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18/11 - Região de Ribeirão Preto tem vagas gratuitas para cursos de qualificação profissional
As oportunidades são para jovens do Ensino Médio. O prazo das inscrições vai desta terça-feira (19) até 1º de dezembro. Faculdade de Tecnologia (Fatec) oferece cursos técnicos de nível médio e superior tecnológicos Centro Paula Souza/Divulgação O programa Novotec, que oferece cursos profissionalizantes aos estudantes das escolas estaduais do ensino médio, no Estado de São Paulo, está com inscrições abertas a partir desta terça-feira (19), para cursos rápidos e gratuitos. As cidades atendidas na região são: Ribeirão Preto (SP), Sertãozinho (SP), Franca (SP), Batatais (SP), Jaboticabal (SP), Bebedouro (SP), Ituverava (SP), Santa Rosa de Viterbo (SP), Guariba (SP), Serrana (SP), Monte Alto (SP), Igarapava (SP) e Miguelópolis (SP). Os cursos são presenciais e semestrais e têm carga horária total de 200 horas/aulas. As opções são para as áreas de Tecnologia da Informação (TI), hotelaria, marketing, saúde, gestão de negócios, entre outras. Para os interessados, as inscrições devem ser feitas até o dia 1º de dezembro pelo site do programa Novotec. As matrículas estão previstas para o início de fevereiro de 2020 e as aulas começam em março. Confira abaixo quais cursos são oferecidos em cada município: Ribeirão Preto Auxiliar de logística; Excel aplicado à área administrativa. Franca Horticultor orgânico; Marketing digital; Design de moda; Práticas de gestão de pessoas; Edição de vídeo – youtuber; Desenvolvimento de jogos digitais; Introdução à robótica (programação arduíno). Sertãozinho Criação de sites plataformas digitais; Desenho no Autocad; Excel aplicado à área administrativa; Gestão de pequenos negócios; Horticultor orgânico; Introdução à robótica (programação arduíno); Suporte a softwares de gestão empresarial. Serrana Auxiliar de logística; Práticas de gestão de pessoas; Horticultor orgânico; Gestão de pequenos negócios; Excel aplicado à área administrativa; Edição de vídeo – youtuber; Ajudante de laboratório químico; Técnicas de vendas; Batatais Criação de sites plataformas digitais; Técnicas de vendas; Desenho no autocad Bebedouro Organização de eventos; Excel aplicado à área administrativa; Auxiliar de logística; Jaboticabal Organização de eventos; Excel aplicado à área administrativa; Auxiliar de logística; Ituverava Ajudante de laboratório químico; Excel aplicado à área administrativa; Técnicas de vendas. Santa Rosa de Viterbo Auxiliar de logística; Monitor de recreação; Edição de vídeo – youtuber. Guariba Introdução à robótica (programação arduíno); Ajudante de laboratório químico; Horticultor orgânico. Monte Alto Gestão de pequenos negócios; Igarapava Ajudante de laboratório químico; Horticultor orgânico; Miguelópolis Horticultor orgânico; Montagem e manutenção de microcomputadores. Serviço Programa Novotec Expresso Prazo de inscrições: de 19 de novembro a 1º de dezembro Valor: gratuito Inscrições: Pelo site do programa Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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18/11 - Unicamp 2020: cursinho elege e comenta as 10 questões mais difíceis da 1ª fase do vestibular
Diretor do pré-vestibular do curso Oficina do Estudante classificou prova como 'sofisticada' por conta da complexidade de algumas questões que desafiaram os 66,8 mil candidatos. Trecho da prova da primeira fase do vestibular da Unicamp 2020, realizada neste domingo (17). Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest Uma prova sofisticada recheada com uma complexa junção de conceitos e questões interdisciplinares. Assim foi avaliada a primeira fase do vestibular da Unicamp 2020 pelo diretor do curso Oficina do Estudante em Campinas (SP), Marcelo Pavani. A pedido do G1, a instituição de ensino elegeu as 10 questões mais difíceis da prova, nesta segunda-feira (18). "A dificuldade é em como a questão é estruturada. Esse é o grande ponto da Unicamp, que tornou a prova mais sofisticada, exigiu do aluno um domínio. A interdisciplinaridade tornou a prova mais complexa. Selecionou alunos que têm uma maturidade para lidar com o conhecimento. Uma prova elegante bonita e sofisticada", afirma Pavani. O exame foi aplicado a 66,8 mil candidatos neste domingo (17) em 30 cidades paulistas e mais cinco capitais. O índice de abstenção foi de 8,27%, com 6.029 inscritos ausentes. Gabarito oficial da 1ª fase do vestibular será divulgado nesta quarta-feira Confira a correção extraoficial e comentada Prova teve questão igual a da Fuvest 2019 e Comvest vê 'coincidência compreensível' Candidatos fazem prova da 1ª fase do vestibular da Unicamp 2020. Eduardo Rodrigues/EPTV Cursinhos analisaram, no geral, a prova com nível de médio a difícil. A prova avaliada nesta segunda foi o modelo "Q e X". Veja a lista de questões e os comentários sobre cada uma abaixo. 1ª questão - inglês "Trazia uma peça publicitária e a ideia era que o aluno lesse a imagem e a relacionasse com o conteúdo de história do macarthismo". Questão de inglês abordava história do macarthismo Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest "As alternativas são grandes e os alunos teriam que ler e interpretar. A alternativa correta é a D e a alternativa C é um distrator muito forte, porque mostra para o aluno elementos da figura num contexto muito diferente do contexto adequado para a leitura da questão. Macarthismo é um tema que o aluno conhece. Leitura de imagem, o aluno médio, às vezes, tem dificuldade. Juntando isso com o texto em inglês, tornou a questão difícil". 2ª questão - inglês Questão de física apareceu em prova de inglês Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest "Uma questão de física em inglês. O aluno deveria ter o domínio da língua para entender o enunciado para resolver a questão em física. Ele precisaria ter a capacidade de dominar o texto em inglês e mobilizar conhecimento de física para resolver o exercício. Qualquer uma das coisas separadamente se tornaria mais simples. Mas, elevou o nível da questão". 3ª questão - biologia "Se tornou difícil por conta da redação das alternativas. Havia duas, B e D, que se relacionavam com o texto do enunciado. A dificuldade da precisão da redação fez com que a B parecesse, para muitos alunos, uma alternativa que fizesse sentido. O gabarito correto é D. A estrutura da alternativa foi um pouco confusa. No contexto da prova, pressão, tempo contado, para o aluno essa questão pode ter parecido um problema". Questão de biologia continha duas alternativas similares Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest 4ª questão - biologia e geografia "Primeiro, ela trata de um assunto em biologia que é um pouco mais sofisticado. Fala da cadeia transportadora de elétrons na respiração celular. Quando esse assunto aparece no contexto em que apareceu, esperando que o aluno conhecesse as eras geológicas, isso poderia ser um problema. Uma nomenclatura de geologia que o aluno talvez não dominasse. É uma questão difícil pelo conteúdo que apresenta". Questão mescla biologia com geografia em vestibular da Unicamp Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest 5ª questão - geografia "Fala sobre um conhecimento específico, região integrada de desenvolvimento econômico, que é uma entidade de planejamento administrativo que envole cidades de vários estados. Essa discussão é bastante específica. A questão em si não é difícil, mas aborda um tópico que é um pouco mais sofisticado, que, talvez, não fosse do domínio geral dos alunos". Questão de geografia apresentava discussão específica Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest 6ª e 7ª questões - química "Falam de fenômenos que são, na teoria, conhecidos pelos alunos, mas demandam leitura de gráfico e interpretação de experimento. Essa operação cognitiva, interpretar o experimento, ler gráfico e tirar dele dados relevantes, torna as questões difíceis para os alunos. Chamou a atenção dos professores porque demandaria um trabalho". Questões de química demandavam interpretação de gráficos Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest Questão de química foi elencada como uma das 10 mais difíceis do vestibular Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest 8ª questão - português "Prova trouxe várias obras literárias cobradas na lista, e essa questão envolve os Racionais. Mostra a imagem da capa do CD e traz um fragmento de texto do professor Antônio Cândido. Não era uma questão só sobre o enredo ou o conteúdo da obra, mas era uma questão que o aluno tinha que conhecer a obra, interpretar a capa do CD, entender o enunciado e estruturar uma relação entre os dois. É uma questão densa e trouxe desafio". Questão apresentou capa de CD dos Racionais MC's Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest 9ª questão - história "É interessante porque fala da obra "Caminhos Cruzados", que está na lista de leitura obrigatória. Traz um fragmento do prefácio da obra, traz uma tela da Tarsila do Amaral, pedia que o aluno estabelecesse uma correlação entre um conceito que vinha no fragmento do texto, a obra e o contexto histórico em que essas duas obras apareciam. Uma questão muito interessante, muito bem construída. A gente, que é professor, se vê bem recompensado". Quadro de Tarcila do Amaral é utilizado com trecho da obra Caminhos Cruzados Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest 10ª questão - história "Não fala de um período, mas de um gênero artístico, a pornochanchada. O cinema brasileiro num contexto da ditadura militar. É um contraste. A dificuldade vem porque a pornochanchada não é um fenômeno cinematográfico que um aluno de 18 anos teve contato. O aluno precisaria ter esse repertório, que tem a ver com cinema brasileiro, produção cinematográfica nacional, e conseguir inserir esse repertorio num contexto histórico". Questão abordava o estilo cinematográfico da pornochanchada Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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18/11 - A história por trás de foto viral que rendeu vaga em escola para menina
Garota de cinco anos de uma cidade no sudeste da Índia conseguiu ser matriculada na escola depois que uma foto dela espreitando uma sala de aula viralizou e causou comoção no país. A foto que gerou comoção Eenadu Newspaper/A Srinivas Uma garota de cinco anos de uma cidade no sudeste da Índia conseguiu ser matriculada na escola depois que uma foto dela espreitando uma sala de aula viralizou e causou comoção no país. Mas Deepthi Bathini, correspondente da BBC Telugu (serviço da BBC em uma das línguas oficiais da Índia), explica por que a foto não conta a história inteira. Divya se tornou uma espécie de celebridade na favela onde ela vive. A tímida garota de cinco anos foi fotografada acompanhando uma aula em pé, do lado de fora da sala, com uma tigela vazia na mão. A tocante imagem foi publicada por um jornal telugu em 7 de novembro com a legenda "Olhar faminto". E rapidamente chamou a atenção das pessoas. Ativistas de direitos das crianças compartilharam a foto, lamentando que outra criança tinha negado seu direito de acesso à alimentação e à educação. O impacto foi imediato, e Divya foi matriculada no dia seguinte da publicação. Mas seu pai, Lakshman, afirma que a foto e a comoção que ela provocou foram injustas com ele e sua mulher, Yashoda, que trabalha com limpeza. Divya foi matriculada no dia seguinte à publicação da foto BBC "Fiquei triste quando vi a foto", disse ele à BBC. "Divya tem pais e eles estão trabalhando duro para dar um bom futuro a ela, mas ela foi retratada como uma órfã faminta." Lakshman afirmou que aguardava que sua filha, Divya, completasse seis anos para que pudesse inscrevê-la na escola pública onde suas outras duas filhas estudam. O casal tem também um filho, que terminou a escola e agora está tentando entrar na faculdade — enquanto isso, ele ajuda o pai, que trabalha como catador. Quebrando o ciclo Divya e seus pais moram numa casa de um quarto numa região pobre no coração de Hyderabad, capital do Estado de Telengana. A favela fica a cem metros da escola pública onde Divya foi fotografada. A maioria das quase 300 famílias que vivem ali são trabalhadores informais e pais de crianças que estudam naquela escola. Em frente à casa de Divya há diversas pilhas de plástico e de vidro, prontas para serem vendidas para reciclagem. O pai dela, Lakshman, afirma que ele e sua mulher ganham cerca 10 mil rúpias mensais (cerca de R$ 580), que servem para comprar roupas e comidas. Eles não gastam com educação porque os filhos estão matriculados em escolas públicas. Lakshman sabe o que é sobreviver: ele cresceu sem os pais e sempre batalhou para conseguir uma renda. "Eu sempre quis que meus filhos tivessem uma vida diferente da minha. Então, fiz com que todos fossem para a escola." A foto da filha pequena, acrescenta, foi especialmente dolorosa porque naquele momento ele estava tomando conta também dos cinco filhos de seu irmão. "Meu irmão e minha cunhada morreram há algum tempo. Eu não queria que eles crescessem em orfanatos. Então, eu coloquei todos em um albergue e tomo conta deles." Quando questionado sobre o motivo para Divya ter ido à escola do governo com uma tigela na mão, Lakshman explica que muitas crianças mais novas que moram naquela favela vão à escola para aproveitar a merenda. O governo oferece refeições para crianças em mais de 1 milhão de escolas. "Divya não vai lá todos os dias, mas aconteceu de ela estar lá naquele dia e alguém ter fotografado", afirma. Redistribuição da merenda Professores da escola confirmaram à BBC que algumas crianças trazem comida de casa, e por isso a instituição dá as refeições restantes para crianças mais novas que ainda não se matricularam. "Crianças são crianças. E não há creches ou centros de convivência para elas durante o dia, então muitas delas ficam rondando a escola de um jeito ou de outro", disse um professor, sob condição de anonimato. Divya disse estar muito animada para seu primeiro dia na escola BBC Lakshman e seus vizinhos dizem a falta de creches públicas nas redondezas é um grande problema, já que os pais não têm lugar para deixar seus filhos enquanto trabalham. O superintendente escolar da região, SU Shivram Prasad, diz esperar que a atenção gerada pela foto de Divya acelere a criação de uma creche. "Isso ajudará os pais e as crianças a comerem refeições nutritivas." Os professores da escola também esperam que os holofotes sobre a escola tragam também melhorias às instalações. Eles dizem que há escassez aguda de pessoal e material didático, e a escola nem sequer possui um muro, o que significa que eles devem vigiar constantemente as crianças durante os intervalos. Apesar dessas condições, Divya está animada por estar indo para a escola. Ela insiste em levar a mochila com ela em todos os lugares, até ao parquinho. Além de dizer o nome dela, ela não responde a nenhuma pergunta. "Ela é uma criança muito tranquila", diz Lakshman, enquanto a filha segura sua mão e a beija. E ele admite que, apesar de tudo, a foto trouxe algo de bom. "Agora, outras crianças da idade de Divya também foram matriculadas na escola. Então, isso tudo me deixou feliz."
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18/11 - CNPq vai financiar estudos para minimizar impactos de áreas atingidas por óleo, diz governo
Medida anunciada pelo ministro Marcos Pontes nesta segunda-feira (18) tem como objetivo incentivar estudos a curto e longo prazo sobre consequências e trazer opções para solucionar os problemas ocasionados nas áreas atingidas pelo óleo. Mancha de óleo é vista na praia de Peroba, em Maragogi (AL) Diego Nigro/Reuters O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) quer financiar bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para minimizar os impactos de áreas atingidas pelo óleo no litoral do Nordeste e Sudeste. Manchas de óleo: o que se sabe sobre o problema Lista de praias atingidas pelas manchas de óleo no litoral A medida foi anunciada pelo ministro Marcos Pontes durante coletiva nesta segunda-feira (18) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais em São José dos Campos. Segundo o ministro, a ideia é incentivar estudos a curto e longo prazo das consequências e trazer opções para solucionar os problemas ocasionados nas áreas atingidas pelo óleo. "Vamos lançar uma chamada do CNPq para estudos de pequeno e longo prazo da recuperação das áreas atingidas por óleo. Vamos fazer uma chamada inicial que vai tratar a curto prazo. Estamos angariando recursos, mas será na ordem de R$ 4 e R$ 8 milhões neste ano. [Em 2020] será R$ 20 milhões para estudos a curto e longo prazo. A ideia é utilizar esses recursos para trazer soluções para os problemas do país com uso de ciência", disse o ministro. As manchas de óleo no litoral atingem mais de 640 locais no Nordeste e Sudeste desde o final de agosto - segundo o mais recente balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), com dados até o dia 17 de novembro. A substância é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impactos nas cidades litorâneas. Os primeiros registros nas praias surgiram em 30 de agosto na Paraíba, em Tambaba e Gramame, no município de Conde, e na Praia Bela, em Pitimbu. Apesar disso, as investigações apontam que a primeira mancha no oceano foi registrada em 29 de julho, a 733 km da costa paraibana. Combate às manchas de óleo Arte/G1 Initial plugin text
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18/11 - Unicamp 2020: gabarito oficial da 1ª fase do vestibular será divulgado nesta quarta-feira
Universidade aplicou prova para 66,8 mil candidatos no domingo; veja correção extraoficial. Prova da primeira fase da Unicamp 2020 teve questão sobre os Racionais. Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest O gabarito oficial da 1ª fase do vestibular 2020 da Unicamp será divulgado nesta quarta-feira (20), segundo a comissão organizadora (Comvest). A divulgação da lista de aprovados para a segunda fase ocorre em 9 de dezembro. No domingo (17), 66,8 mil candidatos participaram da seleção para 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação, com provas aplicadas em 30 cidades paulistas e mais cinco capitais no país. As repostas serão disponibilizadas na página da universidade, mas o horário não foi confirmado. Veja como foi a cobertura em tempo real da prova Confira a correção extraoficial e comentada Prova teve questão igual a da Fuvest 2019 e Comvest vê 'coincidência compreensível' Conteúdo A prova foi composta por 90 questões de múltipla escolha: 13 de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, 13 de matemática, 9 de história, 9 de geografia (incluindo neste grupo filosofia e sociologia), 9 de física, 9 de química, 9 de biologia, 7 de inglês e 12 interdisciplinares. Candidatos fazem prova da 1ª fase do vestibular da Unicamp 2020. Eduardo Rodrigues/EPTV Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Cidades com vestibular A Unicamp aplicou a prova em 30 municípios do estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D’Oeste, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. A lista inclui também mais cinco capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Estudantes começam a entrar no Liceu, em Campinas, para primeiro dia do vestibular da Unicamp Nicole Almeida/G1 Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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18/11 - Cursinhos destacam questões de inglês com caráter interdisciplinar e apontam nível médio para difícil da 1ª fase da Unicamp 2020
Instituições de ensino ouvidas pelo G1 também comentaram questão de matemática com mesmo teor da prova da Fuvest do ano passado. Estudantes deixam Unip, em Campinas, após primeira fase da Unicamp 2020 Bruna Ferreira/G1 O caráter interdisciplinar das questões de inglês da primeira fase do vestibular da Unicamp 2020 foi destacado por cinco cursinhos ouvidos pelo G1 após a aplicação da prova no domingo (17). As instituições de ensino elogiaram a prova de modo geral e também comentaram uma questão de matemática que tinha enunciado semelhante e, segundo a correção extraoficial, mesma resposta que uma pergunta da Fuvest do ano passado. Confira a correção extraoficial Veja como foi a cobertura em tempo real da prova "[Interdisciplinariedade] Está presente em várias matérias, com destaque para inglês. A maneira como foi desenvolvida é muito bonito, porque era necessário o conhecimento de inglês e de outras matérias, como história, geografia, física", argumenta o professor do Anglo, Daniel Perry. O coordenador geral do Etapa, Edmilson Motta, afirma que a contextualização eleva o nível do exame. "Torna a prova mais difícil. Em várias questões, precisamos de mais de um conteúdo para resolver as questões. O texto para a resolução era em inglês, com conteúdos de outras disciplinas, como história, física e geografia". Segundo o diretor do cursinho da Oficina do Estudante, Marcelo Pavani, o caráter interdisciplinar pode aparecer na próxima fase. "Parece um ensaio do que encontraremos na segunda fase. Portanto, acho muito legal que a Unicamp tenha feito esse ensaio na primeira fase", elogia. Luis Gustavo Megiolaro, coordenador do Poliedro Campinas, viu diferenças em relação às provas anteriores. "Nos anos passados caíram muitas dessas questões na área de humanas. Neste ano, mudaram um pouco, nas questões interdisciplinares em inglês e geografia. Realmente exigem o conhecimento de duas ou mais disciplinas". "Todo mundo elogiou demais a prova. Muito texto, muita imagem, charge, gráfico. Todo mundo dizendo que precisava conhecer a matéria pra poder fazer a prova. Não foi uma prova gratuita. Por isso se instala o nível de médio para difícil", define o coordenador do Objetivo, Daily de Matos. Candidatos fazem prova da 1ª fase do vestibular da Unicamp 2020 Eduardo Rodrigues/EPTV Questão de matemática O coordenador do Etapa criticou o uso da questão de matemática considerada igual à da Fuvest. "Não vi muito sentido porque nem é interessante. Tem uma certa pegadinha, mas não merecia ser repetida. É ruim de qualquer jeito, porque privilegia um estudo que não é ideal, o de decorar". "É uma questão igual, até no resultado", afirma Daniel Perry, do Anglo. O coordenador da Oficina do Estudante afirma que os estudantes são preparados para se deparar com questões semelhantes. "É importante que, a partir deste caso, que o aluno perceba que quando olha para a prova, ele vai encontrar questões muito parecidas com o que ele já viu". "Em matemática, duas questões já tinham caído em provas anteriores da Fuvest. Chamou muito a atenção, uma delas era exatamente igual", disse Daily de Matos, do Objetivo. Nível da prova "Conversei com os professores, e achamos que a prova manteve o padrão e nível das anteriores. Um pouco mais exigente na leitura e interpretação. Mas manteve o padrão de dificuldade das anteriores", afirmou o coordenador do Poliedro, Megiolaro. Daniel Perry, do Anglo, afirmou que a prova foi difícil. "Uma bela prova. A Comvest está de parabéns, nivelou pelo alto. Sofisticada, abrangente, diversificada, exigindo repertório acadêmico e a habilidade e capacidade de análise e dedução. Isso dialoga com o tipo de estudante que a Unicamp deseja que ingresse". Estudantes fazem prova da 1ª fase da Unicamp na universidade. Eduardo Rodrigues/EPTV "Pegando esse aspecto do aumento da complexidade, faz sentido porque a nota de corte estava ficando bem alta, então uma prova mais difícil é coerente para dividir um pouco as notas altas, e evita que o estudante seja punido por uma distração", disse Edmilson Motta, do Etapa. Daily de Matos, do Objetivo, afirmou que a prova foi classificada de médio para difícil. "Apenas duas matérias estavam fáceis, física e matemática. Tinha que ter boa base, senão não responderiam as questões". O diretor da Oficina do Estudante considerou as questões de biologia mais complexas, mas avaliou o restante da prova como média para fácil. "A prova da Unicamp é sempre uma prova média pra fácil. É uma coisa que a Comvest diz claramente. E esse ano não foi diferente. A única que salta aos olhos é a prova de biologia, que foi uma prova analítica, demandou que o aluno analisasse as questões e enunciados, não eram questões de primeira leitura, e demandavam trabalho". Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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18/11 - 1ª fase da Unicamp 2020 tem questão igual a da Fuvest 2019; comissão vê 'coincidência compreensível'
Professores de cursinhos indicaram pergunta de matemática com enunciado e resposta semelhantes aos da prova do vestibular da USP do ano passado. Comvest afirma que exigência é distinta e que vai consultar a banca elaboradora. Uma questão de matemática da primeira fase do vestibular da Unicamp, realizado neste domingo (17), tem enunciado muito parecido e a mesma resposta - de acordo com o gabarito extraoficial - de uma pergunta que caiu na prova da Fuvest do ano passado. Em nota, a comissão organizadora (Comvest) afirma que elas são semelhantes, mas com exigência distinta, vê "coincidência compreensível" e vai consultar a banca elaboradora. Confira o gabarito extraoficial da prova da Unicamp O apontamento foi feito por professores de cursinhos pré-vestibulares entrevistados pelo G1. De acordo com docentes do Anglo e do Objetivo, a questão 32 aplicada no modelo das provas "Q e X", tem a forma de cálculo e o resultado iguais a pergunta de número 46 da prova V da Fuvest 2019. A semelhança também foi apontada por professores do Etapa, Oficina do Estudante e Poliedro. Em ambos os casos, a resposta é 7. Veja, abaixo, a reprodução das questões. Questão apresentada na prova da Fuvest, em 2018 Reprodução/Fuvest Questão do vestibular da Unicamp, aplicado na tarde deste domingo (17), é semelhante à pergunta da prova da Fuvest 2019 Reprodução/Unicamp Outra questão também chamou a atenção do professor do objetivo, Daily de Matos, pela similaridade com a de outra prova anterior da Fuvest. A pergunta trata de cidades antípodas e a reportagem encontrou uma questão sobre o tema no vestibular da Fuvest 2015. A Comvest Segundo a comissão, "as questões são semelhantes, mas as exigências são distintas". A comissão também afirma que um comunicado da banca elaboradora sairá junto ao gabarito oficial. "Trata-se de uma coincidência compreensível quando se tem por base o trabalho focado em áreas de conhecimento desenvolvidas no Ensino Médio. A banca elaboradora será consultada e seu posicionamento, acerca da questão em debate, será comunicado junto a divulgação do gabarito oficial". Vestibular Unicamp 2020 O vestibular da Unicamp 2020 foi realizado na tarde deste domingo por 66.833 candidatos em 30 cidades de São Paulo, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curtiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A prova contou com 90 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas cada uma. Ao todo, são oferecidas pela universidade 2,5 mil vagas em 69 cursos. A segunda fase do vestibular da Unicamp acontecerá nos dias 12 e 13 de janeiro de 2020. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/11 - Unicamp 2020: primeira fase do vestibular
72,8 mil candidatos disputam 2.570 vagas neste domingo (17). Unicamp 2020: primeira fase do vestibular 72,8 mil candidatos disputam 2.570 vagas neste domingo (17). Abstenção foi de 8,27% neste ano. 6 mil candidatos inscritos não foram fazer a prova. Resultado sai 9 de dezembro. 2ª fase do vestibular está marcada para 12 e 13 de janeiro
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17/11 - Unicamp 2020: confira gabarito extraoficial e correção comentada da primeira fase do vestibular
Professores de cursinho resolvem as 90 questões aplicadas neste domingo (17); veja as respostas. Universidade estadual oferece 2,5 mil oportunidades em 69 cursos de graduação. Candidatos fazem prova da 1ª fase do vestibular da Unicamp 2020. Eduardo Rodrigues/EPTV A primeira fase do vestibular 2020 da Unicamp foi realizada na tarde deste domingo (17) por 66.833 candidatos em 30 cidades de São Paulo, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curtiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A pedido do G1, o colégio Oficina do Estudante, em Campinas (SP), preparou o gabarito extraoficial e a correção comentada das 90 questões de múltipla escolha aplicadas no modelo das provas "Q e X". Ao todo, são oferecidas pela universidade 2,5 mil vagas em 69 cursos. Veja como foi a cobertura em tempo real da prova Correção comentada das provas "Q e X" 1 - D 2 - A 3 - A 4 - B 5 - C 6 - D 7 - C 8 - D 9 - D 10 - D 11 - A 12 - D 13 - B 14 - B 15 - C 16 - B 17 - D 18 - A 19 - C 20 - A 21 - B 22 - B 23 - A 24 - D 25 - D 26 - D 27 - C 28 - A 29 - B 30 - B 31 - C 32 - C 33 - B 34 - C 35 - A 36 - D 37 - C 38 - A 39 - B 40 - A 41 - B 42 - C 43 - D 44 - C 45 - D 46 - B 47 - D 48 - C 49 - B 50 - A 51 - C 52 - A 53 - C 54 - A 55 - B 56 - D 57 - C 58 - D 59 - B 60 - C 61 - C 62 - B 63 - C 64 - D 65 - A 66 - C 67 - D 68 - B 69 - A 70 - A 71 - D 72 - B 73 - B 74 - A 75 - D 76 - C 77 - C 78 - A 79 - B 80 - D 81 - A 82 - B 83 - D 84 - B 85 - A 86 - D 87 - C 88 - C 89 - D 90 - B Conteúdo A prova foi composta por 13 perguntas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, 13 de matemática, 9 de história, 9 de geografia (incluindo neste grupo filosofia e sociologia), 9 de física, 9 de química, 9 de biologia, 7 de inglês e 12 interdisciplinares. Prova da Unicamp 2020, primeira fase Reprodução/Prova Unicamp 2020/Comvest Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Cidades com vestibular A Unicamp aplicou a prova em 30 municípios do estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D’Oeste, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. A lista inclui também mais cinco capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/11 - Vestibular 2020 da Unicamp tem abstenção de 8,27% e 66,8 mil participam da 1ª fase, diz comissão
Universidade aplicou prova para 66.833 candidatos neste domingo. No total, 6.029 faltaram ao exame. Maior abstenção de acordo com número de inscritos foi em Salvador. Candidatos fazem prova da 1ª fase do vestibular da Unicamp 2020 Eduardo Rodrigues/EPTV A abstenção na primeira fase do vestibular 2020 da Unicamp diminuiu e chegou a 8,27%, segundo a comissão organizadora (Comvest). As provas foram aplicadas neste domingo (17) em 30 cidades paulistas, além de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Entre os 72.859 inscritos, 6.029 deixaram de fazer a prova com 90 questões de múltipla escolha. Candidatos comentam os temas da 1ª fase Veja como foi a cobertura em tempo real da prova G1 terá correção extraoficial e comentada O exame realizado nesta tarde foi composto por 13 perguntas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, 13 de matemática, 9 de história, 9 de geografia (incluindo neste grupo filosofia e sociologia), 9 de física, 9 de química, 9 de biologia, 7 de inglês e 12 interdisciplinares. O índice de abstenção registrado é o menor desde 2017. Ao todo, 66.833 candidatos fizeram a prova neste domingo. O maior índice de faltosos foi registrado em Salvador, com 14,24%. Já o menor, em Valinhos (SP), com 5,19%. Segundo o diretor do Comvest, José Alves de Freitas Neto, quatro pessoas passaram mal, algumas por conta do calor, mas conseguiram realizar o exame. "A prova é o primeiro contato dos estudantes com a Unicamp e revela muito o que a universidade espera dos estudantes. O vestibular reflete muito dos valores da Unicamp como universidade pública, que são: a liberdade de expressão e pesquisa, a autonomia universitária, os protagonismos sociais e a ciência aplicada ao cotidiano", afirma o diretor. "Além disso, a gente destaca que foi uma prova bastante exigente no caráter atual, porque discutiu a guerra digital, imigração, contaminação do mar, machismo no esporte, entre outros assuntos da atualidade", completa José Alves. O resultado da primeira fase com as notas de corte e locais de prova da segunda fase serão divulgados em 9 de dezembro. Abstenção na 1ª fase do vestibular da Unicamp A Unicamp testou nesta primeira fase o reconhecimento facial dos candidatos para aprimorar a segurança do processo seletivo. Segundo Alves, o sistema foi bem-sucedido e a Comvest avalia a expansão para todos os vestibulandos na segunda fase. Estudantes fazem prova da 1ª fase da Unicamp na universidade. Eduardo Rodrigues/EPTV Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Cidades com vestibular A Unicamp aplicou a prova em 30 municípios do estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D’Oeste, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. A lista inclui também mais cinco capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/11 - Unicamp 2020 vai de Brexit e desmatamento a pornochanchada: veja temas da 1ª fase do vestibular
Candidatos ouvidos pelo G1 citaram também incêndios no CT do Flamengo, na Catedral de Notre-Dame e no Museu Nacional, além de crise econômica e polinização. Veja a lista. Estudantes fazem prova da 1ª fase da Unicamp na universidade Eduardo Rodrigues/EPTV Candidatos que prestaram a primeira fase do vestibular da Unicamp neste domingo (17) afirmaram que a prova abordou, dentre outros temas, queimadas e desmatamento, pornochanchada, crise econômica, racismo, religião na Idade Média e incêndios no Centro de Treinamento do Flamengo, na Catedral de Notre-Dame, em Paris, e no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. O exame é aplicado em 30 municípios de São Paulo e mais cinco capitais. Confira, abaixo, os assuntos citados. Veja como foi a cobertura em tempo real Temas abordados na prova Brexit Imagem no Instagram e redes sociais Maratona no Netflix Desmatamento e consequências Animais polinizadores ameaçados Crise econômica Tragédia de Brumadinho Triângulo norte da América Central Racismo e xenofobia Incêndio no Ninho do Urubu Religião na Idade Média Incêndio no Museu Nacional Guerra fria Pornochanchada Conceito de ideologia Comunismo na Educação na Era McCarthy Poliomielite e outras doenças erradicadas Resistência aos antibióticos Incêndio na Catedral de Notre-Dame Desenvolvimento da região Centro-Oeste do Brasil Aquecimento global Formação dos ciclones Falésias, relevos, e salinidade no solo Produção e extração do petróleo no Brasil Índice de nicotina em cigarros eletrônicos Nanotecnologia e descontaminação do hidrogênio Desastre de Chernobyl e queda da URSS Diversidade dos animais vertebrados e invertebrados Desigualdade de gênero Arsênio no oceano Saúde mental Sondas e satélites Buraco negro Construção dos tecidos biológicos Conceito da 'Mão invisível' Relação do telejornalismo com as tragédias ao longo do ano Escravidão no Brasil A questão da pornochanchada foi comentada nas redes sociais após a prova. Foi tratada no exame como um gênero cinematográfico que ganhou força no Brasil a partir da segunda metade da década de 1960. O candidato precisava ter conhecimento da situação da cultura no país no período, até a década de 1970. Questão aborda tema pornochanchada na primeira fase do vestibular da Unicamp 2020. Reprodução/Prova Unicamp 2020/ Comvest O estudante Murilo Pinheiro, de 22 anos, presta o vestibular para o curso de música. Segundo ele, a Unicamp abordou movimentos circulares em física; período entre as duas guerras mundiais; falésias e fronteiras e desenvolvimento da região centro-oeste; idade média.Houve, ainda, uma questão sobre o papel da mulher no começo da República. "Ela é uma prova muito direta, ou você sabe o que fazer ou não. Bem conteudista e pouco interpretativa. Talvez essa parte de filosofia foi mais difícil", afirmou Pinheiro. Murilo Pinheiro tenta vaga em música na Unicamp Bruna Ferreira/G1 Uma das questões relacionou o desmatamento com a redução de insetos polinizadores. Em outra, ao fato de algumas árvores conseguirem se recuperar em pouco tempo e por que isso ocorre. Outro candidato disse à reportagem que o incêndio na catedral de Notre-Dame foi o assunto para questionar o ponto de fusão e ebulição relacionado ao chumbo. A estudante Verônica Machado, de 22 anos, fez a prova para ciências sociais. Ela já cursa direito na PUC-Campinas e disse que se passar vai fazer as duas faculdades. Segundo ela, a prova trouxe assuntos relacionados à religião a idade média e desmatamento. Verônica Machado, de 22 anos, tenta vaga no curso de ciência sociais, na Unicamp Karol Porto/G1 Já Mariana Thais Simon Godói, de 29 anos, tenta vaga para artes visuais e letras na Unicamp. Ela destaca alguns temas da prova: desintegração de asteroides e desmatamento. "Eu terminei o meu ensino médio em 2007. Tenho mais dificuldade em exatas, mas muito tranquilo. Eu senti que, se você não tiver um pensamento crítico sobre a situação atual, em que tudo se mistura, está tranquilo", conta. Mariana Thais Simon, de 29 anos, tenta artes visuais e letras na Unicamp. Bruna Ferreira/G1 Bruna Pereira tem 22 anos e quer cursar letras e linguística. Segundo ela, uma questão em que a jogadora Marta foi citada tratou de desigualdade de gênero no futebol. Também foi abordado o uso de agrotóxicos na agricultura. "Eram muitas questões interdisciplinares",disse. Bruna Pereira tem 22 anos e presta o vestibular da Unicamp para cursar letras e linguística Bruna Ferreira/G1 Initial plugin text *Sob supervisão de Arthur Menicucci Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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17/11 - O que é a matemática? Um modelo da realidade ou a própria realidade?
Os números estão por trás de algumas das descobertas científicas mais importantes e mudaram a maneira de encarar o universo. Netuno foi descoberto a partir de cálculos, e não da simples observação Getty Images/BBC Pense em Netuno. À primeira vista, ele é invisível. Mesmo com um bom telescópio. A uma distância de 4,3 bilhões de quilômetros da Terra, o oitavo planeta do nosso Sistema Solar é pouco mais que um pequeno ponto branco no céu. É por isso que os planetas mais próximos da Terra, como Vênus ou Marte — que brilham intensamente no céu durante a noite — nos surpreendem desde os tempos antigos. Por outro lado, só passamos a saber sobre a existência de Netuno no século 19. Sua descoberta, no entanto, foi duplamente significativa. Urano e Netuno Não apenas encontramos um novo vizinho, mas "Netuno marcou a exploração do Sistema Solar, porque não foi encontrado olhando o céu com nossos olhos ou com a ajuda de um telescópio", diz Lucie Green, uma astrofísica do Mullard Space Science Laboratory da University College London. Netuno foi encontrado graças à matemática. No século 19, as leis da gravidade de Newton eram bem entendidas e, com elas, as órbitas dos planetas ao redor do Sol podiam ser previstas. Exceto a de Urano, que se desviou um pouco do caminho esperado. Naquela época, Urano era o planeta conhecido que estava mais distante do Sol e alguns cientistas especularam que as leis da gravidade de Newton poderiam não funcionar a uma distância tão grande. Outros, porém, acreditavam na matemática, o que os levou a pensar que havia um imenso objeto por perto, alterando o caminho de Urano ao redor do Sol. "Eles calcularam o que, como e onde. E quando giraram o telescópio em direção à área que a matemática indicava, o planeta foi encontrado", diz Green. Astrônomos perceberam a existência de outro planeta graças a um desvio na órbita esperada de Urano Getty Images/BBC A descoberta de Netuno entrou na história como evidência de que a matemática não é inventada, mas existe. E foi exatamente isso que intrigou um ouvinte do programa da BBC CrowdScience, Sergio Huarcaya, do Peru. "De Galileu, que podia prever a velocidade de uma bola rolando ladeira abaixo, até, por exemplo, a existência do bóson de Higgs — que foi previsto com a matemática antes que a partícula fosse encontrada na realidade —, esse poder de prever a existência de coisas que ainda não tinham sido vistas é incrível", escreveu ele. "A matemática é um modelo, uma descrição, uma metáfora da realidade... ou é a própria realidade?" Sergio não está sozinho. Os filósofos refletem sobre isso há milhares de anos. E a questão continua sendo uma causa de profundo debate. Não há 'bolo negativo' É quase certo que os humanos começaram a brincar com a matemática por razões mundanas, como contar e medir as coisas, então vamos começar por aí. E vamos usar um bolo como exemplo. Você tem um pouco de bolo ou não tem bolo Getty Images/BBC A matemática pode nos dizer todo tipo de coisa sobre esse bolo: suas dimensões, seu peso, como dividi-lo - tudo muito tangível. E o bolo pode nos mostrar que a matemática pode ir aonde a realidade não chega. Se você come um terço do bolo, você tem dois terços restantes. Até aí, tudo bem. E, se você comer os outros dois terços, ficará sem nada. "Estamos descrevendo os pensamentos dos antigos", diz Alex Bellos, autor de livros de matemática. "Eles usaram matemática prática para medir e contar, e não chegaram a números negativos". O advento do dinheiro nos fez pensar em números negativos de forma mais natural Getty Images/BBC Se seu conceito de realidade consiste em objetos que você pode medir ou contar, é difícil imaginar algo que seja menor que zero. Dívida e negativos Assim que você come as migalhas do bolo, ele acaba: não há bolo negativo. No entanto, diz Bellos, há uma área em que você usa números negativos e é completamente natural pensar neles. Ele está se referindo ao dinheiro: "Você pode ter dinheiro, mas também pode dever dinheiro". "O primeiro uso prático de números negativos foi no contexto de contas e dívidas". Se você deve R$ 5 e eu lhe der esse valor, você terá R$ 0. E essa é uma realidade que começa com um número negativo. Hoje, é difícil pensar em matemática sem eles, e não apenas em termos de dívida. Até aqui, continuamos enraizados na realidade. Mas há coisas estranhas que acontecem quando você usa números negativos. Enigma tremendo Se você multiplicar dois números negativos, o resultado é um número positivo: -1 x -1 = 1, e isso traz um verdadeiro enigma. Essa equação matemática representa um enigma Getty Images/BBC "Se você começar a usar equações que têm números negativos e positivos, você poderá pensar 'Como assim? Como você pode encontrar algo que, quando você coloca ao quadrado, é igual a -1?'", diz Bellos. "Não pode ser um número positivo, porque quando você os soma, ou multiplica por ele mesmo, o resultado é um número positivo. E nem pode ser um número negativo, pela mesma razão", diz ele. "Quando se tratou disso pela primeira vez, as pessoas pensaram que era um absurdo". Mas, pouco a pouco, os matemáticos disseram, segundo Bellos: "Sim, é um absurdo, mas quando o uso no meu trabalho, chego à resposta certa. Vamos deixar para os filósofos descobrirem o que pode ser. Nós, matemáticos, precisamos de respostas e, se isso nos ajudar a encontrá-los, tudo bem." E é assim que saímos da realidade. Mas, de qualquer forma, a matemática ainda serve para explicá-la. O imaginário "A raiz quadrada de -1 é chamada de 'número imaginário', que é um nome terrível, porque dá a impressão de que a matemática era real e de repente se tornou imaginária", diz Bellos. "Não, a matemática é imaginária desde o início. Podemos falar de três bolos, mas o que estamos vendo são bolos, não estamos vendo 'três': três é uma abstração", enfatiza. Existe a palavra "três" e o símbolo "3", mas o número, como todos os outros, é abstrato Getty Images/BBC "Isso vale para quando você tem números imaginários. Parece totalmente louco, mas uma vez que você começa a entender como eles se encaixam, é muito lógico. E o comportamento do que chamamos de números reais, com números imaginários - ao que chamamos de números complexos -, é uma linguagem brilhante para descrever coisas como rotação". "Hoje em dia, a raiz quadrada de -1 é tão real quanto o próprio -1", mesmo que seja tão difícil para nós entender como foi -1 para nossos ancestrais. Não se assuste Se você estiver perdido, não se preocupe - continue lendo e tudo ficará claro. Sério. Números complexos permitem soluções para certas equações que não têm soluções em números reais. Eles são incrivelmente práticos para entender a realidade e funcionam como uma ferramenta em quase tudo que envolve rotação ou ondas. Eles são usados ​​em engenharia elétrica, radares, imagens médicas e podem ser aplicados para entender o comportamento de partículas subatômicas. Mas como pode ser que algo que parece existir apenas em sonhos matemáticos acaba sendo tão útil no mundo real? Para alguns, como o físico húngaro do século 20 Eugene Wigner é quase um milagre. Wigner se referiu a números complexos em um influente ensaio de 1960 chamado "The unreasonable effectiveness of mathematics in the physical sciences" ("A eficiência irracional da matemática nas ciências naturais"). Se a matemática é uma ferramenta projetada para nos ajudar a entender a realidade, por que ficamos surpresos quando isso acontece? Getty Images/BBC Eficácia irracional Mas se a matemática é projetada pelos humanos exatamente para descrever a realidade, não é lógico que sirva para isso? O que há de irracional nisso? Vamos nos voltar para alguém que se move entre os campos da filosofia e da matemática: uma especialista em filosofia da física, Eleanor Knox. "É verdade que, se inventamos a matemática para nos ajudar a entender os sistemas físicos, é muito lógico que o faça. Mas a matemática parece não ter se desenvolvido dessa maneira", explica ela. "Há muitos casos em que os matemáticos fizeram algo apenas porque estão interessados ​​nele, e acaba sendo exatamente o que é necessário em algum momento posterior para uma descoberta crucial na física". "Um exemplo famoso é a geometria não euclidiana", diz Knox, referindo-se a um ramo da geometria em que muitos matemáticos trabalharam no final do século 19, sobretudo porque pensavam que parecia interessante. "Pensava-se que nosso mundo inteiro pudesse ser descrito com a geometria euclidiana, a que você aprende na escola. As regras para um ângulo reto, que os ângulos de um triângulo somam 180 graus, por exemplo." Os matemáticos dos anos 1800 não estavam no processo de derrubar a geometria euclidiana. Eles estavam simplesmente explorando e encontraram estruturas matemáticas interessantes. A geometria não euclidiana nos permite ver formas anteriormente visíveis apenas nas mentes dos matemáticos - objetos em quatro, cinco ou seis dimensões, por exemplo Getty Images/BBC "No século 20, quando Albert Einstein precisou de uma teoria para descrever as regras do espaço e do tempo para a relatividade geral, o que o ajudou foi a geometria não-euclidiana - ele não teria conseguido sem ela", acrescenta Knox. "Hoje em dia, pensamos que o mundo tem a estrutura dessa geometria que antes era estranha, mas nenhum dos matemáticos que começaram a trabalhar nela previu essa descoberta específica", conclui ela. Casos como esse nos fazem pensar que, se não milagrosa, a relação da matemática com a realidade é, no mínimo, surpreendente. A realidade fundamental À medida que a física moderna avança, é difícil para nós, meros mortais, entender a matemática complicada e a estranha realidade que ela descreve. O que é surpreendente é que, com a matemática, parece possível explorar muito mais do que nossos sentidos permitem. No entanto, na busca de uma realidade fundamental, será que a matemática atingirá um limite em sua capacidade de descrevê-la? "O século 20 nos deu duas de nossas teorias físicas mais bem-sucedidas: a da mecânica quântica (o mundo na escala do ultra-pequeno, dos átomos e subátomos) e a da relatividade geral", diz Knox. "Acontece que fazer as contas dessas duas teorias para trabalharem juntas é incrivelmente complicado." Com a matemática, é possível explorar muito além do que nossos sentidos permitem Getty Images/BBC "Não temos uma abordagem coerente para entender como essas duas teorias podem existir no mesmo mundo - como elas podem descrever a mesma realidade", diz. "Você precisa lidar com níveis impressionantes de complexidade sem poder, no momento, conectar o que está pensando às experiências". No entanto, como vimos antes, muita coisa começou assim: uma ideia em busca de sua função prática. Mas talvez tenhamos chegado a um limite? "Nesse ponto, talvez se possa concluir que, até agora, tivemos muita, muita sorte pelo fato de a matemática descrever nosso universo", diz Knox. "Outra opção é pensar que a matemática descreve partes do mundo, não sua totalidade. Ou que entender o mundo em sua totalidade é realmente complicado. Ou que a matemática é diabolicamente complicada e demais para nós, ou que ainda não a entendemos, mas que eventualmente entenderemos", diz ela. Uma grande diferença Talvez não nos surpreenda que às vezes seja incrivelmente difícil fazer com que as leis da matemática coincidam com as leis da realidade física. Afinal, não são a mesma coisa. Como Einstein disse: "Quanto mais se referem à realidade, mais incertas as leis matemáticas se tornam, e quanto mais precisas elas são, menos se referem à realidade". 1 + 1 = 2 e não há dúvida sobre isso Getty Images/BBC "A matemática tem uma característica particular: é absolutamente verdadeira ou falsa. Se eu provar algo em matemática, ninguém pode duvidar desse fato", Knox explica. "As leis da física não são assim. Essa é uma das grandes diferenças." "Muitas vezes erramos com nossas leis. As leis de Newton são bonitas, elegantes e, em alguns casos, válidas, mas não são toda a verdade. Não há dúvida de que, no futuro, será provado que as leis de Einstein também são aproximadas", diz a filósofa da física. Descoberta ou inventada? De onde vem a matemática? Esta é uma pergunta para um matemático. Os egípcios antigos tinham até uma "deusa da matemática", conhecida como Seshat Getty Images/BBC Eugenia Cheng é cientista residente na Escola do Art Institute, em Chicago. Ela pode responder se a matemática é algo que é descoberto ou inventado. "Eu realmente sinto que descubro conceitos e invento maneiras de pensar sobre eles. Quando faço pesquisas abstratas, sinto que estou vagando por uma selva abstrata em busca de coisas e então invento uma maneira de falar e teorizar sobre elas para conseguir organizar meus pensamentos e comunicá-los", diz ela. Cheng trabalha no campo da teoria das categorias (às vezes chamada de "matemática da matemática"), que tenta construir pontes entre diferentes áreas da matemática. "O que é real, afinal?" É difícil pensar em algo mais abstrato, por isso perguntamos se ela sente que a matemática que estuda também está relacionada à realidade. "Quando as pessoas me perguntam sobre a realidade, quero responder: 'o que é real, afinal?'. O que chamamos de 'realidade' são alucinações que assumimos como reais porque todos tendemos a percebê-las da mesma maneira." "As pessoas dizem que os números não são reais porque você não pode tocá-los. Mas há muitas coisas reais que eu não consigo tocar, como a fome", exemplifica ela. Algo abstrato não é sinônimo de algo que não é real Getty Images/BBC "É por isso que prefiro falar sobre coisas concretas, aquelas que podemos tocar e com as quais podemos interagir diretamente, e coisas abstratas, com as quais interagimos em nosso cérebro", diz. "A matemática é abstrata, mas uma ideia abstrata pode ser tão real quanto qualquer outra coisa." O que é real? Por um lado, pode-se afirmar que a matemática é realidade. Pense, por exemplo, em nossa biologia, que é baseada na química, que é essencialmente governada pelas leis da física... e aí chegamos a números. Ou pense no céu azul, que é explicado pelos comprimentos de onda da luz refratada... e tudo isso são números. Parece que, se você se aprofundar o suficiente, a realidade física é matemática. No entanto, a matemática parece não ser capaz de nos dizer algo significativo sobre algumas das coisas mais importantes da vida, como amor, fome ou moralidade. Portanto, de todas as perguntas realmente grandes, só podemos responder uma com alguma certeza: talvez não encontremos respostas definitivas para a pergunta que Sergio Huarcaya enviou do Peru à BBC. Bem, agora podemos dizer que certamente não as encontraremos. Mas ainda valia a pena procurar.
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17/11 - Unicamp 2020: primeira fase do vestibular é aplicada para 72,8 mil neste domingo; veja orientações
Universidade estadual oferece 2,5 mil vagas em 69 cursos. Prova terá 90 questões de múltipla escolha e cinco horas de duração; portões abriram às 12h (horário de Brasília) e fecharam às 13h. Estudantes prestam prova no primeiro dia do vestibular da Unicamp Nicole Almeida/G1 A Unicamp aplica na tarde deste domingo (17) a 1ª fase do vestibular 2020 para 72,8 mil candidatos em 30 municípios de São Paulo e mais cinco capitais. Os portões abriram às 12h (horário de Brasília), fecharam às 13h, e nesta edição são oferecidas 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. Veja dicas. Diretor diz que 1ª fase valoriza olhar crítico e direitos humanos; veja dicas para prova Amazônia, Brumadinho e crise na Venezuela: cursinhos apostam nos temas da 1ª fase A avaliação é composta por 90 questões de múltipla escolha, cada uma com quatro alternativas, segundo a comissão organizadora (Comvest). O tempo mínimo é de 3h30, enquanto o máximo é de 5h. Acompanhe o tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial Conteúdo 13 questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa 13 questões de matemática 9 questões de história 9 questões de geografia (incluindo filosofia e sociologia) 9 questões de física 9 questões de química 9 questões de biologia, 7 questões de inglês, 12 questões interdisciplinares Consulte o local de prova por nome ou número de inscrição Estudantes fazem prova da 1ª fase da Unicamp na universidade. Eduardo Rodrigues/EPTV Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Veja aqui o edital do vestibular 2020 O que levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; Uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Considerando-se a busca por cursos, o destaque foi história, que voltou a fazer parte dos dez mais procurados. Para o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, uma das explicações para o maior interesse na carreira tem relação com os "tempos de crise". Já o historiador Leandro Karnal reflete que o fenômeno ainda deve ser estudado e elenca uma série de explicações para o resultado. Cidades com vestibular A Unicamp aplica a prova em 30 municípios do estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D’Oeste, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. A lista inclui também mais cinco capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Estatísticas de inscritos 2020 Geral: 72.859 Escola pública: 23.464 (32,2%) Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais): 21.090 (28,9%) Cotas étnico-raciais: 8.037 (11%) Pretos e pardos - geral: 15.520 (21,3%) Isentos: 7.380 (10,1%) Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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16/11 - Família se muda do interior de MG para Campinas por sonho de jovem cursar história na Unicamp: 'ser um grande professor'
Estudante de 17 anos é natural de Cambuquira e cresceu em Varginha. Pai, que é professor, arrumou emprego em cidades da região de Campinas. Estudantes mudam de cidade para se dedicar aos estudos em busca de vaga na Unicamp O sonho do estudante Widerman Jonas da Silva Junior, de 17 anos, é se tornar um grande professor para "cativar os alunos e passar o conteúdo". Para isso, ele e o pai se mudaram no fim de 2016 de Varginha (MG) para Campinas (SP), onde o jovem busca passar na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e cursar história. A escolha da cidade se deu após a irmã mais velha de Widerman se mudar para Campinas no início de 2016, onde cursa ciências sociais também na Unicamp. "Ela ficou morando um ano aqui, percebeu que a cidade tem mais oportunidades, o ensino é mais forte, voltado ao vestibular. Aí eu e meu pai decidimos mudar para cá visando o meu ingresso mesmo", resume. O estudante nasceu em Cambuquira (MG), mas desde os dois anos de idade morou em Varginha. Ao se mudarem para Campinas, o pai, professor de educação básica, arrumou emprego em Monte Mor (SP) e Capivari (SP). Widerman Jonas da Silva Junior sonha cursar história na Unicamp, em Campinas Reprodução/EPTV Widerman admite a influência e inspiração do pai na escolha da profissão. "É um pouco de influência dele também. O pai que também é professor influencia bastante a ensinar os outros". Serve bastante [de inspiração]". "Meu sonho profissional é me tornar um grande professor mesmo. Um professor que consiga cativar os alunos, ensinar, realmente passar o conteúdo", diz o jovem. Além da Unicamp, o jovem vai prestar Fuvest e também fez Enem. A universidade campineira é o maior objetivo. A primeira fase da Unicamp ocorre no domingo (17), com 90 questões de múltipla escolha. Os portões abrem às 12h e fecham uma hora depois. A duração é de cinco horas. A redação será aplicada na segunda fase do vestibular. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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16/11 - Idoso de 64 anos ganha bolsa de estudos após fazer Enem pela 5ª vez em RO
Agora, João Isaac realizará o sonho de cursar engenharia civil em 2020. Essa será a primeira graduação dele. Mecânico de formação, João Isaac Souza, aos 64 anos, realizará o sonho de cursar engenharia civil. Jheniffer Núbia/G1 Uma semana depois de fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, João Isaac, de 64 anos, ganhou uma bolsa de estudos para ingressar em uma faculdade de Porto Velho. Ele sonha cursar engenharia civil. Idoso que sonha ser engenheiro fará Enem pela 3ª vez em RO: 'quero trabalhar com meu filho' Idoso faz Enem pela 4ª vez em RO para trabalhar com o filho: 'Ainda quero ser engenheiro civil' 'Minha hora vai chegar', diz idoso de 64 anos que vai fazer o Enem pela 5ª vez, em RO Idoso ganha bolsa de estudo após fazer Enem pela 5ª vez A edição do Enem deste ano foi a quinta tentativa de João para ingressar em uma universidade. Com a bolsa, ele vai fazer a primeira faculdade aos 64 anos. "Não tenho palavras para descrever o sentimento que me toma. Ganhei 100% da bolsa para fazer engenharia civil, a promessa que faço é que vou me dar 100% para fazer o meu melhor", garante. O desejo de cursar engenharia civil, conta Isaac, surgiu após acompanhar a trajetória do filho, Clebson Vasconcelos, na faculdade de arquitetura e urbanismo. "Agora vou ficar ainda mais próximo do meu filho. A construção civil me fascina e vou poder trabalhar ao lado dele nos projetos". 'Quem acredita sempre alcança' O primeiro contato de João Isaac com a faculdade foi ao lado dos filhos Clebson Vasconcelos e Gracilene Vasconcelos. "Mesmo tendo feito faculdade e hoje sendo professor, acompanhar meu pai pelos corredores da faculdade é algo extraordinário. A gente se emociona com ele", diz Clebson. Os filhos do idoso fizeram questão de estar presentes no momento que, segundo eles, era esperado pela família por muito tempo. Jheniffer Núbia/G1 Para Gracilene o pai é uma inspiração. "Ele nunca deixou de sonhar. Mesmo quando muitas das vezes a gente, da família, deixamos de acreditar, ele permaneceu firme e agora todos nós estamos vendo que quem acredita sempre alcança". Tour pela faculdade Reitor da instituição levou João Isaac para conhecer as salas de aula, laboratórios, biblioteca e professores da faculdade. Jheniffer Núbia/G1 Antes de fazer a matrícula no curso de engenharia civil, o reitor da instituição levou João Isaac para conhecer as salas, laboratórios e professores do local. "Nossa, é incrível o cheiro das salas de aula. Já consigo me imaginar estudando aqui. Eu não vou querer sair mais daqui. Vou fazer o meu melhor", diz João Isaac. De acordo com o reitor, a procura de pessoas da terceira idade para ingressar na faculdade ainda é pequena."Não temos números exatos, mas não há uma procura significativa", conta. Momento da assinatura do reitor Aparício Carvalho Jheniffer Núbia/G1 João Isaac conheceu alguns professores da Instituição Jheniffer Núbia/G1 Todos se emocionaram com o momento da leitura dos termos que assegurará a entrada de João Isaac na faculdade Jheniffer Núbia/G1 Idoso conhece a biblioteca da instiuíção Jheniffer Núbia/G1 Primeiro contato de João Isaac com a sala de aula onde estudará Jheniffer Núbia/G1
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16/11 - Professor usa realidade aumentada e recebe prêmio Paulo Freire: 'Fui da periferia e cria da escola pública, com orgulho!'
Renato Batista da Conceição foi um dos homenageados em premiação da Alerj pela inovação nas salas de aula do interior do Rio. Professor Renato Batista da Conceição, do interior do Rio, usa App que permite uso de realidade aumentada nas aulas de geografia Renato Batista da Silva/Arquivo pessoal Uma aula de olhares curiosos, atentos e de sorriso aberto para a aprendizagem. O uso de realidade aumentada (AR, sigla em Inglês) deu aquele toque a mais nas aulas de geografia do 6º ano da Escola Municipal Victor Sence, em Conceição de Macabu, no Norte Fluminense. Pela ação pedagógica diferenciada, o professor Renato Batista da Conceição, de 30 anos, foi um dos contemplados pelo Prêmio Paulo Freire, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na noite de quinta-feira (14). Alunos se divertem e aprendem geografia com a realidade aumentada em Conceição de Macabu Renato sempre estudou em escola pública e foi criado por avós analfabetos na periferia de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Para ele, que sempre ouviu os conselhos da avó, a premiação teve um sentido bem especial. Professor Renato com os seus alunos durante premiação na Alerj nesta quinta-feira (14) Arquivo pessoal "Não posso deixar de dedicar primeiramente este prêmio a minha avó/mãe Marizete Barbosa, que sempre me incentivou a estudar e lutar por dias melhores na vida. Também dedico este reconhecimento aos meus dois filhos, Maria Luiza Conceição e Luiz Miguel Conceição, por serem razão e força para continuar, bem como as pessoas da minha família e amigos, que sempre me incentivaram a superar os obstáculos nesta caminhada. Sou ciente de que esse prêmio não é só meu, mas de todos os professores e professoras fluminenses, que lutam e resistem em sala de aula todos os dias para ensinarem e somarem na transformação social brasileira", agradece Renato. Ao todo, 86 iniciativas inovadoras foram premiadas na 1ª Edição do Prêmio Paulo Freire, que foi dividido em nove categorias. "É algo que me deixa extremamente feliz e realizado. Eu, inclusive, que aprendi a ler e escrever nessa chamada escola pública que, mesmo com muitas dificuldades, sempre busca contribuir com a educação dos alunos", afirma Renato, que ganhou na categoria "Experiência Pedagógica no Ensino Fundamental". A tecnologia Para os alunos do professor Renato a experiência mágica nas aulas de geografia tem sido possibilitada pelo aplicativo Merge Cube, um recurso tecnológico que expande o aprendizado para além das telas dos smartphones e tablets. É a realidade aumentada ao alcance dos estudantes. "Trata-se de uma tecnologia que substitui uma página ou tela onde os alunos consomem conteúdo, por ser mais interessante e aumentar o engajamento dos estudantes. Na atividade que realizei com meus alunos, eles puderam observar o sistema solar na palma das mãos. Com seus próprios Smartphones, um Cubo Mágico feito de papel e um aplicativo gratuito de realidade aumentada, os alunos, encantados, conseguiram visualizar e aprender mais informações sobre o Sistema Solar e a Dinâmica da Terra", explica Renato. O encontro de Renato com a Educação Conte sobre a sua trajetória no ensino público e como chegou à geografia e à pedagogia? - Em Campos/RJ, cursei o Ensino Fundamental na Escola Estadual Prisco de Almeida e Escola Estadual Benta Pereira. O Ensino Médio, cursei na Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins, da Rede Faetec. O curso de graduação de licenciatura em Geografia surgiu na minha vida como uma oportunidade via Enem em 2009, quando tentei entrar no Instituto Federal Fluminense (IFF). Não sabia muito bem onde iria chegar, mas ao longo dos períodos do curso, fui me encontrando e construindo a minha identidade como futuro professor. Como fui pai aos 17 anos de idade, os programas de assistência estudantil da época no Instituto Federal Fluminense (IFF), muito me ajudaram para que não abandonasse o curso de licenciatura em Geografia. Já a paixão pela Pedagogia surgiu dentro do próprio curso de Geografia do IFF, aonde tive excelentes professores nas disciplinas pedagógicas, que inclusive me apresentaram as brilhantes ideias revolucionárias do Paulo Freire, o que me fez me encantar pela Pedagogia, sobretudo a Pedagogia Libertadora freiriana. Como as tecnologias chegaram à sua prática pedagógica e de que forma auxiliam na missão de ajudar no ensino? - Para acompanhar as mudanças deste novo século, inovações tecnológicas têm proporcionado a nós professores a construção de novas metodologias de aprendizagem, cada vez mais eficientes e interativas em sala de aula. Pensando neste atual cenário educacional, através de reflexões realizadas também ao longo do meu curso de mestrado em Educação no Colégio Pedro II, nos anos de 2017 e 2018, fiz pesquisas e busquei inovar para tornar mais significativa e prazerosa a aprendizagem dos meus alunos nas aulas de Geografia. Como os alunos reagem a esses novos modelos de ensino? - Compreendo os alunos da Educação Básica, neste século XXI, como alunos nativos digitais. Isso tem exigido de nós professores repensar as metodologias de aprendizagem na escola. Em sala de aula, tenho observado que quando utilizamos recursos tecnológicos, os resultados são sempre melhores. É muito visível a mudança de postura dos alunos quando usamos novas tecnologias para a mediação da aprendizagem em sala de aula. Além de aumentar o interesse deles, a aprendizagem se torna mais interativa e significativa. Apesar da falta de infraestrutura adequada na maioria das escolas públicas brasileiras, o difícil acesso a internet para o uso dessas novas tecnologias, acredito que cabe a nós professores conscientes, subverter essa lógica, buscando criar espaços que incentivem a aprendizagem e criatividade dos nossos alunos no espaço escolar. Quando percebeu que seu futuro estava na área da Educação, ou seja, como essa paixão foi se construindo na sua vida até decidir se tornar professor? - Desde pequeno brincava de ser professor de escola com os meus colegas da rua do bairro onde morava. Aos 17 anos de idade, no fim do meu Ensino Médio na Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins, em Campos/RJ, decidi seguir a carreira na área de Administração, mas, como não consegui pagar as mensalidades na faculdade particular, optei por realizar o curso de graduação em licenciatura em Geografia, no Instituto Federal Fluminense (IFF), com acesso via ENEM e pelas vagas da cota destinada a estudantes de escolas públicas. Como em muitos outros casos no Brasil, querer ser professor quase nunca é a primeira opção dos jovens, devido a desvalorização e a complexa realidade do sistema educacional brasileiro, mas, sempre gostei de estudar, ensinar, ler sobre tudo, e acabei me encontrando na licenciatura em Geografia. Hoje depois de 10 anos me considero um professor feliz pela escolha. O prêmio significa muito pra você. Vamos falar de futuro. O que espera como professor? - Receber o Prêmio Paulo Freire de Escola Pública da Alerj, em sua primeira edição no Rio de Janeiro, é algo que me deixa extremamente feliz e realizado. Como professor no Brasil, país marcado por muitas desigualdades sociais, espero, mesmo de maneira muito pequena, poder contribuir para a transformação da nossa complexa realidade. Paulo Freire dizia que “A Educação não transforma o mundo. A Educação muda as pessoas. As Pessoas que transformam o mundo”. Essa pedagogia é que tem me sustentado ao longo desses anos como professor na escola pública. O que enxerga ao olhar para o futuro dos alunos, o que sonha para eles? - Como bem apontava Paulo Freire, a escola se apresenta como local privilegiado à libertação, pois é pela possibilidade de debater, discutir, dialogar que alcançamos a compreensão sobre a realidade, o que torna possível aos alunos, escreverem de maneira autônoma suas histórias de transformações de vidas. Neste sentido busco na escola, todos os dias em sala de aula, contribuir para a formação de alunos críticos e comprometidos com a construção de um mundo melhor, mais justo e fraterno para todas e todos. Qual o sentido da escola pública pra você, o que representa e como deve ser olhada por todas as pessoas? - Esta é uma reflexão necessária e de certa forma ousada, visto que hoje enfrentamos inúmeras dificuldades no sistema educacional brasileiro. Observo no cotidiano da escola pública, que é cada vez mais necessário que a escola redimensione suas reflexões, reformulando suas ações pela compreensão do que a comunidade escolar (composta pelos alunos, pais, professores, equipe pedagógica, direção, funcionários) quer, visto que a escola é um espaço com função social e de suma importância para emancipação das pessoas. Mais algum agradecimento especial? - Também dedico este prêmio aos meus alunos e colegas professores da Escola Municipal Victor Sence (da Rede Municipal de Educação de Conceição de Macabu) e da Escola Municipal José Rozendo de Barcelos (da Rede Municipal de Educação de Carapebus), onde atuo como Professor de Geografia desde o ano de 2013. Minha gratidão a todos vocês! Renato Batista da Conceição recebeu o Prêmio Paulo Freire pelo uso de Realidade Aumentada nas aulas de Geografia no ensino público no interior do Rio Marcelo Dias Fotografia Veja outras notícias da região no G1 Norte Fluminense.
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16/11 - Unicamp 2020: diretor diz que 1ª fase do vestibular valoriza olhar crítico e direitos humanos; veja dicas para prova de domingo
José Alves de Freitas Neto aborda nível de dificuldade e possíveis temas do exame que terá 90 questões de múltipla escolha. Ao todo, 72,8 mil candidatos disputam 2,5 mil oportunidades. Prova do Vestibular 2020 da Unicamp acontece neste domingo (17). Antoninho Perri/Unicamp A 1ª fase do vestibular 2020 da Unicamp, marcada para este domingo (17), deve valorizar estudantes atentos ao noticiário e ter uma prova com questões que perpassam por princípios de direitos humanos, segundo a comissão organizadora (Comvest). Em entrevista ao G1, o diretor, José Alves de Freitas Neto, falou sobre o nível de dificuldade, os possíveis temas e deu dicas. Veja abaixo detalhes. Ao todo, 72,8 mil candidatos disputam 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. O exame terá 90 perguntas de múltipla escolha para avaliação de conhecimentos nas disciplinas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, matemática, história, geografia, sociologia, filosofia, física, química, biologia e inglês. Além disso, a avaliação também reúne perguntas interdisciplinares. Os portões abrem às 12h (horário de Brasília), fecham às 13h e as questões devem ser respondidas em até cinco horas pelos participantes. O vestibular ocorre em 30 municípios paulistas, incluindo a capital, e mais cinco cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial Perfil buscado "A prova da Unicamp explora assuntos da formação escolar e da vida do candidato. Nesse sentido, queremos estudantes que estejam atentos ao noticiário, que exercitem um olhar crítico sobre as informações e busquem ampliar o horizonte de seus conhecimentos", ressalta Freitas Neto. Nível de dificuldade A Unicamp indica que o vestibular deste ano terá o mesmo nível de exigência das edições anteriores. "Não há orientação específica para uma prova ser mais fácil ou difícil. As bancas procuram equilibrar o nível de dificuldade para que possamos ter uma seleção adequada", explica o diretor. No ano passado, geografia teve três das dez questões mais exigentes, segundo análise de um cursinho. José Alves de Freitas Neto, diretor da Comvest, dá dicas sobre o vestibular 2020 da Unicamp. Mirela Von Zuben/G1 Possíveis temas das questões O professor de história do do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) avalia que o vestibular tem se caracterizado por aproximar ciências, literatura e sociedade para construir uma visão de defesa dos direitos humanos, além do respeito ao outro, da liberdade de pensamento e pluralidade. "Estamos selecionando estudantes para uma instituição reconhecida por suas atividades de ensino e pesquisa, portanto, a aplicação da ciência e o universo social sempre estão relacionados. É importante que os candidatos vejam essas aproximações", explica. Em 2019, o processo seletivo da Unicamp passou por tópicos como racismo, empoderamento da mulher, violência no campo, doping no esporte, eleições, precarização do trabalho e desemprego, imigração, fake news, qualidade do ar durante a greve dos caminhoneiros e fascismo na sociedade. Dicas Freitas Neto afirma que os candidatos devem fazer leitura atenta dos enunciados e prever tempo suficiente para preenchimento da folha de respostas - estimado em pelo menos 15 minutos. "Mantenham a tranquilidade e façam as questões que consideram mais simples antes de partir para os temas mais difíceis". Ele recomenda ainda "atenção redobrada" nas questões interdisciplinares. "Há um conjunto de informações articuladas de disciplinas diferentes", conta. Consulte o local de prova por nome ou número de inscrição Celular e risco de eliminação Além de conhecer o caminho até o local de prova e chegar com antecedência no dia do vestibular, o candidato deve ter cuidado com o celular e desligá-lo. De acordo com Freitas Neto, caso o equipamento deixe de ser colocado em envelope (fornecido pela Comvest) e toque durante a prova, ele será recolhido imediatamente por fiscal. "Faremos averiguação complementar, podendo desclassificar o candidato." Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Considerando-se a busca por cursos, o destaque foi história, que voltou a fazer parte dos dez mais procurados. Para Freitas Neto, uma das explicações para o maior interesse na carreira tem relação com os "tempos de crise". Já o historiador Leandro Karnal reflete que o fenômeno ainda deve ser estudado e elenca uma série de explicações para o resultado. Veja aqui o edital do vestibular 2020 Unicamp recebe inscrições para 639 vagas com ingresso via Enem Estatísticas de inscritos 2020 Geral: 72.859 Escola pública: 23.464 (32,2%) Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais): 21.090 (28,9%) Cotas étnico-raciais: 8.037 (11%) Pretos e pardos - geral: 15.520 (21,3%) Isentos: 7.380 (10,1%) Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/11 - Vestibular Unesp 2020: veja o gabarito oficial da prova da 1ª fase
Prova teve 90 questões de múltipla escolha. Lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. Vestibular: 22 mil estudantes fizeram a prova da Unesp na capital A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou na noite desta sexta-feira (15) o gabarito oficial da versão 1 da prova da primeira fase do vestibular 2020. A organização alerta que o exame tem várias versões do caderno de provas e, abaixo, é apresentado o gabarito para divulgação geral. O candidato precisa consultar no site da Vunesp (www.vunesp.com.br) a sua versão de prova. Ao todo, 95.440 candidatos estavam inscritos para fazer a prova em 35 cidades, sendo 31 no estado de São Paulo. Eles responderam a 90 questões de múltipla escolha. Veja o gabarito da versão 1 da prova: Veja o gabarito oficial da versão 1 da prova da primeira fase da Unesp 2020 Divulgação VEJA O GABARITO DA VERSÃO 1 DA PROVA: 1 - A 2 - A 3 - B 4 - C 5 - A 6 - E 7 - D 8 - E 9 - E 10 - D 11 - D 12 - D 13 - D 14 - E 15 - A 16 - A 17 - D 18 - E 19 - C 20 - B 21 - A 22 - D 23 - E 24 - D 25 - E 26 - B 27 - C 28 - A 29 - E 30 - C 31 - D 32 - A 33 - E 34 - D 35 - B 36 - E 37 - E 38 - E 39 - A 40 - A 41 - C 42 - D 43 - E 44 - B 45 - B 46 - A 47 - B 48 - C 49 - A 50 - A 51 - E 52 - E 53 - D 54 - E 55 - C 56 - B 57 - A 58 - B 59 - E 60 - D 61 - B 62 - E 63 - C 64 - C 65 - A 66 - E 67 - D 68 - E 69 - A 70 - A 71 - A 72 - C 73 - C 74 - B 75 - D 76 - E 77 - D 78 - E 79 - E 80 - A 81 - B 82 - D 83 - A 84 - E 85 - C 86 - D 87 - C 88 - A 89 - B 90 - A 'Prova inovadora' a professora Vera Lúcia Antunes, coordenadora pedagógica do Colégio e Curso Objetivo, a prova da Unesp foi "inovadora". "Foi a prova mais interdisciplinar de todos os vestibulares da Unesp. Saiu do modelo clássico da Unesp que era mais conteudista e aplicou muita interdisciplinariedade", avaliou. Ela destacou questões de linguagem que misturava geografia (sobre o clima) com literatura. E as de matemática que misturava física e biologia. "O aluno tem que ter o conteúdo. Se ele domina, ele raciocina e chega à resposta. E fica feliz porque consegue perceber que foi avaliado no que ele estudou. Este é um modelo inteligente de prova, que mostra à educação brasileira que vale a pena estudar." Calendário A lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. A segunda fase será dias 15 e 16 de dezembro. São oferecidas 7.725 vagas, sendo 50% das vagas por curso (total de 3.878 vagas) destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Dessas vagas do sistema, reserva 35% a quem se autodeclara preto, pardo ou indígena. 2ª FASE: 15 e 16 de dezembro Constará de 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo e será realizada em dois dias: 1º dia: 24 questões, sendo 12 de Ciências Humanas (elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (elementos de Biologia, Química, Física e Matemática). 2º dia: 12 questões de Linguagens e Códigos (elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e Redação. Duração: 4 horas e 30 minutos. Vestibular Unesp 2020 Prova da 1ª fase: 15 de novembro Aprovados para a 2ª fase: 4 de dezembro Provas da 2ª fase: 15 e 16 de dezembro Resultado: 27 de janeiro de 2020 Matrícula virtual: 27 e 28 de janeiro de 2020
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15/11 - Projeto é desenvolvido na UFV para preservação do sagui-da-serra-escuro, ameaçado de extinção
O animal voltou a ser flagrado em Viçosa após 25 anos. Centro se prepara formação de uma população em cativeiro. Após 25 anos sem ser visto pela região, registros do sagui-da-serra-escuro voltaram a ocorrer em Viçosa Orlando Vital/UFV O Projeto “Aurita” desenvolve em Viçosa uma série de ações em prol da preservação do sagui-da-serra-escuro, ameaçado de extinção. Um estudo passou a ser realizado pelo Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV) após o animal ser flagrado, após 25 anos sem ser visto na região. Natural da Mata Atlântica e com distribuição geográfica original na Zona da Mata mineira, incluindo o município de Viçosa, o sagui-da-serra-escuro, ou cientificamente conhecido como Callitrix aurita, é um primata raro e ameaçado de extinção segundo a IUCN Red List. O responsável pelo flagrante foi o estudante Orlando Vital que, em 2017, durante o trabalho de conclusão do Curso de Ciências Biológicas, reencontrou um pequeno grupo da espécie a cinco quilômetros de Viçosa. Desde então, ele e o professor Fabiano Rodrigues de Melo convidaram integrantes do Programa de Conservação dos Saguis-da-serra para auxiliá-los na pesquisa. Atualmente, Vital é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal da UFV e desenvolve pesquisas sobre estes primatas. Em trabalhos de campo da pesquisa, foram visitados cerca de 70 fragmentos de Mata Atlântica na região e foram encontrados apenas dois grupos de C. aurita em contato direto com outras espécies. Segundo o projeto, isto representa uma ameaça, pois, ao se cruzarem, a genética da espécie vai se deteriorando. Para o professor Fabiano de Melo, com a diminuição da Mata Atlântica ocorre um aumento de espécies híbridas e disputa de espaço. “O país perdeu Mata Atlântica. O impacto foi severo e envolveu metade das espécies de macacos deste bioma, que inclui o sagui-da-serra-escuro”, explicou. Os estudos realizados pelo Projeto “Aurita” buscam novos grupos e entender quais são os fatores ambientais que favorecem a permanência deles onde estão localizados. Diante disso, Orlando Vital espera ajudar na conservação do C. aurita e entender a dinâmica dos invasores. Para encontrar e atrair os animais, os pesquisadores utilizada a técnica de playback, que consiste em emitir sons de saguis. Por se tratarem de animais com características territorialistas, ao ouvirem os barulhos, eles respondem e, muitas vezes, se aproximam para saber quem são os invasores. Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra O projeto começou a partir da monografia de Orlando Vital e se expandiu, chegando a contar, atualmente, com apoio de 28 integrantes, entre bolsistas e voluntários. São pesquisadores das áreas de Medicina Veterinária, engenharias Florestal e Ambiental, Ciências Biológicas, Zootecnia, Biologia Animal e Ciência Florestal. Com a identificação de grupos puros de C. aurita na microrregião de Viçosa, foi idealizada e realizada a criação do Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra (CCSS-UFV) para trabalhar efetivamente com a reprodução do primata visando à reintrodução futura na natureza. O espaço é um criadouro científico para fins de pesquisa, previsto em lei, licenciado pelo Instituto Estadual de Florestal (IEF) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O CCSS-UFV dedica se a cuidar de duas espécies: o Callitrix aurita, nativo de Viçosa, e o Callitrix flaviceps (sagui-da-serra), que também é natural da Mata Atlântica e tem uma distribuição bem menor no leste de Minas Gerais e na região montanhosa do Espírito Santo. Originalmente, o C. flaviceps não ocorre em Viçosa. Mas como já há registro desta espécie em cidades próximas, como Manhuaçu, Viçosa seria um centro de referência para a sua reprodução. Além da assistência institucional, o CCSS-UFV recebe apoio de organizações nacionais e internacionais. Em julho deste ano, as veterinárias e estudantes de pós-graduação Isabela Mascarenhas e Mayra Zerlotini, integrantes do Centro, realizaram treinamentos técnicos e práticos de manejo destes animais em cativeiro, priorizando o bem-estar deles. Para isso, foram concedidas bolsas pelo Apenheul Primate Park, zoológico especializado em primatas, situado em Apeldoorn (Holanda), e pelo Jersey Zoo, localizado no Reino Unido, que pertence à Durrell Wildlife Conservation Trust. O Centro tem uma sede no campus Viçosa, localizada próximo ao Departamento de Zootecnia e à Vila Dr. Secundino, que está sendo preparada para receber o primeiro indivíduo do C. aurita. Com isso, será iniciada a formação de uma população em cativeiro, cujo objetivo será assegurar a preservação do C. aurita e reproduzi-lo, para viabilizar seu retorno ao habitat no futuro.
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15/11 - De cafuné a ubuntu: 10 palavras 'sem tradução' famosas no mundo
Pesquisadora lista dez palavras de diversos idiomas do mundo que não têm tradução literal para outra língua. Cafuné no dicionário Aurélio Fabio Manzano/G1 Existem muitas palavras, em vários idiomas diferentes, que não podem ser traduzidas para outros idiomas com somente uma palavra. A BBC News Brasil explicou em vídeo o significado de dez palavras que não têm uma tradução literal, ele pode ser acessado aqui. Ella Frances Sanders, escritora do livro Lost in Translation, conversou com a reportagem sobre o assunto. Sanders nos disse que palavras intraduzíveis, ou "buracos lexicais", existem por conta de vários fatores diferentes. Um deles é o fato de que algumas palavras nunca foram necessárias no vocabulário de algumas nações. Ao mesmo tempo, a escritora enxerga as palavras que não podem ser traduzidas diretamente como "guardiães" que preservam a diversidade cultural e linguística no mundo. Com os avanços no campo das traduções automáticas, é interessantíssimo que algumas palavras continuem sem uma tradução literal. Sanders relata que esses fenômenos linguísticos funcionam como lembretes de que não é possível simplificar tudo. Veja a lista com algumas palavras sem tradução: Ré nao (热闹) - Mandarim - a felicidade sentida quando dentro de um ambiente Hygge - Norueguês - o prazer trazido pelas simplicidades na vida Sobremesa - Espanhol - conversa e descanso após almoço Kilig - Tagalog - frio na barriga, quando você começa a se apaixonar Nunchi - Koreano - captar a personalidade de alguém após ouvir atentamente o que a pessoa tem a dizer Pochemuchka - Russo - uma criança curiosa, que está sempre fazendo perguntas Jijivisha - Hindi - vontade de viver e alegria pela vida Tarab - Árabe - o sentimento de estar extremamente envolvido por uma música Ubuntu - Zulu - um conceito que apela à interdependência dos seres humanos; uma pessoa só é uma pessoa por conta de outras pessoas Cafuné - Português - coçar levemente a cabeça de alguém para fazê-lo adormecer Um fator em comum entre as palavras que não podem ser traduzidas é que elas expressam emoções. Além dessas, outras palavras também se encaixam como palavras intraduzíveis. Tim Domas, professor de Psicologia Positiva na Universidade do Leste de Londres, no Reino Unido, iniciou um projeto focado nas palavras que descrevem o estado de felicidade ao redor do mundo. Esse projeto se chama Lexicografia Positiva e foi abordado em reportagem de David Walker, publicada em 2017. Assim como as palavras citadas nesse artigo, as palavras do projeto de Domas são intraduzíveis. Mas, segundo o próprio professor, essas palavras deveriam ser integradas no nosso vocabulário — mesmo sem tradução literal.
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15/11 - Vestibular Unesp 2020: Portões são fechados e candidatos fazem prova da primeira fase
Prova com 90 questões de múltipla escolha começou às 14h. Medicina é o curso mais concorrido. Quase cem mil candidatos fazem hoje o vestibular da Unesp Os portões dos locais de prova da primeira fase do vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp 2020) fecharam às 14h desta sexta-feira (15). Ao todo, 95.440 candidatos estão inscritos para fazer a prova em 35 cidades, sendo 31 no estado de São Paulo. Eles vão responder a 90 questões de múltipla escolha em cinco horas de prova. O gabarito oficial será divulgado na noite desta sexta. A lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. A segunda fase será dias 15 e 16 de dezembro. São oferecidas 7.725 vagas, sendo 50% das vagas por curso (total de 3.878 vagas) destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Dessas vagas do sistema, reserva 35% a quem se autodeclara preto, pardo ou indígena. Cursos mais concorridos Medicina, psicologia e direito são os cursos mais procurados do vestibular Unesp 2020. O curso de medicina, ministrado no campus de Botucatu, tem 311 candidatos por vaga, um número maior do registrado no último vestibular, quando era 307 candidatos por vaga. Em seguida vem o curso de psicologia em Bauru, com 60,9 candidatos por vaga (ano passado, o curso teve concorrência de 53,7). Direito, em Franca, tem 47,3 candidatos por vaga (queda em relação ao último vestibular, quando foi 53,3). Veja os 10 cursos mais concorridos Medicina, em Botucatu (311 candidatos por vaga); Psicologia – integral -, em Bauru (60,9); Direito – matutino -, em Franca (47,3); Psicologia – noturno -, em Bauru (36,2); Medicina Veterinária, em Botucatu (36,0); Enfermagem, em Botucatu (33,2); Arquitetura e Urbanismo, em Bauru (32,4); Ciências Biomédicas, em Botucatu (31,6); Direito – noturno -, em Franca (30,0); Engenharia Química, em Araraquara (27,8). VEJA TODA A CONCORRÊNCIA DO VESTIBULAR UNESP 2020 1ª FASE: 15 de novembro Constará de 90 questões objetivas, sob a forma de teste de múltipla escolha, com 5 alternativas cada. Serão 30 questões para cada uma das seguintes áreas especificadas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o Ensino Médio: Linguagens e Códigos: elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte; Ciências Humanas: elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia; Ciências da Natureza e Matemática: elementos de Biologia, Química, Física e Matemática. Duração: 5 horas. 2ª FASE: 15 e 16 de dezembro Constará de 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo e será realizada em dois dias: 1º dia: 24 questões, sendo 12 de Ciências Humanas (elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (elementos de Biologia, Química, Física e Matemática). 2º dia: 12 questões de Linguagens e Códigos (elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e Redação. Duração: 4 horas e 30 minutos. Calendário do vestibular Unesp 2020 Prova da 1ª fase: 15 de novembro Aprovados para a 2ª fase: 4 de dezembro Provas da 2ª fase: 15 e 16 de dezembro Resultado: 27 de janeiro de 2020 Matrícula virtual: 27 e 28 de janeiro de 2020
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15/11 - Após acompanhar tratamento do pai, designer faz Unicamp para se tornar médico: 'Processo longo até tomar coragem'
Jovem de 33 anos decidiu mudar de carreira para dar luz a sonho de antigo de 'ajudar as pessoas'. Ele abandonou os trabalhos na atual profissão para de dedicar aos estudos. João Henrique abandona profissão antiga e segue sonho de cursar medicina em Campinas (SP) Nicole Almeida Aos 33 anos, João Henrique Lopes tem uma carreira bem sucedida, coroada com um mestrado na Itália, mas um sonho e uma motivação antiga mudaram os rumos da história do designer. Depois de acompanhar o tratamento do pai na recuperação de um acidente em 2015, o jovem amadureceu a ideia de se tornar médico para proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas. O primeiro passo da nova empreitada será dado neste domingo (17), na primeira fase do vestibular da Unicamp. O jovem morava fora do Brasil quando o pai precisou iniciar o tratamento para curar sequelas sofridas do acidente há 11 anos. Ele retornou à Campinas (SP) e começou a ver a vida mudar naquele momento, ao retomar o interesse pela área de saúde, que havia deixado adormecido para priorizar a paixão pelo desenho. No entanto, da vontade de mudar de profissão até a decisão efetiva de prestar o vestibular, ele precisou percorrer um longo caminho e questionou muitas vezes a decisão. “Foi um processo longo até tomar coragem. Na verdade, foi um ano trabalhando essa vontade dentro de mim”, relata. Lopes então correu atrás da nova profissão e, como já tinha dois amigos que tinham feito a escolha de cursar medicina mais velhos, ele buscou por conselhos para voltar aos estudos. “Eu tinha a experiência de vestibular de 10 anos antes, então não sabia como estava. Fazia tempo que não tinha contato com algumas matérias”, confessa. Nova rotina e volta aos estudos Apesar de estar há uma década longe do universo escolar, o vestibular da Unicamp não é uma novidade para o designer: é a terceira vez que ele fará a seleção da universidade. Além disso, a experiência adquirida ao longo dos anos é encarada como uma vantagem pelo estudante. “Já me sentia preparado, maduro, já tinha uma visão talvez menos romântica da profissão de medicina”, comenta. Com uma rotina de profissional e não mais de estudante, Lopes precisou abandonar os trabalhos como designer para se dedicar aos estudos para a nova carreira, já que os conteúdos do ensino médio não estão mais tão frescos na memória. O jovem ainda precisou se dividir entre as horas de dedicação aos livros com os compromissos da "vida adulta". “O grande desafio de quem é mais velho é exatamente você ter noção de que alguns conteúdos você vai ter que praticamente reaprender, a não ser que tenha uma memória incrível. Mas você vai ter que se familiarizar com as matérias. E ainda tem que organizar sua vida em geral, porque você tem outros afazeres além de estudar”, afirma. 'Valores que eu acredito' Além da motivação de se tornar médico após acompanhar o tratamento do pai, o jovem afirmou que sempre teve o sonho de cursar medicina para poder ajudar as pessoas e contribuir para elas tenham uma vida melhor. “É uma profissão que tem um prestígio social, então atrai muita gente pra essa área, além das pessoas que acreditam que podem ter melhoria de qualidade de vida, que foi um dos pontos principais para mim. Acho que a área da saúde trabalha valores que eu acredito, e eu sempre quis e tive essa vontade de trabalhar com pessoas, de trabalhar vinculado ao bem estar das pessoas”, diz. Com os as razões da mudança de carreira definidas e a dedicação necessária para conseguir o objetivo, faltava a benção da principal motivação da decisão de Lopes: seu pai. Por motivos óbvios, ele foi o primeiro a receber a notícia. “Foi a primeira pessoa que eu conversei, e ele super me apoiou e falou até que estava esperando esse momento”, brinca. O designer ainda acredita ser importante seguir seus sonhos para ter uma vida feliz e bem sucedida, e ainda aconselha outras pessoas que desejam mudar de carreira. “O meu conselho seria você fazer algo em que acredita. Quando você trabalha com algo que você acredita, aquilo se torna mais leve e acaba tendo sentido na sua vida”, finaliza. *sob a supervisão de Marcello Carvalho Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/11 - Vestibular da Unesp reúne 6,8 mil estudantes em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista
Candidatos podem levar lápis preto, apontador, borracha, caneta transparente esferográfica preta e régua transparente. Prova ocorre nesta sexta-feira (15) e portões abrem às 13h. 1ª fase do vestibular da Unesp em Araraquara (SP) ocorre nesta sexta-feira (15). Felipe Lazzarotto/EPTV A primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de São Paulo "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp) acontece nesta sexta-feira (15) em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista (SP), com 6.784 inscritos para fazer a prova. São 3.582 candidatos em Araraquara, 1.891 em Rio Claro e 1.311 em São João da Boa Vista que concorrem a 7.725 vagas espalhadas por todos os campi da Unesp. 6,8 mil alunos fazem vestibular da Unesp em Araraquara, Rio Claro e São João da Boa Vista Candidatos fazem nesta sexta a prova da primeira fase; confira os cursos mais concorridos Os portões abrem às 13h e as provas de conhecimentos gerais serão aplicadas às 14h. A saída do prédio será liberada após as 17h30, mas o exame poderá ser entregue até às 19h. Ao todo, serão 90 questões de múltipla escolha para serem respondidas em cinco horas de prova. O gabarito oficial será divulgado na noite desta sexta. A segunda fase do vestibular da Unesp será aplicada nos dias 15 e 16 de dezembro. Fabiana Assis/ G1 Orientações Os vestibulandos podem consultar onde farão a prova no site da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp). No local da prova é preciso levar um documento original com foto. Os estudantes podem levar lápis preto, apontador, borracha, caneta esferográfica transparente com tinta preta e régua também transparante. A segunda fase será aplicada nas mesmas cidades, em 15 e 16 de dezembro. Mais informações sobre o vestibular podem ser obtidas no telefone (11) 3874-6300, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e no site da Vunesp. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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15/11 - Vestibular Fuvest 2020: Medicina, fisioterapia e psicologia são cursos com maior aumento na concorrência
Medicina em Bauru cresceu 39,5% em relação à concorrência do ano passado. Primeira fase da prova para entrar na USP será no dia 24 de novembro. Primeira fase da Fuvest 2020 será dia 24 de novembro Celso Tavares/G1 Os cursos de medicina em Bauru, fisioterapia e psicologia tiveram os maiores crescimentos na relação candidato/vaga do vestibular Fuvest 2020. A disputa por uma vaga em medicina no campus de Bauru subiu de 86,9 candidatos por vaga no último vestibular para 124,21 no próximo vestibular, um crescimento de 39,5%. Fisioterapia subiu de 24,62 para 31,17, um aumento de 26,6%. Psicologia aumentou de 61,78 para 73,67 candidatos por vaga, crescimento de 19,2% Veja os cinco maiores aumentos na concorrência Medicina (Bauru) - 124,21 (2020) x 86,9 (2019) - subiu 39,5% Fisioterapia - 31,17 (2020) x 24,62 (2019) - subiu 26,6% Psicologia (São Paulo) - 73,67 (2020) x 61,78 (2019) - subiu 19,2% Medicina (Ribeirão Preto) - 89,04 x 108,65 (2019) - caiu 18% Ciências Biomédicas - 37,21 (2020) x 32,36 (2019) - subiu 15% Relações Internacionais - 58,6 (2020) x 51,50 (2019) - subiu 13,7% Medicina (Pinheiros) - 129,46 (2020) x 115,24 (2019) - subiu 12,3% A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (14) a relação candidato/vaga dos cursos oferecidos no vestibular 2020. Os três cursos de medicina, nos campus Pinheiros, Bauru e Ribeirão Preto, são os mais concorridos - Medicina Pinheiros tem 129,46 candidatos por vaga. Em quarto lugar aparece psicologia oferecido na Cidade Universitária, em São Paulo, com 73,67 candidatos por vaga. O curso de relações internacionais aparece em quinto lugar com 58,6 candidatos por vaga. Veja os 15 cursos mais concorridos da Fuvest 2020: Medicina (Pinheiros) - 129,46 candidatos por vaga Medicina (Bauru) - 124,21 candidatos por vaga Medicina (Ribeirão Preto) - 89,04 candidatos por vaga Psicologia (São Paulo) - 73,67 candidatos por vaga Relações Internacionais - 58,6 candidatos por vaga Curso Superior do Audiovisual - 46,92 candidatos por vaga Psicologia (Ribeirão Preto) - 43,24 candidatos por vaga Medicina Veterinária - 42,91 candidatos por vaga Ciências Biomédicas - 37,21 candidatos por vaga Design - 32,36 candidatos por vaga Publicidade e Propaganda - 31,20 candidatos por vaga Fisioterapia - 31,17 candidatos por vaga Jornalismo - 29,10 candidatos por vaga Artes Visuais - 26,57 candidatos por vaga Arquitetura (FAU) - 25,94 candidatos por vaga Total de candidatos inscritos Medicina (Pinheiros) - 15.794 Direito - 9.461 Engenharia (Poli) - 7.573 Medicina (Ribeirão Preto) - 6.856 Economia, Administração, Ciências Contábeis e Atuária - 5.794 Medicina (Bauru) - 5.217 Psicologia (São Paulo) - 3.610 Computação - 3.301 Letras - 2.897 Arquitetura (FAU) - 2.724 Física - 2.674 Relações Internacionais - 2.461 Medicina Veterinária - 2.403 História - 1.663 Administração (Ribeirão Preto) - 1.562 A Fuvest também divulgou os locais de prova da primeira fase do vestibular 2020 que será aplicado no dia 24 de novembro. Para acessar o local de prova, o inscrito deverá acessar o site da Fuvest e clicar em "área do candidato", onde vai inserir e-mail e senha cadastrados. Veja o Manual do Candidato Fuvest 2020 A prova da primeira fase será dia 24 de novembro. A segunda fase será dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Ao todo, 129.148 candidatos estão inscritos, sendo 117.019 alunos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. São oferecidas 8.317 vagas no vestibular da Fuvest. Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Outras 2.830 vagas são voltadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que fizerem o Enem. Calendário Prova da 1ª Fase: 24/11/2019 Provas da 2ª Fase: 05 e 06/01/2020 Divulgação da 1ª chamada: 24/01/2020 Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Veja lista de livros da Fuvest 2020 Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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15/11 - Amazônia, Brumadinho e crise na Venezuela: cursinhos apostam nos temas da 1ª fase da Unicamp
G1 ouviu quatro instituições de ensino que indicaram assuntos de atualidade que podem cair na prova; veja a lista completa. Primeira fase ocorre no domingo com 90 questões. Imagem do momento em que barragem B1, da Vale, se rompe em Brumadinho. Desastre pode cair na prova da Unicamp. Reprodução/TV Globo O desastre de Brumadinho, as queimadas na Amazônia e a crise da Venezuela são as principais apostas de temas dos cursinhos para a primeira fase do vestibular da Unicamp. O G1 ouviu quatro instituições de ensino, que deram dicas para que os estudantes se preparem. Confira a lista dos assuntos citados. Tragédia de Brumadinho Desmatamento e queimadas na Amazônia Venezuela: crise e migração China: guerra comercial e Hong Kong Brexit Epidemias: surto de sarampo; poliomielite; rubéola Refugiados na Europa Discussão sobre aquecimento global no Brasil Brasil e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) Manchas de óleo no Nordeste Turquia e curdos Crises econômica no Peru e política no Chile Ao todo, 90 questões compõem a primeira fase. Mais de 72,8 mil candidatos vão disputar 2.570 vagas em 69 cursos. O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial Brumadinho Professores do Poliedro, Anglo, Oficina do Estudante e Etapa foram unânimes ao citar os desastres ambientais. O diretor do cursinho Oficina, Marcelo Pavani, afirma que a prova deve abordar tanto os impactos ambientais quanto socioeconômicos do desastre de Brumadinho. "Acho que um tema que deve aparecer na prova da Unicamp, Brumadinho, Mariana, e os impactos ambientais relacionados a questão da mineração, além dos impactos socioeconômicos para as comunidades envolvidas, os pescadores na foz dos rios", exemplifica. O coordenador do Poliedro Campinas, Luis Gustavo Megiolaro, completa que o tema deve ser explorado de forma multidisciplinar. "A prova da Unicamp tem interdisciplinaridade, então um tema mais biológico como esse pode ser abordado em geografia, literatura, história. Não precisa vim com a roupagem de biologia". Queimadas e desmatamento na Amazônia "Outro tema bacana que vai na mesma linha são os problemas ambientais ao longo desse ano, queimada na Amazônia, mancha de óleo no litoral. Uma questão que já foi abordada na Unicamp, que é o efeito de manchas de óleo sobre os corais, que está acontecendo em Abrolhos. Vamos pensar que a prova começou a ser feita lá em agosto, quando começou a aparecer as manchas. Era um momento que os caras estavam pensando em temas atuais", destaca Pavani. Sobre as queimadas e desmatamento da Amazônia, o professor de geografia do Anglo Vestibulares, Sebastian Alvarado Fuentes, sugere que a Unicamp aborde, também, a relação com os agrotóxicos. "É um tema muito comum em vestibulares, não só na Unicamp". Queimadas na Amazônia chamaram a atenção da comunidade internacional Carl de Souza/AFP O coordenador de Geografia do Etapa Vestibulares, Paulo Inácio Vieira Carvalho, indica que a Unicamp deve buscar a origem histórica do desmatamento. "O vestibular não vai perguntar exatamente da ação do governo, se foi adequada ou não, mas o que vai ser perguntado? Qual o motivo que leva ao desmatamento, porque tantas queimadas". "Está relacionado à expansão da fronteira agrícola. Então, tudo começa com a exploração da madeira, depois temos a substituição da floresta por pastos para pecuária e, depois, quando toda a infraestrutura chegar, virão as commodities de exportação, entre elas a soja". "Muita atenção com base no desmatamento da Amazônia e claro, o vestibular não se atém ao factual, ele vai expandir isso para pedir um conceito, como por exemplo da Floresta Amazônica, as propriedades daquele solo", completa Carvalho. Venezuela O coordenador do Poliedro também aposta nas epidemias, principalmente de sarampo. "Outros temas que considero importantes e muito discutidos final do ano passado e começo desse ano [são] epidemias, surto de sarampo". Ele afirma que essa temática pode aglutinar outras disciplinas. "Essa questão do sarampo na região Norte do Brasil, em relação direta com a imigração da Venezuela e aí puxando outro tema, que seria crise na Venezuela". "O pais vizinho está com uma turbulência muito grande esse ano e a migração de venezuelanos para o Brasil tem sido também um assunto contemporâneo muito grande. O que o vestibular pode perguntar? Por onde eles entram, pelo estado de Roraima. Como é um estado que tem dificuldade de comunicação com o restante do Brasil, esses venezuelanos têm muita dificuldade de chegar aos grandes centros, onde poderiam ser incorporados à sociedade", acrescenta o coordenador de Geografia do Etapa Vestibulares. China O professor de geografia do Anglo Vestibulares, Sebastian Alvarado Fuentes, aposta em questões relacionadas à China. "Os últimos acontecimentos deste ano envolvem muito a China. A guerra comercial que está ocorrendo desde o ano passado entre China e EUA. As manifestações de Hong Kong. Então é provável que a Unicamp questione o histórico de Hong Kong, porque ela também faz isso, coloca o enunciado crítico, mas faz alternativas mais atuais". "Em 2019 temos efemérides, faz 70 anos da Revolução Chinesa, que foi em 1949, e também 30 anos do Massacre da Praça da Paz Celestial, então tem vários pontinhos interessantes que podem relacionar a China, que está em pauta", completa. O professor de geografia também lembra que a Unicamp abordou minorias em vestibulares anteriores e cita a minoria muçulmana uigur, da China. "Pode ser que eles juntem esses temas, minorias, junto com China, junto com sistema autoritário". Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/11 - Vestibular Unesp 2020: candidatos fazem nesta sexta a prova da primeira fase
Prova com 90 questões de múltipla escolha começa às 14h. Medicina é o curso mais concorrido Primeira fase do vestibular da Unesp tem 95 mil inscritos Daigo Oliva/G1 A Universidade Estadual Paulista (Unesp) aplica nesta sexta-feira (15) a primeira fase do vestibular 2020. Ao todo, 95.440 candidatos estão inscritos para fazer a prova em 35 cidades, sendo 31 no estado de São Paulo. A prova começa às 14h, quando os portões dos locais de prova serão fechados. Ao todo, serão 90 questões de múltipla escolha para serem respondidas em cinco horas de prova. O gabarito oficial será divulgado na noite desta sexta. Para a realização das provas o candidato deverá levar: Documento original com foto caneta esferográfica com tinta preta; régua transparente. A lista dos aprovados para a segunda fase será divulgada dia 4 de dezembro. A segunda fase será dias 15 e 16 de dezembro. Consulte seu local de prova Veja o Manual do Candidato Ao todo são oferecidas 7.725 vagas, sendo 50% das vagas por curso (total de 3.878 vagas) destinadas ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Dessas vagas do sistema, reserva 35% a quem se autodeclara preto, pardo ou indígena. Vestibular da Unesp deve ser respondido com caneta preta de tubo transparente Marcelo Brandt/G1 Cursos mais concorridos Medicina, psicologia e direito são os cursos mais procurados do vestibular Unesp 2020. O curso de medicina, ministrado no campus de Botucatu, tem 311 candidatos por vaga, um número maior do registrado no último vestibular, quando era 307 candidatos por vaga. Em seguida vem o curso de psicologia em Bauru, com 60,9 candidatos por vaga (ano passado, o curso teve concorrência de 53,7). Direito, em Franca, tem 47,3 candidatos por vaga (queda em relação ao último vestibular, quando foi 53,3). Veja os 10 cursos mais concorridos Medicina, em Botucatu (311 candidatos por vaga); Psicologia – integral -, em Bauru (60,9); Direito – matutino -, em Franca (47,3); Psicologia – noturno -, em Bauru (36,2); Medicina Veterinária, em Botucatu (36,0); Enfermagem, em Botucatu (33,2); Arquitetura e Urbanismo, em Bauru (32,4); Ciências Biomédicas, em Botucatu (31,6); Direito – noturno -, em Franca (30,0); Engenharia Química, em Araraquara (27,8). VEJA TODA A CONCORRÊNCIA DO VESTIBULAR UNESP 2020 1ª FASE: 15 de novembro Constará de 90 questões objetivas, sob a forma de teste de múltipla escolha, com 5 alternativas cada. Serão 30 questões para cada uma das seguintes áreas especificadas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o Ensino Médio: Linguagens e Códigos: elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte; Ciências Humanas: elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia; Ciências da Natureza e Matemática: elementos de Biologia, Química, Física e Matemática. Duração: 5 horas. 2ª FASE: 15 e 16 de dezembro Constará de 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo e será realizada em dois dias: 1º dia: 24 questões, sendo 12 de Ciências Humanas (elementos de História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e 12 de Ciências da Natureza e Matemática (elementos de Biologia, Química, Física e Matemática). 2º dia: 12 questões de Linguagens e Códigos (elementos de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte) e Redação. Duração: 4 horas e 30 minutos. Calendário do vestibular Unesp 2020 Prova da 1ª fase: 15 de novembro Aprovados para a 2ª fase: 4 de dezembro Provas da 2ª fase: 15 e 16 de dezembro Resultado: 27 de janeiro de 2020 Matrícula virtual: 27 e 28 de janeiro de 2020
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14/11 - Vestibular Fuvest 2020: veja os cursos mais concorridos para entrar na USP
Medicina é o mais concorrido com mais de 129 candidatos por vaga. Primeira fase da prova para entrar na USP será no dia 24 de novembro. Primeira fase da Fuvest será no dia 24 de novembro Celso Tavares/G1 A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (14) a relação candidato/vaga dos cursos oferecidos no vestibular 2020. Os três cursos de medicina, nos campus Pinheiros, Bauru e Ribeirão Preto, são os mais concorridos - Medicina Pinheiros tem 129,46 candidatos por vaga. Em quarto lugar aparece psicologia oferecido na Cidade Universitária, em São Paulo, com 73,67 candidatos por vaga. O curso de relações internacionais aparece em quinto lugar com 58,6 candidatos por vaga. Veja os 15 cursos mais concorridos da Fuvest 2020: Medicina (Pinheiros) - 129,46 candidatos por vaga Medicina (Bauru) - 124,21 candidatos por vaga Medicina (Ribeirão Preto) - 89,04 candidatos por vaga Psicologia (São Paulo) - 73,67 candidatos por vaga Relações Internacionais - 58,6 candidatos por vaga Curso Superior do Audiovisual - 46,92 candidatos por vaga Psicologia (Ribeirão Preto) - 43,24 candidatos por vaga Medicina Veterinária - 42,91 candidatos por vaga Ciências Biomédicas - 37,21 candidatos por vaga Design - 32,36 candidatos por vaga Publicidade e Propaganda - 31,20 candidatos por vaga Fisioterapia - 31,17 candidatos por vaga Jornalismo - 29,10 candidatos por vaga Artes Visuais - 26,57 candidatos por vaga Arquitetura (FAU) - 25,94 candidatos por vaga Total de candidatos inscritos Medicina (Pinheiros) - 15.794 Direito - 9.461 Engenharia (Poli) - 7.573 Medicina (Ribeirão Preto) - 6.856 Economia, Administração, Ciências Contábeis e Atuária - 5.794 Medicina (Bauru) - 5.217 Psicologia (São Paulo) - 3.610 Computação - 3.301 Letras - 2.897 Arquitetura (FAU) - 2.724 Física - 2.674 Relações Internacionais - 2.461 Medicina Veterinária - 2.403 História - 1.663 Administração (Ribeirão Preto) - 1.562 A Fuvest também divulgou os locais de prova da primeira fase do vestibular 2020 que será aplicado no dia 24 de novembro. Para acessar o local de prova, o inscrito deverá acessar o site da Fuvest e clicar em "área do candidato", onde vai inserir e-mail e senha cadastrados. Veja o Manual do Candidato Fuvest 2020 A prova da primeira fase será dia 24 de novembro. A segunda fase será dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Ao todo, 129.148 candidatos estão inscritos, sendo 117.019 alunos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. São oferecidas 8.317 vagas no vestibular da Fuvest. Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Outras 2.830 vagas são voltadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que fizerem o Enem. Calendário Prova da 1ª Fase: 24/11/2019 Provas da 2ª Fase: 05 e 06/01/2020 Divulgação da 1ª chamada: 24/01/2020 Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Veja lista de livros da Fuvest 2020 Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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14/11 - Bolsas da Unisul serão mantidas, diz universidade após anúncio de parceria com organização educacional
Bolsas individuais serão tratadas caso a caso e as relativas ao Colégio Dehon permanecem normalmente em 2020. Equipe falará com sindicatos sobre dívidas trabalhistas e salários atrasados. Coletiva de imprensa da Unisul Unisul/Divulgação Em coletiva na manhã desta quinta-feira (14), a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) destacou que as bolsas de vários tipos serão mantidas após a parceria com a organização Ânima Educação, anunciada na quarta (13). As bolsas individuais serão tratadas caso a caso e as relativas ao Colégio Dehon permanecem normalmente em 2020. O objetivo da parceria é a reestruturação da universidade. A ideia é que a organização assuma a manutenção da Unisul até janeiro de 2021. Para isso, a parceria precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, depois, ter manifestação favorável da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e do Ministério da Educação (MEC). Enquanto aguardam essa decisão, a Unisul e a organização farão uma gestão compartilhada da universidade em 2020. Negociações com trabalhadores Durante a coletiva, a Unisul também afirmou que os impostos que estavam pendentes foram quitados na manhã desta quinta. O reitor, professor Mauri Luiz Heerdt, disse ainda que os salários de outubro dos funcionários foram quitados nesta quinta. Em relação a dívidas trabalhistas e salários atrasados, a equipe que está à frente das negociações conversará com os sindicatos nos próximos 30 dias. Para que os pagamentos fossem feitos nesta quinta, foi preciso ajuda da organização. "Nos anteciparam R$ 20 milhões e, a título de empréstimo, R$ 93 milhões para podermos quitar esses débitos urgentes", disse o reitor. Para a presidente do Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Tubarão (Sinpaaet), Patrícia Schlickmann Orlandi, o sindicato ainda tem muitos questionamentos e que conhecerá a iniciativa quando começar a gestão compartilhada entre a Unisul e a organização. "Sabe-se que as demissões acontecerão por vários motivos. O Sinpaaet não acredita que seja o caso dos professores em sala de aula, já que há a necessidade deles para a universidade continuar funcionando. Porém não há motivo para uma demissão em massa, afinal a Unisul tem profissionais excelentes e todos podem ser aproveitados em vários setores", disse a presidente. Ela também confirmou que os salários de outubro foram pagos nesta quinta. Em relação a demissões, a Unisul disse em coletiva que não é possível abordar o assunto enquanto não houver resposta do Cade. Mas afirmou que um plano de ação será executado que prevê o ajuste de carga horária e de atividades administrativas com as horas/aula e operações existentes na universidade. Também disse que, dependendo do sucesso no processo de reestruturação, pode gerar novas vagas. A Unisul também negou que houvesse fechamento de cursos. Parceria Em nota na quarta, a universidade informou que a marca da Unisul será mantida, assim como a reitoria continuará em Tubarão, no Sul do estado. "Nós estamos numa dificuldade financeira muito grande, com atrasos salariais, problemas para o pagamento de impostos, problemas com pagamentos de fornecedores e na nossa capacidade de investimento", afirmou o reitor sobre a situação da universidade. "Primeiro, nós tentamos uma forma de nós mesmos resolvermos nossa dificuldade financeira", relatou sobre a busca por uma solução. "Partimos para outra linha de raciocínio, procuramos um parceiro forte para que juntos pudéssemos escrever uma nova página para a Unisul. Conversamos com várias empresas e o grupo com o qual a gente teve maior identidade foi o Ânima", completou o reitor. "Para a Unisul, é uma nova página. Estamos muito otimistas em relação ao futuro”, finalizou. O Cade disse por nota no final da manhã desta quinta que não há um edital publicado sobre a parceria e que esse documento é que torna público que há uma operação em análise pelo órgão. O MEC informou por nota que "não cabe ao Ministério da Educação se pronunciar sobre questões relacionadas à concentração econômica (fusões, incorporações, aquisições, etc) de empresas. O MEC atua como o guardião do padrão de qualidade da oferta do ensino superior do país, promovendo ações de regulação e supervisão relacionadas ao cumprimento da legislação educacional e à indução da melhoria dos padrões de qualidade". A vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) do campus de Tubarão da Unisul, Luzimary Della Justina Stange, afirmou que “esperamos que seja uma parceira de sucesso, para agregar mais valores para a universidade. Estávamos cientes de que como estava não tinha mais como. Precisa de muito investimento. Além de preço, tem que ter qualidade de ensino”. A Unisul tem aproximadamente 19 mil alunos distribuídos nas cidades de Tubarão, Araranguá, Braço do Norte e Içara, no Sul do estado, e em Palhoça e Florianópolis, além de ter um campus virtual de ensino a distância que atende o país. A universidade completará 55 anos de fundação em 25 de novembro. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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14/11 - 'Doutor é quem tem doutorado': os médicos e advogados que preferem não ser chamados de doutores
Na legislação brasileira, não há nenhuma norma que determine que qualquer profissional sem título acadêmico seja chamado de doutor; para médica, tradição cria barreira. 'É um título que deve ser usado somente no ambiente acadêmico', diz a ginecologista Melania Amorim, que tem doutorado Arquivo pessoal Melania Amorim é ginecologista e obstetra. Um fato que faz parte da rotina da profissão a incomoda: o termo doutora, utilizado pelos pacientes que são atendidos por ela em um hospital público de Campina Grande (PB). "Doutor é quem tem doutorado", diz ela — que tem doutorado —, à BBC News Brasil. Ela explica: "Ainda assim, é um título que deve ser usado somente no ambiente acadêmico". Para ela, a palavra doutor carrega uma hierarquia que afasta médico e paciente. "Parece que o médico é sempre o detentor do saber, o todo poderoso, enquanto o paciente não sabe nada e vai se submeter passivamente àquelas orientações. Penso que isso não se admite mais na atualidade, em que a gente acredita em uma medicina baseada na humanização do cuidado", declara. Logo no início das consultas, ela costuma explicar brevemente aos pacientes que não precisa ser chamada de doutora e pede que a chamem somente de Melania. "Os pacientes ficam meio atônitos quando toco nesse assunto e nem sempre entendem. Por isso, a gente tem que explicar com muito carinho e cuidado." Nem sempre o pedido da profissional é atendido, pois, segundo ela, a tradição de utilizar o termo para denominar os médicos faz com que muitos pacientes não consigam. "Eu não vou fazer uma confusão enorme com os pacientes, porque eles já vêm de determinada cultura, com determinados saberes populares. Se a pessoa continuar chamando de doutor, tudo bem. De todo modo, é importante fazer a defesa do fim do uso do doutor e explicar sobre o assunto para tentar construir uma nova cultura", declara a médica. Ela conta que poucos médicos pedem para não ser chamados de doutores. "Eu diria que a minoria aderiu a isso, porque a maioria não participa dessa discussão, apesar de ser um tema meio antigo", afirma. Melania admite que é um assunto polêmico e discutir sobre ele é arrumar problemas dentro da própria classe médica. Mas ela acredita que o número de profissionais que queiram deixar de ser "doutores" para os pacientes pode aumentar com o passar dos anos. Outra área na qual é comum que os profissionais sejam chamados de doutores, mesmo sem doutorado, é o Direito. No segmento, também há profissionais que pedem para não ser chamados dessa forma, como a promotora de Justiça Maísa Oliveira, que atua na Defesa da Cidadania de Olinda (PE). Maísa, cuja área de atuação tem contato direto com a população na busca por melhorias na prestação de serviços, afirma que tem uma relação conflitante com o fato de ser chamada de doutora. "Não sou doutora, porque não fiz doutorado. Mesmo que tivesse feito, não faria questão de ser chamada assim. Acho que o respeito pode ser expressado de outras formas, sem a utilização desse termo", diz. No Brasil, em áreas como a Saúde e o Direito, outros diversos profissionais também são chamados de doutores — alguns, por preferência, até ostentam o título em cartões de visita ou nas redes sociais — e outros por hábito da população. O tema desperta discussões. Especialistas afirmam que devido à tradição, não é errado chamar médicos e advogados de doutores. Porém, frisam que não pode haver imposição para o uso do termo, pois na legislação brasileira não há nenhuma norma que determine que qualquer profissional sem título de doutorado seja chamado de doutor. Um dos principais argumentos para que os advogados sejam chamados de doutores é uma lei promulgada no Brasil há quase 200 anos. Porém, estudiosos questionam a validade desse decreto (entenda abaixo). Principais entidades relacionadas a advogados e a médicos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) não possuem posicionamento oficial sobre o tema polêmico. A origem do termo O título de doutor foi formalizado por meio das primeiras universidades criadas no mundo, no fim do século XI, na Europa. Na época, o termo era relacionado a doutores em Teologia ou Filosofia, que eram os professores que, após estudos, eram considerados aptos a ensinar. "Mais tarde, a Universidade de Bolonha (Itália), passa a formar também estudiosos do Direito Romano, que eram os legistas e recebiam o título de Doutor em Leis, que também passaram a ser professores. Eles ainda se tornaram funcionários nas cortes europeias para estudar e redigir leis e outros documentos importantes", explica a professora de História e pesquisadora Tania Bessone, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A partir de então, o título de doutor passou a se popularizar em todo o mundo. No Brasil, se tornou muito comum por meio das primeiras escolas de Medicina, no início do século XIX. "Na época, os médicos defendiam uma tese ao fim do curso e recebiam o título de doutor. Esse hábito de chamar de doutor surgiu nesse período, inspirado nos modelos de faculdades de outros países", comenta Melania. Assim como no Brasil, o costume de chamar médicos de doutores permanece em outros países. Porém, Melania afirma que é importante frisar que há distinções nas formações acadêmicas. "Nos Estados Unidos, por exemplo, há um sistema diferente. Os estudantes fazem o college (iniciação ao ensino superior) antes do curso de Medicina. O médico, quando se forma, recebe o Medical Doctor (MD), que é um grau", explica. Já em relação aos advogados, Otávio Luiz Rodrigues, professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP), afirma que é incomum que as pessoas usem termos equivalentes ao doutor em outros países para identificar tais profissionais. "Eles são chamados de conselheiros, licenciados (que seria algo como bacharel em português) ou diretamente de advogados", detalha. O decreto de Dom Pedro 1º No centro da discussão de advogados brasileiros que afirmam que devem ser chamados de doutores está um decreto assinado por Dom Pedro 1º em 1827. No documento, o então imperador definiu que aqueles que concluíssem os cursos de ciências jurídicas ou sociais no Brasil poderiam ser considerados doutores. Assim, o uso do termo doutor se tornou cada vez mais popular. A queda do império, as mudanças na legislação do país e todas as alterações no Brasil desde 1827 não são considerados argumentos válidos para muitos que defendem que advogados ainda são, oficialmente, doutores. Isso porque justificam que o decreto de Dom Pedro 1º nunca foi revogado. Segundo Otávio Rodrigues, no entanto, o decreto não tem validade atualmente. "Não houve revogação expressa do decreto. Mas pelas legislações posteriores, que trataram de títulos acadêmicos, o título de doutor passou a ser concedido somente a pessoas que possuem doutorado." "Eles não possuem prerrogativa para serem chamados assim. É apenas uma questão de tradição, de um costume linguístico que não foi abandonado", declara o professor de Direito. O tema é polêmico até mesmo entre as instituições que representam as categorias. A OAB afirma que não há posicionamento do Conselho Federal da entidade sobre o tema. Já o Conselho Federal de Medicina (CFM) justifica que o "tratamento doutor com relação ao médico resulta de uma tradição cultural". A entidade afirma que a decisão de chamar um médico de doutor depende do tipo de relação estabelecida entre o profissional e o paciente e "pode variar em função do grau de proximidade, do tempo de convívio e da diferença de idade" entre eles. O CFM afirma que não há uma imposição para o uso do termo, mas também não há uma restrição. "Tudo deve acontecer dentro de um ambiente de respeito e cordialidade", conclui nota encaminhada à BBC News Brasil, assinada pelo vice-presidente da entidade, Donizetti Giamberardino. Aviso serve também como uma forma de 'quebrar o gelo' no atendimento, diz o defensor público Renan Reis Arquivo pessoal 'Não sou doutor' Os profissionais que comumente são chamados de doutores e não querem ser definidos assim dizem que é complicado explicar a questão ao público. "Prezados, o nome do defensor público é Renan. Não é doutor. Não é excelência. Não é senhor. É, simplesmente, Renan", diz um papel colado na porta da sala do defensor público Renan Reis, que atua em Codó (MA). Segundo ele, foi uma medida tomada para demonstrar que não existe relação de hierarquia entre ele e as pessoas que atende. "Esse aviso serve também como uma forma de 'quebrar o gelo' no atendimento, porque as pessoas já chegam perguntando por que não quero ser chamado de doutor. Explico que estamos ali para ajudar, que somos iguais. Percebo que isso deixa a pessoa mais à vontade para contar seu caso", comenta o defensor público. Para tentar humanizar o atendimento àqueles que o procuram, passou a usar roupas mais leves. Ele deixou de lado o terno, pois acredita que, assim como a retirada do "doutor", a mudança da vestimenta também colabora para melhorar o diálogo com o público que o procura. "Durante os atendimentos, utilizo roupas mais casuais, como calça jeans e camisa polo, ou mesmo camiseta da própria Defensoria. Isso gera maior conexão com as pessoas", comenta. Três anos atrás, Renan viu sua postura de inovar no atendimento ao público repercutir na internet. Isso porque uma fotografia com o aviso que consta na porta da sala dele viralizou nas redes sociais. Para tentar humanizar o atendimento àqueles que o procuram, Renan deixou de lado o terno que usava, pois acredita que, assim como a retirada do 'doutor', diz Renan Arquivo pessoal "Recebi inúmeras mensagens de pessoas compartilhando o aviso. Ao mesmo tempo em que achei interessante a repercussão, gerou um bom debate", conta. Ele revela que ficou surpreso ao notar que muitas pessoas defendem o uso do termo "doutor" no cotidiano. "Fiquei um pouco desapontado de, em pleno século 21, ainda termos tantas formalidades que criam barreiras no relacionamento entre as pessoas." Diferente de Renan, a promotora Maísa Oliveira, apesar de não querer ser chamada de doutora, não costuma pedir para que não a chamem dessa forma. "Penso que corrigir as pessoas ou pedir que me chamem de outro modo pode gerar constrangimento. Então, não me importo em ser chamada assim. Mas sempre me apresento apenas com o meu nome. Em ambiente profissional, também cito o meu cargo, o que faz, em muitos casos, com que as pessoas logo me chamem de doutora." "Deixo a pessoa à vontade para me chamar como achar melhor. Já me chamaram de tantas formas... 'dona promotora', por exemplo, acho que foi o mais curioso de todos. Penso que o ambiente jurídico já gera tensão nas pessoas, porque elas buscam a Justiça quando precisam solucionar um problema, por isso já chegam angustiadas e preocupadas. Não acho que a maneira de tratar, desde que com respeito, seja uma grande questão. E eu também gosto muito do meu nome, então não há desrespeito algum em me chamar somente por ele", completa Maísa. A promotora, que conta ter seguido carreira no Ministério Público por se identificar com a atuação social do órgão, considera que muitos profissionais da área de Direito querem ser chamados de doutores por acreditarem que seja uma forma de "distinção social". "Acredito que (a função de advogado) é uma profissão historicamente valorizada como de um status superior, como Medicina ou Engenharia. Mas hoje em dia isso não faz mais sentido. Quando pensamos na importância do conjunto de saberes da humanidade, que precisam se comunicar e se complementar, acaba perdendo o sentido valorizar mais este ou aquele profissional", diz Maísa. 'Não existe certo ou errado' O cirurgião Rodrigo Cabral acredita que não existe um modo correto ou errado de chamar um médico. "Não tenho problema em ser chamado de doutor, apesar de não ter doutorado. Mas, do fundo do meu coração, prefiro que me chamem pelo meu nome ou sobrenome. Nem todos que chamam de doutor sabem o seu nome. O respeito não está no termo doutor, mas no carinho do reconhecimento. Afinal, sou Rodrigo Cabral desde que nasci e me tornei médico há apenas 17 anos", diz. Ele avalia que o fato de muitos médicos pedirem para ser chamados de doutores ou se definirem desta forma pode parecer egocentrismo. "Existe um status que acompanha cada formalização de tratamento. Isso não me incomoda, por isso não preciso ser chamado de doutor. Nascemos do pó e ao pó voltaremos", afirma o médico, que atua em São Paulo (SP). A endoscopista Giuliana Florenzano também não faz questão de ser chamada de doutora. Ela justifica que seu objetivo ao cursar medicina foi cuidar das pessoas e, por isso, considera fundamental estabelecer uma relação confiança com os pacientes. Para isso, pede para ser chamada de Giu. "Não me incomodo em ser chamada de doutora no consultório, porque sei que é uma questão cultural. Mas prefiro que me chamem de Giu. Mesmo que tivesse feito doutorado não exigiria ser chamada de doutora", diz a médica. Giuliana se incomoda quando é chamada de doutora fora do consultório, em Taubaté Arquivo pessoal Giuliana comenta que o principal incômodo referente ao termo doutora surge quando é chamada assim fora do consultório. "Como moro em cidade pequena, me chamam assim mesmo fora do trabalho, como na farmácia ou na portaria da minha casa", relata a médica, que mora em Taubaté (SP). Ela conta que precisa pedir várias vezes até que as pessoas se acostumem a chamá-la de Giu. "Acredito que muitos médicos querem ser chamados de doutores porque se sentem respeitados assim. Para muitos, é uma forma de reconhecimento. Mas eu acredito que existem dois itens que podem dar respeito ao médico: conhecimento técnico e bom atendimento. Sendo assim, ser chamada de doutora não me soa importante", declara Giuliana. Lembrete em faixa na colação de grau Para alguns profissionais, a crença de que não precisam ser chamados de doutores surgiu durante a universidade ou logo no início da carreira. Durante a colação de grau do advogado Davi de Sousa Oliveira, em janeiro de 2018, dois amigos levaram uma faixa com a mensagem: "Parabéns, Davi! Mas lembre-se: doutor é quem tem doutorado". "Eu vi essa faixa quando fui chamado ao palco para pegar o canudo e eles a levantaram. Achei engraçado, mas segurei o riso naquele momento. A intenção deles era me constranger. Mas eles sabem que nunca fiz questão de ser chamado de doutor, porque não acho necessário", diz o advogado, que se formou em Palmas (TO), na Universidade Estadual do Tocantins, e hoje mora em Blumenau (SC). Hoje, atua na área cível e trabalhista e costuma pedir para que os clientes o chamem diretamente pelo seu nome. "Quando o cliente tem que chamar o advogado de doutor, cria-se uma barreira. Alguns entendem como uma forma de respeito, mas eu vejo como um distanciamento", declara. "Os clientes mais jovens preferem chamar pelo nome diretamente. Já os mais velhos têm mais dificuldade e, mesmo que eu diga que não é necessário, continuam me chamando de doutor", conta. Discussão relevante Melania acredita que a discussão sobre o uso do termo doutor é um tema importante. Ela revela que passou a se questionar sobre o tema ainda na faculdade, quando um professor falou sobre o distanciamento gerado ao chamar um médico desta forma. "Esse meu professor dizia que nossa principal função era corresponder aos anseios da população tão pobre e oprimida", diz. "Não é uma batalha formal. O que me irrita, é quando a pessoa força isso de ser doutor para reproduzir essa hierarquia em uma relação que vem se mantendo há muito tempo, na qual o paciente está em uma posição submissa", afirma. Ela é professora na Universidade Federal de Campina Grande e costuma comentar sobre o assunto com os alunos. "Explico isso para meus alunos e para os meus residentes, porque acho que como formadora de opinião, posso mudar a mentalidade de vários. Mas a resistência dos 'doutores' já formados é bastante grande, porque sempre vêm com a história de que estudaram e sofreram muito e fazem questão de serem chamados assim." A médica cita que o termo também está presente nas ruas e é usado, principalmente, pelos mais pobres para definir os que consideram como superiores. "A população é muito subserviente por toda uma questão que remete à escravatura. São séculos e séculos de opressão que as elites vêm exercendo sobre a população. Por isso, as pessoas que estão em posições de servir nas ruas ou nas praças, como flanelinha, o frentista ou o garçom, vão chamar de doutor com a maior naturalidade do mundo", declara Melania.
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14/11 - Fuvest divulga locais de prova da primeira fase do vestibular 2020
Primeira fase da prova para entrar na USP será no dia 24 de novembro. Mais de 129 mil candidatos estão inscritos. Alunos fazem prova da Fuvest Celso Tavares/G1 A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (14) os locais de prova da primeira fase do vestibular 2020 que será aplicado no dia 24 de novembro. Para acessar o local de prova, o inscrito deverá acessar o site da Fuvest e clicar em "área do candidato", onde vai inserir e-mail e senha cadastrados. Veja o Manual do Candidato Fuvest 2020 A prova da primeira fase será dia 24 de novembro. A segunda fase será dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Ao todo, 129.148 candidatos estão inscritos, sendo 117.019 alunos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. São oferecidas 8.317 vagas no vestibular da Fuvest. Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Outras 2.830 vagas são voltadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que fizerem o Enem. Calendário Prova da 1ª Fase: 24/11/2019 Provas da 2ª Fase: 05 e 06/01/2020 Divulgação da 1ª chamada: 24/01/2020 Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Veja lista de livros da Fuvest 2020 Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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14/11 - Unicamp 2020: vestibular terá pela 1ª vez sistema de reconhecimento facial de candidatos, diz comissão
Diretor destaca que medida visa aprimoramento da segurança do exame. Primeira fase será aplicada no domingo (17) e 72,8 mil disputam 2,5 mil vagas em cursos de graduação. Candidatos prestarão vestibular da Unicamp no próximo domingo. Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp usará pela primeira vez, no vestibular 2020, um sistema para reconhecimento facial dos candidatos com objetivo de aprimorar a segurança do processo seletivo. A prova da 1ª fase está marcada para a tarde deste domingo (17) e, de acordo com a organização (Comvest), o teste será realizado em uma escola de Campinas (SP). Nesta edição, 72,8 mil estudantes disputam 2,5 mil vagas. "O vestibular tem uma grande credibilidade por conta de suas provas, da organização e da segurança. Nesse sentido nossos esforços são contínuos e em todas as áreas", explica o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto. O G1 fará cobertura em tempo real do vestibular, incluindo correção extraoficial As oportunidades são oferecidas pela universidade em 69 cursos. A expectativa é de que o sistema seja efetivado a partir da 2ª fase do exame, onde o número de aprovados é estimado em cerca de 15 mil estudantes pela instituição estadual de ensino. Atualmente, a Unicamp realiza coletas das impressões digitais dos participantes e o investimento necessário para usar o novo sistema não foi confirmado. "O sistema funciona com o uso de um tablet. Faremos fotos que são armazenadas em servidor específico e funcionará também como lista de presença. Teremos, nesse caso, a informação em tempo real sobre presentes e depois será checado novamente na matrícula", destaca. O diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, explicou esquema de reconhecimento facial. Mirela Von Zuben/G1 O exame terá 90 questões de múltipla escolha para avaliação de conhecimentos nas disciplinas de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, matemática, história, geografia, sociologia, filosofia, física, química, biologia e inglês. Além disso, a avaliação também reúne perguntas interdisciplinares. Consulte o local de prova por nome ou número de inscrição Os portões abrem às 12h (horário de Brasília), fecham às 13h e as questões devem ser respondidas em até cinco horas pelos participantes. O vestibular ocorre em 30 municípios paulistas, incluindo a capital, e mais cinco cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Dez cursos mais concorridos Medicina - 325 candidatos por vaga (c/v) Arquitetura e urbanismo - 87 c/v Ciências biológicas–integral - 60 c/v Comunicação social–midialogia - 49 c/v Ciência da computação - 40 c/v Farmácia–integral - 39 c/v História–integral - 37 c/v Engenharia da computação - 38 c/v Engenharia química–integral - 35 c/v Enfermagem–integral - 33 c/v Nesta edição, a Unicamp contabilizou 3,4 mil candidatos a menos inscritos neste processo seletivo, no comparativo com a edição anterior, quando foram registrados 76,3 mil estudantes. Por outro lado, a comissão registrou elevação no índice de candidatos da rede pública que integram a relação. Veja aqui o edital do vestibular 2020 Considerando-se a busca por cursos, o destaque foi história, que voltou a fazer parte dos dez mais procurados. Para Freitas Neto, uma das explicações para o maior interesse na carreira tem relação com os "tempos de crise". Já o historiador Leandro Karnal reflete que o fenômeno ainda deve ser estudado e elenca uma série de explicações para o resultado. Unicamp recebe inscrições para 639 vagas com ingresso via Enem Estatísticas de inscritos 2020 Geral: 72.859 Escola pública: 23.464 (32,2%) Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais): 21.090 (28,9%) Cotas étnico-raciais: 8.037 (11%) Pretos e pardos - geral: 15.520 (21,3%) Isentos: 7.380 (10,1%) Calendário A 2ª fase do vestibular 2020 está marcada para os dias 12 e 13 de janeiro. Está será a primeira vez em que o formato passa a ter dois dias de prova dissertativa com cinco horas de duração cada um, enquanto que até a edição anterior eram três dias, cada um deles com até quatro horas para término. Primeiro dia: oito questões de português, duas de inglês e uma redação. Segundo dia: seis questões de matemática, duas de ciências da natureza e duas de ciências humanas (interdisciplinares), além de 12 questões específicas da área escolhida pelo candidato. As avaliações de habilidades específicas (exigidas aos candidatos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais e dança) serão entre os dias 20 e 24 de janeiro. A divulgação da primeira chamada ocorre em 10 de fevereiro, enquanto que a matrícula (não presencial) dela será em 11 de fevereiro. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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14/11 - Unisul anuncia parceria com organização educacional
Segundo universidade, objetivo é reestruturação da instituição. Ideia é que organização Ânima assuma a manutenção da Unisul até janeiro de 2021. Prédio da Unisul em Araranguá Unisul/Divulgação A Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) anunciou na noite desta quarta-feira (13) que assinou uma parceria com a organização Ânima Educação para reestruturação da universidade. A ideia é que essa entidade assuma a manutenção da Unisul até janeiro de 2021. Para isso, a parceria precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, depois, ter manifestação favorável da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e do Ministério da Educação (MEC). Enquanto aguardam a decisão do Cade, a Unisul e a organização farão uma gestão compartilhada da universidade em 2020. Segundo nota oficial da Unisul, as duas passarão a atuar de maneira conjunta na gestão. Ainda conforme a nota, a marca da Unisul será mantida, assim como a reitoria continuará em Tubarão, no Sul do estado. Para o Presidente da Fundação Unisul, professor Sebastião Salésio Herdt, “a parceria com a Ânima Educação é uma solução inovadora, e vai permitir a reestruturação da instituição e agregar valor à sua performance como universidade”. Até a publicação desta notícia, a Unisul não havia informado sobre como ficará a situação dos professores e demais trabalhadores da universidade. Para a vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) do campus de Tubarão da Unisul, Luzimary Della Justina Stange, “esperamos que seja uma parceira de sucesso, para agregar mais valores para a universidade. Estávamos cientes de que como estava não tinha mais como. Precisa de muito investimento. Além de preço, tem que ter qualidade de ensino”. O G1 entrou em contato com a Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Estado de Santa Catarina, o Cade e o MEC. Até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta. A Unisul tem aproximadamente 19 mil alunos distribuídos nas cidades de Tubarão, Araranguá, Braço do Norte e Içara, no Sul do estado, e em Palhoça e Florianópolis, além de ter um campus virtual de ensino a distância que atende o país. A universidade completará 55 anos de fundação em 25 de novembro. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova laranja
Inep divulgou gabarito nesta quarta-feira (13). Candidatos podem saber número de acertos, mas não a nota final. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado na tarde desta quarta-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja o gabarito oficial da prova VÍDEO: resolução das 10 questões mais difíceis A seguir, confira as respostas da prova LARANJA do PRIMEIRO dia: Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova laranja Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova laranja Initial plugin text
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova verde
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova verde
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova azul
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 1º dia - prova rosa
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13/11 - Gabarito do Enem 2019 - 2º dia - prova cinza
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