, interessados precisam enviar documentos através do Sistema Revalida e fazer o pagamento de uma taxa. Confira os cursos válidos e o cronograma completo. Inscrições para o Revalida está aberta até dia 21 de janeiro Unsplash Estão abertas as inscrições para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2022. Os interessados têm até sexta-feira (21) para se inscrever pelo Sistema Revalida. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram O processo possibilita que candidatos que se formaram no curso de medicina no exterior validem o diploma no Brasil para poderem exercer a profissão no país. Para realizar a inscrição, é preciso enviar os documentos solicitados através do sistema e pagar uma taxa de R$ 410. São duas etapas (teórica e prática) que abordam, de forma interdisciplinar, cinco grandes áreas de conhecimento: clínica médica; cirurgia; ginecologia e obstetrícia; pediatria; e medicina da família e comunidade (saúde coletiva). A primeira fase será aplicada em 6 de março, em oito capitais: Brasília, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo. No momento da inscrição, o participante deverá indicar a cidade onde deseja fazer a prova. Calendário do Revalida Inscrição: 17 a 21/01/2022 Pagamento da taxa de inscrição: até 26/01/2022 Solicitação de atendimento especializado e tratamento por nome social: 17 a 21/01/2022 Resultado da solicitação de atendimento especializado: 28/01/2022 Envio do diploma: 17 a 21/01/2022 Resultado da análise do diploma: 28/01/2022 Recurso para pedidos negados: 31/01 a 04/02/2022 Resultado do recurso: 09/02/2022 1ª etapa da aplicação da prova: 06/03/2022 Divulgação das versões preliminares do gabarito: 09/03/2022 Divulgação versões definitivas definitivos: 11/04/2022 Resultado definitivo (P2) e resultado final da 1ª etapa: 06/05/2022
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17/01 - Covid-19: Unicamp registra 60,9% dos estudantes matriculados vacinados com duas doses
Universidade prevê retomada de 100% das aulas presenciais em 3 de março e exige esquema vacinal completo. Ingressantes devem comprovar ao menos uma para matrícula. Estudantes no campus da Unicamp, antes da pandemia da Covid-19 Antonio Scarpinetti / Unicamp À espera de retomar 100% das aulas presenciais em 3 de março, a Unicamp registra 60,9% dos estudantes matriculados e imunizados com duas doses de vacina contra a Covid-19. O dado foi solicitado pelo g1 à universidade estadual e considera atualizações realizadas até 13 de janeiro. A Secretaria Executiva de Comunicação diz que o percentual refere-se a 23.050 alunos de todos os níveis entre os 37.840 matriculados. Além disso, a universidade informou quantos estudantes tomaram somente uma dose (única ou não) ou já receberam a dose de reforço. Veja abaixo detalhes. Alunos matriculados: 37.840 Alunos com 1ª dose: 23.400 (61,8%) Alunos com 2ª dose: 23.050 (60,9%) Alunos com 3ª dose: 1.640 (4,3%) Critérios Segundo a Unicamp, todos os alunos de graduação, pós, extensão e de colégios técnicos que possam receber a vacina, segundo o programa de imunização do estado, devem comprar o esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) para frequentar salas, laboratórios, restaurantes, bibliotecas, refeitórios, quadras esportivas, ambientes acadêmicos, moradia estudantil e outras áreas nos campi. Já os estudantes ingressantes, por outro lado, precisam apresentar a comprovação de, no mínimo, uma dose de vacina contra a Covid-19 para realizar matrícula. A regra vale para todos os níveis. "Caso haja impossibilidade de receber o imunizante por motivo de saúde, caberá ao aluno apresentar atestado médico. Alunos regulares de graduação e pós-graduação deverão apresentar seus comprovantes de forma online junto ao e-DAC (diretoria acadêmica); alunos dos cursos de extensão, junto às secretarias das unidades; alunos dos colégios técnicos, junto às suas secretarias", diz a nota. A reportagem solicitou uma análise da universidade sobre os índices de imunização alcançados até o momento e quantos efetivamente têm o esquema vacinal completo, mas não houve resposta. Monitoramento e força-tarefa A Unicamp sinalizou que retomará 100% das aulas presenciais em 3 de março, por meio de uma nota divulgada na quinta-feira. De acordo com a instituição, o avanço da vacinação permitiu a elaboração de um plano de retorno das atividades depois de dois anos de suspensão e ensino remoto na pandemia. "Se houver mudanças na situação epidemiológica a universidade poderá reavaliar [...] As aulas serão presenciais, com possibilidade de ensino remoto em casos excepcionais", informou a assessoria. Uma força-tarefa foi estabelecida pela Unicamp para criar regras e fazer adequações nos campi para liberar a volta de alunos e funcionários, além de evitar possível transmissão da doença. São obrigatórios aos integrantes da comunidade o uso de máscara, distanciamento social e apresentação do comprovante de imunização completa (duas doses ou dose única) contra o coronavírus. Em nota, a universidade estadual ressalta que monitora o avanço de casos da Covid-19 provocados pela chegada da variante ômicron ao país. A força-tarefa, que recebeu o nome de "Programa mão na massa", vai rastrear a nova cepa e "tem estimulado a testagem" para identificar infectados, diz texto. Os testes RT-PCR em funcionários e alunos são realizados pelo Laboratório de Diagnóstico Molecular de Alto Desempenho (LBMAD). Além disso, 50% das salas da Unicamp já foram visitadas pelo grupo constituído pela reitoria para indicar melhorias e orientar todos os servidores. Caso o número total de alunos supere a capacidade do ambiente, parte dos estudantes será colocada no que a Unicamp chama de "salas gêmeas". O local consiste em espaço onde os matriculados poderão acessar o conteúdo da aula através de uma tecnologia adquirida pela universidade. Protocolos contra Covid-19 Uso obrigatório de máscara; Distanciamento; Comprovante de vacinação completa; Cálculo da capacidade da sala baseado no cálculo de alunos em 2019 (pré-pandemia); Compra de equipamentos para possibilitar que o aluno assista aula se a capacidade da sala for excedida; Intensificação de testagem RT-PCR para diagnosticar casos positivos; Compra de móveis Ampliação de janelas Contratação de empresa especializada em limpeza Retomada gradual Em outubro de 2021, a Unicamp divulgou regras para a retomada presencial, ainda naquele ano, de atividades práticas. Os cursos voltados para a área da saúde já haviam liberado a volta na pandemia. VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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17/01 - Inscrições para Vestibular de Verão 2022 da Udesc terminam nesta segunda-feira
Inscrições são gratuitas e será possível concorrer pela nota do Enem ou pelo histórico escolar. Udesc em Lages Jonas Pôrto/Divulgação As inscrições para o Vestibular de Verão 2022 da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) terminam no final da noite desta segunda-feira (17). Não haverá prova presencial. Será possível concorrer a uma vaga por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou pelo histórico escolar, usando a média final geral do ensino médio. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site da universidade. O edital também foi publicado. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram São oferecidas 1.275 vagas em 52 cursos de graduação presenciais e a distância em 12 municípios catarinenses. O primeiro semestre do ano está previsto para começar em 28 de março. A universidade anunciou que, a partir de 4 de abril, as aulas serão 100% presenciais. LEIA TAMBÉM: Udesc anuncia retorno 100% presencial das aulas para 4 de abril Seleção A seleção do Vestibular de Verão 2022 segue o mesmo formato de vestibulares anteriores da Udesc, com os candidatos podendo escolher um destes dois critérios: Nota geral do Enem: apenas para candidatos que prestaram a prova do Enem em 2017, 2018 , 2019 ou 2020; Média final geral de conclusão do ensino médio. Nas vagas de cada um dos dois critérios, há reserva de 30% pelo Programa de Ações Afirmativas da Udesc, sendo 20% para os candidatos que fizeram todo o ensino médio na rede pública e 10% para candidatos negros. As inscrições serão homologadas a partir de 10 de fevereiro e a primeira chamada está prevista para ocorrer a partir de 17 de fevereiro. Os aprovados ingressarão no primeiro semestre letivo de 2022 da Udesc. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no g1 SC
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16/01 - Fuvest 2022: 2,4 mil candidatos prestam segunda fase em Ribeirão Preto e Franca neste domingo
Portões abrem às 12h e fecham às 13h. Uso de máscara é obrigatório durante toda a prova. Alimentação será permitida apenas fora da sala e em área específica. Primeira fase da Fuvest 2022 em Ribeirão Preto foi realizada em dezembro Érico Andrade/g1 Neste domingo (16), 2.474 estudantes da região começam a segunda fase dos exames da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) nas cidades de Ribeirão Preto e Franca para uma vaga na Universidade de São Paulo (USP). As provas serão aplicadas em quatro locais (veja abaixo a lista com os endereços nas duas cidades). Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, quando começam os exames. No domingo, serão realizados os testes de português e redação. Na segunda-feira (17), os candidatos farão provas de disciplinas específicas, de acordo com a carreira escolhida. Os gabaritos serão disponibilizados a partir das 18h nos dois dias de prova. A lista dos candidatos aprovados será divulgada no dia 11 de fevereiro. Medidas para reduzir risco de infecção por Covid ou gripe Para evitar risco de contágio pelas novas variantes de Covid e por gripe, a Fuvest estabeleceu um conjunto de regras. Segundo a coordenadoria do vestibular, se o candidato estiver com diagnóstico confirmado, ter tido contato com pessoa infectada nos últimos três dias ou apresentar sintomas de síndrome gripal, não deve comparecer ao local de prova. Regras na hora da prova: Uso obrigatório de máscara cobrindo nariz e boca; Abertura dos portões com antecedência de uma hora em relação ao início do exame – portões abrem às 12h; Distanciamento de um metro entre as mesas de um candidato e outro; Disponibilização de álcool em gel em todas as salas de realização de prova e nos banheiros; Distribuição de sachê contendo lenço umedecido de álcool 70% em cada carteira para desinfecção adicional por parte do candidato; Controle da alimentação durante a prova: será permitida apenas a ingestão de líquidos em sala, enquanto o consumo de alimentos deverá ser feito fora da sala em área apropriada; O que levar? caneta esferográfica azul; documento de identidade; máscara; é permitido o uso de lápis (ou lapiseira) para rascunho e de borracha, apontador e régua transparente; alimentos e água. O que não pode levar? relógio individual de qualquer tipo; equipamento eletrônico, como calculadora, telefone celular, computador, tablet, reprodutor de áudio, máquina fotográfica, filmadora, equipamento eletrônico do tipo vestível (como smartwatch, óculos eletrônicos, ponto eletrônico) etc.; material impresso ou para anotações; corretivo de qualquer material ou espécie; caneta hidrográfica ou outras, diferentes de caneta esferográfica; caneta marca-texto; lápis com tabuada; gorro, boné, chapéu ou similares, óculos de sol; protetor auricular, fone de ouvido ou similares; quaisquer outros materiais estranhos à realização da prova. Locais de prova na região Ribeirão Preto UNIP: Campus Ribeirão Preto - bloco A 812 candidatos Rua Magda Perona Frossard, s/n., bairro Jardim Canadá UNIP: Campus Ribeirão Preto - bloco B 791 candidatos Avenida Carlos Consoni, 10, bairro Jardim Canadá UNIP: Campus Ribeirão Preto - bloco C 572 candidatos Rua Magda Perona Frossar, 571, bairro Jardim Canadá Franca UNI-FACEF: Prédio II 299 candidatos Avenida Ismael Alonso y Alonso, 2400, bairro São José Calendário da Fuvest 2022 Provas da segunda fase: 16 e 17 de janeiro Divulgação dos aprovados no vestibular: 11 de fevereiro Matrícula dos aprovados da primeira chamada: de 14 a 17 de fevereiro Onde consultar: no site www.fuvest.br Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região m
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16/01 - Reaplicação do Enem 2021: termina o 2º dia de prova para quem perdeu o exame em novembro
Inscritos responderam a 90 questões de ciências da natureza e matemática. No primeiro dia de provas, realizado no último domingo, 66,8% dos candidatos se ausentaram, segundo o Inep. Reaplicação do Enem 20021 acontece neste domingo (16). Igor do Vale/g1 O segundo dia de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 foi neste domingo (16). Nesta prova, os inscritos tiveram que resolver 90 questões de ciências da natureza e matemática. As provas começaram a ser aplicadas às 13h30; o exame foi encerrado às 18h30. A reaplicação foi destinada para os que faltaram à edição de 2021 do exame, em novembro, por um motivo justificado, como o diagnóstico de alguma doença infectocontagiosa ou um problema logístico. Também fizeram o exame os inscritos no Enem 2020 que tiveram isenção na inscrição, mas não compareceram à aplicação naquele ano em meio à pandemia de Covid-19, e conseguiram na Justiça se inscreverem sem precisar pagar taxa. Além deles, o Enem foi aplicado neste domingo para adultos presos e jovens que estão cumprindo medida socioeducativa com privação de liberdade (Enem PPL 2021). Leia também Enem: o que pode e o que não pode levar nos dias de prova Novo ensino médio: saiba quais mudanças passam a valer O primeiro dia de provas foi no último domingo (9), com 90 questões de linguagens e ciências humanas, além da redação, que teve como tema "Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil". De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas cerca de 33,2% dos 340.659 inscritos compareceram aos locais de prova. Destes, 6.286 pediram reaplicação; 2.206 (35,1%) compareceram; 280.146 tiveram isenção e faltaram no Enem 2020; 76.535 (27,3%) compareceram; e 54.227 fariam o Enem PPL; 34.190 (63%) compareceram. O Inep diz que os dados são preliminares e podem variar a depender da apuração definitiva do consórcio aplicador. A reaplicação é a última oportunidade para que o candidato obtenha nota na edição atual do exame. Com a nota, ele pode pleitear uma vaga em instituições de ensino superior. Caso falte em uma das datas, o inscrito perde a oportunidade. Ele ainda poderá se inscrever em edições futuras do exame. Os resultados do Enem 2021 serão divulgados no dia 11 de fevereiro. Cronograma 16 de janeiro: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias Para isentos e reaplicação Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas 2º dia: 18h30 Para pessoas privadas de liberdade Chegada às salas 2º dia: 13h15 Início das provas: 13h30 Término das provas 2º dia: 18h30
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15/01 - Com USP como meta, alunos da região de Ribeirão Preto tentam driblar a ansiedade para a 2ª fase da Fuvest
Provas ocorrem neste domingo (16) e na segunda-feira (17). Mais de 2,4 mil estudantes prestam exames em Ribeirão Preto e Franca. Alunos da região de Ribeirão Preto tentam driblar a ansiedade para a 2ª fase da Fuvest Arquivo pessoal A poucas horas da abertura dos portões para a segunda fase da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), maior vestibular do país, alunos que sonham cursar a Universidade de São Paulo (USP) tentam driblar a ansiedade e esfriar a cabeça. Na região, 2.474 estudantes farão as provas neste domingo (16) e na segunda-feira (17) nas cidades de Ribeirão Preto e Franca. Diminuir o ritmo dos estudos, neste momento, é essencial. Para Guilherme Telles Anfe, de 18 anos, a hora é de relaxar. "Nessa reta final, continuei estudando, mas de forma mais leve, apenas para manter o cérebro ativo. Acho que o aluno, nessa altura, já aprendeu tudo o que poderia e é mais vantajoso forçar-se em ficar descansado e bem física e psicologicamente. Tenho apenas feito alguns exercícios, revisado o conteúdo dos livros obrigatórios e feito poucas redações". O estudante está tentando uma vaga para o curso de Direito e confessa que tem se sentido muito ansioso nos últimos dias. "Parece que tenho borboletas no estômago. Tento aliviar a tensão fazendo coisas que eu gosto, como ver séries e andar de bicicleta". Guilherme Telles Anfe, de 18 anos, sonha em estudar Direito no Largo de São Francisco, no campus da USP em São Paulo. Arquivo Pessoal Giovani Oliveira, de 18 anos, também optou por pegar leve nos estudos na última semana. Ano passado, enquanto se preparava para o vestibular, ele conta que chegou a estudar dez horas diárias. Nos últimos dias, foram apenas duas. "Estudei duas horas no máximo, foi mais fazendo revisão. Fui pegando mais leve, o mais importante é ficar relaxado". Para diminuir o nervosismo, Giovani recorreu às suas séries preferidas. Ele tenta uma vaga no curso de Geofísica, em São Paulo. Além da USP, Giovani também passou para a segunda fase nos vestibulares da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o que ajuda, segundo ele, a aliviar a tensão. "Estou me sentindo preparado, então estou tranquilo. Fui bem nos outros [vestibulares], então não estou mais tão desesperado. Se fosse só esse, estaria nervoso. Mas USP é meu sonho. USP é USP, então todo mundo acaba querendo ir pra lá", diz. Ana Luiza Peraro Mattos, de 18 anos, tenta uma vaga em Medicina Veterinária. Nos últimos dias, a estudante procurou focar em matérias específicas do curso escolhido, além de redação e português. "Passei a fazer três redações por semana, já que possui grande peso na prova. Apenas nos dias 24 e 31 [de dezembro] voltei para a minha cidade [em Ituverava] para as festas de fim de ano, mas logo após dei seguimento ao estudo para não perder o foco. Nessa última semana, permaneço com o ritmo das redações, aulas e exercícios e um dia antes da Fuvest irei descansar e me preparar psicologicamente". Ana Luiza Peraro Mattos, de 18 anos, concorre a uma vaga para o curso de Medicina Veterinária na USP Arquivo Pessoal USP como meta Prestar a segunda fase da Fuvest, para muitos estudantes, é estar a um passo de realizar o sonho de estudar na USP. O frio na barriga existe, mas a preparação ao longo dos meses também é levada em consideração. "Direito do Largo de São Francisco sempre foi o meu sonho, por isso, acabei prestando só a Fuvest e o Enem. Não vejo a hora de ver o resultado desse ano de muito estudo", diz Guilherme. Ana Luiza conta que fica tranquila ao pensar na dedicação somada aos ensinamentos dos professores ao longo dos últimos anos, com quem pode contar, principalmente, na preparação psicológica. "A USP sempre foi meu principal foco. Espero conquistar esse sonho que está comigo desde meus primeiros anos do ensino médio", diz Ana Luiza. Para aliviar o nervosismo pré-vestibular, a estudante tem se apegado aos livros, especialmente antes de dormir. "'Niketche' e 'Vidas Secas' tem sido alguns utilizados para me tranquilizar e desviar minha cabeça de pensamentos negativos". O estudante Yen Chen Liu, de 17 anos, também tem a USP como meta. Ele quer cursar Engenharia em São Carlos e confessa estar ansioso pelo exame. "Minha preparação tem sido baseada, principalmente, na resolução de provas de edições anteriores. Embora eu tenha feito uma pausa durante as festas de fim de ano, voltei já na semana seguinte, focando os estudos para a segunda fase da Unicamp. Agora, na última semana, após as provas da Unicamp, pretendo realizar mais provas antigas da Fuvest e treinar temas de redações". Yen Chen Liu, de 17 anos, sonha cursar Engenharia em São Carlos Arquivo Pessoal Para relaxar, Yen recorre a filmes que possam contribuir para a construção da redação. "Assisto documentários e filmes que contém críticas sociais ou que estão associados a alguma temática de redação possível, recomendados por professores", explica. Ano passado, quando cursava o segundo ano do Ensino Médio, o estudante passou em Engenharia de alimentos na USP. Este ano, ainda espera os resultados da Unicamp e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para utilizar no SISU (Sistema de Seleção Unificada). A lista de aprovados da Fuvest deve ser divulgada no dia 11 de fevereiro. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
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14/01 - Unicamp 2022: comissão divulga respostas esperadas em todas as provas dissertativas da 2ª fase
Avaliações foram aplicadas aos candidatos no domingo e segunda-feira (10). Uma das entradas do campus da Unicamp em Campinas Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp divulgou na noite desta sexta-feira (14) as respostas esperadas em todas as provas dissertativas da 2ª fase, aplicadas no domingo e na segunda-feira. A primeira lista de candidatos aprovados deve ser liberada pela universidade estadual em 14 de fevereiro. Veja abaixo detalhes. Na quinta-feira, a comissão organizadora (Comvest) já havia divulgado as expectativas da banca de correção para as duas propostas de redação apresentadas para que os candidatos elaborassem uma. RESPOSTAS ESPERADAS Língua portuguesa, literaturas de língua portuguesa e interdisciplinares com língua inglesa Áreas de ciências exatas e tecnológicas Áreas de ciências humanas e artes Áreas de ciências biológicas e saúde LEIA TAMBÉM DIA 1: veja as respostas extraoficiais da primeira prova DIA 2: confira as respostas extraoficiais da segunda prova O vestibular teve provas em 22 cidades de seis estados e teve abstenção de 13,5%. O percentual é o maior em três edições e significa ausências de 1.752 entre os 12.938 aprovados para esta etapa. Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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14/01 - IFTM: inscrições abertas para vagas ociosas e lista de espera em pós no Triângulo e Alto Paranaíba
As oportunidades são para os municípios de Patrocínio, Uberlândia e Uberaba. Saiba como se inscrever. IFTM Uberaba, foto de arquivo IFTM Uberaba/Divulgação O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) abriu na quarta-feira (13) as inscrições para vagas ociosas de 2 cursos de pós-graduação e para a lista de espera de outros 2 em cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. (Veja abaixo como se inscrever). Ao todo, são 47 vagas abertas para início imediato, além de espaço nas listas de espera. O processo seletivo tem oportunidades nos campi de Patrocínio, Uberaba e Uberlândia. Vagas de pós-graduação no IFTM Inscrições e resultado Segundo o edital, as inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio da página de ingresso da instituição até as 23h59 do dia 25 de janeiro. Para realização, são necessários documento oficial com foto e o CPF do candidato. A depender do curso escolhido, também deverá ser apresentada a documentação complementar especificada no edital. Leia também: Inscrições abertas para processo seletivo do IFTM com mais de 900 vagas remanescentes para cursos técnicos e graduação O resultado preliminar será divulgado a partir das 17h do dia 28 de janeiro, e o definitivo em 2 de fevereiro de 2022. As matrículas da 1ª chamada terão início ainda em 2 de fevereiro, em horário e local a serem divulgados juntamente com o resultado definitivo no informativo da matrícula. Mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no edital. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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13/01 - UFSCar prevê retorno de aulas presenciais em maio e vacina contra Covid será obrigatória
Universidade irá abrir algumas atividades presenciais de graduação já neste mês de janeiro. Por conta da pandemia, unidades mantêm ensino remoto desde 2020. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Fabio Rodrigues/G1 A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) prevê iniciar o ano letivo de 2022 apenas em 30 de maio. As atividades serão presenciais e tanto servidores quanto estudantes terão que apresentar o comprovante de vacinação contra Covid. A UFSCar ainda está cumprindo o calendário referente ao período letivo de 2021, e manterá o sistema remoto no formato de Ensino Não Presencial Emergencial (ENPE) até 30 de abril. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Por conta da pandemia, os 4 campi (São Carlos, Araras, Sorocaba e Buri) não têm aulas presenciais desde março de 2020. Atividades práticas em janeiro Mas a universidade liberou algumas atividades práticas de graduação para serem realizadas de forma presencial, a partir de 31 de janeiro. As inscrições para estas atividades serão feitas entre 17 e 19 de janeiro, até lá a UFSCar nao sabe informar quantos alunos irão voltar para as instalações dos campi. Com cortes, UFSCar faz campanha emergencial de doação para pagar bolsas Campus da UFSCar em São Carlos Reprodução/EPTV A UFSCar conta com um Plano de Retomada das atividades presenciais que consiste na implementação de fases graduais que vão de zero a cinco. No momento, a universidade está na Fase 1, que permite a realização de atividades de ensino prático presencial e atividades de pesquisa em laboratórios. Os critérios para o avanço de fase estão baseados nos indicadores epidemiológicos, continuamente avaliados pela universidade para a definição da estratégia a ser adotada por meio do Conselho Universitário. Covid-19: UFSCar adere ao uso de aplicativo para monitorar estado de saúde dos alunos Em outubro do ano passado, a UFSCar aderiu ao uso do aplicativo Guardiões da Saúde (GdS) para monitorar o estado de saúde dos alunos, professores e colaboradores da instituição no combate à pandemia de Covid-19. Professor da UFSCar explica os riscos e cuidados com o retorno das aulas presenciais Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara.
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13/01 - Covid-19: Unicamp confirma retorno das aulas presenciais para 3 de março
Instituição criou uma força-tarefa para criar regras e fazer adequações de espaços. Imunização completa será exigida. Veja todos os protocolos. Acesso ao campus da Unicamp, em Campinas Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp confirmou, na manhã desta quinta-feira (3), o retorno das aulas 100% presenciais para o dia 3 de março. De acordo com a instituição, o avanço da vacinação possibilitou que a universidade elaborasse um plano de retomada das atividades depois de dois anos de suspensão e ensino remoto por conta da Covid-19. Uma força-tarefa foi estabelecida para criar regras e fazer adequações nos campi para voltar a receber alunos e funcionários, além de evitar o contágio da doença. O uso de máscara, distanciamento e comprovante de imunização completa (duas doses ou dose única) contra o coronavírus são obrigatórios. Veja abaixo mais regras e protocolos. De acordo com a nota publicada pela Unicamp nesta quinta, a universidade monitora o avanço de casos de Covid-19 provocados pela variante ômicron, que tem causado uma explosão de registros positivos neste início do ano. A força-tarefa, que recebeu o nome de "Programa mão na massa", vai rastrear a nova cepa e "tem estimulado a testagem" para identificar infectados. Os testes RT-PCR em funcionários e alunos são realizados pelo Laboratório de Diagnóstico Molecular de Alto Desempenho (LBMAD). Além disso, 50% das salas da Unicamp já foram visitadas pelo grupo constituído pela reitoria para indicar melhorias e orientar todos os servidores. No caso do número total de alunos exceder a capacidade do ambiente, parte dos alunos será colocada no que a Unicamp chamou de "salas gêmeas". O local consiste em espaço onde os estudantes poderão acessar o conteúdo da aula através de uma tecnologia adquirida pela universidade. No caso da obrigatoriedade da imunização completa, a determinação vale para todos os alunos regulares de graduação, pós-graduação, extensão e dos Colégios Técnicos que queiram acessar qualquer espaço da universidade. O certificado deve ser apresentado no site da diretoria acadêmica. A apresentação ao professor não será aceita. Protocolos contra Covid Uso obrigatório de máscara; Distanciamento; Comprovante de vacinação completa; Cálculo da capacidade da sala baseado no cálculo de alunos em 2019 (pré-pandemia); Compra de equipamentos para possibilitar que o aluno assista aula se a capacidade da sala for excedida; Intensificação de testagem RT-PCR para diagnosticar casos positivos; Compra de móveis Ampliação de janelas Contratação de empresa especializada em limpeza Retomada gradual Em outubro, a Unicamp havia divulgado regras para a retomada presencial, ainda no ano passado, de atividades práticas. Os cursos voltados para a área da saúde já haviam permitido o retorno ao longo da pandemia. VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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13/01 - Volta às aulas: escolas estaduais de SP não exigirão vacina contra a Covid
Secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, disse que a vacinação será estimulada, mas não poderá ser cobrada porque 'nesse primeiro momento, nem haverá vacina para todos'. Estudantes em uma escola estadual em Ribeirão Preto, SP, em 2021 Chico Escolano/EPTV O secretário estadual da Educação de São Paulo, Rossieli Soares, disse nesta quinta-feira (13) que a vacina contra a Covid-19 não será exigida dos estudantes da rede estadual de ensino para a volta às aulas presenciais. O uso de máscaras seguirá obrigatório no ambiente escolar. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram O anúncio foi feito durante o lançamento do material de apoio para professores do Ensino Médio de São Paulo na sede da Escola de Formação para Profissionais da Educação (EFAPE), em Perdizes, Zona Oeste da capital. "Não temos nesse momento nenhuma intenção de tornar obrigatória a vacina. A vacina não é obrigatória nem para adultos, porque faríamos isso para a vacina? Mas, obviamente, é pior ainda tornar obrigatória para a entrada das crianças na escola, porque uma criança de 6 anos não tem direito de opinar (...) se ela vai ou não ser vacinada [e, dependendo,] ela será prejudicada por uma escolha de seus pais. E aqui nós temos o direito constitucional de acesso à educação. Portanto, nós aqui, em hipótese alguma, vamos proibir uma criança de voltar às aulas caso ela não esteja vacinada", afirmou. O secretário, disse, no entanto, que vai "trabalhar com a conscientização", conversando com os pais e mostrando a importância da vacinação. "As duas primeiras semanas de aula serão bastante voltadas para isso e para o acolhimento, para mostrar a importância da vacinação tanto para crianças como para adolescentes." Segundo ele, 80% dos jovens de 12 a 17 anos está com esquema vacinal completo com duas doses. "Portanto, temos aí 20% [com] que devemos estar falando, conscientizando e que é importante começar com esse processo, mas, de maneira nenhuma, impedir a criança de frequentar a escola vai ajudar. Pelo contrário. A gente vai acabar perdendo essa criança, que vai se evadir", afirmou. Secretário estadual da Educação de SP, Rossieli Soares, anuncia que a vacinação contra a Covid não será exigida na volta às aulas Bárbara Muniz Vieira O primeiro lote de vacina da Pfizer contra a Covid-19 para crianças chegou ao Brasil na madrugada desta quinta e ainda será distribuído aos estados. De acordo com Rossieli, o início da vacinação será imediato. "O governador está pronto. Já compramos todo o material que era necessário. O governo do estado está desde dezembro pronto e, obviamente, já foi discutido para iniciar a vacinação. Então, estará disponível em todos os postos de vacinação o mais rápido possível", afirmou. Ele ressaltou que a ordem de idade para receber a imunização será decrescente. "Teremos 1,2 milhão de vacinas para o Brasil inteiro nesse primeiro lote. O maior lote está previsto para chegar em março apenas", ressaltou. LEIA TAMBÉM: Novo ensino médio: saiba quais mudanças passam a valer Entenda o que é o ‘Projeto de Vida’, item obrigatório As aulas para os cerca de 3,5 milhões de alunos da rede ocorrerão entre 2 de fevereiro e 23 de dezembro, nas 5.400 escolas mantidas pelo governo de São Paulo nos 645 municípios do estado. Sobre a variante ômicron da Covid-19, Rossieli disse estar acompanhando e discutindo com a comissão médica, mas que não há nenhuma alteração em relação ao ano letivo. "A nossa prioridade é a volta às aulas. Não é possível a gente discutir fechamento de escolas com tudo aberto, não é possível. É inaceitável, na minha opinião, que a gente não priorize as crianças. E é importante destacar que a ômicron tem contaminado muito mais pessoas. (..) As pessoas não vacinadas é que têm tido mais problemas com essa cepa, por isso que temos insistido em relação à vacinação." VÍDEOS: saiba tudo sobre São Paulo e região metropolitana
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13/01 - Enem 2021: mais de 1,5 mil candidatos faltaram às provas do último domingo (9) no Acre
Segundo dia de provas ocorre no próximo domingo (16). Prova é feita por pessoas privadas de liberdade; por quem teve o pedido de reaplicação aceito; e inscritos que tiveram isenção, mas faltaram no Enem 2020. Enem 2021: mais de 1,5 mil candidatos faltaram às provas do último domingo (9) no Acre Aline Nascimento/g1 Mais de 1,5 mil candidatos faltaram às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicadas no Acre no último domingo (9). Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). De acordo com a entidade, mais de 2,5 mil estavam inscritos para realizar o exame. O número abrangia aqueles que perderam a aplicação regular da prova em novembro, também os que tiveram isenção em 2020, mas não compareceram na época em meio à alta de casos de Covid-19, e as pessoas privadas de liberdade inscritas para o Enem PPL. Destes: 22 pediram reaplicação; 5 (22,7%) compareceram; 1.960 tiveram isenção e faltaram no Enem 2020; 567 (28,9%) compareceram; e 527 fariam o Enem PPL; 424 (80,5%) compareceram. Do total de inscritos no Enem PPL, 470 são do Sistema Penitenciário do Acre e 57 de jovens que estão nos centro socioeducativos. O Inep diz que os dados são preliminares e podem variar a depender da apuração definitiva do consórcio aplicador. A reaplicação é a última oportunidade para que o candidato inscrito obtenha nota na edição atual do exame. Com a nota, ele pode pleitear uma vaga em instituições de ensino superior. Caso falte em uma das datas, o inscrito perde a oportunidade. Ele ainda poderá se inscrever em edições futuras do exame. Os inscritos podem ainda participar do segundo dia de aplicação, que acontece em 16 de janeiro. Mas somente os que participarem dos dois dias de provas poderão se aplicar a vagas com as notas obtidas. Os resultados do Enem 2021 serão divulgados no dia 11 de fevereiro. Enem 2021 As provas do Enem 2021 foram aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro do ano passado. As provas impressas foram aplicadas em 17 municípios acreanos, em 87 locais. O Enem digital foi aplicado somente em Rio Branco e é exclusivo para quem já concluiu o ensino médio ou está concluindo essa etapa em 2021. Segundo dados do Inep, no primeiro dia de provas nos dias originais, o Acre registrou um índice de abstenção de 27,5% na prova impressa. Isso significa que aproximadamente 4,8 mil candidatos do total de 17.608 inscritos para essa modalidade no estado não compareceram aos locais de aplicação do teste. Com relação ao Enem Digital, dos 768 inscritos no estado, houve abstenção de 43,5%, o equivalente a cerca de 334 faltosos. Já no segundo dia do exame, o estado teve 32,4% faltosos na versão impressa e 50,7% na prova digital. Cronograma Para isentos e reaplicação 2º dia de provas: 16 de janeiro / ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias Abertura dos portões: 10h (Horário no Acre) Fechamento dos portões: 11h (Horário no Acre) Início das provas: 11h30 (Horário no Acre) Término das provas 2º dia: 16h30 (Horário no Acre) Para pessoas privadas de liberdade 2º dia de provas: 16 de janeiro Chegada às salas 2º dia: 11h15 (Horário no Acre) Início das provas: 11h30 (Horário no Acre) Término das provas 2º dia: 16h30 (Horário no Acre) Reveja os telejornais do Acre
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13/01 - Unicamp 2022: comissão divulga expectativas da redação na 2ª fase
Avaliação com duas propostas de textos foi aplicada domingo para todos os candidatos. Estudantes durante a 2ª fase do vestibular 2022 da Unicamp Eduardo Rodrigues/EPTV A Unicamp divulgou na manhã desta quinta-feira (13) as expectativas da banca de correção para as propostas de redação cobradas dos candidatos no primeiro dia da 2ª fase do vestibular 2022, no domingo. As opções foram a de um post "textão" sobre a superexposição de crianças e adolescentes na internet ou um manifesto que abordasse os cortes de verbas para a ciência nacional. Acesse aqui. A publicação de respostas esperadas nas questões de língua portuguesa e literaturas, e nas perguntas interdisciplinares em inglês era prevista para a mesma data, mas isso ocorreu no dia posterior. A avaliação ocorreu no domingo e as questões dissertativas incluíram uma música do cantor Emicida e a discussão no Twitter em que Juliette, vencedora do BBB 21, abordou xenofobia. No mesmo dia, o g1 publicou a correção extraoficial elaborada pelo curso pré-vestibular Oficina do Estudante. LEIA TAMBÉM Acesse a prova aqui Veja a correção extraoficial da prova A prova, aplicada para todos os candidatos, teve oito questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, e duas perguntas interdisciplinares em língua inglesa. O vestibular 2022 terminou na segunda-feira com abstenção de 13,5%. O percentual é o maior em três edições e significa ausências de 1.752 estudantes entre os 12.938 aprovados para esta etapa. As provas ocorreram em 22 cidades de seis estados e a primeira chamada de estudantes aprovados está prevista para 14 de fevereiro, de acordo com a comissão organizadora do vestibular (Comvest). As respostas esperadas para as provas do segundo dia da 2ª fase serão divulgadas nesta sexta. Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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12/01 - Entenda o que é ‘Projeto de Vida’, componente obrigatório do novo ensino médio a partir deste ano
Alunos receberão apoio pedagógico para descobrirem seus objetivos pessoais e profissionais. Em atividades e aulas, professores os ajudarão a elaborar estratégias para concretizar esses planos. Como você se imagina daqui a 10 anos? Onde pretende estar morando? Com que tipo de pessoa quer conviver? Quais as suas principais habilidades, dificuldades e sonhos? A intenção do g1, ao listar as perguntas acima, não é causar nenhuma crise existencial ao leitor. São apenas exemplos de questões que terão de ser respondidas pelos alunos de escolas públicas e privadas a partir deste ano. Compartilhe esta notícia por WhatsApp Compartilhe esta notícia por Telegram É que, com a implementação obrigatória do novo ensino médio, os colégios passarão a oferecer o chamado “Projeto de Vida”: uma espécie de programa para ajudar os jovens a se conhecerem melhor e a tomarem decisões pessoais e profissionais. Entenda o que muda com a reforma do ensino médio Cada instituição de ensino terá liberdade para definir como colocar isso em prática. Uma opção é criar uma disciplina específica no currículo, ministrada por um professor que tenha uma relação próxima com os alunos. “A ideia central é trabalhar o protagonismo do jovem na escola, ajudando-o a desenvolver estratégias para colocar seus planos em prática”, explica Carlos Lordelo, coordenador de ensino médio do Movimento Pela Base. “É um jeito também de atrair o aluno para o colégio e fazer com que ele se mantenha engajado, sem desistir dos estudos.” LEIA TAMBÉM: É seguro ir à escola antes da vacinação das crianças? Leia redações nota mil do Enem 2020 Em escolas de tempo integral, o “Projeto de Vida” já existe mesmo antes da reforma. No Recife, por exemplo, a aluna Giovana Nogueira, de 16 anos, usou esse programa para pensar em como poderia conquistar o sonho de ser pediatra. Giovana aproveitou as aulas do 'Projeto de Vida' para traçar uma estratégia de ser aprovada em medicina. Arquivo pessoal “O professor perguntou quais os meus objetivos a curto e longo prazo, para que eu pensasse em como chegar lá. Quero fazer medicina e cuidar de crianças. Então, meu plano de ação é começar 2022 estudando para o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]”, conta. Na rede de Mato Grosso do Sul, a reação dos alunos de colégios integrais (tanto no ensino fundamental II quanto no médio) também está sendo positiva, conta Helio Daher, presidente do Conselho Estadual de Educação. “Virou um espaço de escuta e de diálogo. Também damos liberdade para que cada escola trabalhe segundo sua especificidade - um estudante de uma comunidade indígena na fronteira com a Bolívia tem projetos diferentes do que mora perto da divisa com São Paulo.” Especialistas ouvidos pelo g1 relatam que, apesar dos benefícios já citados, há obstáculos na implementação do novo componente do ensino médio, como a formação adequada de professores e o entendimento de que nem só o que “vale nota” importa na escola. Entenda mais abaixo: 1- O que é o “Projeto de Vida” e quais os seus objetivos? A Base Nacional Comum Curricular (BNCC, documento que estipula o conteúdo e as habilidades que devem ser desenvolvidas pelas escolas) prevê o "Projeto de Vida" como um meio de o estudante exercer sua cidadania e tomar suas decisões com “liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade”. São três pilares: pessoal (aprender a lidar com os próprios sentimentos, respeitar seus limites, descobrir sua identidade, detectar suas principais habilidades e dificuldades, traçar seus desejos); social (refletir sobre sua relação com familiares e colegas, pensar em formas de ajudar a comunidade, entender a realidade do seu entorno); profissional (escolher por qual itinerário formativo vai optar ao longo do ensino médio, decidir se quer fazer faculdade ou curso técnico, pensar em uma carreira para o futuro). Anna Helena Altenfelder, presidente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), reforça que não é apenas uma orientação vocacional. “É preciso acolher e valorizar as diversidades de saberes, além de estimular uma reflexão sobre o futuro de cada um dos alunos. Eles precisam aprender a conhecer sua realidade e a se conhecer melhor. Devem pensar nos seus sonhos e em como concretizá-los”, afirma. 2- Como o “Projeto de Vida” será implementado, na prática? O texto da reforma do ensino médio não estipula como o “Projeto de Vida” deve ser oferecido nas escolas. Há diferentes possibilidades, explica Lordelo: criar uma disciplina e escolher um professor específico para ela; trabalhar o projeto como algo transversal, em que todos os docentes, em suas respectivas disciplinas, se mobilizem para detectar as vocações dos estudantes e desenvolver seus interesses. Altenfelder diz que cada opção acima exige um cuidado diferente. Na primeira, é preciso garantir que, por mais que o “Projeto de Vida” exista de forma autônoma como disciplina, não fique isolado dos outros componentes curriculares. Na segunda, para o caso de ser um eixo transversal, os professores devem dialogar para evitar que haja apenas atividades isoladas em cada aula, sem ligação. As redes têm liberdade para definir suas atividades. Veja alguns exemplos do que será proposto aos alunos das escolas estaduais de São Paulo: projetos para intervir na comunidade; organização de demandas escolares; entrevistas com pessoas do bairro; pesquisas sobre cursos técnicos e faculdades; visitas a diferentes espaços de trabalho. 3- Quem serão os professores? Se a escolha da escola for criar uma disciplina para o “Projeto de Vida”, ela pode escolher qualquer professor do seu corpo docente para ministrá-la. Não é necessário que seja um psicólogo, por exemplo. O ideal é que se eleja um docente que tenha boa relação e proximidade com os alunos. “As redes têm escolhido isso de formas diferentes. Algumas tomam como uma decisão administrativa, em vez de pedagógica. Pensam em quais professores estão com carga horária menor e encaixam na grade dele”, explica a presidente do Cenpec. “Isso não deve acontecer.” Ela esclarece também que é preciso proporcionar ao docente uma formação continuada e articulada com os outros profissionais da escola. 4- Qual é a carga horária mínima? No novo ensino médio, cada estudante poderá montar sua grade curricular, escolhendo as áreas nas quais se aprofundará. A intenção é que sejam três anos de estudo com: conhecimentos básicos de cada disciplina (1.200 horas) + conteúdos focados nos objetivos pessoais e profissionais dos alunos (600 horas). O “Projeto de Vida” não tem carga horária mínima estipulada - pode entrar tanto nas 1.200 horas da formação geral quanto nas 600 dos chamados itinerários formativos. A escola também decide livremente se implementará o programa apenas no 1º ano do ensino médio, por exemplo, ou ao longo dos três anos. Pode até incluir o ensino fundamental, caso deseje. 5- O “Projeto de Vida” terá material didático? O colégio pode adotar um material específico, mas não é algo obrigatório. O Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD - “cardápio” de livros que podem ser adotados pelas redes públicas de ensino) oferece opções de material de apoio para auxiliar os professores nas atividades. 6- Vai valer nota? As escolas podem decidir se implementarão alguma avaliação nas atividades do “Projeto de Vida”. Segundo Daher, da rede de Mato Grosso do Sul, será um desafio romper com o raciocínio de que só as atividades que recebem nota são importantes na escola. “Queremos que o jovem enxergue um sentido no que está acontecendo na aula. Ele não é obrigado a ver vídeos no Youtube, por exemplo, mas escolhe assistir a eles. A intenção é criar esse mesmo interesse pelo ‘Projeto de Vida’”, diz. Vídeos
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12/01 - Novo ensino médio: saiba quais mudanças passam a valer em 2022
Ano letivo maior, novo currículo e formação técnica são algumas das mudanças que tanto escolas públicas quanto privadas terão que adotar, mas implementação será gradual. Estudantes de SP e MS avaliam início do Novo Ensino Médio como positivo Os alunos que ingressarem no ensino médio a partir deste ano vão se deparar com uma novidade. O novo ensino médio, aprovado numa lei de 2017, passa a valer a partir deste ano letivo e vai mudar gradativamente o ensino em escolas públicas e privadas de todo o país. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Entre outros pontos, o novo formato prevê o aumento de horas letivas anuais, uma mudança na grade curricular e até no objetivo do próprio ensino médio. Leia também: Entenda o que é ‘Projeto de Vida’, componente obrigatório do novo ensino médio Materiais escolares estão mais caros em 2022; saiba como economizar Mudança será sentida de maneira desigual pelo país, dizem especialistas Com escolha de carreira antecipada, psicólogos defendem orientação vocacional O que antes poderia ser visto como uma preparação para o ensino superior vai passar a ter um olhar voltado ao mercado de trabalho. Isso porque a etapa de ensino será integrada a cursos técnicos que farão o aluno deixar o ensino médio com um diploma de uma área específica. Nesta reportagem, você vai ver: Como ficará a carga horária O que muda na grade curricular do novo ensino médio O que são os itinerários formativos A carga horária vai aumentar Todas as escolas públicas e privadas terão que expandir o tempo dedicado ao ensino médio já a partir deste ano. O tempo de aula que era de, em média, 4 horas por dia, passará a 5 horas por dia. Com isso, no final do ano, o aluno terá cumprido mil horas letivas anuais, um aumento de 200 horas em comparação com o modelo anterior. Até 2024, quando a primeira turma do novo ensino médio deverá estar concluindo a fase de ensino, os alunos terão cumprido 3 mil horas letivas. A lei não determina, no entanto, se o cumprimento da carga horária vai ser presencial ou à distância, mas a legislação permite que 30% do ensino médio noturno e 20% do diurno seja ministrado remotamente. No entanto, passar mais tempo na escola não vai ser uma novidade. De acordo com o Censo da Educação Básica, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 10,8% das matrículas de ensino médio em 2019 foram registradas em instituições de tempo integral. Veja ainda: novo ensino médio em SP divide especialistas: 'retrocesso para manter pobre como pobre' ou 'protagonismo dos jovens' A taxa foi maior na rede pública (11,7%) do que na rede privada (4,8%). As duas redes registraram o aumento que já vinha sendo observado desde 2015, quando a taxa total de matrícula em escola em tempo integral era de 5,9%. Nova grade curricular Outra grande mudança do novo modelo de ensino médio que entra em vigor neste ano é a grade curricular. As disciplinas passarão a ser áreas do conhecimento, modelo já conhecido no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros vestibulares. São elas: linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; Como será a nova grade curricular do Ensino Médio Arte: g1 Estas áreas vão abranger todas as disciplinas que já são trabalhadas em aula atualmente. Portanto, nenhuma delas será removida da grade. No novo modelo, os conteúdos serão trabalhadas de maneira integrada nas salas de aula. Assim, assuntos de artes poderão ser trabalhados junto aos conteúdos de história, por exemplo, integrando e relacionando duas áreas distintas. Esta parte da grade curricular vai ocupar 60% do total de horas letivas, o equivalente a 1.800 horas, divididas entre 1º, 2º e 3º anos do ensino médio. No entanto, somente conteúdos de português e matemática serão trabalhados nos três anos letivos. Projeto de vida Mais uma novidade que passa a integrar o ensino médio em 2022 é o chamado “projeto de vida”. Este componente transversal será oferecido nas escolas para ajudar os jovens a entender suas aspirações, num estilo de orientação. O objetivo é ajudar o aluno a compreender o que ele quer para seu futuro, ao mesmo tempo que entende como a escola pode ajudá-lo a alcançar esse objetivo. Isso deve ser refletido, por exemplo, na escolha da eletiva que o estudante vai cursar. Não é especificado se esta orientação deve ser feita por um profissional especializado, como um psicólogo, ou se um professor ou profissional da unidade de ensino será responsabilizado pela função. Itinerários formativos Outra grande novidade do modelo que pode ser aplicada em 2022 são os itinerários formativos. Eles serão optativos, escolhidos de acordo com a vontade do estudante e da oferta da instituição. As escolas podem oferecer as aulas já a partir deste ano, mas só serão obrigatórias em 2023. Goiás é um dos estados que vão implementar a modalidade neste ano. Os estudantes terão 17 opções à disposição (veja no gráfico abaixo). Já no Rio de Janeiro, as escolas estaduais só vão oferecer os itinerários em 2023. Itinerários formativos de Goiás para o novo ensino médio Arte: g1 As aulas serão compostas para se aprofundar nas quatro áreas do conhecimento e na formação técnica e profissional. O aluno deverá escolher um itinerário para compor sua grade e poderá optar por outros itinerários ao longo dos três anos caso deseje e caso a escola ofereça outra opção com vagas disponíveis. Por lei, cada escola deve oferecer no mínimo duas opções para que o aluno possa escolher. No entanto, não há garantia que ele vá conseguir ingressar no curso de sua escolha, já que o número de vagas deve ser limitado. Esta modalidade de aula vai ocupar os 40% restante do total de horas do ensino médio, chegando a 1.200 horas divididas pelos três anos da etapa escolar.
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11/01 - Reaplicação do Enem 2021: 66,8% dos candidatos se ausentaram no primeiro dia de prova, diz Inep
Segundo dia de prova será em 16 de janeiro para pessoas privadas de liberdade (PPL), quem teve o pedido de reaplicação aceito e inscritos que tiveram isenção, mas faltaram no Enem 2020. Enem 2021 em Franca, SP: Estudantes com caderno de questões em mãos após a prova aplicada em novembro Igor do Vale/g1 No total, 66,8% dos inscritos para a reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 não compareceram no primeiro dia de provas, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira (11). De acordo com a entidade, 340.659 estavam inscritos para realizar o exame no último domingo (9). O número abrangia aqueles que perderam a aplicação regular da prova em novembro, também os que tiveram isenção em 2020, mas não compareceram na época em meio à alta de casos de Covid-19, e as pessoas privadas de liberdade inscritas para o Enem PPL. Destes: 6.286 pediram reaplicação; 2.206 (35,1%) compareceram; 280.146 tiveram isenção e faltaram no Enem 2020; 76.535 (27,3%) compareceram; e 54.227 fariam o Enem PPL; 34.190 (63%) compareceram. O Inep diz que os dados são preliminares e podem variar a depender da apuração definitiva do consórcio aplicador. Leia também: Reaplicação do Enem 2021: 'Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil' foi tema da redação Reaplicação: o que pode e o que não pode levar nos dias de Enem A reaplicação é a última oportunidade para que o candidato inscrito obtenha nota na edição atual do exame. Com a nota, ele pode pleitear uma vaga em instituições de ensino superior. Caso falte em uma das datas, o inscrito perde a oportunidade. Ele ainda poderá se inscrever em edições futuras do exame. Os inscritos podem ainda participar do segundo dia de aplicação, que acontece em 16 de janeiro. Mas somente os que participarem dos dois dias de provas poderão se aplicar a vagas com as notas obtidas. Os resultados do Enem 2021 serão divulgados no dia 11 de fevereiro.
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10/01 - Unicamp encerra vestibular 2022 com abstenção de 13,5% na 2ª fase; índice é o maior em três edições
Comissão registrou ausências de 1.752 entre os 12.938 aprovados para esta etapa, e vê 'resultado compreensível' no contexto sanitário. Primeira chamada de aprovados será em 14 de fevereiro. Candidatos durante a 2ª fase do vestibular 2022 da Unicamp Gustavo Luiz/g1 A Unicamp encerrou a 2ª fase do vestibular 2022 com índice de abstenção em 13,5%, na tarde desta segunda-feira (10). O percentual é o maior em três edições e significa ausências de 1.752 estudantes entre os 12.938 aprovados para esta etapa. A comissão organizadora (Comvest), por outro lado, avalia que o resultado "è compreensível" em meio ao recrudescimento da pandemia e casos de gripe. Veja abaixo como foram as provas e calendário do processo. Abstenção na 2ª fase do vestibular 2022 - 13,5% 2021 - 8,8% 2020 - 10,9% 2019 - 14,3% 2018 - 12,3% "Creio que os candidatos, candidatas, assim como a Comvest a colaboradores, atuaram de um modo muito responsável e sereno ao realizar essa prova no primeiro fim de semana após festas e explosão de casos de Covid-19. As pessoas tiveram a responsabilidade de utilizar as máscaras, equipamentos e informações disponíveis e determinadas pelas autoridades sanitárias", falou o diretor da comissão, José Alves de Freitas Neto. No primeiro dia da 2ª fase, no domingo, o índice ficou em 12,7%. "O aumento de ontem para hoje explica-se por diversos fatores. O candidato que acha que não foi bem tende a não comparecer, é um histórico de todos os vestibulares. Foi um crescimento inferior a 1%, considero [resultado] que tem a ver com a Covid-19 e recomendações para não comparecimento caso tivessem sintomas", falou Neto. A primeira chamada de aprovados está prevista para 14 de fevereiro. Confira abaixo calendário. Diálogos em conteúdos As provas desta segunda-feira estabeleceram diálogos entre conteúdos do ensino médio e uma série de assuntos da atualidade. Entre os destaques estão as abordagens sobre a violação de direitos humanos, as fake news ligadas à CoronaVac, um dos imunizantes aplicados no país contra a Covid-19, a diferença entre epidemia e pandemia, e desastres naturais na América Latina. A universidade estadual aplicou para todos os candidatos uma prova comum formada por questões dissertativas de matemática, de ciências da natureza e de ciências humanas. Além disso, também houve uma avaliação de conhecimentos específicos conforme área de conhecimento pretendida. Tensão entre Ucrânia e Rússia; Independência do Haiti, protagonismo da população negra e impactos para o mundo; A violação dos direitos humanos, com referências ao Massacre do Carandiru e à letra da canção "Haiti", de Caetano Veloso e Gilberto Gil, incluindo mudanças políticas entre 1960 e 1990; Análise da pintura de Ismael Nery e o significado do modernismo no Brasil; A relação entre água, temperaturas e plantas; Probabilidade, função, e gráfico sobre áreas de conhecimento em publicações científicas; Comparativo entre corpo nos períodos medieval e contemporâneo; Divisão de Berlim; Diferenciação entre pandemia, epidemia e sindemia; Desastres naturais e urbanização na América Latina, incluindo comparativos de casos em Bogotá (Colômbia), Lima (Peru) e Santiago (Chile), com destaque sobre a frequência atrelada às concentrações urbanas; Charge sobre celular e produção de lixo, e combustíveis do futuro; Queimadas e efeitos sobre biomas brasileiros; Fake news sobre a vacina CoronaVac, com uma abordagem sobre eficácia diante do surgimento de variantes e de que maneira se dá a produção de anticorpos; Candidatos ouvidos pelo g1 consideraram que o segundo dia de provas foi mais difícil do que o primeiro. No domingo, eles fizeram questões sobre língua portuguesa, literatura e responderam às perguntas interdisciplinares em inglês. Veja como foi. LEIA TAMBÉM: DIA 2: confira as respostas extraoficiais da segunda prova da 2ª fase DIA 1: veja as respostas extraoficiais da primeira prova da 2ª fase Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região
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10/01 - Unicamp 2022: veja correção extraoficial do segundo dia da 2ª fase do vestibular
A pedido do g1, professores de cursinho resolveram as questões do exame aplicado nesta segunda-feira (10). Universidade estadual oferece 2.540 vagas em 69 cursos este ano. A pedido do g1, o cursinho Oficina do Estudante, em Campinas (SP), preparou uma correção extraoficial das questões do segundo dia da 2ª fase do vestibular 2022 da Unicamp, realizado nesta segunda-feira (10). Acesse as provas aqui RESPOSTAS: veja a correção extraoficial do primeiro dia SEGUNDO DIA: violação a direitos na democracia, fake news sobre vacina contra Covid-19 e desastres naturais foram temas Os candidatos responderam questões dissertativas de matemática, ciências da natureza e ciências humanas, além de uma avaliação de conhecimentos específicos para a área do curso escolhido. As listas numéricas abaixo apresentam os links diretos para as questões correspondentes com os comentários dos professores - clique em cada hiperlink para acessar a resposta. O g1 separou a correção de cada área de conhecimento. O gabarito oficial será divulgado pela Unicamp. A reportagem será atualizada de acordo com o avanço da correção. Correção comentada para área de ciências biológicas/saúde: Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 Questão 6 Questão 7 Questão 8 Questão 9 Questão 10 Questão 11 Questão 12 Questão 13 Questão 14 Questão 15 Questão 16 Questão 17 Questão 18 Questão 19 Questão 20 Questão 21 Questão 22 Correção comentada para área de ciências exatas/tecnológicas: Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 Questão 6 Questão 7 Questão 8 Questão 9 Questão 10 Questão 11 Questão 12 Questão 13 Questão 14 Questão 15 Questão 16 Questão 17 Questão 18 Questão 19 Questão 20 Questão 21 Questão 22 Correção comentada para área de ciências humanas/artes: Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 Questão 6 Questão 7 Questão 8 Questão 9 Questão 10 Questão 11 Questão 12 Questão 13 Questão 14 Questão 15 Questão 16 Questão 17 Questão 18 Questão 19 Questão 20 Questão 21 Questão 22 Estudantes fazem redação e questões do primeiro dia provas da 2ª fase do vestibular da Unicamp 2022 Eduardo Rodrigues/EPTV Conteúdo da prova A prova desta segunda foi dividida da seguinte maneira: Prova comuns a todos os candidatos: Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Provas de conhecimentos específicos: Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Dez cursos mais concorridos medicina arquitetura e urbanismo ciência da computação ciências biológicas engenharia da computação comunicação social - midialogia farmácia enfermagem ciências econômicas história Calendário da 2ª fase 09 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase; 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança; 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular; 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada; O calendário completo está disponível no site da Comvest. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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10/01 - Uerj suspende atividades presenciais até 31 de janeiro por causa da alta de casos de ômicron
O início do período 2021/2 está mantido para o dia 2 de fevereiro, com aulas em modelo híbrido. Uerj suspende atividades presenciais até 31 de janeiro A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) suspendeu as atividades presenciais não essenciais até 31 de janeiro. A decisão foi baseada em nota técnica divulgada pela Pró-reitoria de Saúde da Uerj, em função do aumento da infecção por Covid-19 nas últimas semanas, resultante da circulação da variante Ômicron no Rio, que já representa mais de 50% dos casos sequenciados. Na semana passada, a reitoria da UFRJ já tinha recomendado para suas unidades. decisão semelhante. "A medida tem como objetivo proteger a comunidade acadêmica contra os efeitos ainda presentes da pandemia, tendo em vista a responsabilidade que a Uerj tem com a vida de nossos professores, técnicos e estudantes", declara o reitor da Uerj Ricardo Lodi. De acordo com a nota técnica, além da variante da Covid que possui alta contagiosidade, está em curso uma epidemia de vírus da Influenza A, subtipo H3N2 na cidade do Rio, podendo gerar casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em pessoas de alto risco, sobrecarregando as unidades de saúde municipais. A partir de 1º de fevereiro, ficam autorizadas as atividades presenciais, seguindo os devidos protocolos sanitários. O início do período 2021/2 está mantido para o dia 2 de fevereiro, com aulas em modelo híbrido. Uerj fica na Zona Norte do Rio Cristina Boeckel / g1
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10/01 - Unicamp 2022: 2ª fase aborda violação a direitos na democracia, fake news sobre vacina contra Covid-19 e desastres naturais
Candidatos destacam abordagem da Unicamp que associa conteúdos do ensino médio e temas da atualidade; veja relatos. Primeira chamada de aprovados está prevista para 14 de fevereiro. Candidatos deixam local de prova da 2ª fase da Unicamp, em Campinas Gustavo Luiz/g1 A Unicamp concluiu a aplicação da 2ª fase do vestibular 2022, na tarde desta segunda-feira (10), com provas que estabeleceram diálogos entre conteúdos do ensino médio e uma série de assuntos da atualidade. Entre os destaques estão as abordagens sobre a violação de direitos humanos, as fake news ligadas à CoronaVac, um dos imunizantes aplicados no país contra a Covid-19, a diferença entre epidemia e pandemia, e desastres naturais na América Latina. Veja abaixo outros assuntos. Veja a correção extraoficial da prova A universidade estadual aplicou para todos os candidatos uma prova comum formada por questões dissertativas de matemática, de ciências da natureza e de ciências humanas. Além disso, também houve uma avaliação de conhecimentos específicos conforme área de conhecimento pretendida. As provas ocorreram em 22 cidades de seis estados e o índice de abstenção ficou em 13,5%, o maior índice em três edições. A primeira chamada de aprovados está prevista para 14 de fevereiro. Tensão entre Ucrânia e Rússia; Independência do Haiti, protagonismo da população negra e impactos para o mundo; A violação dos direitos humanos, com referências ao Massacre do Carandiru e à letra da canção "Haiti", de Caetano Veloso e Gilberto Gil, incluindo mudanças políticas entre 1960 e 1990; Análise da pintura de Ismael Nery e o significado do modernismo no Brasil; A relação entre água, temperaturas e plantas; Probabilidade, função, e gráfico sobre áreas de conhecimento em publicações científicas; Comparativo entre corpo nos períodos medieval e contemporâneo; Divisão de Berlim; Diferenciação entre pandemia, epidemia e sindemia; Desastres naturais e urbanização na América Latina, incluindo comparativos de casos em Bogotá (Colômbia), Lima (Peru) e Santiago (Chile), com destaque sobre a frequência atrelada às concentrações urbanas; Charge sobre celular e produção de lixo, e combustíveis do futuro; Queimadas e efeitos sobre biomas brasileiros; Fake news sobre a vacina CoronaVac, com uma abordagem sobre eficácia diante do surgimento de variantes e de que maneira se dá a produção de anticorpos; Repercussão entre estudantes O estudante Vitor Pereira, de 19 anos, planeja cursar engenharia química. Ao g1, ele contou que já faz o mesmo curso em uma universidade particular e elogiou o fato de a Unicamp abordar a questão da vacina contra Covid-19 no vestibular. "Ficar atento em temas como esse é super importante para a sociedade. Espero que dê tudo certo esse ano", falou ao deixar a sala de prova na Unip, em Campinas. O estudante Vitor Pereira, em Campinas Gustavo Luiz/g1 Candidata ao curso de educação física, Michele Bertolini, de 37 anos, disse que se sentiu segura com os protocolos sanitários adotados pela Unicamp no vestibular. Ela ponderou que estudantes precisam ficar ligados em assuntos do cotidiano para realizar uma boa prova. "Os protocolos sanitários estavam todos muito corretos. Tinha uma pessoa para acompanhar a gente e mantinha uma distância segura, álcool nos lugares, tudo certinho [...] Acho a Unicamp muito bem antenada nos assuntos, a prova reflete isso", falou. A candidata Michele Bertolini, na 2ª fase do vestibular da Unicamp Gustavo Luiz/g1 O técnico em química Fábio Hiago, de 22 anos, disse que a leitura de notícias foi importante para desenvolver uma das questões. Ele busca uma vaga em química. "Teve uma questão de hidrogênio verde [combustíveis no futuro] que só vi em reportagem", salientou. Candidatos ouvidos pelo g1 consideraram que o segundo dia de provas foi mais difícil do que o primeiro. No domingo, fizeram questões sobre língua portuguesa, literatura e responderam às perguntas interdisciplinares em inglês. Veja como foi. O que diz a Comvest? Segundo a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest), não foram registrados incidentes. Além disso, ninguém precisou ser atendido pelo serviço de telemedicina por conta de sintomas gripais. "Estamos muito satisfeitos com a aplicação da prova, os resultados obtidos do ponto de vista da logística e aplicação. Felizmente, nenhuma intercorrência [...] creio que os candidatos, candidatas, assim como a Comvest a colaboradores, atuaram de um modo muito responsável e sereno ao realizar essa prova no primeiro fim de semana após festas e explosão de casos de Covid-19. As pessoas tiveram a responsabilidade de utilizar as máscaras, equipamentos e informações disponíveis e determinadas pelas autoridades sanitárias", falou o diretor da comissão, José Alves de Freitas Neto. LEIA TAMBÉM: DIA 2: confira as respostas extraoficiais da segunda prova da 2ª fase DIA 1: veja as respostas extraoficiais da primeira prova da 2ª fase AUSÊNCIAS: Unicamp fecha vestibular 2022 com abstenção de 13,5% Conteúdo da prova desta segunda Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Avaliação comum a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Avaliações de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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10/01 - Escolas de Uganda reabrem após o fechamento mais longo do mundo devido à Covid
Cerca de 15 milhões de crianças não frequentam as aulas desde março de 2020, quando as instituições de ensino fecharam devido à pandemia. Menos de 3% da população está vacinada. Alunos usando máscaras assistem a aula na Escola Primária Kitante, em Kampala, em 10 de janeiro de 2022 em Uganda. As escolas do país reabriram aos alunos nesta segunda, encerrando a interrupção escolar mais longa do mundo devido à pandemia da Covid-19. Hajarah Nalwadda/AP Uganda encerrou nesta segunda-feira (10) o mais longo fechamento de escolas do mundo, após quase dois anos, ordenando que milhões de estudantes voltem às salas de aula. Cerca de 15 milhões de crianças ugandeses não frequentavam as escolas desde março de 2020, quando as instituições de ensino fecharam as portas devido à pandemia da Covid-19. Compartilhe esta notícia no WhathsApp Compartilhe esta notícia no Telegram O ministro da Educação, John Muyingo, afirmou que todos os alunos retomarão os estudos um ano acima do nível em que estavam quando as escolas deixaram de funcionar. "Todas as escolas implementaram protocolos muito rígidos e procedimentos operacionais para garantir que o retorno às escolas seja seguro para as crianças", disse Muyingo à agência de notícias France Presse. Alunos usando máscaras assistem a aula na Escola Primária Kitante, em Kampala, em 10 de janeiro de 2022 em Uganda. As escolas do país reabriram aos alunos nesta segunda, encerrando a interrupção escolar mais longa do mundo devido à pandemia da Covid-19. Hajarah Nalwadda/AP Grupos de defesa dos direitos das crianças criticaram a decisão do governo ugandense de ter mantido as escolas parcial ou totalmente fechadas por 83 semanas — a suspensão mais longa registrada em todo mundo. A ONG Save the Children advertiu que os alunos terão dificuldades de adaptação e que, nas próximas semanas, pode haver um alto índice de evasão. Covid-19 em Uganda Uganda é um país de cerca de 47 milhões de habitantes que fica na África Oriental e faz fronteira com a República Democrática do Congo, o Sudão do Sul, o Quênia, a Tanzânia e Ruanda. Oficialmente, o país tem 153.762 casos de Covid-19 e 3.339 mortes causadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Menos de 18% da população recebeu ao menos uma dose de vacinas contra a Covid-19 e apenas 3% estão completamente imunizados. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
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10/01 - Por que pesquisadores defendem início de aulas mais tarde após experiência de lockdown
Pesquisa feita na Suíça aponta que, durante lockdown no país, jovens puderam dormir 75 minutos a mais por dia; especialista diz que atrasar horário de entrada nas escolas traria ganhos de saúde e acadêmicos também aqui no Brasil. Volta às aulas em São Paulo: pais e crianças na entrada de escola em outubro de 2021 CESAR CONVENTI/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO A pandemia não tem sido nada fácil para adolescentes, com o fechamento prolongado das escolas, as dificuldades nas aulas online e os impedimentos de se socializar pessoalmente com outros jovens da mesma idade. Mas é possível que parte desses adolescentes tenha tido ao menos um ganho importante durante os meses mais duros da quarentena: a chance de dormir mais tempo, uma vez que não precisavam acordar cedo para ir à escola. E dormir bem é um fator crucial para a saúde e o desenvolvimento na adolescência – argumento principal de médicos e especialistas que defendem que as aulas presenciais de jovens não devem começar tão cedo pela manhã, para permitir que os jovens tenham mais horas de sono (entenda mais abaixo). A curiosa tradição de dar cones de cartolina a crianças no 1º de aula na Alemanha Uma pesquisa feita na Suíça, recém-publicada na JAMA Network Open, avaliou o sono de 3,6 mil estudantes da etapa equivalente ao ensino médio, com idade média de 16 anos, durante os meses iniciais de lockdown no país – entre 13 de março e 6 de junho de 2020, quando as aulas suíças migraram para o ambiente remoto. Ao comparar o tempo de sono desses adolescentes com um grupo de controle, que havia sido mensurado em 2017, ou seja, durante um período típico de aulas, os pesquisadores do Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Zurique concluíram que, durante o lockdown pandêmico, os estudantes puderam dormir até 75 minutos a mais por dia de semana (nos fins de semana, não houve diferenças significativas entre os dois grupos). Melatonina, 'hormônio do sono', está liberado no Brasil, mas médicos pedem cautela Esse período adicional de sono foi associado a melhores indicadores de saúde, segundo os pesquisadores. "Os participantes dormiram significativamente mais e apresentaram indicadores melhores de saúde, com menos consumo de cafeína e álcool do que antes da pandemia", diz a pesquisa. Um problema detectado pelos estudiosos é que esses ganhos de saúde trazidos pela oportunidade de dormir mais foram ofuscados pela incidência maior de tristeza, isolamento, sedentarismo e depressão em muitos adolescentes durante a pandemia, sobretudo na época mais restritiva da quarentena. Ou seja, por um lado os adolescentes entrevistados na Suíça relataram estar mais descansados e cheios de energia. Por outro, se sentiram mais solitários e tristes por não poderem estar presencialmente com os amigos. Como conclusão, de qualquer modo, os pesquisadores do Centro de Desenvolvimento Infantil defendem que as descobertas em torno do sono extra na pandemia podem ajudar as escolas a traçar suas políticas em caso de futuros fechamentos das aulas presenciais. E os estudiosos vão além, dizendo que "as descobertas do estudo mostram claramente os benefícios de as aulas escolares começarem mais tarde pela manhã, para que os jovens possam dormir mais", nas palavras do principal autor da pesquisa, Oskar Jenni, professor de Desenvolvimento Pediátrico na Universidade de Zurique. O sono dos adolescentes brasileiros Alunos de escolas particulares voltam às aulas no Rio de Janeiro em outubro de 2020 Marcos Serra Lima/G1 Não é possível saber ao certo se resultados semelhantes de tempo adicional de sono teriam sido identificados entre adolescentes brasileiros durante a quarentena e as aulas online – lembrando, também, que muitos jovens de baixa renda daqui foram precocemente empurrados ao mercado de trabalho para ajudar no sustento de suas famílias por conta do desemprego e da crise econômica, e muitos outros não conseguiram ter acesso regular ao conteúdo do ensino remoto. Em 2020, uma pesquisa feita em conjunto pela Fiocruz e pela UFMG identificou que 48,7% dos adolescentes de 12 a 17 anos do país se sentiam, na época, preocupados, nervosos ou com mau humor, na maioria das vezes ou sempre. Eles passaram a consumir mais doces e alimentos ultraprocessados, e também se tornaram mais sedentários – o que certamente não contribuiu para sua saúde. A pesquisa não abordou horas de sono, mas sim a qualidade deste – que piorou para 36% dos jovens brasileiros. Mas, quando os jovens têm chance de dormir mais – e acordar um pouco mais tarde –, os benefícios à saúde já estão evidentes do ponto de vista científico, explica à BBC News Brasil a neurologista Andrea Bacelar, presidente da Associação Brasileira do Sono. "O sono tem impacto no humor, na ansiedade, na depressão e na sociabilização dos adolescentes", diz ela. A biologia do sono Jovem que sofre para acordar cedo para ir à escola ou que cochila nas primeiras aulas matutinas não pode ser chamado de preguiçoso ou indisciplinado. É uma questão biológica, diz pesquisadora Pexels Bacelar explica que aquele jovem que sofre para acordar cedo para ir à escola ou que cochila nas primeiras aulas matutinas não pode ser chamado de preguiçoso ou indisciplinado. É uma questão biológica: "Nessa faixa etária de 13 a 18 anos, ocorre uma tendência de atraso na produção e na curva da melatonina", o hormônio que nos induz ao sono, diz a médica. "Obviamente existem as redes sociais, a luz azul produzida pelos celulares e outros estímulos (que mantêm os jovens acesos) e agravam isso. Mas, biologicamente, a maioria dos adolescentes não tem sono por volta das 22h porque não tem hormônio do sono sendo produzido em seu corpo", prossegue. O problema é que, apesar dessa mudança hormonal, os adolescentes continuam precisando de mais tempo de sono que os adultos – a recomendação é dormir idealmente de 9 a 10 horas por noite – para manterem uma boa saúde física e mental, e para conseguirem estar alertas e motivados nas aulas. A conta, então, não fecha para os alunos que estudam de manhã cedo, a partir das 7h: "Sabemos que, mesmo que esse jovem acorde às 6h – o que não é o caso de muitos que moram longe da escola, precisam pegar condução etc –, ele teria que ir dormir às 20h para ter a quantidade ideal de horas de sono que lhe faça crescer, produzir, ir bem e não cochilar nas aulas. É praticamente inviável", pondera Bacelar. Em 2018, a Associação Brasileira do Sono aplicou questionários em 1,9 mil jovens de 13 a 17 anos do país, que disseram dormir, em média, de seis a seis horas e meia em dias de semana. Na prática, isso equivale a um quadro de privação de sono nessa faixa etária. Quase 60% dos jovens entrevistados se disseram insatisfeitos com o tempo que conseguiam dormir nos dias de semana. "É um 'jet lag' social, de privação de sono por necessidade, que resulta em um déficit de dez horas de sono por semana", explica Bacelar. "E sono perdido não tem volta: se o adolescente não cresceu, não vai crescer. E ele pode ficar mais ansioso ou ganhar peso por questões metabólicas (ligadas à privação do sono)." Começar aulas mais tarde? Por isso, a associação tem defendido, nos últimos anos, que as escolas brasileiras adiem o horário de início das aulas matinais, para no mínimo 8h da manhã. Um projeto de lei chegou a ser elaborado com esse intuito, mas acabou tendo sua tramitação retardada durante a pandemia, explica Andrea Bacelar. É um debate que ocorre em outros países. Nos EUA, a Academia Americana de Pediatras recomenda que as aulas escolas do equivalente ao ensino fundamental 2 e ao ensino médio não comecem antes das 8h ou 8h30 – algo que foi transformado em lei na Califórnia em 2019, com data limite de julho deste ano para vigorar em todas as escolas do estado. Movimento para atrasar aulas e dar mais horas de sono a alunos ganha força nos EUA O Centro de Controle de Doenças dos EUA, porém, destacou em documento que a maioria das escolas americanas ainda começa suas aulas "cedo demais", o que é associado a "riscos de saúde entre estudantes do ensino médio, como excesso de peso, consumo de álcool e cigarro e uso de drogas, além de desempenho acadêmico ruim". Um estudo noticiado pela BBC no ano passado apontou, também, que um bom sono na adolescência parece estar associado a uma melhoria na saúde mental na vida adulta. De volta ao Brasil, a médica Andrea Bacelar também entende os motivos que levam à resistência de escolas (e de algumas famílias) a mudanças no horário de entrada de escolas: entrar mais tarde significa ter de sair mais tarde das aulas, o que dificulta a tarefa de equilibrar turnos escolares e outras atividades, e de conciliar horários de professores (muitos dos quais trabalham em mais de uma escola). Há, também, a dificuldade de muitos pais em levarem filhos mais tarde para a escola, caso tenham eles próprios que chegar cedo ao trabalho. Bacelar destaca, porém, que escolas que adotaram horários mais tardios por conta própria no Brasil têm observado ganhos de produtividade, sociabilização, humor e atenção entre os alunos. "É fato que há questões logísticas, mas é possível buscar alternativas – por exemplo, fazendo parte das aulas de forma assíncrona (ou seja, sem que todos os alunos tenham de estar presencialmente ao mesmo tempo) à distância, como ocorreu no ensino remoto", defende. "Os ganhos para a saúde compensam." E a neurologista argumenta que entrar mais tarde na escola não pode ser confundido com ir dormir ainda mais tarde ou passar mais tempo diante de eletrônicos à noite. "Quando os pais me dizem que 'meu filho vai ficar nas redes sociais até mais tarde', digo que a disciplina com os aparelhos eletrônicos tem de continuar", recomenda a neurologista. "É preciso ficar longe da luz azul (aquela produzida por tablets e celulares) uma hora antes de dormir, para não retardar a produção de melatonina. E o ideal é toda a família contribuir e estar pronta para dormir mais cedo."
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10/01 - Unicamp encerra 2ª fase do vestibular 2022 com provas de conhecimentos específicos; veja protocolos sanitários e orientações
Prova nesta segunda-feira (10) começou às 13h e tem duração de cinco horas. No domingo, candidatos fizeram redação e prova de língua portuguesa e inglesa. Unicamp 2ª fase, primeiro dia: estudantes fazem redação e respondem 10 questões de português e inglês em Campinas Eduardo Rodrigues/EPTV A Unicamp encerra a 2ª fase do vestibular 2022, nesta segunda-feira (10), com aplicações da prova comum formada por questões dissertativas de matemática, ciências da natureza e ciências humanas, e da avaliação de conhecimentos específicos para a área de conhecimento do curso escolhido. No domingo (9), quando a primeira prova desta fase foi aplicada, os candidatos responderam questões sobre língua portuguesa, literatura e perguntas interdisciplinares em inglês. Veja como foi. LEIA TAMBÉM: CORREÇÃO: veja as respostas extraoficiais da primeira prova da 2ª fase FOTOS: veja a movimentação no primeiro dia Cursinhos apostaram em temas ligados à pandemia Aos 39 anos, advogado presta matemática para virar professor Nesta segunda, os portões abriram às 12h, o exame começou às 13h, tem cinco horas de duração, e a universidade tem 2.540 vagas em 69 cursos. Veja abaixo orientações contra gripe e Covid-19, e a lista do que levar. Veja a lista de aprovados para a 2ª fase da Unicamp Confira a relação das notas de corte Saiba qual é a relação candidato/vaga na 2ª fase As provas ocorrem em 22 cidades em seis estados. Segundo a comissão organizadora (Comvest), a orientação é para chegada com antecedência, para evitar atraso. Além disso, há recomendação aos candidatos para evitar aglomeração no acesso e manter distanciamento social de 1 metro. O uso de máscara é obrigatório em todos os espaços. Conteúdo De acordo com a Comvest, em cada dia da 2ª fase o candidato faz uma avaliação formada por questões dissertativas. "As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas, ciências humanas/artes)", explicou a instituição. Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Segunda-feira: provas comuns a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Segunda-feira: provas de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; No domingo, todos os candidatos fizeram uma prova comum formada por redação, língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, além de questões interdisciplinares em língua inglesa. Série de cuidados O diretor da comissão organizadora (Comvest), José Alves de Freitas, Neto, explicou que os protocolos de prevenção aplicados na edição 2021 e na 1ª fase estão mantidos, incluindo uso de máscara, distanciamento de 1 metro entre candidatos e recomendação para higiene das mãos. A Unicamp também garantiu espaços com ventilação, limpeza das salas, e higienização das carteiras e materiais. Freitas Neto reforçou o pedido para que o candidato com sintomas gripais não compareça na prova para preservar a própria saúde e dos demais participantes. Segundo ele, a Comvest vai disponibilizar um teleatendimento médico em Campinas (SP) para orientar casos pontuais verificados em todas as cidades de aplicação. O recurso foi usado para atender uma candidata com suspeita de Covid-19 em Belo Horizonte (MG), na edição anterior, e é um dos recursos no protocolo especial de biossegurança. A Unicamp não prevê reaplicação do exame para quem estiver impedido de participar, nem devolução da taxa. Segundo a Comvest, o orçamento considera 100% de comparecimento e correções de provas. Estudantes por sala Segundo Freitas Neto, a média é de 39 candidatos por sala de prova. Ele mencionou que em Mogi Guaçu (SP) há uma com 15 alunos, enquanto o maior número é de 54 estudantes em Piracicaba (SP). Questionado sobre a aferição de temperatura, o diretor da Comvest disse que ela será realizada somente em Curitiba (PR), onde é compulsória em virtude da legislação vigente. Além disso, nesta cidade também é obrigatório o distanciamento de 1,5 metro entre os participantes da prova. Alimentação Embora os candidatos possam levar alimentos, há regras diferentes para consumo durante o vestibular. O estudante pode abaixar a máscara apenas de forma "momentânea" para isso. "A nossa orientação é sempre do bom senso e fazer com que os candidatos se sintam confortáveis e em segurança para realização da prova. Se eventualmente alguém comer dentro da sala, o que nós permitimos: que possa beliscar, um chocolate, barrinha de cereal, mas você não pode abrir um lanche e comer dentro da sala. Se alguém for lanchar na sala, evidentemente será orientada a sair da sala para poder comer em local apropriado, ambiente livre, aberto. Se insistir, desrespeitar a norma, aí sim a pessoa será desclassificada porque será obrigada a sair da sala e deixar a prova", destacou o diretor. Nesta edição, 58.425 candidatos fizeram a 1ª fase, em novembro de 2021, e a Unicamp registrou o menor índice de abstenção em oito anos. Mudanças de cidades De acordo com a Comvest, a cidade escolhida pelo candidato na primeira fase é a mesma da próxima etapa, exceto para 14 casos em que as mudanças previstas no edital do processo - confira abaixo. Com isso, estão mantidas as avaliações em 17 municípios paulistas e mais cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Cidades com vestibular 2022 da Unicamp Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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09/01 - Unicamp 2022: 2ª fase do vestibular tem abstenção de 12,7% e comissão atribui à nova alta de casos de Covid-19
Número é maior do que a média dos últimos dez anos, mas ainda assim ficou dentro do esperado. Vestibular começou neste domingo e termina nesta segunda-feira. Unicamp 2022, segunda fase: estudantes fazem prova do primeiro dia na PUC-Campinas Eduardo Rodrigues/EPTV A segunda fase do vestibular 2022 da Unicamp, que começou neste domingo (9), teve índice de abstenção de 12,7%. O número, que ficou "dentro do esperado", segundo a comissão organizadora do processo seletivo, é superior a média dos últimos dez anos - de 11,2% - e o maior desde 2020. A universidade oferece 2.540 vagas em 69 cursos. Segundo a Comissão Permanente Para Os Vestibulares da Unicamp (Comvest), a instituição registrou que dos 12.938 aprovados para a segunda fase, 1.645 candidatos não compareceram. Não houve nenhum incidente e a equipe médica destinada para atender possíveis casos de Covid-19 e sintomas gripais não precisou ser acionada. Em Santos, um candidato precisou fazer prova em uma sala isolada porque estava com tosse. Veja os números dos últimos dez anos abaixo. 2022 : 12,7% 2021: 8,3% 2020 : 10,2% 2019: 12,7% 2018: 11,3% 2017: 10% 2016: 13,2% 2015: 11% 2014: 11,3% 2013: 12,2% De acordo com o diretor da Comissão Permanente Para Os Vestibulares da Unicamp (Comvest), José Alves de Freitas Neto, o índice de abstenção um pouco mais alto do que a média já é um reflexo da alta de casos de Covid-19 e gripe neste início de ano. A Unicamp havia orientado os estudantes que tivessem sintomas gripais para não fazerem a prova. LEIA MAIS: Unicamp 2022: veja correção extraoficial Fotos do primeiro dia de prova Prova tem textão de influencer na redação, Emicida e Juliette "Esse aumento é derivado das pessoas estarem positivas, ou sintomáticas, ou com medo. A gente tem visto muita gente que a gente conhece se contaminando. Isso era um dado não esperado quando a gente programou o vestibular, mas a velocidade da omicron realmente pegou todos nós de surpresa e impactou sim nesse índice mais elevado, mas ainda próximo a média", disse Neto. Neste domingo, os 11.293 candidatos fizeram provas de redação, português e inglês. Já nesta segunda-feira, será a vez do exame de matemática e questões interdisciplinares em ciências da natureza e ciências humanas. A prova A Unicamp propôs, como temas da redação no vestibular 2022, que os candidatos escolhessem entre escrever um post "textão" sobre a superexposição de crianças e adolescentes na internet ou um manifesto que abordasse os cortes de verbas para a ciência nacional. Segundo a coordenadora acadêmica da Comvest, Márcia Mendonça, as formas de textos não convencionais (manifesto e "textão de internet) evidenciam a intenção da universidade em se abrir para as mais diversas formas de expressão utilizadas na contemporaneidade. "Se existe um gênero que se configurou nas mídias é o tal textão de internet. Então a gente mostra que não temos preconceito com nenhum formato de expressão. E, além disso, nada melhor que as pessoas se expressarem sobre a exposição de jovens na internet com um texto que converse com esse público", disse. Entre os temas abordados nas questões dissertativas, destaca-se uma pergunta sobre interpretação de texto que usou a letra de Ismália, canção do álbum AmarElo (2019) de Emicida. Outra questão abordou o debate no Twitter entre Juliette, o cantor Chico César e a atriz e youtuber Antônia Fontenelle sobre o uso das expressões "ser paraíba" ou "fazer paraibada", em que a ex-BBB reforça o caráter xenófobo dos termos. "Tem a pergunta da Juliette, mas não a Juliette como objeto e sim como um tweet da Juliette pode proporcionar uma discussão sobre xenofobia. Isso só mostra como a Unicamp está atenta a questões atuais e a temas que interessam muito a sociedade contemporânea. A redação também se coloca como a principal identidade da Unicamp em ousar com formatos não convencionais para que isso saia da universidade e chegue nas escolas", disse Freitas Neto. Maiores abstenções As maiores abstenções da segunda fase do vestibular da Unicamp neste domingo aconteceu em Fortaleza (28,8%), Belo Horizonte (22,9%) e Presidente Prudente (20,7%). Já os menores números foram registrados em São Carlos (7,7%), Jundiaí (8%) e Limeira (8,6%). O vestibular As provas da segunda fase ocorrem em 22 cidades de seis estados. Segundo a comissão organizadora (Comvest), os candidatos foram orientados a evitar aglomeração no acesso e manter distanciamento social de 1 metro. O uso de máscara é obrigatório em todos os espaços. Conteúdo De acordo com a Comvest, em cada dia da 2ª fase o candidato faz uma avaliação formada por questões dissertativas. "As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas, ciências humanas/artes)", explicou a instituição. Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Domingo: mesma prova para todos Redação: duas propostas de textos para que o candidato escolha e execute apenas uma; Língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com oito questões; Duas questões interdisciplinares em língua inglesa; Segunda-feira: provas comuns a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Segunda-feira: provas de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Calendário 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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09/01 - Unicamp 2022: veja correção extraoficial do primeiro dia da 2ª fase do vestibular
A pedido do g1, professores de cursinho resolveram as 10 questões e comentaram o que cada tema da redação exigiu neste domingo (9). Universidade estadual oferece 2.540 vagas em 69 cursos este ano. Capa da 1ª prova da 2ª fase do vestibular da Unicamp 2022 Reprodução/Comvest A pedido do g1, o cursinho Oficina do Estudante, em Campinas (SP), preparou uma correção extraoficial das 10 questões do primeiro dia da 2ª fase do vestibular 2022 da Unicamp, realizado neste domingo (9). Os professores também comentaram os dois temas da redação. Acesse a prova aqui As questões são as mesmas para todos os candidatos. No segundo dia, que ocorre na segunda-feira (10), o questionário é diferente para cada área de conhecimento. A lista numérica abaixo apresenta os links diretos para as questões correspondentes com os comentários dos professores. O gabarito oficial será divulgado pela Unicamp. A reportagem será atualizada de acordo com o avanço da correção. Correção comentada das perguntas: Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 Questão 6 Questão 7 Questão 8 Questão 9 Questão 10 Comentário sobre os temas da redação: Veja a análise das propostas e comentário de cada uma Estudantes fazem redação e questões do primeiro dia provas da 2ª fase do vestibular da Unicamp 2022 Eduardo Rodrigues/EPTV Conteúdo da prova A prova deste domingo teve o seguinte número de questões: prova de redação, composta por duas propostas de textos para que o candidato eleja e execute uma; prova de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com oito questões; duas questões interdisciplinares em Língua Inglesa. Dez cursos mais concorridos medicina arquitetura e urbanismo ciência da computação ciências biológicas engenharia da computação comunicação social - midialogia farmácia enfermagem ciências econômicas história Calendário da 2ª fase 09 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase; 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança; 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular; 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada; O calendário completo está disponível no site da Comvest. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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09/01 - Unicamp 2022: 2ª fase pede 'textão' de influencer na redação e aborda Juliette e Emicida em questões
Outra proposta de redação sugeriu manifesto sobre cortes de verba na ciência nacional. Primeiro dia de provas ocorreu neste domingo, com 12,9 mil candidatos convocados. Unicamp 2022, segunda fase: estudantes fazem prova do primeiro dia na PUC-Campinas Eduardo Rodrigues/EPTV A Unicamp propôs, como temas da redação no vestibular 2022, que os candidatos escolhessem entre escrever um post "textão" sobre a superexposição de crianças e adolescentes na internet ou um manifesto que abordasse os cortes de verbas para a ciência nacional. O primeiro dia de provas da segunda fase ocorreu neste domingo (9). As questões dissertativas incluíram uma música do cantor Emicida e a discussão no Twitter em que Juliette, vencedora do BBB 21, abordou xenofobia. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram A prova teve início às 13h e encerrou às 18h. Ao todo, 12.938 candidatos aprovados na primeira fase foram convocados. O segundo dia, com 22 questões dissertativas, ocorre nesta segunda-feira (10). Assunto esperado por cursinhos ouvidos pelo g1, a pandemia de Covid-19 não foi mencionada pelos candidatos como um dos temas da prova. CORREÇÃO: veja as respostas extraoficiais da primeira prova da 2ª fase O exame foi realizado em meio ao crescimento de novos casos de Covid-19 e gripe no país. Os candidatos entrevistados pela reportagem relataram que os protocolos foram seguidos dentro das salas da Unip Swift, um dos locais de prova em Campinas. LEIA TAMBÉM: FOTOS da movimentação no primeiro dia Cursinhos apostaram em temas ligados à pandemia Aos 39 anos, advogado presta matemática com sonho de virar professor A redação Segundo a apuração do g1 com estudantes que fizeram a prova, em um dos temas os candidatos deveriam se imaginar como uma influenciadora de 15 anos cujos pais são aconselhados a fechar conta dela nas redes sociais. A proposta era que os estudantes escrevessem um post relatando a experiência da influencer e defendendo uma posição sobre crianças e adolescentes se tornarem influenciadores. No outro, os candidatos deveriam se imaginar como um aluno contemplado com uma bolsa que não foi paga por causa do corte de verbas na ciência. A meta era escrever um manifesto a respeito do comprometimento do futuro do país com os cortes na ciência e tecnologia. Juliette, Emicida e 'Seminário dos Ratos' Emicida no clipe de 'São Pixinguinha' Reprodução / Vídeo Além da redação, os candidatos responderam oito questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, além de duas interdisciplinares em língua inglesa. Dentre os temas abordados nas questões dissertativas, destaca-se uma pergunta que usou a letra de Ismália, canção do álbum AmarElo (2019), de Emicida. Na pergunta, a Comvest trouxe um trecho da letra e também do poema Ismália, de Alphonsus de Guimaraens, que na canção é declamado pela atriz Fernanda Montenegro. Em seguida, questionou quem são as "Ismálias" na obra de Emicida e qual o conselho de Ícaro na música, considerando o poema declamado e a denúncia do cantor. Outra questão abordou o debate no Twitter entre Juliette, o cantor Chico César e a atriz e youtuber Antônia Fontenelle sobre o uso das expressões "ser paraíba" ou "fazer paraibada", em que a ex-BBB reforça o caráter xenófobo dos termos. Juliette se pronuncia contra Fontenelle Reprodução/Twitter/Juliette A pergunta lembrou o contexto em que Antônia Fontenelle usou as expressões e a explicação dada por ela, além das respostas públicas feitas por Chico César e a ex-BBB. Em seguida, o vestibular questionou o porquê da explicação de Fontenelle continuar sendo preconceituosa e pediu que o candidato reescrevesse a primeira frase do primeiro tweet, "desfazendo o preconceito enunciado por ela". Depois, pediu que o candidato explicasse o jogo de palavras no tweet de Chico César a partir do tweet de Juliette e a característica atribuída ao termo “paraíba” pelo artista. Veja abaixo: Unicamp aborda discussão entre Chico César, Juliette e Antônia Fontenelle no vestibular 2022 Reprodução/Comvest Segundo os estudantes, a prova de literatura deu ênfase às obras literárias listadas pela universidade, dentre elas Seminário dos Ratos, da escritora Lygia Fagundes Telles. Diferença entre gêneros textuais e interpretação de texto também foram temas cobrados, segundo os candidatos. Veja a lista de temas que caíram no vestibular, de acordo com os candidatos. Racismo ONU e genocídio (questão de inglês) Juliette em discussão sobre xenofobia Letra de música de Emicida Embriologia (questão de inglês) Seminário dos Ratos: livro de Lygia Fagundes Telles Gênero textuais: diferença entre sinopse e roteiro cinematográfico Situação de indígenas no Brasil: interpretação de texto usando Pedro Vaz de Caminha) Temas da redação: superexposição na web e manifesto sobre corte de verba da ciência O vestibular A universidade oferece 2.540 vagas em 69 cursos. As provas da segunda fase ocorrem em 22 cidades de seis estados. Segundo a comissão organizadora (Comvest), os candidatos foram orientados a evitar aglomeração no acesso e manter distanciamento social de 1 metro. O uso de máscara é obrigatório em todos os espaços. Unicamp 2022, segunda fase: movimentação na Unip Swift, em Campinas Bárbara Marques/g1 Conteúdo De acordo com a Comvest, em cada dia da 2ª fase o candidato faz uma avaliação formada por questões dissertativas. "As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas, ciências humanas/artes)", explicou a instituição. Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Domingo: mesma prova para todos Redação: duas propostas de textos para que o candidato escolha e execute apenas uma; Língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com oito questões; Duas questões interdisciplinares em língua inglesa; Segunda-feira: provas comuns a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Segunda-feira: provas de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Estudante faz prova da primeira fase do vestibular da Unicamp 2022 em Campinas Julio Cesar Costa / g1 Série de cuidados O diretor da comissão organizadora (Comvest), José Alves de Freitas, Neto, explicou que os protocolos de prevenção aplicados na edição 2021 e na 1ª fase estão mantidos, incluindo uso de máscara, distanciamento de 1 metro entre candidatos e recomendação para higiene das mãos. A Unicamp também garantiu espaços com ventilação, limpeza das salas, e higienização das carteiras e materiais. Freitas Neto reforçou o pedido para que o candidato com sintomas gripais não compareça na prova para preservar a própria saúde e dos demais participantes. Segundo ele, a Comvest vai disponibilizar um teleatendimento médico em Campinas (SP) para orientar casos pontuais verificados em todas as cidades de aplicação. O recurso foi usado para atender uma candidata com suspeita de Covid-19 em Belo Horizonte (MG), na edição anterior, e é um dos recursos no protocolo especial de biossegurança. A Unicamp não prevê reaplicação do exame para quem estiver impedido de participar, nem devolução da taxa. Segundo a Comvest, o orçamento considera 100% de comparecimento e correções de provas. Estudantes por sala Segundo Freitas Neto, a média é de 39 candidatos por sala de prova. Ele mencionou que em Mogi Guaçu (SP) há uma com 15 alunos, enquanto o maior número é de 54 estudantes em Piracicaba (SP). Questionado sobre a aferição de temperatura, o diretor da Comvest disse que ela será realizada somente em Curitiba (PR), onde é compulsória em virtude da legislação vigente. Além disso, nesta cidade também é obrigatório o distanciamento de 1,5 metro entre os participantes da prova. Alimentação Embora os candidatos possam levar alimentos, há regras diferentes para consumo durante o vestibular. O estudante pode abaixar a máscara apenas de forma "momentânea" para isso. "A nossa orientação é sempre do bom senso e fazer com que os candidatos se sintam confortáveis e em segurança para realização da prova. Se eventualmente alguém comer dentro da sala, o que nós permitimos: que possa beliscar, um chocolate, barrinha de cereal, mas você não pode abrir um lanche e comer dentro da sala. Se alguém for lanchar na sala, evidentemente será orientada a sair da sala para poder comer em local apropriado, ambiente livre, aberto. Se insistir, desrespeitar a norma, aí sim a pessoa será desclassificada porque será obrigada a sair da sala e deixar a prova", destacou o diretor. Nesta edição, 58.425 candidatos fizeram a 1ª fase, em novembro de 2021, e a Unicamp registrou o menor índice de abstenção em oito anos. Mudanças de cidades De acordo com a Comvest, a cidade escolhida pelo candidato na primeira fase é a mesma da próxima etapa, exceto para 14 casos em que as mudanças previstas no edital do processo - confira abaixo. Com isso, estão mantidas as avaliações em 17 municípios paulistas e mais cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Cidades com vestibular 2022 da Unicamp Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região po, a pandemia de Covid-19 não foi mencionada o candidatos ouvidos neste domingo. Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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09/01 - Reaplicação do Enem 2021: tema da redação é 'Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil'
Na edição regular, aplicada em novembro de 2021, os inscritos dissertaram sobre 'invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil'. Saiba o tema da redação da replicação do Enem 2021. Érico Andrade/g1 O tema da redação da reaplicação do Enem 2021, realizada neste domingo (9), foi "Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil". Fizeram a prova os alunos que perderam as provas regulares em novembro passado, quem teve isenção na edição de 2020, mas não conseguiu comparecer e pessoas privadas de liberdade (PPL). Também fizeram o exame estudantes do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, que não conseguiram fazer a prova por causa de uma operação policial no dia do exame, que terminou com nove mortes. Na edição regular, aplicada em novembro de 2021, os inscritos dissertaram sobre "invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil", tema considerado "bastante importante" por professores ouvidos pelo g1 na ocasião. Para Lennon Medeiros, professor de redação do Descomplica, os temas da prova regular e da reaplicação não tiveram proximidade temática tão clara para os candidatos. Ainda assim, há um elo: invisibilidade social. "Na prova original, tivemos o tópico da invisibilidade social, que volta a aparecer na reaplicação, focado na representatividade das mulheres cientistas. Não é tão intuitivo a quem não tiver atento, mas é essa similaridade que liga as propostas". O professor pondera, por outro lado, que não se pode dizer que um dos temas foi mais complexo que o outro. "É sempre complicado comparar a dificuldade dos temas, mas acredito que ambos são equivalentes em termos de complexidade. As duas propostas cobravam conhecimentos e capacidades semelhantes dos alunos. Ainda que, claro, ao falarmos de ciências da saúde, durante a pandemia, seja estabelecida mais facilmente uma proximidade com o candidato, a discussão — representatividade na ciência — está distante." Essa proximidade também é apontada por Vinicius Beltrão, coordenador de Ensino e Inovações do SAS Plataforma de Educação. Mas, para ele, este fator faz do tema da reaplicação menos complexo do que o da original. "Falar da representatividade das mulheres na sociedade está mais presente nas discussões diárias de um candidato do Enem. Se pensarmos também que o tema falava em 'saúde', a proximidade é ainda maior, por conta da pandemia. Ainda que seja um aluno com pouco repertório, alguma coisa ele vai conseguir dissertar sobre." Ainda assim, Beltrão ressalta que o exame cobrou dos candidatos dois vieses de argumentação, o que aumenta o grau de dificuldade da redação. "O aluno precisa dissertar sobre o social e sobre o científico, focado na saúde. É preciso estabelecer dois argumentos que conversem entre si. No contexto em que vivemos, por razões óbvias, é muito intuitivo ao aluno que foque a argumentação na questão da pandemia, falando sobre a atuação das mulheres na pandemia. Mas a proposta vai além e cobra discussões sociais que extrapolam esse primeiro aspecto. É menos simples do que parece e exige atenção redobrada dos candidatos. Quem se limitar a só uma das partes vai ter prejuízos na nota final." Para Milton Costa, professor de redação da Oficina do Estudante de Campinas (SP), o tema demanda que os candidatos proponham intervenções à questão da invisibilidade, como aconteceu na primeira aplicação. Os alunos devem evitar soluções simplistas, como "a mera 'publicização' dos nomes [de cientistas mulheres brasileiras] ou homenagens palacianas, mas sim o investimento financeiro maciço no caminho aberto por essas cientistas". Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 6.986 candidatos se inscreveram para a reaplicação. Também fizeram a prova 280.145 participantes que tiveram isenção na taxa de inscrição de 2020, mas não compareceram à prova naquele ano. Esse grupo conseguiu na Justiça o direito de se inscrever na reaplicação. E ainda tiveram outros 54.227 candidatos, que fizeram a versão PPL do exame, voltado para pessoas privadas de liberdade. Temas da redação dos últimos 5 anos 2020: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira” 2019: "Democratização do acesso ao cinema no Brasil" 2018: "Manipulação do comportamento de usuário pelo controle de dados na internet" 2017: "Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” Reaplicação 2016: "Caminhos para combater o racismo no Brasil" 2016: "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” Enem PPL (para Pessoas Privadas de Liberdade): PPL 2020: “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil” PPL 2019: “Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças” PPL 2018: “Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil” PPL 2017: “Consequências da busca por padrões de beleza idealizados” PPL 2016: "Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos no Brasil”
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09/01 - Aos 39 anos, advogado presta matemática na Unicamp com sonho de virar professor: 'paixão por ensinar é essencial'
Segundo fase do Vestibular 2022 ocorre neste domingo (9) para 12,9 mil candidatos. Prova tem duração de cinco horas. Advogado Wagner De Souza França, de 39 anos, busca vaga em matemática na Unicamp Bárbara Marques/g1 Aos 39 anos, o advogado Wagner De Souza França presta neste domingo (9) a segunda fase da Unicamp, prova que pode mudar os rumos da vida dele. O candidato tenta uma vaga em matemática na Universidade Estadual de Campinas (SP) para se tornar professor. Apesar da formação em direito e de ter advogado durante um tempo, França atua com suporte técnico atualmente. O sonho, no entanto, é lecionar matemática. "Quero ser professor, dar aula, ensinar matemática. Lembro muito dos meus professores do ensino fundamental e médio, da inspiração que eles foram, da paixão que eles tinham, e eu quero transmitir isso também". LEIA TAMBÉM: CORREÇÃO: veja as respostas extraoficiais da primeira prova "Gosto muito de matemática, que é algo que as pessoas geralmente não gostam. Acho que ter paixão para ensinar é essencial". O candidato presta a segunda fase no campus da Unip no bairro Swift, em Campinas. A 2ª fase começa neste domingo (9) com aplicações das provas de redação, português e inglês para os 12.938 candidatos aprovados para esta etapa. O exame começou às 13h, tem cinco horas de duração, e a universidade oferece 2.540 vagas em 69 cursos. As provas ocorrem em 22 cidades de seis estados. Apoio por ligação em vídeo A estudante de 17 anos Syssi Micaela teve a companhia da mãe até a Unip Swift, onde presta a segunda fase para tentar vaga em engenharia ambiental. A mãe da jovem, Lucy Micaela, é doutoranda em economia pela própria Unicamp. Apesar de conquistar a concorrida vaga na segunda fase da Unicamp aos 17 anos, Syssi pensa que a mãe acredita mais nela do que ela própria. Antes de entrar para enfrentar a prova, a jovem ainda recebeu o apoio virtual do pai, por meio de uma ligação de vídeo. Syssi Micaela, de 17 anos, junto com a mãe e o pai, que desejou boa prova à jovem por meio de vídeo Bárbara Marques/g1 Veja a lista de aprovados para a 2ª fase da Unicamp Confira a relação das notas de corte Saiba qual é a relação candidato/vaga na 2ª fase Unicamp 2022, segunda fase: movimentação foi tranquila durante a manhã no campus da Unip Swift Bárbara Marques/g1 Conteúdo De acordo com a comissão organizadora do vestibular (Comvest), em cada dia da 2ª fase o candidato faz uma avaliação formada por questões dissertativas. "As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas, ciências humanas/artes)", explicou a instituição. Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Domingo: mesma prova para todos Redação: duas propostas de textos para que o candidato escolha e execute apenas uma; Língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com oito questões; Duas questões interdisciplinares em língua inglesa; Segunda-feira: provas comuns a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Segunda-feira: provas de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Série de cuidados O diretor da comissão organizadora (Comvest), José Alves de Freitas, Neto, explicou que os protocolos de prevenção aplicados na edição 2021 e na 1ª fase estão mantidos, incluindo uso de máscara, distanciamento de 1 metro entre candidatos e recomendação para higiene das mãos. A Unicamp também garantiu espaços com ventilação, limpeza das salas, e higienização das carteiras e materiais. Freitas Neto reforçou o pedido para que o candidato com sintomas gripais não comparecesse na prova para preservar a própria saúde e dos demais participantes. Segundo ele, a Comvest disponibiliza teleatendimento médico em Campinas para orientar casos pontuais verificados em todas as cidades de aplicação. O recurso foi usado para atender uma candidata com suspeita de Covid-19 em Belo Horizonte (MG), na edição anterior, e é um dos recursos no protocolo especial de biossegurança. A Unicamp não prevê reaplicação do exame para quem estiver impedido de participar, nem devolução da taxa. Segundo a Comvest, o orçamento considera 100% de comparecimento e correções de provas. Estudantes por sala Segundo Freitas Neto, a média é de 39 candidatos por sala de prova. Ele mencionou que em Mogi Guaçu (SP) há uma com 15 alunos, enquanto o maior número é de 54 estudantes em Piracicaba (SP). Questionado sobre a aferição de temperatura, o diretor da Comvest disse que ela será realizada somente em Curitiba (PR), onde é compulsória em virtude da legislação vigente. Além disso, nesta cidade também é obrigatório o distanciamento de 1,5 metro entre os participantes da prova. Alimentação Embora os candidatos possam levar alimentos, há regras diferentes para consumo durante o vestibular. O estudante pode abaixar a máscara apenas de forma "momentânea" para isso. "A nossa orientação é sempre do bom senso e fazer com que os candidatos se sintam confortáveis e em segurança para realização da prova. Se eventualmente alguém comer dentro da sala, o que nós permitimos: que possa beliscar, um chocolate, barrinha de cereal, mas você não pode abrir um lanche e comer dentro da sala. Se alguém for lanchar na sala, evidentemente será orientada a sair da sala para poder comer em local apropriado, ambiente livre, aberto. Se insistir, desrespeitar a norma, aí sim a pessoa será desclassificada porque será obrigada a sair da sala e deixar a prova", destacou o diretor. Nesta edição, 58.425 candidatos fizeram a 1ª fase, em novembro de 2021, e a Unicamp registrou o menor índice de abstenção em oito anos. Mudanças de cidades De acordo com a Comvest, a cidade escolhida pelo candidato na primeira fase é a mesma da próxima etapa, exceto para 14 casos em que as mudanças previstas no edital do processo - confira abaixo. Com isso, estão mantidas as avaliações em 17 municípios paulistas e mais cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Cidades com vestibular 2022 da Unicamp O que levar para a prova? Álcool em gel e máscaras extras, em caso de necessidade de troca no decorrer da prova Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região *Sob orientação de Marcello Carvalho e Arthur Menicucci Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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09/01 - Isentos de taxa que perderam prova em 2020, faltosos em geral e internos do sistema penitenciário fazem Enem no Ceará neste domingo
Exame é destinado aos isentos faltaram em 2020, faltosos de 2021 que estavam com Covid-19, por exemplo, e às pessoas privadas de liberdade. O Ceará tem 11.689 candidatos isentos de taxa que faltaram a prova do Enem 2020 e ganharam na Justiça o direito à reaplicação do teste. A reaplicação ocorre neste domingo (9) e no dia 16 próximo. Além destes isentos, fazem prova hoje os faltosos que conseguiram justificar ausência, os presidiários e adolescentes internos de unidades socioeducativas. Conforme o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o diagnóstico de alguma doença infectocontagiosa, como a Covid-19, e problemas logísticos são motivos aceitos como justificativas para a "segunda chamada" do exame. Também farão a prova neste mês os inscritos que tiveram isenção na inscrição em 2020, mas não compareceram à aplicação naquele ano em meio ao auge da pandemia de Covid-19, e conseguiram na Justiça se inscrever sem precisar pagar taxa. São 280.145 pessoas inscritas para a reaplicação no Brasil. O Inep não informou quantos faltosos por doença vão fazer Enem nesta rodada no Ceará. LEIA TAMBÉM: Reaplicação: veja o que pode e o que não pode levar na prova do Enem Reaplicação do Enem 2021: 1º dia de prova para quem perdeu o exame em novembro acontece neste domingo O primeiro dia de reaplicação do exame terá provas de linguagens, ciências humanas e redação. Já no segundo dia, em 16 de janeiro, os candidatos terão que responder questões de matemática e ciências da natureza. Pessoas em privação de liberdade O Enem será aplicado neste domingo e no seguinte para 3.303 adultos privados de liberdade e 85 jovens que estão cumprindo medida socioeducativa com privação de liberdade (Enem PPL 2021). 3.303 internos do sistema penitenciário do Ceará estão inscritos para fazer o exame. São 56 adolescentes das unidades de Fortaleza, 25 de Sobral e quatro de Juazeiro do Norte. Enem PPL é aplicado desde 2010 pelo Inep, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). As provas do Enem PPL têm o mesmo nível de dificuldade do Enem regular. A única diferença para o Enem regular, segundo o Inep, é a aplicação, que ocorre dentro de unidades prisionais e socioeducativas indicadas pelos respectivos órgãos de administração prisional e socioeducativa de cada estado. As pessoas em privação de liberdade que conseguirem uma boa nota no Exame poderão concorrer a vagas no ensino superior em instituições públicas e particulares através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (ProUni). Cronograma Para isentos e reaplicação Provas: 9 e 16 de janeiro 9 de janeiro: linguagens, códigos e suas tecnologias e redação; ciências humanas e suas tecnologias 16 de janeiro: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia: 19h Término das provas 2º dia: 18h30 Para pessoas privadas de liberdade Provas: 9 e 16 de janeiro Chegada às salas 1º dia: 12h30 Chegada às salas 2º dia: 13h15 Preenchimento do questionário socioeconômico 1º dia: 12h45 às 13h20 Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia: 19h Término das provas 2º dia: 18h30 Assista às notícias do Ceará no g1 em 1 Minuto:
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09/01 - Reaplicação do Enem 2021: Candidatos fazem provas neste domingo (9) no Acre
Exame também é destinado aos isentos que faltaram em 2020 e às pessoas privadas de liberdade (PPL). Candidatos farão as questões de linguagens e ciências humanas, além da redação. Na capital acreana, estudantes chegam cedo para não perder horário de fechamento dos portões. Iryá Rodrigues/g1 Candidatos que perderam a prova em novembro do ano passado por questões logísticas e de doença terão a reaplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (9) e também no próximo, dia 16. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, não informou quantas pessoas tiveram o pedido de reaplicação aprovado no estado acreano. A aplicação acontece da mesma forma que a versão original, com provas de linguagens, ciências humanas e redação no primeiro dia; e questões de matemática e ciências na natureza no segundo dia. REGRAS: o que pode e o que não pode levar nos dias de prova? Saiba como consultar o local da prova Também farão a prova neste domingo: mais de 520 Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL) ou sob medida socioeducativa; 1.961 participantes que se inscreveram entre 14 e 26 de setembro, após nova oportunidade destinada aos isentos da taxa de inscrição que faltaram ao Enem 2020. Do total de inscritos no Enem PPL, 470 são do Sistema Penitenciário do Acre e 57 de jovens que estão nos centro socioeducativos. A oportunidade de reaplicação foi dada aos inscritos que, nos dias originais da prova (21 e 28 de novembro de 2021), passaram por situações como: problemas logísticos (falta de luz no local do exame, por exemplo, ou operações policiais); desastres naturais (enchentes); falha no dispositivo eletrônico fornecido ao participante (seja no atendimento especializado a pessoas com deficiência ou no Enem digital); erros no procedimento de aplicação que tenham causado prejuízo ao estudante; doenças infectocontagiosas (inclusive Covid-19); ou outros fatores “supervenientes, peculiares, eventuais ou de força maior”, segundo o edital do Enem. Enem 2021 As provas do Enem 2021 foram aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro do ano passado. As provas impressas foram aplicadas em 17 municípios acreanos, em 87 locais. O Enem digital foi aplicado somente em Rio Branco e é exclusivo para quem já concluiu o ensino médio ou está concluindo essa etapa em 2021. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no primeiro dia de provas, o Acre registrou um índice de abstenção de 27,5% na prova impressa. Isso significa que aproximadamente 4,8 mil candidatos do total de 17.608 inscritos para essa modalidade no estado não compareceram aos locais de aplicação do teste. Com relação ao Enem Digital, dos 768 inscritos no estado, houve abstenção de 43,5%, o equivalente a cerca de 334 faltosos. No Enem 2020, a taxa de abstenção dessa modalidade chegou a 65,2%, no primeiro dia de prova. Já no segundo dia do exame, o estado teve 32,4% faltosos na versão impressa e 50,7% na prova digital. Cronograma Para isentos e reaplicação Provas: 9 e 16 de janeiro 9 de janeiro: linguagens, códigos e suas tecnologias e redação; ciências humanas e suas tecnologias 16 de janeiro: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias Abertura dos portões: 10h (Horário no Acre) Fechamento dos portões: 11h (Horário no Acre) Início das provas: 11h30 (Horário no Acre) Término das provas 1º dia: 17h (Horário no Acre) Término das provas 2º dia: 16h30 (Horário no Acre) Para pessoas privadas de liberdade Provas: 9 e 16 de janeiro Chegada às salas 1º dia: 10h30 (Horário no Acre) Chegada às salas 2º dia: 11h15 (Horário no Acre) Preenchimento do questionário socioeconômico 1º dia: 10h45 às 11h20 (Horário no Acre) Início das provas: 11h30 (Horário no Acre) Término das provas 1º dia: 17h (Horário no Acre) Término das provas 2º dia: 16h30 (Horário no Acre) Reveja os telejornais do Acre
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09/01 - Unicamp inicia 2ª fase do vestibular 2022 e aplica provas de redação, português e inglês
Ao todo, 12,9 mil candidatos foram aprovados na 1ª fase; prova tem duração de cinco horas. Comissão definiu regras sobre alimentação, espaço e higiene. Unicamp 2022 segunda fase: movimentação no campus 1 da PUC-Campinas Eduardo Rodrigues/EPTV A Unicamp iniciou neste domingo (9) a 2ª fase do vestibular 2022 com aplicações das provas de redação, português e inglês para os 12.938 candidatos aprovados para esta etapa. O exame, de cinco horas de duração, começou às 13h. A universidade oferece 2.540 vagas em 69 cursos. Veja abaixo as orientações contra gripe e Covid-19, e a lista de itens liberados e proibidos. A movimentação de carros foi intensa durante a manhã no maior local de provas da segunda fase, o campus 1 da PUC-Campinas, mas não houve atrasados. Um candidato deixou a sala sem realizar o exame, mas o motivo não foi informado. ACESSE A CORREÇÃO COMENTADA DA PROVA ABSTENÇÃO: 2ª fase tem 12,7% e comissão atribui à nova alta de casos de Covid-19 Já no campus da Unip no bairro Swift, o portão fechou pontualmente às 13h. Não houve registro de atrasados, e nenhum estudante sem máscara. Além disso, também não houve aglomeração. As provas ocorreram em 22 cidades de seis estados. Segundo a comissão organizadora (Comvest), os candidatos foram orientados a evitar aglomeração no acesso e manter distanciamento social de 1 metro. O uso de máscara é obrigatório em todos os espaços. Veja a lista de aprovados para a 2ª fase da Unicamp Confira a relação das notas de corte Saiba qual é a relação candidato/vaga na 2ª fase Unicamp 2022, segunda fase: movimentação na Unip Swift, em Campinas Bárbara Marques/g1 Conteúdo De acordo com a Comvest, em cada dia da 2ª fase o candidato faz uma avaliação formada por questões dissertativas. "As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas, ciências humanas/artes)", explicou a instituição. Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Domingo: mesma prova para todos Redação: duas propostas de textos para que o candidato escolha e execute apenas uma; Língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com oito questões; Duas questões interdisciplinares em língua inglesa; Segunda-feira: provas comuns a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Segunda-feira: provas de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Estudante faz prova da primeira fase do vestibular da Unicamp 2022 em Campinas Julio Cesar Costa / g1 Série de cuidados O diretor da comissão organizadora (Comvest), José Alves de Freitas, Neto, explicou que os protocolos de prevenção aplicados na edição 2021 e na 1ª fase estão mantidos, incluindo uso de máscara, distanciamento de 1 metro entre candidatos e recomendação para higiene das mãos. A Unicamp também garantiu espaços com ventilação, limpeza das salas, e higienização das carteiras e materiais. Freitas Neto reforçou o pedido para que o candidato com sintomas gripais não compareça na prova para preservar a própria saúde e dos demais participantes. Segundo ele, a Comvest vai disponibilizar um teleatendimento médico em Campinas (SP) para orientar casos pontuais verificados em todas as cidades de aplicação. O recurso foi usado para atender uma candidata com suspeita de Covid-19 em Belo Horizonte (MG), na edição anterior, e é um dos recursos no protocolo especial de biossegurança. A Unicamp não prevê reaplicação do exame para quem estiver impedido de participar, nem devolução da taxa. Segundo a Comvest, o orçamento considera 100% de comparecimento e correções de provas. Estudantes por sala Segundo Freitas Neto, a média é de 39 candidatos por sala de prova. Ele mencionou que em Mogi Guaçu (SP) há uma com 15 alunos, enquanto o maior número é de 54 estudantes em Piracicaba (SP). Questionado sobre a aferição de temperatura, o diretor da Comvest disse que ela será realizada somente em Curitiba (PR), onde é compulsória em virtude da legislação vigente. Além disso, nesta cidade também é obrigatório o distanciamento de 1,5 metro entre os participantes da prova. Alimentação Embora os candidatos possam levar alimentos, há regras diferentes para consumo durante o vestibular. O estudante pode abaixar a máscara apenas de forma "momentânea" para isso. "A nossa orientação é sempre do bom senso e fazer com que os candidatos se sintam confortáveis e em segurança para realização da prova. Se eventualmente alguém comer dentro da sala, o que nós permitimos: que possa beliscar, um chocolate, barrinha de cereal, mas você não pode abrir um lanche e comer dentro da sala. Se alguém for lanchar na sala, evidentemente será orientada a sair da sala para poder comer em local apropriado, ambiente livre, aberto. Se insistir, desrespeitar a norma, aí sim a pessoa será desclassificada porque será obrigada a sair da sala e deixar a prova", destacou o diretor. Nesta edição, 58.425 candidatos fizeram a 1ª fase, em novembro de 2021, e a Unicamp registrou o menor índice de abstenção em oito anos. Mudanças de cidades De acordo com a Comvest, a cidade escolhida pelo candidato na primeira fase é a mesma da próxima etapa, exceto para 14 casos em que as mudanças previstas no edital do processo - confira abaixo. Com isso, estão mantidas as avaliações em 17 municípios paulistas e mais cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Cidades com vestibular 2022 da Unicamp O que levar para a prova? Álcool em gel e máscaras extras, em caso de necessidade de troca no decorrer da prova Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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09/01 - Reaplicação do Enem 2021: termina o 1º dia de prova para quem perdeu o exame em novembro
Candidatos fizeram as questões de linguagens e ciências humanas, além da redação, que teve como tema: 'Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil'. Enem 2021: 1º dia de provas para quem pediu reaplicação do exame aconteceu neste domingo (9) Igor do Vale/g1 O primeiro dia de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 terminou às 19h (horário de Brasília) deste domingo (9). Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mais de 340 mil candidatos se inscreveram no total. Esta primeira prova foi de linguagens e ciências humanas, além da redação, que teve como tema "Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil'. O segundo dia de provas será no próximo domingo (16), com as questões de matemática e ciências da natureza. Reaplicação do Enem 2021: tema da redação é 'Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil' A reaplicação é para os que faltaram à edição de 2021 do exame, em novembro, por um motivo justificado, como o diagnóstico de alguma doença infectocontagiosa ou um problema logístico. Entre os que tiveram direito à reaplicação estavam os estudantes do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, que não conseguiram fazer a prova por causa de uma operação policial no dia do exame, que terminou em nove mortes. Também fizeram a prova os inscritos no Enem 2020 que tiveram isenção na taxa de inscrição, mas não compareceram à aplicação naquele ano, em meio ao auge da pandemia de Covid-19, e conseguiram na Justiça o direito de se inscrever nesta edição sem precisar pagar taxa. 280.145 candidatos fazem parte deste grupo. O exame ainda foi aplicado a adultos privados de liberdade e jovens que estão cumprindo medida socioeducativa com privação de liberdade (Enem PPL 2021). 54.227 participantes se inscreveram para esta versão. O Enem PPL e a reaplicação têm o mesmo nível de dificuldade da edição regular e o objetivo é o mesmo. A aplicação, no entanto, é diferente para a versão PPL, já que as provas são aplicadas em unidades prisionais ou socioeducativas, e não em escolas, como na reaplicação. Além disso, os participantes da edição PPL também precisam responder a um questionário socioeconômico no primeiro dia de prova. Cronograma Para isentos e reaplicação Provas: 9 e 16 de janeiro 9 de janeiro: linguagens, códigos e suas tecnologias e redação; ciências humanas e suas tecnologias 16 de janeiro: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia: 19h Término das provas 2º dia: 18h30 Para pessoas privadas de liberdade Provas: 9 e 16 de janeiro Chegada às salas 1º dia: 12h30 Chegada às salas 2º dia: 13h15 Preenchimento do questionário socioeconômico 1º dia: 12h45 às 13h20 Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia: 19h Término das provas 2º dia: 18h30
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08/01 - Candidatos faltosos realizam reaplicação do Enem 2021 neste domingo, no PA
Faltaram ao Exame, ocorrido nos dias 21 e 28 de novembro, mais de 18 mil pessoas. O que levar no dia do Enem Agência Brasil Neste domingo (9), o Exame Nacional do Ensino Médio será reaplicado em todo o Brasil, para os candidatos que não fizeram as provas em novembro do ano passado e que solicitaram uma nova chance ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é responsável pela realização das provas. A outra prova vai ser reaplicada no próximo domingo, dia 16 de janeiro. Aqui no Pará, faltaram ao Exame, ocorrido nos dias 21 e 28 de novembro, mais de 18 mil pessoas. Essa prova é para os que faltaram ao exame em novembro por um motivo justificado e tiveram o pedido de reaplicação aprovado. Também farão o exame nestas datas os estudantes que tinham isenção da taxa de inscrição e faltaram à prova em 2020 e tinham perdido o direito de se inscreverem de novo gratuitamente. Além deles, será aplicado nestas datas o Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL) 2021. Os resultados dos pedidos de reaplicação estão disponíveis na página do participante. Nessa página também é possível acessar o cartão de confirmação de inscrição. Para que não haja confusão e para que o participante possa separar tudo com antecedência, confira o que deve e o que não deve ser levado para o local da prova: Documento com foto Para ter acesso ao local de prova, é obrigatório apresentar um documento original com foto. São válidos: RG; Identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros e refugiados; Carteira de Registro Nacional Migratório; Documento Provisório de Registro Nacional Migratório; Identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei tenha validade como documento de identidade; Passaporte; Carteira Nacional de Habilitação; Carteira de Trabalho e Previdência Social. Para a pessoa privada de liberdade, ainda é válido: formulário de identificação interna; prontuário de identificação interna; Máscara extra O uso de máscara é obrigatório e é proibida a entrada do participante sem ela por questões de segurança contra a covid-19. E, pelos mesmos motivos, o aluno pode levar máscara extra para fazer a troca durante o exame, se achar necessário. Cartão de confirmação de inscrição O cartão de confirmação não é obrigatório, mas o Ministério da Educação (MEC) recomenda que o candidato leve uma via impressa. No documento, é possível conferir o endereço onde o exame será aplicado, os horários de abertura e fechamento dos portões, bem como a data de cada prova. É possível acessar o cartão de confirmação na página do participante, através do site do Inep. Caneta preta Para o Enem, é obrigatório o uso de caneta esferográfica preta, produzida em material transparente para o preenchimento do cartão-resposta. Lápis, canetas coloridas, borracha não são permitidos. No caso do participante PPL, a caneta será disponibilizada no horário da prova pelo chefe de sala. Lanche O candidato pode levar seu próprio lanche, se quiser. Não é permitido Há também uma lista de objetos proibidos no local de aplicação durante a prova. São eles: Telefones celulares e quaisquer equipamentos eletrônicos - estes devem ser mantidos desligados e devidamente guardados no envelope porta-objetos. Caso algum som seja emitido dos aparelhos durante a prova, o candidato será eliminado; Qualquer dispositivo que receba imagens, vídeos ou mensagens; Óculos escuros, bonés, chapéus, viseiras ou gorros; Bebidas alcoólicas e/ou drogas ilícitas. Cronograma Para isentos e reaplicação Provas: 9 e 16 de janeiro 9 de janeiro: linguagens, códigos e suas tecnologias e redação; ciências humanas e suas tecnologias 16 de janeiro: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia: 19h Término das provas 2º dia: 18h30 Para pessoas privadas de liberdade Provas: 9 e 16 de janeiro Chegada às salas 1º dia: 12h30 Chegada às salas 2º dia: 13h15 Preenchimento do questionário socioeconômico 1º dia: 12h45 às 13h20 Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia: 19h Término das provas 2º dia: 18h30
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08/01 - UFRJ determina volta às atividades remotas até o fim de janeiro devido à ômicron e influenza
Orientação para todas as atividades fora as essenciais é válida até o dia 31 de janeiro. Campus da UFRJ Reprodução/TV Globo A Reitoria da UFRJ orientou na última quinta-feira (6) que as atividades administrativas, de ensino, pesquisa e extensão promovidas pela universidade retornem à modalidade remota até 31 de janeiro, exceto as atividades essenciais. LEIA TAMBÉM Covid-19: Ufla suspende atividades presenciais dos cursos de graduação após aumento de casos em Lavras, MG UFSC suspende por tempo indeterminado retorno às atividades presenciais Segundo a reitoria, a medida foi tomada "considerando o aumento do número de casos de Influenza A registrados na cidade do Rio de Janeiro, desde dezembro de 2021, e de Covid-19, nesta primeira semana de janeiro de 2022, além do aumento expressivo de casos provavelmente em virtude da variante Ômicron". A reitoria acrescenta que "na tentativa de evitar aglomerações e garantir a segurança da comunidade acadêmica, recomenda-se que as aulas presenciais sejam suspensas até o final deste mês". A UFRJ diz ainda que está monitorando a evolução da variante Ômicron e, tão logo a situação melhore, informará sobre a possibilidade de retorno das atividades presenciais. Além disso, a universidade solicita que a comunidade universitária siga as orientações a seguir, emitidas pelo Centro de Triagem Diagnóstica (CTD/UFRJ): Para sintomáticos respiratórios: testar no CTD, no terceiro dia de sintomas. Se positivo, será preciso afastamento por sete dias, a contar do primeiro dia dos sintomas. Retestar (antígeno nasal) no sétimo dia dos sintomas. Se negativo, retorno imediato. Se positivo, retestar com sete dias. Para assintomáticos que tiveram contato com alguém com Covid-19: testar no CTD no terceiro dia pós-contato. Se positivo, será preciso afastamento por sete dias, a partir do resultado do exame. Retestar no sétimo dia. O CTD funciona no Polo de Biotecnologia (Av. Carlos Chagas Filho, 791, Cidade Universitária, Rio de Janeiro), de segunda a sexta, das 8h às 11h30. A Reitoria da UFRJ também reitera a importância da vacinação contra a covid-19 e da manutenção das medidas não farmacológicas preventivas: distanciamento interpessoal, uso de máscara e higienização frequente das mãos.
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08/01 - Unicamp 2022: cursinhos apostam em temas ligados à pandemia em questões e proposta de redação
Universidade prevê aplicar 2ª fase para 12,9 mil candidatos neste domingo e segunda-feira. Prova começa às 13h e tem duração de cinco horas; comissão destaca protocolos sanitários para exame. Estudantes na 1ª fase do vestibular 2022 da Unicamp Julio Cesar Costa / g1 Os assuntos ligados à pandemia da Covid-19 são as apostas de cursinhos pré-vestibulares ouvidos pelo g1 para a 2ª fase do vestibular 2022 da Unicamp, que terá provas no domingo (9) e na segunda-feira (10). Ao todo, 12.938 candidatos disputam 2.540 vagas em 69 cursos da universidade. Veja abaixo as orientações contra gripe e Covid-19, e a lista de itens liberados e proibidos. Veja a lista de aprovados para a 2ª fase da Unicamp Confira a relação das notas de corte Saiba qual é a relação candidato/vaga na 2ª fase Surpresa e atualidades em redação A professora de redação Vanessa Valentini, do curso pré-vestibular Oficina do Estudante, avaliou que a Unicamp costuma abordar em pelo menos uma das propostas de redação apresentadas aos candidatos um tema que esteja em destaque ou em discussão no período de elaboração da prova. Além disso, ela lembrou que a universidade não vê problemas em repetir o assunto do contexto. Por isso, assuntos ligados à pandemia da Covid-19, para ela, podem repercutir em diferentes abordagens. "Talvez em torno da vacinação, no ano passado foi a vulnerabilidade social. Também foram temas discutidos o retorno presencial às aulas e o investimento em pesquisa, a Unicamp sempre atenta aos cortes de recursos, os problemas sociais ligados à pandemia, o aumento de casos de violência contra a mulher neste período", falou a docente. Outras apostas dela são possíveis abordagens sobre antirracismo e sexualidade. Segundo ela, a expectativa é de que um dos gêneros textuais seja argumentativo, enquanto a segunda proposta de redação deve passar por um expositivo, uma vez que a edição 2021 já passou pela narração. "Pode pedir uma carta argumentativa, solicitar um depoimento pessoal, algum texto de caráter mais didático ou enciclopédico. Vale destacar que nos últimos dois, três anos, a Unicamp tornou a coletânea de textos bem robusta. O candidato tem que se preparar para fazer uma leitura minuciosa, são enunciados longos que exigem bastante. Se ler rapidinho só para entender, ele está indo mal. Tem quer no detalhe, fazendo uma lista do que cumprir", ressaltou Vanessa. Abordagens interdisciplinares Para o coordenador do Curso Anglo, Heitor Ribeiro, a pandemia deve ser abordada pela Unicamp também por meio de questões interdisciplinares. "Ela busca uma abordagem moderna, quase sempre exigindo mais de uma competência e domínio de conteúdo [...] Penso que a Unicamp vai fazer abordagens pontuais, em vez de um cenário macro. Vacinação, desdobramentos para determinado setor ou grupo econômico, relacionar com outros períodos da história", avaliou. Embora avalie que seja mais difícil fazer previsões para a prova de redação, Ribeiro salientou uma dica para que estudantes tenham bom desempenho no momento de elaborar o texto e as respostas das questões. "É preciso que ele tenha calma, leia com atenção os textos e busque as ferramentas para resolver a prova. No caso da redação, é mais importante como ele escreve e argumenta", ponderou sobre a necessidade de valorização do senso crítico, em vez de pleno domínio sobre o tema discutido. Estudantes durante a prova da primeira fase do vestibular 2022 da Unicamp em Campinas Julio Cesar Costa / g1 Orientações As provas ocorrem em 22 cidades de seis estados. Segundo a comissão organizadora (Comvest), a orientação aos candidatos é para chegada com antecedência ao local de prova, para evitar possível atraso. Os portões abrem às 12h, a prova começa às 13h, e tem cinco horas de duração. Além disso, há recomendação aos estudantes para evitar aglomeração no acesso e manter distanciamento social de 1 metro. O uso de máscara é obrigatório em todos os espaços. Conteúdo De acordo com a Comvest, em cada dia da 2ª fase o candidato faz uma avaliação formada por questões dissertativas. "As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (ciências biológicas/saúde; ciências exatas/tecnológicas, ciências humanas/artes)", explicou a instituição. Questão dissertativa: 4 pontos cada Cada questão tem dois itens: 2 pontos cada item Domingo: mesma prova para todos Redação: duas propostas de textos para que o candidato escolha e execute apenas uma; Língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, com oito questões; Duas questões interdisciplinares em língua inglesa; Segunda-feira: provas comuns a todos os candidatos Matemática: seis questões; Ciências humanas (interdisciplinar): duas questões; Ciências da natureza (interdisciplinar): duas questões; Segunda-feira: provas de conhecimentos específicos Candidatos da área de ciências biológicas/saúde: seis questões de biologia e seis questões de química; Candidatos da área de ciências exatas/tecnológicas: seis questões de física e seis questões de química; Candidatos da área de ciências humanas/artes: seis questões de geografia e seis questões de história, englobando conteúdos de filosofia e sociologia; Série de cuidados O diretor da comissão organizadora (Comvest), José Alves de Freitas, Neto, explicou que os protocolos de prevenção aplicados na edição 2021 e na 1ª fase estão mantidos, incluindo uso de máscara, distanciamento de 1 metro entre candidatos e recomendação para higiene das mãos. A Unicamp também garantiu espaços com ventilação, limpeza das salas, e higienização das carteiras e materiais. Freitas Neto reforçou o pedido para que o candidato com sintomas gripais não compareça na prova para preservar a própria saúde e dos demais participantes. Segundo ele, a Comvest vai disponibilizar um teleatendimento médico em Campinas (SP) para orientar casos pontuais verificados em todas as cidades de aplicação. O recurso foi usado para atender uma candidata com suspeita de Covid-19 em Belo Horizonte (MG), na edição anterior, e é um dos recursos no protocolo especial de biossegurança. A Unicamp não prevê reaplicação do exame para quem estiver impedido de participar, nem devolução da taxa. Segundo a Comvest, o orçamento considera 100% de comparecimento e correções de provas. Estudantes por sala Segundo Freitas Neto, a média é de 39 candidatos por sala de prova. Ele mencionou que em Mogi Guaçu (SP) há uma com 15 alunos, enquanto o maior número é de 54 estudantes em Piracicaba (SP). Questionado sobre a aferição de temperatura, o diretor da Comvest disse que ela será realizada somente em Curitiba (PR), onde é compulsória em virtude da legislação vigente. Além disso, nesta cidade também é obrigatório o distanciamento de 1,5 metro entre os participantes da prova. Alimentação Embora os candidatos possam levar alimentos, há regras diferentes para consumo durante o vestibular. O estudante pode abaixar a máscara apenas de forma "momentânea" para isso. "A nossa orientação é sempre do bom senso e fazer com que os candidatos se sintam confortáveis e em segurança para realização da prova. Se eventualmente alguém comer dentro da sala, o que nós permitimos: que possa beliscar, um chocolate, barrinha de cereal, mas você não pode abrir um lanche e comer dentro da sala. Se alguém for lanchar na sala, evidentemente será orientada a sair da sala para poder comer em local apropriado, ambiente livre, aberto. Se insistir, desrespeitar a norma, aí sim a pessoa será desclassificada porque será obrigada a sair da sala e deixar a prova", destacou o diretor. Nesta edição, 58.425 candidatos fizeram a 1ª fase, em novembro de 2021, e a Unicamp registrou o menor índice de abstenção em oito anos. Mudanças de cidades De acordo com a Comvest, a cidade escolhida pelo candidato na primeira fase é a mesma da próxima etapa, exceto para 14 casos em que as mudanças previstas no edital do processo - confira abaixo. Com isso, estão mantidas as avaliações em 17 municípios paulistas e mais cinco capitais de outros estados: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Cidades com vestibular 2022 da Unicamp O que levar para a prova? Álcool em gel e máscaras extras, em caso de necessidade de troca no decorrer da prova Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Concorrência O curso de medicina é o mais concorrido e, segundo a Comvest, há 11,36 candidatos por vaga oferecida. Ao todo, 977 estudantes estão na segunda fase do vestibular e disputam 86 cadeiras. Em relação às notas de corte, a universidade separa os inscritos gerais, estudantes oriundos de escolas públicas e, ainda, os autodeclarados pretos e pardos. A nota máxima possível no exame é 72. Cursos com maiores notas de corte: inscritos em geral Medicina (integral): 62 Engenharia de computação (integral): 54 Ciência da computação (noturno): 52 Arquitetura e urbanismo: 49 Engenharia de produção (integral): 49 Engenharia química (integral): 49 Ciências biológicas: 48 Ciências econômicas (integral): 47 Comunicação social - midialogia (integral): 47 Engenharia de controle e automação (noturno): 46 Farmácia: 46 Calendário do vestibular 9 e 10/01/2022: aplicação de provas da 2ª fase 13 a 15/01: provas de habilidades específicas para arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança 14/02: divulgação da primeira chamada de aprovados no vestibular 15 a 17/02: matrícula on-line dos aprovados em primeira chamada O calendário completo está disponível no site da Comvest VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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08/01 - Materiais escolares estão mais caros em 2022; saiba como economizar
Procon-SP aponta aumento de 16% em relação aos preços cobrados no ano passado. Comprar no atacado e evitar pagar fretes de vendedores diferentes são algumas das formas de poupar gastos. Material escolar está mais caro em 2022 Edmilson Tanaka/Divulgação Quem for comprar material escolar neste ano deve encontrar preços, em média, 16% mais altos do que no início de 2021, afirma o Procon-SP. Veja os principais motivos, segundo Fábio Gallo, professor de finanças da FGV-EAESP: alta do dólar (é comum que cadernos e mochilas, por exemplo, sejam importados); encarecimento dos combustíveis (o que impacta os custos de transporte das mercadorias); inflação acima da meta estabelecida pelo governo; desabastecimento pontual das cadeias produtivas. Abaixo, o g1 dá dicas de como economizar nas compras, apesar de todos esses fatores (acredite, é possível): 1- Pesquise muito antes de comprar (pode haver diferença de quase 400% nos preços de um mesmo produto) O Procon-SP analisou os preços cobrados por oito grandes lojas (Amazon, Americanas, Gimba, Kalunga, Lepok, Livrarias Curitiba, Magazine Luiza e Papelaria Universitária), de 7 a 10 de dezembro de 2021. Uma mesma caixa de massinha de modelar custava, naquele período, R$ 2,70 em um site e R$ 12,99 em outro -- uma diferença de 381,11% . "Hoje em dia, não é preciso nem 'bater perna' para pesquisar preços. Os pais podem consultar a internet antes para escolherem qualquer material escolar", diz Gallo. LEIA TAMBÉM: Pesquisadores defendem início de aulas mais tarde após lockdown; entenda Devo mandar meu filho para a escola mesmo antes da vacina? Criança se recusa a tirar máscara na hora da foto da escola 2- Junte-se a outras pessoas e compre no atacado Comprar 24 lapiseiras, em vez de duas, provavelmente fará com que o preço unitário caia. É claro que ninguém precisa de tantos itens iguais em casa. Por isso, a dica é reunir outros pais de alunos da mesma escola e fazer compras em grandes quantidades, dividindo os custos. "Mesmo que sejam crianças de séries diferentes, há alguns produtos que são de uso comum para todas as idades, como lápis e borracha", afirma o professor da FGV. 3- Organizar feirinhas de troca de material Reaproveitar livros -- seja do irmão mais velho ou de um vizinho -- é uma ótima forma de economizar nos gastos com material. Há escolas que organizam pontos de troca ou de venda (a preços reduzidos) de volumes usados, por exemplo. Gallo dá mais uma ideia: para quem mora em condomínio, é possível falar com o síndico e montar uma "feirinha" de livros didáticos (ou, quem sabe, já organizar tudo pelo grupo do Whatsapp). Atenção: durante o ano, os alunos devem cuidar bem das obras, evitando riscá-las com caneta. Assim, em 2023, poderão ser doadas, trocadas ou vendidas em bom estado. 4- Evitar cadernos e mochilas 'da moda' "Se der para controlar o choro da criança, é bom evitar aqueles cadernos com capa de personagem ou as mochilas 'da moda'", brinca o docente da FGV. "Em geral, são produtos que não têm nenhuma vantagem nas funcionalidades, mas que custam mais caro." 5- Não deixar para a última hora Comprar o material escolar só no fim de janeiro pode fazer com que os pais: enfrentem lojas mais cheias; encontrem vendedores menos dispostos a negociar descontos, já que os estoques estarão reduzidos; tenham um leque menor de produtos para escolher pela internet, porque só poderão comprar opções com entrega rápida. Quanto antes começarem a adquirir os materiais, maiores serão as chances de economizar. 6- Prestar atenção à reputação do site É aquela história de "o barato sair caro". Se for comprar pela internet, é preciso analisar a reputação do site (se é confiável e cumpre os prazos de entrega, por exemplo). "Hoje em dia, no marketplace [sites que vendem produtos de diferentes varejistas], você nem sabe direito de quem está comprando", afirma Gallo. "Às vezes, sem perceber, escolhe itens de 4 vendedores diferentes, coloca todos no carrinho e paga 4 fretes. Precisa ver se está valendo a pena." Vídeos
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07/01 - Inscrições do Revalida 2022 serão abertas em 17 de janeiro
Exame possibilita a validação de diplomas de medicina expedidos no exterior. Candidatos farão a primeira etapa do processo em 6 de março. Revalida possibilita a validação de diplomas emitidos no exterior AdobeStock As inscrições para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) ficarão abertas de 17 a 21 de janeiro, segundo edital publicado nesta quinta-feira (6) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A taxa a ser paga é de R$ 410. Neste mesmo prazo, é preciso enviar a documentação exigida por meio do Sistema Revalida. LEIA TAMBÉM: Devo mandar meu filho para a escola antes da vacinação? Cerca de 3,5 milhões desistiram de universidades privadas em 2021 O processo possibilita que candidatos que se formaram no exterior, no curso de medicina, validem o diploma no Brasil para poderem exercer a profissão aqui. São duas etapas (teórica e prática) que abordam, de forma interdisciplinar, cinco grandes áreas de conhecimento: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva). A primeira fase será aplicada em 6 de março, em oito capitais: Brasília, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo. No momento da inscrição, o participante deverá indicar a cidade onde deseja fazer a prova. Calendário do Revalida Inscrição: 17 a 21/01/2022 Pagamento da taxa de inscrição: 26/01/2022 Solicitação de atendimento especializado e tratamento por nome social: 17 a 21/01/2022 Resultado da solicitação de atendimento especializado: 28/01/2022 Envio do diploma: 17 a 21/01/2022 Resultado da análise do diploma: 28/01/2022 Recurso para pedidos negados: 31/01 a 04/02/2022 Resultado do recurso: 09/02/2022 1ª etapa da aplicação da prova: 06/03/2022 Divulgação das versões preliminares do gabarito: 09/03/2022 Divulgação versões definitivas definitivos: 11/04/2022 Resultado definitivo (P2) e resultado final da 1ª etapa: 06/05/2022 Vídeos
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