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23/10 - Uerj terá vestibular em março de 2022, com prova única de 60 questões e redação
Anúncio foi feito por meio das redes sociais do vestibular da universidade. Prova será em 20 de março, e inscrições começam na segunda quinzena de dezembro. UERJ divulga datas de vestibular 2022 A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) divulgou a data do Vestibular 2022: as inscrições serão na segunda quinzena de dezembro e a prova vai ser realizada em 20 de março do ano que vem. Dessa vez, será apenas uma prova, com 60 questões objetivas e uma prova de redação. Vestibular 2022 Uerj: inscrições: 2ª quinzena de dezembro; provas: 20 de março; resultado dos pedidos de isenção deve sair no dia 29 de outubro; recursos serão recebidos ente 3 e 5 de novembro. Uerj terá vestibular em 20 de março de 2022 Reprodução/TV Globo Initial plugin text Pedidos de isenção A UERJ já recebeu pedidos de isenção de taxa do vestibular 2022 no final do mês de setembro. Puderam participar estudantes que estão no último ano do ensino médio e que já o concluíram e possuem renda mensal familiar de até R$ 1.650. Vestibular 2022 Em razão da pandemia do coronavírus, o processo seletivo continuará com formato de exame único. Desse modo, os vestibulandos deverão responder questões objetivas de todas as disciplinas e uma prova de redação nesse mesmo dia. Veja as provas dos vestibulares anteriores da UERJ A prova das disciplinas de Língua Portuguesa e de Literaturas do Exame Único do Vestibular da UERJ 2022 cobrará novamente o livro Os Sonetos, de Luiz de Camões. A quantidade de vagas que serão oferecidas neste vestibular ainda não foi informada pela instituição. Para mais detalhes, acesse o site do vestibular da UERJ.
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23/10 - China promulga lei para reduzir pressão das tarefas escolares
Nos últimos meses, o governo aprovou diversas regras com a meta de combater atividades que considera prejudiciais ao desenvolvimento infantil. Crianças posam para fotos com seus trabalhos com recorte de papel com o caractere chinês 'cavalo' do zodíaco chinês, em uma escola primária em Jiujiang na China. China Daily/Reuters A China promulgou neste sábado (23) uma lei que limita as tarefas e cursos extracurriculares, uma iniciativa que tem o objetivo de reduzir a grande pressão sofrida pelos alunos, informou a imprensa estatal. Nos últimos meses, o governo aprovou diversas regras com a meta de combater atividades que considera prejudiciais ao desenvolvimento infantil. LEIA TAMBÉM: Menores de idade terão limite de 3 horas por semana para jogar on-line na China China quer punir pais de crianças mal-educadas China transforma em lei autorização para que casais tenham até três filhos Pequim já havia proibido os menores de idade de jogar videogames por mais de três horas semanais para combater o que considera uma dependência. Também reduziu drasticamente a possibilidade de aulas particulares e de reforço. Nas últimas semanas, o governo também adotou mais medidas ideológicas contra a 'idolatria das celebridades", em particular no que diz respeito a programas de televisão com a participação de artistas que o regime considera "vulgares" e "afeminados". China vai reprimir 'estilos afeminados' na TV A partir de agora, as autoridades locais devem "fortalecer a supervisão para reduzir a carga dos alunos em termos de tarefas e cursos extracurriculares", destacou a agência oficial Xinhua, em referência à lei aprovada neste sábado pelo Parlamento. "Os pais devem distribuir de maneira razoável o tempo dedicado aos estudos, descanso, entretenimento e atividade física dos menores de idade para não sobrecarregar o aprendizado e evitar qualquer dependência da internet", afirma o texto. A lei, que recebeu o nome de "promoção da educação familiar", entrará em vigor em 1º de janeiro 2022. Vestibular pesado O sistema escolar da China é muito seletivo. Os chineses se preparam desde a infância para passar, aos 18 anos, na prova de acesso às universidades, que determina se o estudante está em condições ter acesso ao Ensino Superior e em qual estabelecimento. Polícia organiza saída de estudantes das escolas para prestarem vestibular em Liu'an, na China, na última segunda (6) Reuters Neste contexto, muitos pais gastam verdadeiras fortunas para matricular os filhos nas melhores escolas ou providenciam aulas particulares, o que afeta suas finanças e a saúde dos menores de idade. Com o envelhecimento da população, efeito colateral de décadas de políticas muito restritivas sobre o controle da natalidade, a China tenta agora reverter a tendência e permite que os casais tenham até três filhos. Mas os custos vinculados à educação provocam dúvidas entre os pais e o governo tenta, com as novas leis para reduzir a carga escolar em vários aspectos, estimular o aumento da taxa de natalidade.
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23/10 - Enem 2021: faltando menos de um mês para prova, professores do DF dão dicas sobre redação e questões importantes
Prova está marcada para 21 de novembro. Educadores falam sobre como se fazer boa prova, estudar no tempo que resta e também descansar. Caderno do Enem, em imagem de arquivo Ana Carolina Moreno/G1 O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021 teve cerca de 3,1 milhões inscritos. Este é o menor número de candidatos desde 2005. No Distrito Federal, 82,7 mil pessoas devem participar da prova marcada para o dia 21 de novembro. Brasília ficou em 17° lugar no total de inscrições no ranking nacional. LEIA TAMBÉM: REDAÇÃO: 10 dicas para tirar nota máxima 'NOTA MIL': Veja dicas de quem tirou nota máxima na redação do Enem HISTÓRIA NO ENEM: Quais os 5 temas que mais 'caem' na prova? Faltando menos de um mês para exame, o g1 conversou com professores do DF que dão dicas de como se preparar no tempo que resta, a rotina de estudos, o foco nas habilidades específicas do estudante e a importância de descansar. Sobre a redação, uma das partes mais importantes – e até temidas da prova – os educadores têm até um palpite para o tema. "Se foi algo cobrado 3 anos atrás, não deve se repetir", diz o professor Gabriel Remington. A aposta dele, neste ano, é que o tema esteja ligado ao meio ambiente, já que o assunto entrou na prova, na última vez, em 2008. Na entrevista abaixo, os professores abordam os seguintes pontos: Como se preparar antes da prova; Quais temas prováveis da redação; Como fazer a avaliação; Importância de descansar. Preparação Professor de língua portuguesa e de redação, Gabriel Remington, de 31 anos, diz que, mesmo com tempo curto, a preparação por meio dos estudos ainda é importante. Na reta final, o educador aconselha que o aluno foque no desenvolvimento de habilidades – e não em conteúdos. "Habilidade significa ter desenvolvido, ao longo do ensino médio, determinados conhecimentos e capacidades. Na língua portuguesa, uma das habilidades mais comuns é de como acontece a progressão de um texto", diz Gabriel. Para se preparar para a redação, Gabriel diz que o ideal é de que o estudante treine bastante. "Façam redações propostas por professores e além disso. Procurem outros temas, porque redação se melhora com treinamento, muito treinamento". Professor de português e redação do DF, Gabriel Remington, dá dicas para o Enem Arquivo pessoal O professor de Geografia, Washington Neto, de 32 anos, diz que, nesses últimos dias, uma dica importante é revisar conteúdo. "Em menos de um mês, o aluno não vai resolver todas as matérias. O ideal é fazer o aprendizado em cima da revisão", aponta Washington. Segundo o educador, um bom exercício é refazer uma das provas antigas do Enem por dia. "Assim, dá para condicionar o cérebro para o formato da avaliação. "O ideal é pegar exames a partir de 2009 e 2010, que já estão adequados ao modelo atual", diz ele. Professor de geografia do DF, Washington Neto, dá dicas para o Enem 2021 Arquivo pessoal E os temas da redação? Gabriel Remington explica que o Enem trabalha com temas de redação que seguem "eixos temáticos", divididos em "grandes áreas", como educação, saúde e segurança. "Por exemplo, na última prova, o tema girou em torno da saúde mental", lembra. "Naturalmente, temos percebido que a banca responsável pelo Enem evita repetir eixos temáticos com certo prazo de distância. Se foi algo cobrado 3 anos atrás, não deve se repetir", diz Gabriel. A aposta dele é de que o tema deste ano seja focado em meio ambiente, já que a última vez que o assunto entrou na redação foi em 2008. Segundo o professor de língua portuguesa, dentro de meio ambiente, as temáticas que têm relevância são as seguintes: Descarte de lixo Crise de matrizes energéticas, como a crise hídrica Impactos ambientais do consumo Gabriel também cita cidadania como um eixo temático que pode ser abordado este ano. Mas alerta que, geralmente, os temas não são "óbvios". "Os temas normalmente envolvem o Brasil e os problemas que existem no país", conta. O professor Washington Neto explica que os temas normalmente são sociais e a aposta, nesta prova, é que falem sobre alguma problemática ambiental, social ou política, mas envolvendo a sociedade. O professor concorda que a questão ambiental pode ser abordada na prova, mas traz outras dicas de conteúdo como: Educação sexual nas escolas Controle parental Polêmica sobre vacinas Pedofilia na internet O que fazer durante a prova? Gif de caderno com folhas passando Giphy Os dois professores são unânimes ao indicar que o estudante deve começar a responder a prova pela parte em que ele se sente mais bem preparado. Mas não antes de checar o tema da redação. "Não é uma metodologia de aprovação, mas aconselho começar por aquilo que você domina. Só que antes, veja o tema da redação para que o cérebro fique condicionado a fazer uma prova com olhar filtrado. Talvez até mesmo na prova apareça algum texto que vai ajudar", diz Washington. O professor Gabriel segue na mesma linha. "Leia o tema da redação e comece pelo que menos gasta energia. Depois de fazer o que você mais tem aptidão, faça logo a redação e, em seguida, termine a avaliação", aconselha. Para o professor, começar por algo que você já tem conhecimento dribla o nervosismo e dá segurança. "Também é importante pensar e planejar o que levar para comer", diz. Mas e o descanso? Aluno do DF escreve em caderno TV Globo / Reprodução O professor Gabriel aconselha que, uma semana antes da prova, depois do aluno já ter treinado muito e se dedicado, o ideal é descansar. Para ele, uma preparação prévia e duradoura evita o famoso "branco", que geralmente é causado por um descontrole emocional. "Se você aprendeu, não vai acontecer o esquecimento", diz Gabriel. De acordo com o educador, os últimos dias são o momento para se organizar emocionalmente e relaxar. "Na semana anterior, é melhor acostumar a mente a se sentir mais tranquila e confortável. É importante desenvolver calma, afinal, o aluno já se preparou e buscou esforço", diz ele. Antes da prova, Gabriel também indica uma alimentação leve. Também é importante pensar no que levar para comer durante o exame. Washington defende que o ideal é estabelecer uma rotina de estudo mas que com tempo para o lazer e para praticar exercícios físicos. "Um dia antes, o ideal é ter uma boa noite de sono, acordar um pouco mais cedo, fazer exercícios e se alimentar bem, com comidas leves", aconselha. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
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23/10 - Estudantes promovem 'dia sem mochila' e vão à aula levando material de estudo em berço, skate e outras formas inusitadas, em Fortaleza
Alunos chegaram ao colégio com livros 'guardados' em sacolas plásticas, tábua de ferro de passar, sanduicheira, almofada, gaiola, entre outros locais. Alunos de Fortaleza fazem 'dia sem mochila' e criam outras formas de levar materiais Alunos de uma escola particular de Fortaleza resolveram fazer uma brincadeira para encerrar o ano letivo e comemorar a conclusão do 3º ano do ensino médio de forma inusitada e bem-humorada. Para isso, eles criaram na quarta-feira (20) o "dia sem mochila" e foram à escola levando o material didático em skate, sacolas plásticas, uma tábua de ferro de passar, gaiolas e até um berço. A estudante Lívia Cavalcante, de 17 anos, disse que a ideia inicial era de os alunos irem ao colégio fantasiados, mas como mexeria no fardamento, a turma decidiu fazer o trote tendo como inspiração outros vídeos encontrados no Tik Tok. A estudante Talita Alcoforado leva os materiais amarrados em uma prancha de skate Arquivo pessoal "Estou no 3º ano do ensino médio, estamos perto de acabar os estudos, de fazer a prova do Enem e nossa turma resolveu fazer uma brincadeira para encerrar o ano então fizemos um grupo e todo mundo aceitou levar os materiais escolares de forma bem criativa, sem usar a mochila e ficou muito engraçado", explica. Em vídeos e fotos compartilhados nas redes sociais, os alunos aparecem entrando na sala de aula transportando os materiais escolares dentro de sanduicheira, amarrados em um violão, dentro de cestos, CPU de computador, isopor, almofada, entre outros . "Eu fui de forma mais discreta, levei meus materiais em uma sacola florida feita de plástico, já outra amiga minha foi com uma bag de entregador de aplicativo", brinca Lívia. Estudante leva mochilas em berço Reprodução Livros e cadernos foram transportados em cestos, sanduicheiras e até gaiolas por alunos de uma escola de Fortaleza Arquivo pessoal Letícia Brandão, de 17 anos explicou que a família tinha uma franquia de loja de açaí e por isso conseguiu o acesso usado pelos entregadores de aplicativo. "Quando meus amigos me falaram da ideia de levar os materiais em algo bem criativo eu fui procurar aqui em casa e achei essa mochila de entregador e um casaco e não pensei duas vezes em usá-los para levar meus materiais nela. Gostei muito da ideia, a gente se divertiu demais, acho que a gente desempenhou bem a brincadeira, foi muito legal", disse a estudante que planeja cursar direito. A estudante Letícia Brandão levou seus materiais dentro de uma mochila usada por entregadores de comida de aplicativo Arquivo pessoal Além de viralizar na internet, a brincadeira não passou despercebida pelos professores e alunos de outras turmas e dos funcionários. "Os alunos das outras turmas acharam muito engraçado, na entrada do colégio o rapaz que mede a nossa temperatura foi logo perguntando o que era aquilo, os professores ficaram sem entender nada. O pessoal da limpeza também adorou e tirou várias fotos com a gente, foi o maior sucesso e se a gente se divertiu bastante também", disse a estudante. Brincadeiras à parte, a jovem afirma que ela e a turma inteira estão em fase final de preparação para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que acontece em novembro deste ano. Ela vai tentar uma vaga no curso de odontologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e o g1 deseja boa sorte a todos! Um dos estudantes resolveu levar o material escolar em uma sanduicheira Arquivo pessoal
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23/10 - Confira quais são os cursos mais concorridos do vestibular da UFSC 2022
A provas para o ingresso na instituição acontecem nos dias 29 e 30 de janeiro de 2022, de maneira presencial. Candidato confere sala onde vai fazer a prova do vestibular UFSC/UFFS Tiago Ghizoni/NSC A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem, entre os cursos oferecidos no vestibular de 2022, quatro mais concorridos: medicina, engenharia aeroespacial, medicina veterinária e fisioterapia (leia mais abaixo). As provas vão acontecer nos dias 29 e 30 de janeiro de 2022 de maneira presencial. As inscrições estarão abertas até 19 de novembro. O candidato deve optar por um dos cursos de Graduação da instituição. Para alguns cursos dos campi de Araranguá, Blumenau, Florianópolis e Joinville o candidato poderá indicar também uma outra opção. São 4.521 vagas em 102 cursos de graduação oferecidos nos cinco campi da instituição: Araranguá, no Sul catarinense, Blumenau, no Vale do Itajaí, Curitibanos, no Oeste, Joinville, no Norte e em Florianópolis. UFSC publica edital do vestibular 2022 Medicina Medicina é um dos cursos mais procurados na UFSC No último vestibular presencial da Universidade Federal de Santa Catarina, em 2019, o curso de medicina disponibilizou 100 vagas, cerca de 30 delas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Foram 5.869 inscritos nesta curso, ou seja, 83.84 pessoas por vaga. Neste ano, a estudante Manuela Simon Studzinski está se preparando para concorrer e realizar o sonho de se tornar médica. Para isso acontecer, o cronograma de estudos é intenso. "Segunda e terça eu tenho aula até às 18h, mas eu vou 7h da manhã para aula. Boto meu cursinho em dia e daí eu estudo as matérias que eu tive no dia. Nos finais de semana eu faço simulado todo domingo, ou Enem ou UFSC. No momento que eu souber que consegui [passar] vai ser muita emoção, tenho certeza", afirma Manuela Simon. Manuela Simon tem uma rotina intensa de estudos para concorrer a uma vaga no curso de medicina da UFSC NSC TV/Reprodução Em 62 anos de história, 102 turmas e mais de 5 mil médicos foram formados na UFSC. São seis anos de curso. Os quatro primeiros são mais teóricos e os dois últimos voltados para a atividade prática, o internato. "O maior desafio é a carga horária despendida. O curso de medicina é período integral. São seis anos de curso. Os quatro primeiros são mais teóricos e os dois últimos voltados para a atividade prática, o internato e plantão. Exige bastante esforço do aluno, mas nada que não se dê conta. Tendo boa vontade, não é problema", afirma o Coordenador do curso de Medicina da UFSC, Edevard Araújo. Campus da Universidade Federal de Santa Catarina em Florianópolis (SC) NSC TV/Reprodução Mário Zunino se formou recentemente, em 2020, na instituição e atua como médico Socorrista do SAMU. "É um curso que tem essa dificuldade pela elevada quantidade de conteúdo e carga horaria, mas que também dá muita motivação porque tem uma crescente [de aprendizado]. Começa com assuntos mais teóricos e depois começando a ter contato com pacientes, com a comunidade. Essa sensação - do começo ate o final do curso - um crescimento muito legal o formar-se médico", Mário Zunino. Mesmo depois da formatura o ritmo de estudos não diminui. "São 6 anos de faculdade, depois eu fiz duas residências, o que são mais 4 anos. Depois fiz o doutorado, são mais 5 anos. Todos feitos em instituições públicas, em instituições federais, então foi uma caminhada longa. É um curso com muitas oportunidades. A medicina tem oportunidades pra quem quer cuidar de criança, adulto, idoso", afirma a reumatologista, formada em medicina em 2000 na UFSC, Giovanna Ribeiro. Perfil dos médicos que atuam em SC está mudando, aponta o Conselho Regional da categoria NSC TV/Reprodução Perfil dos médicos em SC Santa Catarina, segundo o Conselho Federal de Medicina, tem 18.927 médicos. Cerca de 40,8% são mulheres e 59,2% homens. Mas os perfis dos profissionais têm mudado nos últimos anos. "Cada vez mais temos muitos médicos jovens, porque tem um número maior de faculdades de medicina se formando. Existe um número grande de médicos que se formam em outros locais e querem vir pro nosso estado. E temos, também, um número maior de mulheres fazendo medicina. Hoje, abaixo dos 30 anos, 70% dos médicos do nosso estado são médicas do sexo feminino, e a gente tem um número muito grande nas faculdades de medicina de mulheres [maior] do que de homens", explica o Vice-presidente do Conselho Regional de Medicina, Marcelo Neves Linhares Engenharia Aeroespacial Engenharia Aeroespacial é curso mais procurado para vestibular em Joinville O curso de Engenharia Aeroespacial é o mais concorrido no campus de Joinville, no Norte Catarinense. No último vestibular realizado pela instituição em dezembro de 2019, houve sete candidatos por vaga. Na época, os 252 inscritos disputaram 35 vagas. "Talvez pros mais jovens seja a popularidade do tema espacial e tema aeronáutico que chama a atenção, por voar, por ir pro espaço. Mas, também, mais recentemente uma expansão espacial do comércio e dos serviços aeroespaciais que estão crescendo. A gente vê no último ano o turismo espacial, a gente vê mais empresas lançando satélites, prestando serviços. Esse setor está trazendo uma demanda por mão-de-obra grande", explica o coordenador do curso Rafael Cuenca. Aluno do curso de engenharia aeroespacial da UFSC em Joinville (SC) NSC TV/Reprodução Estudante do curso, Lucas D'abruzzo faz parte de uma equipe de competições que constrói projetos aeronáuticos. "A gente tem que alinhar muitos conceitos de aerodinâmica pra desenvolver uma aeronave que seja leve o suficiente e carregue a maior quantidade de peso, então a gente trabalha muito na eficiência estrutural." [...] "Eu comecei a entender realmente porque um avião voa, como fazer um avião voar e quais critérios um avião tem que ter quando ele precisar voar", conta o estudante Lucas. Também há dentro do curso uma equipe que desenvolve foguetes. Alguns deles podem subir a até um quilômetro de altura. "Não dá pra falar a emoção que é você ver o que você construiu chegar a essa altura e depois ele pousar sem quebrar nada, com uma câmera filmando o voo e você ver. Tudo que eu aprendi na faculdade eu consigo aplicar nesse foguete e fazer eu mesmo", afirma o estudante do curso, João Pedro Golynski. Desde 2018, o curso é registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea) NSC TV/Reprodução Desde 2018, o curso é registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea). Para exercer a profissão tem que ter registro no órgão. O curso tem hoje uma taxa de 80% de empregabilidade. É comum que engenheiros aeroespaciais tenham espaço também em outras áreas da engenharia. O ex-aluno da UFSC e engenheiro aeroespacial, Luiz Fernando Souza, tem uma empresa que utiliza drones para fazer inspeções industriais. "Eu acho que tem muito da universidade nas minhas conquistas, principalmente pelo convívio com os profissionais que tive lá, com os professores. É um curso muito multidisciplinar, tem contato com muitas áreas de conhecimento. E você tem uma bagagem pra ir pra qualquer área da engenharia. Tanto da parte técnica, quanto da parte gerencial, então te traz muito conhecimento", conta o empresário. Medicina Veterinária Curso de medicina veterinária é o mais concorrido da UFSC Curitibanos No último vestibular presencial da UFSC, em 2019, a instituição ofereceu 56 vagas no curso de medicina veterinária em Curitibanos, no Oeste catarinense, e 389 candidatos se inscreveram. Assim, o curso se tornou o mais procurado no Campus, com uma concorrência de 6.95 candidatos por vaga. Iniciado em 2009, tem até o momento nove turmas formadas pela instituição. De acordo com a coordenação, o diferencial está na estrutura oferecida, que nesse momento vem de uma parceria entre a universidade e o governo do estado. O curso de medicina veterinária da UFSC iniciou em 2009 NSC TV/Reprodução "Nós somos um curso jovem, mas apesar disso já temos uma estrutura de clínica escolar, com a parte de exames laboratoriais clínica e várias áreas de diagnósticos, como a patologia, doenças infecciosas, parasitárias, já estabelecidas, um grupo que trabalha com a reprodução animal. Então, nós oferecemos serviços à comunidade por meio da extensão universitária e dessa forma a gente consegue aproximar mais a formação do nosso aluno da realidade, do cotidiano profissional. Acho que esse á um grande diferencial do nosso curso", afirma o coordenador do curso, Malcon Martinez Atualmente, cerca de 450 alunos estudam medicina veterinária na unidade. São pessoas de vários municípios de Santa Catarina e até de outros estados. Guilherme De Bem está na 9ª fase e na expectativa do estágio final. "Eu tenho como projeto fazer uma residência para me aperfeiçoar, me especializar dentro da área de cirurgia. Eu penso em seguir uma especialização na cirurgia, na ortopedia", afirma o estudante. Instalações do curso de medicina veterinária em Santa Catarina NSC TV/Reprodução Santa Catarina conta com mais de 8 mil médicos veterinários. Para o Conselho Regional da categoria, trabalhar a rede de contatos é fundamental para facilitar a entrada do recém-formado no mercado de trabalho. "Muitas vezes os alunos, o estudante, ele não abre as portas necessárias para o mercado de trabalho. Ele se preocupa muito com o estudo muito com o aperfeiçoamento técnico e fica carente da atuação no mercado de trabalho, de se colocar nesse mercado", explica o presidente o Cmrv, Marcos Vinícius de Oliveira Neves. Aluna do curso de medicina veterinária da UFSC NSC TV/Reprodução Fisioterapia Fisioterapia é o curso mais procurado na UFSC no campus de Araranguá No campus de Araranguá, no Sul catarinense, o curso mais procurado no último vestibular presencial realizado pela UFSC foi o de fisioterapia. A universidade ofereceu 42 vagas para 180 inscritos. Uma média de 4.29 candidatos por vaga. O curso tem duração mínima de 5 anos. Em meio à pandemia, uma especialidade da fisioterapia também foi descoberta pela população em geral, a respiratória. Fernando Milanez atua nessa área no Centro de Reabilitação Cardiopulmonar de Criciúma, feito exclusivamente para atender pacientes com sequelas da Covid-19. "Nós temos dois principais objetivos: o primeiro é restabelecer a função pulmonar e promover o fortalecimento. Fazer com que o paciente respire bem", disse Fernando Milanez. Campus da UFSC em Araranguá, no Sul catarinense NSC TV/Reprodução Química Em Blumenau, curso mais procurado da UFSC é o de química Em Blumenau, o curso mais procurado na UFSC, no último vestibular, em dezembro de 2019, foi o de química. Na época a universidade disponibilizou 35 vagas para 43 candidatos. No Vale do Itajaí, a alta procura pelo curso de química no campus da UFSC está ligada com uma grande necessidade do mercado. "O curso de bacharelado surgiu de uma demanda regional. Então muitas empresas aqui buscavam por esse profissional da química. Então a gente optou por propor esse curso e ofertar esse profissional pro mercado de trabalho", disse o coordenador do curso de química da UFSC Blumenau, Alberto Muxel. Curso de química no campus da UFSC em Blumenau Reprodução/NSC TV No campus, além das 50 vagas para o bacharelado o candidato também pode optar por outras 50 vagas da licenciatura e atuar como pesquisador, seguir carreira acadêmica, e também sair da universidade com as atribuições de químico para trabalhar na indústria. No último vestibular presencial, em 2019, a disputa por uma dessas vagas chegou a 1,23 candidato por vaga. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 SC nos últimos dias Veja mais notícias do estado no g1 SC
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23/10 - Professora nos EUA é afastada por imitar e ridicularizar indígenas; veja vídeo
Em sua aula, professora dançou e fez 'piada' sobre o 'deus água' e o 'deus pedra' para os alunos. Professora de matemática ridiculariza indígenas nos EUA Uma professora de matemática de uma escola de ensino médio da Califórnia, nos Estados Unidos, foi afastada depois que veio à tona um vídeo em que ela aparece com um cocar falso mimetizando e satirizando indígenas, de acordo com reportagens de veículos de imprensa dos EUA. Leia também Senado dos EUA aprova nome, e Deb Haaland se torna primeira indígena a chefiar secretaria no governo Após críticas de indígenas, time americano Cleveland Indians vai mudar nome que usou por mais de 100 anos O vídeo foi publicado na quarta-feira (19). Nele, a professora berra a palavra “sohcahtoa” como se fosse um grito indígena —”sohcahtoa” é uma palavra para lembrar os conceitos de seno (lado oposto dividido pela hipotenusa), cosseno (lado adjacente dividido pela hipotenusa) e tangente (lado oposto dividido pelo lado adjacente) de um ângulo. A professora bate os pés, pula e dança de uma maneira que é supostamente é semelhante a rituais indígenas. Ela ainda faz menções ao "deus água" e ao "deus pedra", o que seriam tentativas de fazer piadas. Reação Segundo o “Los Angeles Times”, o órgão responsável pelas escolas na região afirmou que as ações da professora não representam os valores do distrito. Houve um encontro para falar sobre o incidente, e diversas pessoas afirmaram que a exposição da professora foi racista. O órgão responsável pelo ensino afirmou que o comportamento dela é totalmente inaceitável e ofensivo para os povos nativos da América. O sindicato dos professores afirmou estar frustrado com a professora. A diretora de um grupo de direitos indígenas do sul da Califórnia afirmou ao “Los Angeles Times” que as pessoas reagiram com um pouco de raiva porque consideraram que a atuação da professora era desrespeitosa. Representantes de comunidades indígenas disseram ao jornal que estão cansados de serem objeto de piadas e que eles não são uma fantasia. Na Califórnia, os alunos que ingressarem no segundo grau a partir de 2030 precisarão ter um semestre de estudos étnicos para poderem se formar. Vídeo divulgado por aluna de estudos indígenas O vídeo foi gravado por uma aluna que é dos povos nativos, e foi publicado em uma rede social no perfil de uma mulher chamada Akalei Brown. O Buzzfeed News conversou com Brown. Ela é aluna de estudos dos povos nativos em uma universidade da Califórnia, e recebeu o vídeo da pessoa que gravou. Ela afirmou que esse tipo de comportamento é inaceitável, e que os adultos da comunidade indígena devem falar algo sobre a dança da professora de matemática. Veja os vídeos mais assistidos do g1
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22/10 - Unicamp divulga locais de prova do vestibular 2022 e guia de protocolos sanitários contra Covid
Primeira fase do processo seletivo acontece no dia 7 de novembro. No total, 63.298 candidatos concorrem a 2.540 vagas em 69 cursos de graduação. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Rafael Smaira/G1 A Unicamp divulgou, na manhã desta sexta-feira (22), os locais de prova da primeira fase do vestibular 2022, que acontece no dia 7 de novembro. Os candidatos podem consultar os pontos pela internet. Além disso, a comissão organizadora do processo seletivo disponibilizou no site oficial um guia sobre os protocolos sanitários contra a Covid-19 exigidos no exame. O candidato, inclusive, pode ser desclassificado se descumprir as regras e ou tiver algum "comportamento inadequado" em relação às medidas. Confira abaixo. A Comissão Permanente Para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) também vai enviar uma mensagem aos candidatos com as informações sobre o local de prova e as regras de proteção do coronavírus. As provas da primeira fase terão duração de quatro horas, com 72 questões de múltipla escolha. A orientação é para que os candidatos cheguem às 12h e acessem as salas até às 13h. A Comvest também pede para que as pessoas não se aglomerem nos acessos e mantenham o distanciamento de 1 metro. No total, 63.298 candidatos foram inscritos para o vestibular 2022 da Unicamp. Eles concorrem a 2.540 vagas em 69 cursos de graduação. Serão utilizadas 1.749 salas para aplicação da prova. O número foi ampliado por conta da Covid-19. Medidas sanitárias Entre as regras presentes no guia elaborado pela Comvest, está a obrigatoriedade do uso de máscaras e álcool em gel. O candidato deve levar mais de uma máscara e trocar em caso de necessidade no decorrer da prova. Veja parte dos protocolos abaixo e acesse o manual completo aqui: Comvest vai garantir ventilação, mantendo as portas e janelas abertas, além de limpeza das salas, e higienização das carteiras e dos materiais; O candidato poderá tomar água (trazida de casa) dentro da sala, mas o consumo de alimentos será proibido; Haverá termômetros para medir a temperaturas dos candidatos em caso de necessidade, mas a prática não será uma norma obrigatória; Quem estiver com sintomas de Covid-19 não deve ir fazer a prova; Candidato pode ser desclassificado se descumprir as regras. Primeira fase O exame será aplicado em 31 cidades do estado de São Paulo, além de cinco capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Veja os municípios paulistas aqui. A questões da primeira fase serão distribuídas da seguinte forma: 12 de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, 12 de Matemática, 8 de História e 8 de Geografia (incluindo Filosofia e Sociologia), 8 de Física, 8 de Química, 8 de Biologia e 8 de Inglês. Cada pergunta tem quatro alternativas. Calendário Modalidade tradicional 1ª fase: 7 de novembro de 2021 2ª fase: 9 e 10 de janeiro de 2022 Provas de habilidades específicas de música: 15 a 24 de setembro de 2021 e 22 a 28 de outubro de 2021 Provas de habilidades específicas outros cursos: 13 a 15 de janeiro de 2022 Divulgação da primeira chamada: 14 de fevereiro de 2022 Matrícula (não presencial) da primeira chamada: 15, 16 e 17 de fevereiro de 2022 Outras modalidades Vagas remanescentes: inscrições encerradas no dia 8 de outubro Ingresso via Enem: inscrições de 3 a 30 de novembro Vagas para premiados em olimpíadas de conhecimentos: inscrições de 16 de novembro de 2021 a 14 de janeiro de 2022. VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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22/10 - Redação do Enem: candidatos que tiraram nota mil contam quais os 10 'mandamentos' para um texto de sucesso; VÍDEO
Em transmissão ao vivo no Youtube, três estudantes que alcançaram a nota máxima em edições anteriores do exame contaram como se prepararam para a prova. A um mês do 1º dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, é hora de ouvir o conselho de quem já passou por esse momento (e com sucesso): candidatos de edições anteriores que tiraram nota mil na redação (assista ao VÍDEO acima). Nesta quinta-feira (21), em transmissão ao vivo no Youtube, Lucas Felpi (Enem 2018), Isabella Bernardes e Raíssa Fontoura (Enem 2020) contaram como se prepararam para a avaliação. Eles ainda deram conselhos do que fazer na reta final e tiraram dúvidas enviadas por quem acompanhou a live. A seguir, veja quais os 10 "mandamentos" para uma redação nota mil, segundo o trio. E não esqueça: a íntegra do bate-papo está no vídeo. 1- Tenha um caderninho de citações Escreva ideias de séries, filmes, livros e teóricos que podem ser citados na redação. Organize tudo em um caderninho, dividindo o conteúdo por eixos temáticos. Felpi, por exemplo, planejava mencionar "Black Mirror" se o tema fosse tecnologia ou meio ambiente. Em 2018, a proposta foi "manipulação do comportamento de usuário pelo controle de dados na internet" -- ótima oportunidade para ele ele fazer referência à série da Netflix. Lucas Felpi citou a série 'Black Mirror' na redação do Enem 2018 Arte/g1 REDAÇÕES COM NOTA MÁXIMA: exemplos do Enem 2020 e 2019 COMO EVITAR A NOTA ZERO: vídeo sobre o que é 'proibido' na redação 'NÃO SEI NADA DO TEMA': como 'se virar' na redação 2- Mantenha uma rotina de treinos Faça uma redação por semana e peça que um professor a corrija. Fique atento às falhas que você costuma cometer e tente evitá-las no texto seguinte. Isabella Bernardes conta que tinha até um "caderno de erros" para anotar suas dificuldades. 3- Elabore sua 'fórmula de sucesso' Formule o SEU modelo de redação e desenvolva um método para escrever o texto -- não chegue ao local de prova sem ter esse planejamento. Pense nestes questionamentos: "por onde prefiro começar?", "quanto tempo vou reservar para escrever?", "que tipos de repertórios posso citar?". Não se apegue a formatos disponíveis na internet. Em outra live do g1 Enem, o professor Thiago Braga, do Colégio e Curso pH (RJ), disse que "o texto tem de ter a sua cara de alguma forma". "As redações pré-prontas soam artificiais e o corretor percebe, então, não é um método indicado." 4- Retome suas citações ao longo do texto Se você citar um livro, por exemplo, no início do texto, tente retomá-lo no desenvolvimento ou na conclusão. Isso demonstra ao corretor que sua redação é coesa e que as referências estão bem "encaixadas" nos seus argumentos. 5- Não se apegue às aspas Não se preocupe em memorizar uma frase inteira de determinado autor para fazer uma citação. Use o discurso indireto e explique a ideia geral daquele escritor. Um exemplo: "De acordo com Kant, o ser humano é o que a educação faz dele." É uma solução mais fácil do que decorar exatamente a frase: “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele". 6- Planeje o espaço que vai ocupar na folha Treine escrever sua redação em uma folha igual à do Enem. É importante pensar no tamanho da sua letra para que a dissertação caiba inteira no espaço. Se for colocar título (opcional), você terá uma linha "a menos" para o texto. Live será às 14h desta quinta-feira (21) Arte/g1 7- Vai sugerir uma ação no último parágrafo? Especifique o agente Não esqueça que a proposta de intervenção, no último parágrafo, deve ter um agente relacionado ao tema. Não basta escrever que "é preciso criar uma política pública que resolva o problema". Quem vai criar essa política? Um ministério? A prefeitura? Isso deve estar claro. 8- Faça simulados nesta reta final Faça simulados, mesmo que em casa, para descobrir se você se prefere começar ou terminar pela redação. Você pode usar uma versão antiga do Enem, separar uma garrafinha de água, ficar dentro do quarto (sozinho e sem celular) e tentar responder tudo dentro dentro do mesmo limite de tempo do exame. No caso de Lucas, Isabella e Raíssa, a escolha foi fazer o rascunho logo no início da prova. Se tivessem alguma dificuldade, partiriam para as questões de ciências humanas e linguagens, e voltariam para a dissertação depois. 9- Não perca tanto tempo tentando adivinhar o tema da redação É natural que você esteja curioso para saber qual será o tema da redação escolhido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Mas convenhamos: é muito difícil acertar exatamente a proposta. Por isso, em vez de perder tempo com previsões, Lucas Felpi recomenda que você observe os temas dos anos anteriores e note quais eixos temáticos não foram abordados recentemente: meio ambiente, esporte e segurança são exemplos. Dessa forma, é possível pensar em repertórios culturais e em propostas de intervenção seguindo essas "grandes áreas", em vez de focar seu esforço em algo muito pontual que provavelmente não vai "cair" na prova. 10- Seja gentil consigo mesmo Respeite seus limites, reserve um tempo para descansar e não foque só no que "faltou fazer": cada um estudou o que foi possível em um ano de pandemia. "A gente não pode cometer o erro de querer ingressar no ensino superior a qualquer custo e sacrificar nossa saúde", afirma Raíssa Fontoura. Lives do 'g1 Enem' As transmissões ao vivo do "g1 Enem" no Youtube ocorrem sempre às terças e quintas-feiras, às 14h, em https://www.youtube.com/c/g1/. Abaixo, veja outras lives sobre redação já exibidas no canal: Tivemos também revisões de outras disciplinas em formato de "game": Outros vídeos de Educação
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22/10 - Professor aponta possíveis temas da Redação do Enem 2021; confira
O professor de Redação, Thiago Morais, analisa e indica como abordar temáticas na edição 2021. Professor de redação dá dicas e tira dúvidas para o Enem 2021 O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 está cada vez mais perto e muitos candidatos especulam qual o tema da Redação. Por isso, o g1 conversou com o professor Thiago Morais, que traz uma lista de possíveis temáticas. Confira: Saiba como elaborar uma Redação de sucesso no Enem 2021; professor dá dicas 1. Meio ambiente Incêndio na região do Parque Nacional da Serra da Capivara, Sul do Piauí Reprodução O meio ambiente é um tema recorrente no Enem, desde o debate sobre a degradação da fauna e da flora à maneiras de preservação como a reciclagem. Nesta edição do exame, o professor acredita que incêndios florestais e o crescente uso de agrotóxicos no país possam ser abordados. "Sugiro que estudem, lapidem e tentem ampliar as produções acerca de agrotóxicos, de queimadas associadas ao tráfico de madeiras e, claro, às ações antrópicas. E também à escassez de fiscalização do Poder Público, que inviabiliza uma conduta mais real e mais humana para com o meio ambiente", afirmou Thiago. LEIA TAMBÉM Em 2021, Ministério da Agricultura já liberou 411 pesticidas Agrotóxico mais usado do Brasil está associado a 503 mortes infantis por ano, revela estudo Piauí é o estado do Brasil com mais focos de incêndio em setembro, aponta Inpe Em 8 meses, Brasil tem maior nº de queimadas em áreas de Mata Atlântica dos últimos 15 anos 2. Tecnologia Estudantes iniciam ano letivo 2021 com aulas remotas Arquivo Pessoal Com a necessidade do isolamento social como prevenção à Covid-19, muitas escolas e universidades brasileiras adotaram o sistema de Educação à Distância (EaD). Para o professor Thiago, o assunto pode ser abordado a partir das restrições cognitivas de alunos, oriundas do método. "Estude sobre a evolução da educação brasileira, seus percalços, suas características e, sobretudo, os desafios relacionados à pandemia, que provocou uma série de confusões e impedimentos cognitivos em estudante", disse. Sem ações, aluno poderá concluir ensino médio em 2021 sabendo 20% do que deveria em português e regredir em matemática Em 2020, Índice de Educação a Distância deu 'nota vermelha' a estados e municípios, diz estudo Coronavírus faz educação a distância esbarrar no desafio do acesso à internet e da inexperiência dos alunos 3. Sociedade Com aumento do desemprego, principal fonte de renda dos catadores é no lixo Arquivo pessoal O mercado de trabalho e os direitos trabalhistas são assuntos em alta no momento. Entre 2020 e 2021, o número de trabalhadores informais aumentou em 5,6 milhões, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por isso, o professor de redação Thiago Morais também aposta no tema. Desemprego cai, mas às custas de empregos de baixa qualidade; entenda os motivos Covid: saúde mental piorou para 53% dos brasileiros sob pandemia, aponta pesquisa "Relacionar essa vertente com as vertentes política e econômica, do ponto de vista comportamental, logístico e empregatício. Diversas pessoas perderam seus empregos, foram demitidas, tiveram a saúde financeira comprometida e a saúde mental debilitada", completou o professor. Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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22/10 - Unicamp contabiliza 1,1 mil servidores sem primeira dose de vacina contra a Covid-19
Do total de 8.880 trabalhadores, 7.746 comunicaram à instituição que receberam a primeira aplicação. Universidade condiciona trabalho presencial ao esquema vacinal completo. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Rafael Smaira/g1 A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) informou, nesta quinta-feira (21), que contabiliza 1.134 servidores que não tomaram a primeira dose de vacina contra a Covid-19. Do total de 8.880 trabalhadores, 7.746 comunicaram à instituição que receberam a primeira aplicação e 6.272 comprovaram que já foram contemplados com as duas ou com a dose única de vacina, de acordo com a assessoria de imprensa. O dado é registrado 23 dias após a Unicamp publicar uma resolução que estabelece que os servidores precisam comprovar ter o esquema vacinal completo para trabalhar presencialmente. Além disso, a ida até a universidade só pode ocorrer 14 dias após o trabalhador ter recebido a segunda dose ou aplicação única. A comunicação reforçou, em nota, que "os dados vacinais ainda estão em fase de consolidação por parte dos órgãos competentes da instituição". Entenda a instrução normativa Publicada em 28 de setembro, a resolução normativa nº 03/2021, da Diretoria Geral de Recursos Humanos (DGR), estabelece as normas para o trabalho presencial de servidores da Unicamp. A instrução prevê exceção de comprovação de esquema vacinal completo para trabalhadores com justificas médicas. Ficam estabelecidas, ainda, punições que podem chegar à suspensão do pagamento do salário para aquele que não comprovar a imunização. De acordo com o texto: Todos os servidores devem cumprir o cronograma oficial de vacinação contra Covid-19, de acordo com grupo ou idade. O prazo é de 5 dias para comprovar na instituição a situação vacinal, mediante apresentação do cartão de vacinação. O servidor que não tiver o esquema vacinal completo, e mais 14 dias, não poderá retornar às atividades presenciais. Se descumprir o prazo, o servidor será notificado pelo RH a apresentar, em 5 dias, o cartão de vacinação ou a justificativa médica para a impossibilidade de receber o imunizante. Para a justificativa, o servidor precisa apresentar atestado médico em até 15 dias, a contar de 29 de setembro. Este atestado deve conter o motivo formal da contraindicação médica à vacina e a fundamentação técnico-científica. A divisão responsável pela análise pode solicitar o parecer de médicos especialistas. O servidor não retorna presencialmente até o resultado. Se a justificativa for aceita, o trabalhador receberá orientações sobre saúde e segurança ocupacional para voltar ao presencial. Se a justificativa não for aceita, ele terá 5 dias para comprovar o agendamento da vacina contra Covid-19 e enviar o comprovante da imunização na sequência para o departamento responsável. Se ele se recusar a tomar a vacina, terá o pagamento salarial suspenso até que seja imunizado e apresente o comprovante. O prazo para cumprir a exigência é de 30 dias. Caso o servidor não cumpra, ele será submetido a um processo disciplinar, com penalidades que variam de advertência a expulsão, segundo o estabelecido nos artigos 142 a 153 do Estatuto da Unicamp. "O servidor que, compelido a comprovar a vacinação para a Covid-19, se recusar a fazê-lo nos prazos indicados nos artigos 1º e 2º desta Instrução Normativa, terá o pagamento do salário suspenso até o cumprimento dessa exigência, conforme previsto no artigo 8º da Deliberação CAD-A-002/2017 e na Resolução GR-060/2021, sem prejuízo das medidas disciplinares cabíveis, nos termos dos artigos 142 a 153 dos Estatutos da Unicamp", diz a instrução normativa DGRH nº 03/2021. O g1 solicitou à Unicamp, nesta quinta-feira, detalhes sobre o dado de vacinação contabilizado entre os servidores. A universidade foi questionada se há trabalhadores que ficaram impedidos de trabalhar presencialmente por falta de comprovação de vacinação, se houve quem apresentou justificativa médica e também se há registro de pessoas com suspensão de pagamento em análise. Estas informações, porém, não foram enviadas até a publicação desta matéria. O texto será atualizado, caso as perguntas sejam respondidas. Alunos na Unicamp Reprodução / EPTV Vacinação entre alunos Nesta quinta, a Unicamp também informou os dados contabilizados a respeito da vacinação de estudantes. Do total de 37.840 matriculados, 5.040 informaram à universidade ter tomado ao menos a primeira dose da vacina. Não há registro de imunização de 32.800 alunos. Ainda de acordo com as informações divulgadas, 4.890 estudantes comprovaram ter completado o esquema vacinal. Quinze disseram que receberam a aplicação de reforço. Assim como no caso de servidores, uma resolução, a nº 63/2021, também normatiza a ida presencial de estudantes até a Unicamp. As definições foram publicadas no dia 6 de outubro e abrangem todos os institutos e suas faculdades que tenham atividades práticas presenciais. Fica definido pela resolução: Alunos de graduação, pós-graduação, extensão e de colégios técnicos devem estar totalmente imunizados para retornar, considerando 14 dias após a segunda dose ou a dose única. Estudantes devem comprovar a imunização junto à Unicamp para frequentar os campi - restaurante, bibliotecas, ambientes acadêmicos e demais atividades presenciais. Teste RT-PCR será aplicado pelo Cecom da Unicamp a todos os estudantes que optarem pelo retorno com 72 horas de antecedência da retomada. Estudantes de outros estados do Brasil e de outros países devem apresentar resultado negativo de teste RT-PCR para coronavírus, realizado até 72 horas antes do início das atividades nos campi. Estes estudantes serão monitorados quanto aos sintomas respiratórios por duas semanas pelo Cecom. "Os institutos ou faculdades deverão informar ao Comitê de Retomada com antecedência mínima de 7 dias a relação nominal e por Registro Acadêmico (RA) de todos os alunos que frequentarão os campi e que farão a realização da testagem para SARS-CoV-2 por RT-PCR pelo Cecom [Centro de Saúde da Comunidade]", ressalta a resolução. Em nota, a assessoria de imprensa ressaltou que, no que diz respeito aos alunos, ainda que a Resolução GR 63/2021, Art. 3º, disponha sobre a necessidade do registro do seu status vacinal, os dados informados pelo corpo discente ainda são muito incipientes. "É razoável projetar um número maior de vacinados, já que a retomada das aulas presenciais está programada somente para o primeiro semestre de 2022", diz o texto. VÍDEOS: veja o que é destaque na região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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22/10 - Alunos que voltaram às aulas presenciais estão mais animados, otimistas e interessados, diz Datafolha
Além dos dados sobre motivação, pesquisa aponta que 56% dos pais sentem que os filhos estão evoluindo mais nas aulas presenciais, enquanto percentual é de 41% para os que continuam em aulas remotas. Alunos que voltaram a ter aulas presenciais estão mais motivados, aponta Datafolha Tchélo Figueiredo/SECOM-MT Redes municipais e estaduais de ensino voltaram a receber os alunos 100% presencialmente após quase dois anos de mudanças causadas pela pandemia. O impacto do retorno à escola, mesmo no modelo híbrido, já pode ser observado, como mostra uma pesquisa do Datafolha divulgada nesta quinta-feira (21). O levantamento - encomendado por Itaú Social, Fundação Lemann e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) - ouviu 1.301 pais e responsáveis de todas as regiões do país entre 13 de agosto e 16 de setembro. A pesquisa revelou que 87% dos estudantes que frequentam as aulas presenciais se sentem mais animados, segundo a visão dos pais. A parcela que afirmou que os filhos se sentem mais otimistas é de 80%, enquanto 85% acreditam que os alunos estão mais interessados pelos estudos. O estudo ainda comparou os desafios enfrentados por alunos que voltaram a frequentar a escola presencialmente com aqueles que ainda não estão em atividades presenciais. Enquanto 58% dos alunos em aulas remotas estão desmotivados com os estudos, o número cai para 51% entre os que já voltaram à escola. 89% das famílias passaram a valorizar mais o trabalho dos professores depois da pandemia, aponta Datafolha A evolução na aprendizagem dos dois modelos também foi observada: 56% dos pais e responsáveis sentem que os filhos estão evoluindo melhor nas aulas presenciais, enquanto apenas 41% dos que continuam em aulas remotas sentem a mesma coisa. Outro ponto levantado pela pesquisa é a dificuldade de relacionamento com professores ou colegas, que atinge 19% dos alunos que estão frequentando as aulas presencialmente. Desafios na rotina - pesquisa do Datafolha Arte/g1 Para Daniel Bonis, diretor de Políticas Educacionais da Fundação Lemann, os resultados apontam que é importante e urgente a retomada das atividades presenciais nas escolas. "(Os dados) também apontam para a necessidade de um esforço conjunto da sociedade para recuperar a confiança e a autoestima dos estudantes para que eles permaneçam na escola e possam recuperar mais rapidamente as defasagens no aprendizado geradas pela pandemia”, diz. Como preparar crianças e adolescentes para a volta às aulas presenciais Escola Municipal de Registro tem aulas presenciais suspensas após confirmação de dois casos de Covid-19 O que dizem os especialistas A coordenadora de Inovação em Educação do Instituto Unibanco, Jane Reolo, defende o retorno presencial das aulas para os níveis básicos do ensino, mas diz que é preciso observar as crianças e adolescentes nos primeiros momentos. "Se os protocolos de segurança forem seguidos, os riscos à saúde não devem ser maiores do que o que enfrentamos no dia a dia. No entanto, é necessário observar também o impacto psicológico que esta readaptação do convívio social causa nos alunos", sugere. Para ela, entender as dificuldades que os estudantes podem enfrentar na volta à escola, assim como as fragilidades que cada um pode apresentar é o único jeito de tornar a readaptação um processo saudável. Bruno Mader, psicólogo infantil do Hospital Pequeno Príncipe, concorda. "As crianças precisam voltar à escola, retomar a rotina e o convívio escolar, até para evitar comprometimento a longo prazo da capacidade de socialização e aprendizagem", afirma.
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21/10 - UFFS de Chapecó divulga previsão de volta parcial de aulas presenciais a partir de novembro
Cursos poderão optar pela modalidade no próximo semestre, que começa em 8 de novembro. Será exigida comprovação de vacinação em toda a comunidade acadêmica. UFFS divulga calendário para retomada de atividades presenciais O campus de Chapecó, no Oeste catarinense, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) publicou uma resolução em que prevê a volta parcial das aulas presenciais a partir de 8 de novembro, quando o segundo semestre de 2021 inicia. O coordenador administrativo da universidade, Diego Bono, explicou que, neste primeiro momento, os cursos poderão escolher se seguem na modalidade remota ou não, por causa da pandemia da Covid-19. Bono afirmou que, no período de rematrícula, a partir da próxima quarta-feira (27), os alunos já saberão se as aulas do curso em que estudam serão ou não remotas. UFFS tem vagas em cursos superiores gratuitos em Erechim e Cerro Largo Divulgação/UFFS Um segundo período previsto pela universidade para a volta das aulas presenciais é início de fevereiro, quando a maioria dos cursos devem aderir. Tanto no caso de novembro como de fevereiro, professores que tenham comorbidades podem continuar com atividades remotas. A universidade prevê o retorno total das aulas presenciais para abril de 2022. Medidas sanitárias O coordenador administrativo da UFFS destacou que as atividades presenciais serão acompanhas de medidas sanitárias para evitar o contágio do coronavírus. Será exigida a comprovação da vacinação para toda a comunidade acadêmica, que deverá ser feita no site da universidade. Entre outras medidas sanitárias estão o distanciamento nas salas de aulas. "Vamos atuar com capacidade reduzida. As aulas que tiverem número maior de alunos do que a capacidade vão ter aulas ou remotas ou transmitidas simultaneamente", explicou Bono. Também haverá distanciamento nas áreas de alimentação. Pessoas com suspeita ou confirmação de Covid-19 devem ser afastadas. O coordenador administrativo disse ainda que será reforçada a higienização dos espaços, exigido o uso de máscara e disponibilizado álcool em gel para que as pessoas possam fazer a higienização das mãos com frequência. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no g1 SC
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21/10 - Governo de Rondônia proíbe uso da linguagem neutra em escolas públicas e privadas
Consta no texto da lei que as instituições de ensino e professores que não obedecerem podem "sofrer sanções". Sede do Governo de Rondônia Divulgação O Governo de Rondônia sancionou a lei n° 5.123, vinda da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), que proíbe o uso da linguagem neutra nas escolas do estado. A medida foi publicada em diário oficial na terça-feira (19) e já está em vigor. Segundo o texto, fica "expressamente proibida a linguagem neutra na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, assim como em editais de concursos públicos". 'Menine', 'todes', 'amigues' são exemplos da linguagem neutra, que também é conhecida como linguagem não-binária, uma alternativa de comunicação para pessoas que não se reconhecem com os gêneros masculino e feminino, ou, transitam entre os dois gêneros. Lei que proíbe uso de linguagem neutra em escolas é sancionada Também consta no texto da lei que as instituições de ensino e professores que não obedecerem podem sofrer sanções. Segundo o Governo de Rondônia, a lei foi criada para estabelecer "medidas protetivas ao direito dos estudantes ao aprendizado da língua portuguesa de acordo com a norma culta'. Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero LGBTQIA+ da OAB-RO diz que medida é inconstitucional Os brasileiros não-binários que lutam pelo reconhecimento do gênero neutro: 'Não me considero homem, nem mulher' Entenda o que é o gênero neutro e por que o uso de 'x', 'e' ou '@' na linguagem Projeto de lei que proíbe uso da linguagem neutra na grade curricular de RO é aprovado VÍDEOS: veja mais notícias de Rondônia
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21/10 - Enem 2021: 10 dicas para tirar nota máxima na redação
Praticar antes, cuidado com as citações, ler sobre assuntos variados e ter alguns repertórios que funcionam para qualquer tema são algumas delas. Tirar nota máxima na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é objetivo de muitos jovens, mas poucos conseguem. Na edição de 2020, por exemplo, foram 28. Veja, abaixo, 10 dicas para atingir esse objetivo. E, às 14h desta quinta-feira (21), acompanhe no canal do g1 do YouTube (https://www.youtube.com/c/g1), uma live com 3 alunos que obtiveram a nota 1 mil. E clique nos links abaixo para dicas sobre outras disciplinas que são cobradas no Enem 2021, que ocorre daqui a um mês. Biologia Química Física História Matemática 1. Pratique seu texto A redação, assim como as demais disciplinas, precisa de estudo e de prática. Portanto, separe um tempo para estudar a estrutura do texto, que deve ser dissertativo-argumentativo, leia sobre temas possíveis de caírem na prova e acima de tudo, pratique. Para Lucas Felpi, nota 1 mil no Enem 2018, escrever ao menos uma redação por semana é fundamental. "Tudo bem não gostar de fazer redação e ser algo que te demanda muito, mas é muito importante ter essa frequência de escrever para pegar o jeito e tornar a escrita mais automática." Pedir que alguém corrija o texto também é importante. Pode ser um professor, um amigo, ou mesmo um pai ou responsável. Para praticar: responda 5 questões de literatura que podem cair no Enem 2021 2. Releia as redações Ler, na semana anterior à prova, as redações que você escreveu pode ajudar a refrescar a memória para citações e outros repertórios. Lucas, que citou em sua redação nota 1 mil o livro "1894" de George Orwell e a série "Black Mirror" da Netflix diz que reler suas redações anteriores foi fundamental para a nota que tirou. "Eu tinha muito medo de não lembrar de repertórios na hora da prova e todos os que citei na redação final eu já havia citado em outras redações. Foi mesmo essa última semana em que refresquei minha memória com esses repertórios que me fez lembrar na hora de escrever a redação", garante. Para se inspirar: 7 redações que foram nota 1 mil na edição de 2020 3. Tenha repertórios diversos Não dá para prever qual será o tema da redação, então é importante se preparar para o máximo de temas possíveis. Leia sobre atualidades e garanta que você tenha conhecimentos sobre assuntos diversos. "É bom que o candidato tenha um repertório mais cultural, mais da ciência ou filosófico, enfim, para que não corra o risco de ir [realizar a prova] com um único conhecimento e aquele não encaixar no tema", aconselha a professora Marcelle Pimentel, do SAS Educação. Essa diversidade de conhecimentos pode ser aplicada nas redações-teste durante o período de preparação para estimular o desenvolvimento de argumentos em cada assunto. Análise: veja assuntos mais recorrentes na prova nos últimos 11 anos 4. Tenha coringas à mão Aline Soares, nota 1 mil em 2020, sugere que o candidato tenha repertórios que podem ser considerados coringas, por se aplicarem em vários temas. No caso dela, a Constituição Federal de 1988. "Ela engloba todos os temas possíveis, todos os direitos fundamentais, então aconselho que dê uma olhada na Constituição e tente encaixá-la na redação quando não houver outra possibilidade de repertório". Tema em alta: Paulo Freire, 100 anos. Conheça o legado do educador brasileiro Novo ensino médio: o que deve mudar a partir de 2022 5. Saiba usar citações O objetivo da prova do Enem é avaliar o conhecimento do aluno nas diversas áreas do conhecimento e na redação não é diferente. Por isso, é importante inserir no texto seu repertório, e isso muitas vezes é feito através de citações de especialistas. É fundamental que as citações sejam sempre creditadas ao autor, filósofo ou estudo responsável por elas. E não tem problema se você não souber escrever o nome do autor corretamente, contanto que o crédito seja dado e a citação esteja relacionada ao tema proposto. Segundo Marcelle Pimentel, do SAS Educação, erros no nome do autor citado não costumam significar pontos a menos. Veja também: professor de literatura lista quais obras podem estar no Enem 2021 Mas atenção, não é recomendado que o texto esteja cheio de citações. Para Lucas, uma única citação bem usada já é suficiente. "O candidato pode treinar diferentes formatos para este repertório. Pode ser na introdução da redação ou no desenvolvimento, até ver onde está mais confortável", diz ele, que prefere começar o texto com a citação. Ele alerta, no entanto, que não é ideal colocar a citação no final do parágrafo, já que isso compromete o desenvolvimento da trama em paralelo com o tema proposta. Portanto, utilize o começo ou meio do parágrafo, seja na introdução ou no desenvolvimento, para inserir sua citação. 6. Não copie o texto motivador A proposta da redação sempre vem acompanhada de textos motivadores que contextualizam o assunto e apresentam pontos a serem considerados pelo candidato. Eles norteiam o que a banca examinadora espera do texto. Reproduzir partes do texto motivador em sua própria redação não é indicado pois pode configurar plágio. "O aluno precisa trazer seu próprio repertório, uma argumentação concreta e coerente. Isso não quer dizer que ele não possa usar algo do texto motivador. Pode usar um dado, um conceito, mas a partir de quatro palavras iguais seguidas já configura cópia, então é preciso ter cuidado com isso", alerta a professora Marcelle. 7. Não fuja do tema proposto O tema da redação está descrito na prova e não pode ser alterado pelo candidato, por isso é importantíssimo que ele se mantenha fiel ao que foi pedido. O formato dissertativo-argumentativo também deve ser respeitado. 8. Estruture seu texto por parágrafos Pensar na estrutura da redação antes de começá-la também é importante, segundo a professora. Assim, o candidato pode decidir a melhor maneira de introduzir o tema, dividir seus argumentos e finalizar o texto. Quatro ou cinco parágrafos, respeitando o limite de linhas da proposta, são ideais. Treinar essa estrutura antes da prova pode fazer a diferença no momento decisivo. A redação precisa estar com parágrafos bem estruturados, escrita com letra legível e seguindo o espaçamento disponibilizado na folha de resposta. Isso faz com que o texto fique mais atrativo para o avaliador. Primeiro parágrafo: Introduza, de maneira genérica, o que vai ser abordado na redação. Separe assuntos relacionados ao tema sobre os quais consiga falar e os apresente na introdução. Eles serão desenvolvidos nos próximos parágrafos. Indique os problemas do tema. Segundo e terceiro parágrafos: Desenvolva os assuntos relacionados ao tema da redação. Eles são positivos? Por quê? São negativos? Explique. Não causam impactos? Contextualize. É aqui que fica a chamada parte argumentativa do texto. Use um parágrafo extra se precisar. Quarto parágrafo: Conclua as ideias que foram apresentadas nos parágrafos anteriores. Use conjunções conclusivas como “Conclui-se”, “Enfim”, “Em suma”. E lembre-se de propor uma solução ao problema exposto, indicando quem vai resolvê-lo e como vai fazer isso. 📝Dica: Não é recomendado exagerar no tamanho da redação, porque a prova indica a quantidade de linhas a serem usadas e é importante respeitá-la. Textos grandes também podem confundir as ideias apresentadas e dificultar a conclusão. 9. Coloque a proposta de intervenção no último parágrafo A proposta de intervenção, ou a resolução para o problema abordado na redação, deve estar no último parágrafo. Especificamente neste trecho do texto, os avaliadores consideram quatro pontos: Agente: o responsável por resolver o problema; Ação: o que o agente deve propor para combater o dilema apresentado; Efeito/finalidade: o objetivo da ação, ou o que o agente visa alcançar com a proposta; Meio/detalhamento: como o agente vai colocar a ação em prática. Lembre-se de que todos esses elementos precisam estar contidos na sua proposta: quem vai resolver o problema, o que vai ser feito, o objetivo e como será feito 10. Inove, mas com cautela Apesar do tema da redação ser surpresa, a estrutura do texto cobrado na prova, não é. Então, é importante inovar nas ideias, mas ficar atento para que isso não signifique desrespeitar os parâmetros estabelecidos pela prova.
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21/10 - 1 mês para o Enem: candidatos 'nota mil' na redação dão dicas para a reta final; veja LIVE às 14h
Em transmissão ao vivo no Youtube, três estudantes que tiraram a nota máxima em edições anteriores do exame contam como se prepararam. Participe e envie dúvidas! Live será às 14h desta quinta-feira (21) Arte/g1 Falta exatamente um mês para o primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, quando os candidatos terão de responder a questões de linguagens e de ciências humanas... e escrever a tão temida redação. Como usar este curto tempo até lá para estudar e garantir um bom desempenho no seu texto? O primeiro passo é assistir à live do g1 nesta quinta-feira (21), às 14h, no nosso canal do Youtube (https://www.youtube.com/c/g1), e escutar as dicas de três jovens que tiraram nota mil em suas dissertações: Lucas Felpi (Enem 2018); Isabella Bernardes (Enem 2020); Raíssa Fontoura (Enem 2020). A apresentação será da repórter de Educação Luiza Tenente. Não perca! Aproveite para mandar perguntas para eles, ao vivo, pelo Youtube. LEIA TAMBÉM: REDAÇÕES COM NOTA MÁXIMA: exemplos do Enem 2020, 2019 e 2018 DICAS DE QUEM TIROU MIL: assista ao vídeo COMO EVITAR A NOTA ZERO: veja vídeo com dicas sobre a redação 'NÃO SEI NADA DO TEMA': como 'se virar' na redação FOGUEIRA DO ENEM: game com perguntas de química, biologia, matemática e física 'G1 Enem': a série de lives de educação Para ajudar os candidatos a se preparar para Enem, o g1 estreou em setembro uma série de lives no Youtube com: revisões dos temas mais cobrados na avaliação, games de perguntas e respostas; dicas de estudos; explicações sobre os processos seletivos e bate-papos com alunos e professores. Como assistir? Para assistir ao programa, basta entrar no canal do g1 no Youtube: https://www.youtube.com/c/g1. Dica: já acesse agora a página e se inscreva - assim, você receberá um lembrete no celular quando começar a live. Como tirar mil na redação sem saber nada do tema? É importante estar preparado para saber redigir uma boa redação, mesmo se o tema for distante do universo do aluno, explica Marina Rocha, professora do Colégio e Curso AZ, no vídeo abaixo. Veja dicas: Como escapar do 'zero' na redação? Assista ao papo sobre como escapar da nota zero na redação do Enem. Participaram: Thiago Braga, professor do Colégio e Curso pH (RJ), e Larissa Cunha, que tirou 1.000 no texto do Enem 2020. Game de física O professor Idelfrânio Moreira, gerente de inovações no SAS Plataforma de Educação, lançou um desafio de física: Game de matemática O professor Rodney Luzio, do Curso Anglo (SP), listou os 5 tópicos que aparecem mais frequentemente em matemática e resolveu perguntas sobre eles. Assista: Game de biologia Já tivemos também "Fogueira do Enem" de biologia. O professor Kennedy Ramos, da plataforma "Bioexplica", desafiou a aluna Ana Luiza Rodrigues com questões sobre Covid-19: Game de química Na estreia da live, em 2 de setembro, o estudante Douglas Santos, de 18 anos, participou do quadro "Fogueira do Enem". Na ocasião, o professor Phelippe Spitaleri, do curso Anglo, explicou (com bom humor) temas como cadeias carbônicas e equilíbrio em soluções: Redações nota mil Tivemos também uma live "G1 Enem" sobre redações nota mil: Initial plugin text Outros vídeos de Educação
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20/10 - Preparação para o Enem: atleta piauiense tenta conciliar rotina de 10h de estudos e 3h de treinos
A estudante está no 3º ano do Ensino Médio e explicou que é preciso ter muita disciplina para manter foco nos estudos e na vida de atleta. Atleta Isabelle Rocha se prepara para o Enem Arquivo Pessoal As provas do Enem acontecem nos dias 21 e 28 de novembro deste ano e a pressão para ter um bom resultado é ainda maior quando envolve atletas de alto rendimento. É o caso da estudante piauiense Isabelle Rocha, de 17 anos, que possui uma rotina de 10h de estudos e mais 3h de treinos de natação, 6 vezes na semana. Com a natação, Isabelle Rocha já conquistou várias vitórias, a última foi em setembro deste ano quando participou do Troféu Walter Figueiredo Silva, do Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno, que foi realizado em São Luís, no Maranhão, onde conquistou 10 medalhas, sendo: 2 ouros, 2 bronzes e 6 prata. “Quando eu entrei na natação era mais como uma forma de tratamento, pois nasci com o pé torto congênito, então necessitava fazer algum esporte que estimulasse os meus pés e para ter mais força para a minha perna. Com o passar do tempo, eu fui gostando e fui me apaixonando. Meus pais me incentivaram e foi assim que entrei na natação como um esporte de alto rendimento”, disse ao g1. A estudante está no 3º ano do Ensino Médio e explicou que é preciso ter muita disciplina para manter o foco nos estudos e na vida de atleta. Ela dedica cerca de 10h por dia para os estudos e até 3h para a natação. “Eu dedico a parte da manhã e da tarde aos estudos, pois minha escola é integral, então passo de 7h20 até as 17h. A partir das 18h vou para natação e fico até 21h30. Então é muito cansativo e chego em casa morta de cansada. Eu já deito na minha cama e durmo logo. Tenho que ter essa disciplina todos os dias, pois se algo desandar, ou eu vou ficar muito cansada mentalmente, ou fisicamente”, explicou. Isabelle explicou que é difícil manter o foco nos estudos e no esporte, pois existe bastante pressão em ambos os lados e que muitas pessoas não compreendem isso. Isabelle Rocha concilia a natação com os estudos no Piauí Arquivo pessoal “Existe muita falta de conhecimento das pessoas em relação a esse assunto. Ou dizem que não dá para conciliar, ou dizem que é muito fácil, quando na verdade não é. Estudar não é simplesmente ler, escrever ou entender os assuntos, principalmente quem está no terceiro ano, tem uma pressão, uma expectativa para que você passe no vestibular e isso mexe não só com seus horários, com a sua disciplina, mas também com a saúde mental. Então é algo difícil de conciliar”, pontuou. Ela disse que a pressão também acontece na parte esportiva. “Não é simplesmente nadar, tem toda uma carga por trás também, tem a braçada que você tem que acertar, a pernada que tem que acertar. Tem que dormir bem, comer bem, disciplina adequada para que não chegue muito cansada no treino e também tem pressão para que você sempre esteja melhorando, que dê o seu melhor”, destacou. Isabelle disse que juntar esses dois pontos exige uma carga enorme e é importante que um não atrapalhe o outro. “É um trabalho dobrado, uma disciplina dobrada, e se não tem um incentivo de quem está perto de você, se torna ainda mais difícil, pois é você que tem que lidar com tudo isso. Então tem que conciliar os dois e trabalhar de forma que eles se compensem, pois os estudos cansam bastante a mente, já o esporte cansa mais fisicamente”, explicou a estudante. Apesar da dificuldade a jovem está confiante no resultado do Enem. Já o curso que escolheu, Isabelle prefere não contar. Ela acredita que isso pode gerar mais expectativa e pressão por parte dos familiares e amigos. “Expectativas boas para a prova do Enem, pois venho me preparando desde o começo do ano, então isso me deixa tranquila. Vou dar o meu máximo, não só por mim, mas para quem não conseguiu se preparar porque não tinha condição financeira de estudar de forma remota. Existe uma pressão muito grande da escola, dos pais, avós, tios e tias para a gente passar e para me manter saudável mentalmente, eu decidi não dizer qual o curso eu escolhi”, disse a estudante. Esporte ajuda nos estudos Prática esportiva é uma das grandes aliadas à qualidade de vida Divulgação A prática esportiva é considerada positiva para se sair bem nos estudos. Diferente dos atletas que precisam dispor muito tempo para os treinos, manter uma rotina simples de treinos já ajuda nos estudos. De acordo com uma pesquisa realizada por neurocientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, a prática de esporte ajuda a ter desempenho na aprendizagem superior a 20%, mesmo com treinos curtos. A psicóloga Hanna Saunders explicou ao g1 que a atividade física ajuda a garantir uma sensação de bem estar e ainda melhora a memória e a concentração. “A atividade física é importantíssima, pois além de ser uma atividade laboral, que dá conforto e uma sensação de prazer, que libera vários transmissores que causam sensação de bem estar, ela também melhora muito a qualidade do sono, o que por consequência vai melhorar muito na memória e na concentração desse aluno, então a atividade física é fundamental nesse processo”, explicou. Veja as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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19/10 - História no Enem: quais os 5 temas que mais 'caem' na prova? Professor faz revisão em VÍDEO
Brasil Colonial e Guerra Fria estão entre os tópicos mais cobrados. Assista ao jogo de perguntas e respostas sobre esses assuntos de ciências humanas. A praticamente um mês da prova de ciências humanas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, que tal revisar os temas abordados mais frequentemente nas questões de história? (veja VÍDEO acima) O professor Gianpaolo Dorigo, do Curso Anglo (SP), lista quais são: sociedade e cultura no Brasil Colonial; política e sociedade na Primeira República; política e sociedade na Era Vargas; vida urbana, economia e sociedade; conflitos da Guerra Fria. Para explicar esses tópicos de maneira mais leve e divertida, o docente desafiou uma aluna a responder a cinco questões de edições anteriores do Enem - uma para cada tema. E não é à toa que o quadro se chama "Fogueira do Enem": a estudante escolhida, Vitória Maria Porciúncula, é mais íntima da área de biologia e quer prestar medicina. Será que ela teve um bom desempenho em história? Assista ao vídeo e confira. LEIA TAMBÉM: REDAÇÕES COM NOTA MÁXIMA: exemplos do Enem 2020 e 2019 DICAS DE QUEM TIROU MIL: assista ao vídeo 'NÃO SEI NADA DO TEMA': como 'se virar' na redação g1 no Enem - Fogueira de história Arte: g1 'G1 Enem': a série de lives de educação Para ajudar os candidatos a se preparar para Enem, o g1 estreou em setembro uma série de lives no Youtube (https://www.youtube.com/c/g1). Abaixo, veja as que já foram transmitidas. Como tirar mil na redação sem saber nada do tema? É importante estar preparado para saber redigir uma boa redação, mesmo se o tema for distante do universo do aluno, explica Marina Rocha, professora do Colégio e Curso AZ, no vídeo abaixo. Veja dicas: Como escapar do 'zero' na redação? Assista ao papo sobre como escapar da nota zero na redação do Enem. Participaram: Thiago Braga, professor do Colégio e Curso pH (RJ), e Larissa Cunha, que tirou 1.000 no texto do Enem 2020. Game de física O professor Idelfrânio Moreira, gerente de inovações no SAS Plataforma de Educação, lançou um desafio de física: Game de matemática O professor Rodney Luzio, do Curso Anglo (SP), listou os 5 tópicos que aparecem mais frequentemente em matemática e resolveu perguntas sobre eles. Assista: Game de biologia Já tivemos também "Fogueira do Enem" de biologia. O professor Kennedy Ramos, da plataforma "Bioexplica", desafiou a aluna Ana Luiza Rodrigues com questões sobre Covid-19: Game de química Na estreia da live, em 2 de setembro, o estudante Douglas Santos, de 18 anos, participou do quadro "Fogueira do Enem". Na ocasião, o professor Phelippe Spitaleri, do curso Anglo, explicou (com bom humor) temas como cadeias carbônicas e equilíbrio em soluções: Redações nota mil E, para terminar seus estudos, uma live "g1 Enem" sobre redações nota mil: Initial plugin text Outros vídeos de Educação
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19/10 - Professor de literatura lista quais obras literárias podem estar no Enem 2021
Memórias Póstumas de Brás Cubas, A Hora da Estrela e Vidas Secas estão na lista de textos literários que podem estar no exame, segundo o professor Rômulo Arantes. quiz Divulgação/Rocco O professor de literatura Rômulo Arantes listou quais obras literárias podem estar presentes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. Não esqueça deles! QUIZ: responda cinco questões de literatura e veja se você está pronto para o Enem 2021 Confira os assuntos de literatura que devem cair na prova do Enem 2021 Veja mais dicas de literatura para o Enem Confira: Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis Dom Casmurro – Machado de Assis O Cortiço – Aluísio Azevedo Macunaíma – Mário de Andrade Vidas Secas - Graciliano Ramos A Hora da Estrela - Clarice Lispector Grande Sertão: Veredas - Guimarães Rosa Outras dicas RJ, 28/04/2020 Estátua de Carlos Drummond de Andrade recebe máscara em Copacabana, Zona Sul do Rio Marcos Serra Lima/G1 O candidato deve estudar a Carta de Achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, texto que compõe o movimento do Quinhetismo no país e ainda por ser a gênese da literatura brasileira. Não esquecer do autor Gregório de Mattos, dar uma lida em seus textos amorosos, religiosos, filosóficos e, principalmente, os satíricos e pornográficos, que fizeram o escritor ser apelidado como Boca do Inferno. Por fim, merece uma atenção especial também o poeta, contista e cronista Carlos Drummond de Andrade, dono de uma poesia concreta, objetiva e com linguagem mais popular. Entre suas principais obras estão "A Rosa do Povo". Veja mais dicas com o professor Rômulo Arantes Professor de literatura dá dicas e tira dúvidas para o Enem 2021 Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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19/10 - Feira de Santana e Itabuna, no interior da Bahia, têm retorno das aulas 100% presenciais nesta terça-feira
Retomada acontece um dia após a volta das atividades no restante do estado. Aulas presenciais ficaram suspensas por mais de um ano e meio, por causa da pandemia da Covid-19. Feira de Santana e Itabuna têm retorno das aulas 100% presenciais nesta terça-feira As cidades de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, e Itabuna, no sul da Bahia, tiveram retorno das aulas 100% presenciais nesta terça-feira (19), um dia após a retomada das atividades em todo o estado. AULAS PRESENCIAIS: Como preparar crianças e adolescentes para a volta? A volta das aulas nas escolas acontece após um ano e sete meses da suspensão, que ocorreu em março de 2020, por causa da pandemia da Covid-19. Assim como na capital e em outras cidades, a volta das atividades foi tranquila e sem aglomerações. Na segunda-feira (18), o governo do estado anunciou que fará a testagem de até 180 mil funcionários e estudantes, com idade superior a 13 anos, desde que eles estejam assintomáticos e frequentando a escola normalmente. Essa testagem será feita em parceria com os municípios, em toda a rede pública. Alunos e funcionários da rede pública de ensino são testados contra a Covid-19 As coletas já começaram e o objetivo é identificar, monitorar e isolar casos da Covid-19 na comunidade escolar. O projeto terá duração de três meses. A estimativa é que a amostragem aleatória cubra até 20% da comunidade escolar. O material coletado será analisado pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA). Quem estiver com sintomas da Covid-19 será submetido ao teste rápido de antígeno. Se houverem resultados positivos, protocolos sanitários como medidas de isolamento e monitoramento dos estudantes ou funcionários, rastreamento e quarentena dos contactantes diretos serão feitos. Sindicato contra aulas presenciais O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) é contrário ao retorno total em todas as escolas, e protocolou uma ação no Ministério Público da Bahia (MP-BA). A categoria alega que algumas unidades do estado não têm estrutura suficiente para cumprimento de medidas sanitárias e não estão prontas pra receber alunos. O APLB também fala sobre o risco para os estudantes, funcionários e os professores, já que ainda há circulação da Covid-19 e que nem todos completaram o esquema vacinal para prevenir a doença. O Ministério Público do Trabalho diz que acompanha de perto retorno, e que montará uma comissão para fiscalizar escolas, sem aviso prévio de qual unidade será vistoriada. Feira de Santana tem retorno das aulas 100% presenciais nesta terça-feira Reprodução/TV Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻 Ouça 'Eu Te Explico' 🎙
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19/10 - Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Faixa etária de 5 a 10 anos, que coincide com a do ensino fundamental 1, foi particularmente afetada pela exclusão e pela evasão escolar no período de ensino remoto, apontam pesquisas; veja o que educadores têm feito para combater o problema. Das mais de 5 milhões de crianças sem acesso à educação na pandemia no Brasil, cerca de 40% tinham entre 6 e 10 anos ; acima, criança escrevendo em foto de arquivo de escola da zona Sul de SP Milton Michida/A2/Governo de São Paulo Na turma da professora Ana Carolina Guimarães há, hoje, desde crianças que já conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda sequer criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a professora do 3° ano do ensino fundamental 1 na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto. A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série, as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita. "Todos os alunos teriam que estar lendo, e não é a realidade. Percebemos que há uma carência nesse retorno às aulas e que a alfabetização foi muito afetada pela pandemia", diz Guimarães à BBC News Brasil. Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – e, portanto, as que cursam o final da educação infantil e todo o ensino fundamental 1 – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos mais de 18 meses de ensino à distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase crucial de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos fundamentos matemáticos. Secretário estadual da Educação de SP diz que pandemia provocou 'tragédia' na educação e quer 'escolas cheias de novo' E também porque, nessa idade, elas têm pouca autonomia no ensino remoto, e portanto o contato próximo aos professores fez muita falta. Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef (braço da ONU para a infância) e a organização Cenpec Educação apontou que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental 1 foi a mais afetada pela exclusão escolar durante a pandemia. Segundo a pesquisa, das mais de 5 milhões de crianças e adolescentes que estavam sem acesso à educação no Brasil em novembro de 2020, cerca de 40% tinham entre 6 e 10 anos de idade. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com sua escola, nem por WhatsApp ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo", explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec. Um ponto crucial é que, até a ruptura causada pela pandemia, essa era uma faixa etária em que o ensino estava praticamente universalizado no Brasil, ou seja, quase todas as crianças dessa idade estavam frequentando a escola. Além disso, o ensino fundamental 1 público vinha melhorando constantemente seus indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros. Segundo os dados mais recentes, de 2019, o Brasil tinha em média 57% dos alunos do 5° ano do fundamental 1 com conhecimentos adequados em língua portuguesa, aumento de 7 pontos percentuais em relação a 2015. Faixa etária de 5 a 10 anos, que coincide com a do ensino fundamental 1, foi particularmente afetada pela exclusão e pela evasão escolar no período de ensino remoto BBC Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades. Neri identificou que a taxa de evasão escolar (ou seja, de crianças fora da escola) nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias. "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil. O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela desconectividade e pela pobreza no Brasil. "A criança de 5 a 9 anos tem menos intimidade com a internet que um adolescente e ela é, em geral, mais pobre – o ápice da pobreza no Brasil é nessa faixa etária", particularmente em famílias mais numerosas e sem renda suficiente ou ainda sem aposentadoria, pontua. Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda. Desafio urgente Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino. "A urgência é que essa fase do aprendizado é fundamental: as competências de leitura e escrita que a criança desenvolve ali são cruciais para seguir com a aprendizagem", diz Anna Helena Altenfelder. Alunos assistem a aula no primeiro dia de retorno escolar 100% presencial na pandemia na segunda-feira (18). Carla Carniel/Reuters "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante a pandemia." Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda têm bastante tempo de anos escolares pela frente. "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil – temos experiência com classes de aceleração de aprendizagem e correção de fluxo escolar (ou seja, de adequar a idade da criança à série que ela deve cursar). Mas as escolas não farão isso sozinhas, os professores vão precisar de apoio." Falar com cada família Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, em Belo Horizonte, citada no início desta reportagem, a combinação de pobreza e desconexão marcou a trajetória escolar de muitos alunos durante os meses de escola fechada. "Trabalhamos com crianças carentes. Algumas não tinham nem condições de ir buscar na escola a cesta básica que foi oferecida. Imagina então ter internet para fazer aula online", explica. Agora, ela está avaliando as crianças uma a uma, e "conversando de família em família, para identificar quais são as maiores dificuldades. Quando os pais não são alfabetizados, por exemplo, a gente tem que ficar muito mais próximo aos alunos". Uma vez por mês, Guimarães tem ligado para cada aluno para ouvi-lo ler um texto para ela e, assim, medir sua capacidade de leitura. "E cada vez que eles evoluem, me mandam um áudio (de WhatsApp), comemorando", conta. Os alunos também são convidados a fazer um podcast explicando as atividades para os colegas que tenham mais dificuldades, prossegue a professora. Guimarães e suas colegas professoras da Escola Estadual São Bento transformaram esse desafio pedagógico em um projeto de trabalho no curso de pós-graduação de Aprendizagem Criativa, que cursam na PUC Minas em parceira com o instituto educacional Iungo e o governo mineiro. O objetivo é que o projeto, focado na recuperação da alfabetização das crianças, possa ajudar não apenas as turmas individuais de cada professora envolvida, mas toda a escola. "Isso porque a demanda não é só minha: se aluno não se alfabetizar até o terceiro ano, isso vai virar um problema para o professor do quarto ano", aponta. Agora que os alunos começam a voltar a frequentar a escola com mais regularidade, desafios como o enfrentado por Guimarães estão frequentes na pós de Aprendizagem Criativa, explica Paulo Emilio Andrade, diretor do Instituto Iungo. "Mas os professores estão vendo que, em vez de empurrar o problema para a frente, conseguem construir soluções para seus alunos avançarem", diz Andrade. No curso, a ideia é, a partir dos problemas identificados em sala de aula, que seja possível elaborar atividades e estratégias que ajudem a engajar as famílias e as crianças na recuperação da aprendizagem. Para Anna Helena Altenfelder, do Cenpec, de fato será necessário agir de modo amplo para evitar que as defasagens de alfabetização escalonem em diversas partes do Brasil. "As redes e secretarias de ensino vão ter que se organizar de forma diferente. E seria necessário haver a coordenação técnica e financeira do Ministério da Educação em projetos de apoio aos municípios (que concentram a maior parte das escolas de fundamental 1 no país)", diz ela – criticando o que vê como inação federal nas ações de enfrentamento à pandemia e a ênfase da pasta em projetos polêmicos e de baixo alcance, como o de ensino domiciliar e o de escolas cívico-militares. Menina mede temperatura corporal no primeiro dia de retorno às aulas 100% presenciais em São Paulo, na segunda-feira (18). Carla Carniel/Reuters O ministério, por sua vez, diz à reportagem que fez destinação emergencial de recursos por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE); criou uma plataforma para apoiar professores e trabalhadores da educação no planejamento e execução de atividades e planos de aula para alunos que estão aprendendo a ler e escrever; e tem oferecido, para famílias, um aplicativo gratuito e o programa de contação de histórias Conta pra Mim de forma a apoiar o letramento dentro de casa. Volta às aulas presenciais: Governo de SP gastou só 20% da verba para reforma e melhoria estrutural de escolas em 2021 E afirmou à reportagem que seus cursos online recém-lançados sobre práticas de alfabetização estão entre os mais frequentados (e bem avaliados) pelos professores. "Ciente da gravidades dos impactos desse evento (pandemia) sobre a educação, a Secretaria de Alfabetização do MEC estive ativa em elaborar ações e projetos para dirimir (o problema), não apenas voltados às crianças, mas também aos profissionais da educação", diz a pasta, por e-mail. Acolhimento Segundo Altenfelder, agora será necessário buscar ativamente os estudantes desvinculados da escola neste período pandêmico, olhar individualmente para a realidade de cada escola e criar uma espécie de "acolhimento em cascata", que responda às dificuldades emocionais e de aprendizado vividas na pandemia – com a ajuda dos setores de assistência social e saúde. "Os alunos vão precisar de acolhimento por parte dos professores, que precisarão ser acolhidos por seus diretores de escola, e estes, pelos seus secretários e assim por diante", diz. Esse olhar individualizado, seguido de intervenções concretas, diz ela, pode ajudar a amenizar os enormes abismos que ficaram latentes durante a pandemia. Um exemplo desse abismo, explica o economista Marcelo Neri, é exposto na quantidade de horas-aula que crianças de diferentes extratos sociais tiveram. Ele calcula que, em média, alunos de 6 a 15 anos das classes A e B tiveram, na prática, mais de 50% de tempo a mais de aulas online em comparação com os alunos da classe E durante a pandemia. Foto mostra aluno em primeiro dia de retorno às aulas 100% presenciais em São Paulo, na segunda-feira (18). Carla Carniel/Reuters Esses alunos pobres também tiveram menos acesso a atividades escolares e, quando as receberam, dedicaram menos tempo a elas. Particularmente na faixa etária das crianças em fase de alfabetização, o risco é o Brasil "regredir duas décadas no acesso de meninos e meninas à educação", na visão do Unicef. "Crianças de 6 a 10 anos sem acesso à educação eram exceção no Brasil, antes da pandemia. Essa mudança observada em 2020 pode ter impactos em toda uma geração", afirmou, em abril, Florence Bauer, representante do Unicef no Brasil. "É essencial agir agora para reverter a exclusão, indo atrás de cada criança e cada adolescente que está com seu direito à educação negado, e tomando todas as medidas para que possam estar na escola, aprendendo." Veja VÍDEOS sobre educação:
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19/10 - O que mais cai em HISTÓRIA no Enem? Professor desafia aluna; assista live às 14h
Em transmissão ao vivo no Youtube, estudante da área de biológicas participará do 'Fogueira do Enem': ela terá de responder a questões de humanas. Participe e envie dúvidas! Arte: g1 Falta praticamente um mês para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Que tal aproveitar esse tempo para revisar os temas que "caem" mais frequentemente na prova? Nesta terça-feira (19), às 14h, você pode relembrar os principais tópicos de história em mais uma live do "Fogueira do Enem" no nosso canal do Youtube (https://www.youtube.com/c/g1). O professor Gianpaolo Dorigo, do Curso Anglo (SP), desafiará uma aluna com 5 questões sobre os assuntos que mais são cobrados na parte de ciências humanas do exame. E não é à toa que o programa se chama "Fogueira": a estudante escolhida não é tão íntima dessa disciplina - ela quer estudar medicina no futuro e prefere assuntos de biologia. Será que ela vai acertar as perguntas? Brincadeiras à parte, o que importa é que tanto a jovem quanto quem acompanhar a live poderão tirar dúvidas ao vivo sobre história. E mais: aproveitar para revisar os principais tópicos. A apresentação será da repórter de Educação Luiza Tenente. Não perca! LEIA TAMBÉM: REDAÇÕES COM NOTA MÁXIMA: exemplos do Enem 2020, 2019 e 2018 DICAS DE QUEM TIROU MIL: assista ao vídeo COMO EVITAR A NOTA ZERO: veja vídeo com dicas sobre a redação 'NÃO SEI NADA DO TEMA': como 'se virar' na redação FOGUEIRA DO ENEM: game com perguntas de química, biologia, matemática e física 'G1 Enem': a série de lives de educação Para ajudar os candidatos a se preparar para Enem, o g1 estreou em setembro uma série de lives no Youtube com: revisões dos temas mais cobrados na avaliação, games de perguntas e respostas; dicas de estudos; explicações sobre os processos seletivos e bate-papos com alunos e professores. Como assistir? Para assistir ao programa, basta entrar no canal do g1 no Youtube: https://www.youtube.com/c/g1. Dica: já acesse agora a página e se inscreva - assim, você receberá um lembrete no celular quando começar a live. Como tirar mil na redação sem saber nada do tema? É importante estar preparado para saber redigir uma boa redação, mesmo se o tema for distante do universo do aluno, explica Marina Rocha, professora do Colégio e Curso AZ, no vídeo abaixo. Veja dicas: Como escapar do 'zero' na redação? Assista ao papo sobre como escapar da nota zero na redação do Enem. Participaram: Thiago Braga, professor do Colégio e Curso pH (RJ), e Larissa Cunha, que tirou 1.000 no texto do Enem 2020. Game de física O professor Idelfrânio Moreira, gerente de inovações no SAS Plataforma de Educação, lançou um desafio de física: Game de matemática O professor Rodney Luzio, do Curso Anglo (SP), listou os 5 tópicos que aparecem mais frequentemente em matemática e resolveu perguntas sobre eles. Assista: Game de biologia Já tivemos também "Fogueira do Enem" de biologia. O professor Kennedy Ramos, da plataforma "Bioexplica", desafiou a aluna Ana Luiza Rodrigues com questões sobre Covid-19: Game de química Na estreia da live, em 2 de setembro, o estudante Douglas Santos, de 18 anos, participou do quadro "Fogueira do Enem". Na ocasião, o professor Phelippe Spitaleri, do curso Anglo, explicou (com bom humor) temas como cadeias carbônicas e equilíbrio em soluções: Redações nota mil Tivemos também uma live "G1 Enem" sobre redações nota mil: Initial plugin text Outros vídeos de Educação
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19/10 - O Assunto #561: Aula presencial - hora de reverter a evasão
A partir desta segunda-feira (18), os alunos das redes estaduais de São Paulo, Bahia e Mato Grosso voltam às aulas 100% in loco - além deles, mais 11 Estados optaram pelo presencial. Urgência no retorno às escolas é para garantir acesso a mais de 5 milhões de estudantes privados à educação durante a pandemia. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Retomado há tempos em outros países, o ensino 100% na escola só agora volta a ser realidade em grande escala no Brasil. Cerca de metade dos Estados já se decidiu pela volta plena -em 3 deles, ela entrou em vigor nesta segunda-feira. Falando de São Paulo, da Bahia e do Mato Grosso, respectivamente, os repórteres Zelda Melo (TV Globo), Camila Oliveira (TV Bahia) e Leonardo Zamignani (TV Centro América) atualizam a situação. Descrevem a emoção de alunos, professores e funcionários. E acidentes de percurso: em São Paulo, por exemplo, parte das unidades da rede ainda terá que seguir no modelo híbrido, por falta de condições de cumprir protocolos básicos da pandemia. A despeito das diferenças regionais, um traço se mantém em todo o país: muitos estudantes perderam totalmente o contato com a escola, e vice-versa. Entrevistada por Renata Lo Prete, a pedagoga Julia Ribeiro, oficial de Educação do Unicef no Brasil, fala sobre o imperativo de empreender uma “busca ativa” para resgatá-los. Ela lembra que, em 2020, mais de 5 milhões de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos não tiveram acesso à educação, o que levou o fundo da ONU a alertar para o risco de o país “regredir duas décadas" nesse quesito. Julia destaca ainda que o abandono está longe de ser homogêneo, comprometendo o futuro principalmente de estudantes pobres - negros, pardos e indígenas. O que você precisa saber: Busca ativa escolar: saiba se seu município integra a plataforma Aulas presenciais: 9 estados liberam retorno para todos os alunos São Paulo: aulas presenciais voltam a ser obrigatórias Bahia: rede estadual retorna para 100% dos alunos Mato Grosso: aulas voltam, exceto em casos de comorbidades Educação: só 24% das escolas em SP estão aptas para o retorno UNESCO: apoia volta do ensino presencial obrigatório em SP O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Neste episódio colaboraram também: Gabriel de Campos e Ana Flávia Paula. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
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18/10 - 'País que não investe em ciência está fadado ao retrocesso', diz professora da UFRGS em lista de 100 cientistas analíticos mais influentes do mundo
Claudia Alcaraz Zini, do Instituto de Química, compõe, pelo 2º ano consecutivo, seleção do The Analytical Scientist. Docente titular na área de química analítica é especialista, entre outros temas, na aromatização de vinhos. Professora da UFRGS diz que falta de recursos é mais limitante do que pandemia A professora Claudia Alcaraz Zini, do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), compõe, pelo segundo ano consecutivo, a lista dos 100 cientistas analíticos mais influentes do mundo, segundo o The Analytical Scientist. O rol, divulgado no dia 12 de outubro, celebra a 100ª edição este ano. "O Brasil tem uma tradição de pesquisa que foi cultivada ao longo de décadas. Não podemos perder isto. Um país que não investe em ciência e tecnologia está fadado ao retrocesso, à subserviência", destaca. Bolsonaro sanciona lei que retira mais de R$ 600 milhões de verbas para ciência e pesquisa Ministro da Ciência e Tecnologia diz ter sido "pego de surpresa" Além de Claudia, Francisco Radler de Aquino Neto, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Norberto Peporine Lopes, da Universidade de São Paulo, também estão na lista. O reconhecimento internacional, para ela, é motivo de gratidão a professores, pesquisadores, alunos e familiares que colaboraram com o trabalho científico. Ao mesmo tempo, é uma motivação a quem está inserido ou deseja ingressar na área acadêmica. "Sem a colaboração deles, não teria sido incluída na lista do The Analytical Scientist do ano passado e deste. O trabalho de um pesquisador engloba o esforço de equipe, no qual muitos outros estão incluídos", cita. A listagem contempla pesquisadores de dezenas de países e observa não apenas o ano anterior, mas uma carreira inteira. Claudia foi citada nos dois anos de pandemia. Porém, ela cita que, mais do que o coronavírus, os recentes cortes impostos à pesquisa científica brasileira é o maior inimigo do pesquisador. "Alunos e pesquisadores, quando têm base suficiente de infraestrutura e recursos para fazer suas pesquisas, conseguem avançar, apesar da pandemia. Claro que a pandemia, em alguma medida, afeta o andamento dos trabalhos, mas menos do que a falta de recursos. Não se tem recursos para questões básicas, como conserto de piso do laboratório, telhado etc. Quanto mais recursos para compra de equipamentos caros, os quais são essenciais para a realização de pesquisas de ponta. É necessário rever nossas políticas no que tange à ciência e tecnologia em todas as áreas do conhecimento", reivindica. Entenda como os recursos para pesquisa serão remanejados Veja as notas divulgadas pelas entidades Uma das possibilidades citadas por ela é a ampliação dos financiamentos privados e revisar a relação do setor com as universidades. "O empresário brasileiro não tem a cultura de investir em pesquisa. Precisam ser estimulados a fazer isto através de incentivos, inicialmente, para então compreenderem melhor, na prática, qual é a importância de investirem em pesquisa. Tanto alunos, como pesquisadores e professores precisam ser incentivados à carreira científica e tecnológica para que nosso país possa avançar nestas áreas", afirma. Cientista da UFRGS diz que intercâmbio com pesquisadores internacionais é essencial Outra questão é a difusão do conhecimento. Sobre isto, Claudia recorda de um conselho de uma antiga professora, no final dos anos 1990, de que todos os jovens cientistas devem visar desenvolver seus trabalhos em conjunto com pesquisadores estrangeiros. "Primeiro porque na ciência e na tecnologia não existem fronteiras. É importantíssimo saber o que acontece em outras partes do mundo e não se isolar no seu próprio país, pois nesta troca de informações e experiências se progride muito em pesquisa científica. Outro aspecto é que é bem mais difícil ser reconhecido dentro do nosso país do que fora do mesmo. Existe muita competição no meio acadêmico. Vários colegas acham que esta competição é saudável, pois seria um agente de estímulo ao desenvolvimento profissional. Eu não penso assim. A colaboração é o que há de mais saudável nas relações humanas e esta deveria predominar na academia", enfatiza. Claudia desenvolveu a carreira toda na UFRGS, partindo da graduação, nos anos 1980, ao doutorado em 2002. Atualmente trabalha com temas como técnicas de extração e separação e química analítica ambiental e ecológica. Dentre os principais de estudos estão desde vinhos, sucos de frutas e alimentos em geral às plantas, óleos essenciais, bio-óleo, alcatrão, petróleo, carvão e betume. Claudia Zini foi incluída pelo segundo ano seguido na lista dos 100 cientistas analíticos mais influente do mundo Arquivo Pessoal Vídeos: Tudo sobre o RS
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18/10 - Rede estadual de ensino do Piauí tem 1º dia de aulas presenciais com baixa presença de alunos nas escolas
Escolas se preparam para receber as aulas presenciais, mas a presença foi baixa em algumas escolas. CETI Didácio Silva se prepara para retorno de aulas presenciais na Zona Sudeste de Teresina. O retorno das aulas presenciais obrigatórias para o 3º ano do Ensino Médio nas escolas públicas estaduais não ocorreu em todas as unidades nesta segunda-feira (18). O Centro de Educação de Tempo Integral (CETI) Didácio Silva, na Zona Sudeste e o CETI João Henrique Souza, na Zona Sul, foram algumas das unidades que não tiveram todos os alunos na sala de aula. A portaria da Secretaria Estadual da Educação do Estado (Seduc) determinava que a volta obrigatória aconteceria hoje. O CETI Didácio Silva informou que ainda se organiza para retornar presencialmente próxima quarta-feira (20) e o CETI João Henrique Sousa informou que a previsão é que só ocorra na próxima semana. De acordo com a diretora do CETI Didácio Silva, Tetê Castro, os 250 alunos estão assistindo aulas on-line, para que a escola seja preparada para o retorno presencial. Segundo a Seduc, uma sanitização ocorre na escola hoje e amanhã. CETI Didácio Silva Layza Mourão/ g1 Piauí “Nós nos organizamos hoje para fazer essa volta presencial na quarta-feira, porque na verdade essa volta já aconteceu, só que precisava dividir melhor os grupos por causa da quantidade de alunos, já que temos turmas com quase 50 alunos e a nossa sala só comporta 20. Então hoje a gente precisa organizar essas carteiras e essa quantidade de gente”, explicou a gestora. Tetê Castro disse que para a terça-feira (19), a escola também já tinha uma atividade marcada que era o projeto “Cinema na Escola” e por isso não haverá aula presencial. A unidade escolar Didácio Silva tem 753 alunos distribuídos em 16 turmas, somente no 3º ano do Ensino Médio são 250 alunos. Mesmo com o retorno presencial obrigatório, a escola vai continuar disponibilizando as vídeo-aulas para aqueles que comprovarem que não podem assistir à aula de forma presencial. As turmas serão divididas pela metade, e cada parte ficará numa sala. A estrutura física está preparada, com lavatórios e orientações com os protocolos sanitários espalhados pela escola. A diretora informou ainda que nenhum pai ou aluno se opôs ao retorno obrigatório e que eles serão notificados pelo WhatsApp para o retorno na quarta-feira. Leia Também: Decreto da Prefeitura de Teresina autoriza retorno das aulas presenciais na rede municipal; Volta às aulas no PI: salas com 50% dos alunos e protocolos de higiene marcam retorno presencial em escolas públicas; Retorno próxima semana CETI João Henrique de Almeida Souza Layza Mourão/g1 Piauí. No CETI João Henrique Sousa, no bairro Morada Nova, na Zona Sul de Teresina, as atividades presenciais obrigatórias só na próxima semana para adequar a carga horária dos professores com a divisão das turmas. A parte de estrutura sanitária já está apta para receber os alunos. “Estamos trabalhando com os professores da seguinte forma: quando ele está aqui de forma presencial na parte da manhã, à tarde ele está trabalhando remoto, com aquela turma que está no processo de revezamento. Estamos tentando adaptar, porque quando o número de alunos presencial aumentar, teremos que dividir as nove turmas de 40 alunos e surgirão 18 turmas”, destacou a coordenadora Lucijane Oliveira. A coordenadora afirmou que a partir da segunda-feira (25), as aulas serão de forma presencial, conforme o decreto. Ao longo desta semana, será feita a parte de estruturação das salas e demarcações de carteiras. Ainda está previsto também, ao longo dos próximos dias, uma reunião com os pais, para falar sobre o retorno das aulas. Alunos do 3ª ano do Ensino Médio durante aula no CETI João Henrique, Sul de Teresina Layza Mourã/g1 Piauí. A Seduc disse estar ciente de que as duas escolas não iniciariam as aulas e que justificaram que os estudantes não terão prejuízo, por continuarem em ensino remoto. Número geral Segundo a Seduc 453 escolas retornaram nesta segunda-feira (18), que atendem 3º ano do ensino médio e VII etapa EJA (Educação de Jovens e Adultos). “Só não retornaram em municípios que possuem decretos próprios devido ao número de casos de Covid-19. As demais escolas retornarão de forma gradativa, segundo o cronograma”, informou a Secretaria Estadual de Educação. Em Picos e região Pais relataram as dificuldades de locomoção dos alunos até a escola no retorno às aulas, onde muitos estão deixando de frequentar a escola por falta de ônibus escolar, já que não têm condições financeiras para pagar a passagem. O problema foi relatado nas cidades de Picos, São João da Canabrava e em Campo Grande do Piauí. O setor responsável na Secretaria de Educação do Piauí (Seduc) não se posicionou até o momento desta publicação. Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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18/10 - Professor espanhol é suspenso após dar 10 para todos os alunos
Docente defendia que qualquer evolução, por menor que seja, deveria ser celebrada. Secretaria de Educação investigou método aplicado e puniu o professor. Professor Yván Pozuelo em imagem no seu canal do YouTube Reprodução YouTube Um professor da Espanha foi suspenso de dar aulas após dar nota dez para “praticamente todos seus alunos”, segundo reportagens da imprensa local. Yván Pozuelo, de 47 anos, dava aulas de francês há mais de uma década em uma instituição de Gijón, no norte do país, e defendia o seu método próprio de avaliação. Em entrevistas a jornais espanhóis, e um livro que ele mesmo publicou no ano passado, ele argumentava que qualquer evolução em seus alunos, por menos que seja, deveria ser celebrada. LEIA TAMBÉM: França homenageia professor assassinado por mostrar caricaturas de Maomé ‘Perdi meu emprego de professor por recusar vacina’: os americanos que não aceitam se imunizar Após a repercussão do caso, a Secretaria de Educação das Astúrias - onde fica a cidade de Gijón - abriu investigação contra Pozuelo. Mais de 2,5 mil páginas foram escritas contra o professor e uma recomendação indicando o afastamento do docente, por 8 meses e sem remuneração, foi encaminhada para a escola. O professor alega que a resposta da Secretaria se trata de uma “perseguição”. Ele afirmou que a administração pública exigiu que ele se retratasse e desautorizasse o método, o que ele discorda. “[Ao dar os 10] há uma motivação total para a aprendizagem”, disse Pozuelo ao jornal “El Comercio”, antes da suspensão. Ao digital El Español, o professor explicou melhor seu método: “eu não vou punir os erros. Vou somar os acertos”. “Se não houve avanço em dois anos, mas percebo uma melhora de um milímetro, esse um milímetro é dez”, disse. VÍDEOS mais vistos do g1
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18/10 - Bahia tem retorno de aulas 100% presenciais na rede estadual de ensino, nesta segunda-feira
Atividades presenciais voltam após um ano e sete meses da suspensão, que ocorreu em março de 2020, por causa da pandemia da Covid-19. A expectativa é de que 900 mil estudantes voltem às escolas. Aulas 100% presenciais são retomadas em Salvador; veja A Bahia teve retorno de 100% das aulas presenciais na rede estadual de ensino nesta segunda-feira (18), após um ano e sete meses da suspensão, que ocorreu em março de 2020, por causa da pandemia da Covid-19. A expectativa é de que 900 mil estudantes retornem às atividades. AULAS PRESENCIAIS: Como preparar crianças e adolescentes para a volta? SALVADOR: Como será o 2º semestre presencial nas escolas? O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) é contrário ao retorno total em todas as escolas, e protocolou uma ação no Ministério Público da Bahia (MP-BA). A categoria alega que algumas unidades do estado não têm estrutura suficiente para cumprimento de medidas sanitárias e não estão prontas pra receber alunos. Bahia tem retorno de aulas 100% presenciais na rede estadual de ensino, nesta segunda-feira Natally Accioli/G1 O APLB também fala sobre o risco para os estudantes, funcionários e os professores, já que ainda há circulação da Covid-19 e que nem todos completaram o esquema vacinal para prevenir a doença. O Ministério Público do Trabalho diz que acompanha de perto retorno, e que montará uma comissão para fiscalizar escolas, sem aviso prévio de qual unidade será vistoriada. Aulas 100% presenciais são retomadas em municípios da Bahia Na capital baiana, o retorno foi tranquilo e sem aglomerações no início da manhã. Nas cidades de Barreiras e Vitória da Conquista, que ficam no oeste e sudoeste baiano, a situação se repetiu, assim como em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, e em Juazeiro, na região norte. A previsão é de que o ano letivo siga até o dia 28 de dezembro, nas mais de 25.700 unidades, espalhadas nas 417 cidades do baianas, de acordo com dados do Censo Escolar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻 Ouça 'Eu Te Explico' 🎙
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18/10 - Escolas da rede estadual retomam aulas presenciais obrigatórias em Presidente Prudente
Dirigente regional de ensino diz que 'unidades estão adequadas'. Já na rede municipal, retorno de 100% dos estudantes às aulas presenciais segue indefinida. Aulas presenciais são retomadas nas escolas estaduais, em Presidente Prudente Alunos das escolas estaduais de Presidente Prudente (SP) retornaram às salas de aula nesta segunda-feira (18). Na última quarta-feira, dia 13, o governo estadual anunciou que voltam a ser obrigatórias para 100% do ensino presencial. A Escola Estadual Florivaldo Leal, por exemplo, os estudantes passaram pela aferição de temperatura na entrada e podem contar com dispositivos com álcool gel espalhados pelo prédio. Segunda-feira foi de retomada de 100% dos estudantes às aulas presenciais Marcos Santos/USP Imagens No total, a unidade tem matriculados cerca de 600 alunos entre os ensinos fundamental 2 e médio, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A dirigente regional de ensino de Prudente, Marta Oliveira, disse em entrevista à TV Fronteira que “as escolas estão adequadas”. “Desde o início da pandemia vem um investimento para essa adequação tanto do espaço físico quanto os produtos pra higienização das mãos”, comentou. LEIA TAMBÉM Como preparar crianças e adolescentes para a volta às aulas presenciais Volta às aulas presenciais obrigatória em SP: perguntas e respostas Retomada de 100% dos estudantes às aulas presenciais ainda segue indefinida na rede municipal em Presidente Prudente Aulas presenciais voltam a ser obrigatórias para 100% dos alunos em SP a partir de segunda-feira Seduc diz que retomada de 100% dos alunos em aulas presenciais em Presidente Prudente será analisada com o Conselho Municipal de Educação Conselho Municipal de Educação de Presidente Prudente diz que convocar 100% dos alunos para aulas presenciais é um risco ao público e seu núcleo familiar Segundo a dirigente, a unidade Florivaldo Leal já atendia quase 100% da capacidade, mas, até então, era opcional para os pais. A presença de alunos variava de 80% a 90%, conforme Oliveira. “A partir de hoje [segunda-feira, 18] é obrigatório para todos eles. Essa escola [Florivaldo Leal] consegue atender 100% dos alunos”. Oliveira ainda explicou que alunos que comprovadamente compõem algum grupo de risco da Covid-19 podem manter o ensino remoto com aulas síncronas e Centro de Mídias. “Agora é o momento de retorno. Nós já tivemos muitas perdas com o ensino remoto. Atendeu dentro do que foi necessário, por conta da pandemia, mas agora nada substitui o presencial”, disse a dirigente de ensino à TV Fronteira. Outras unidades Em relação às escolas municipais, a Prefeitura de Presidente Prudente informou que ainda não definiu como vai ficar a retomada de 100% dos estudantes às aulas presenciais. A situação deve ser analisada em conjunto com o Conselho Municipal de Educação (Comed). O Conselho Municipal de Educação (Comed) de Presidente Prudente informou ao g1, por meio de nota pública, que convocar 100% dos alunos para as aulas presenciais é colocar em risco a integridade física desse público e das pessoas com comorbidade que compõem seus núcleos familiares. Já o Sindicato das Escolas Particulares disse que atenderá 100% dos alunos. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.
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18/10 - Responda 5 questões de literatura que podem cair no Enem 2021
Veja como você se sai com questões de assuntos que podem fazer parte do assunto de literatura nas provas do Enem. Responda 5 questões de literatura que podem cair no Enem 2021 Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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18/10 - Confira quais assuntos sobre literatura devem cair na prova do Enem 2021
O professor Rômulo Arantes listou cinco assuntos que devem ser revisados pelo candidato nesta reta final para o Enem 2021. Professor de literatura dá dicas e tira dúvidas para o Enem 2021 Em entrevista ao g1, o professor de literatura Rômulo Arantes listou os cinco assuntos da disciplina que devem cair no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. Confira: QUIZ: responda 5 questões de literatura aqui! 1. Teoria literária É recorrente na prova do Enem questões envolvendo a estrutura do texto, principalmente sobre o poema, que é um texto muito rico, com elementos variados e atualizáveis. O candidato deve lembrar que um poema tem três elementos essenciais – verso, estrofe e ritmo -, e dois elementos acessórios – métrica e rima. Se a questão contiver um texto pós-moderno, o candidato pode se deparar com um poema visual ou marginal. O poema visual é aquele que não tem verso ou estrofe, as palavras são articuladas de forma completamente livre e elas apresentam um elemento sonoro, semântico e visual. Já o poema marginal, texto predominantemente na Ditadura Militar, o autor expressa o que pensa e, assim, são diversos os temas: amor, medo, vida e morte, social e entre outros. Ele possui um traço distintivo, uma linguagem irônica e debochada. Observações: o candidato deve se preparar para questões sobre o gênero lírico, levar em consideração a dimensão épica, histórica e heroica. Ele também deve ficar atento para o texto satírico, poético e apresenta uma dimensão de crítica. A narrativa é uma narração em prova. Dica do professor: no Enem sempre há perguntas envolvendo as funções da linguagem. Lembre-se que é necessário saber qual foi a intencionalidade do ato de fala. 2. Barroco Busto de São Boaventura, escultura em cedro do mestre Aleijadinho, vai retornar para Ouro Preto. TJMG/Divulgação O candidato deve dar atenção aos escritores Gregório de Matos, Padre Antônio Vieira e às produções artísticas do Barro Mineira. Pesquise sobre as pinturas do Mestre Ataíde e, principalmente, as esculturas do Aleijadinho. Conheça um pouco da história do mestre Aleijadinho 3. Romantismo O romantismo possuiu três fases, que são frequentemente cobradas na prova do Enem. Na prosa, os autores românticos procuravam integrar o território nacional. No teatro, as peças eram críticas e dinâmicas. O candidato deve lembrar desses aspectos e não esquecer as principais referências desta corrente, que são: Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo e Castro Alves. 4. Realismo brasileiro Estátua de Machado de Assis está na entrada da Academia Brasileira de Letras, no Rio Reprodução/ TV Globo O realismo é um movimento literário que iniciou no Brasil em 1881, após a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Além das características desta corrente, o candidato deve 'saber de cór' as principais obras de Machado. Pesquisador diz ter encontrado possível última foto de Machado de Assis em vida Campanha recria foto clássica de Machado de Assis e mostra escritor negro: 'racismo escondeu quem ele era' 5. Modernismo O modernismo é uma corrente literária que representou a ruptura com padrões e a inovação. Ela surgiu após o pré-modernismo. Lembre-se de associar este movimento com a pós-modernidade, algo bastante cobrado no Enem. Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube Professor de literatura dá dicas e tira dúvidas para o Enem 2021
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18/10 - Aulas presenciais são retomadas em escolas estaduais do noroeste paulista a partir desta segunda-feira
Governo estipulou retorno presencial obrigatório a partir desta segunda-feira (18). Na prática, porém, regra só deverá ser cumprida em novembro, quando não será mais exigido o distanciamento entre os estudantes. As aulas presenciais voltam a ser obrigatórias na rede pública e privada do estado de São Paulo a partir desta segunda-feira (18) CESAR CONVENTI/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Começa nesta segunda-feira (18) a retomada das aulas presenciais para alunos de escolas estaduais do noroeste paulista. O retorno será feito depois que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), determinou a retomada obrigatória. Contudo, somente 24% do total de escolas do estado (1.251 das 5.130) conseguem garantir o distanciamento de um metro exigido pelas regras de combate à Covid-19. Nas demais, onde isso não é possível por falta de espaço físico, as aulas presenciais só voltam a ser obrigatórias para todos os estudantes em 3 de novembro. Volta às aulas presenciais: perguntas e respostas Como preparar crianças e adolescentes para a volta às aulas Volta às aulas presenciais em SP: perguntas e respostas A exigência também vale para as escolas privadas, mas elas terão prazos definidos pelo Conselho de Educação para se adaptarem. No caso das municipais, a maioria das prefeituras tem autonomia para decidir. Somente em cidades menores, que não têm Conselho de Educação próprios, devem seguir a determinação do estado. Durante coletiva de imprensa na semana passada, o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, afirmou que o distanciamento ainda deve ser mantido até 3 de novembro. "Começamos com a obrigatoriedade dos estudantes já na segunda-feira. O Conselho vai deliberar sobre o prazo para as escolas privadas. Vai ter um prazo em que a escola privada poderá se adaptar à regra. Para as redes municipais, deverá ser observada a regra de cada conselho", disse o secretário. De acordo com o secretário, os estudantes só poderão deixar de frequentar as escolas mediante apresentação de justificativa médica, ou aqueles que fazem parte do grupo de exceções definidos: Gestantes e puérperas Comorbidades com idade a partir de 12 anos que não tenham completado ciclo vacinal contra a Covid Menores de 12 anos que pertencem a grupos de risco para a Covid e ou condição de saúde de maior fragilidade Em agosto, a gestão estadual já tinha reduzido o distanciamento entre as carteiras de 1,5 metro para 1 metro. O uso de máscara por parte de estudantes e funcionários permanece obrigatório para todos, assim como a utilização de álcool em gel nas escolas e equipamentos de proteção individual por parte de professores e demais funcionários. No início de agosto, o governo estadual liberou o retorno às aulas presenciais com 100% ocupação respeitando os protocolos sanitários, o que em algumas unidades exigiu revezamento de grupos. Apesar da autorização, o envio do estudante para a sala de aula era facultativo aos pais. Na ocasião, as prefeituras também tinham autonomia para definir as datas e regras de abertura. Quanto aos casos suspeitos, a Secretaria afirmou que as "bolhas" das pessoas em contato seguirão sendo suspensas das aulas presenciais. "Servidores, funcionários e alunos são acompanhados por meio do Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para Covid-19 da Secretaria e quando há o surgimento de diagnóstico provável ou suspeito no ambiente escolar, os contactantes são identificados, a pessoa é isolada e orientada a buscar atendimento na rede de saúde. É o médico quem determina, conforme avaliação, o período de afastamento e a indicação e o tratamento que deverá ser seguido. Os alunos contactantes, por sua vez, são afastados das aulas presenciais e acompanham as atividades de classe por intermédio do Centro de Mídias, sem prejuízo para o aprendizado. No caso dos servidores e funcionários, também são orientados para o acompanhamento médico, que irá determinar o afastamento e o tratamento", diz a nota. Volta às aulas é obrigatória no estado de SP a partir desta segunda-feira (18) TV Globo/Reprodução/Arquivo Sindicato é contrário O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) considerou a medida desnecessária, descabida e perigosa. Na avaliação da Apeopesp, as escolas não têm condições de cumprir os protocolos de segurança contra a Covid. O sindicato ainda alega que em diversas instituições não há funcionários de limpeza para garantir a higienização das unidades. Unesco é favorável A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) disse que apoia a volta do ensino 100% presencial e obrigatório nas escolas. A Unesco não tem dúvidas de que este é o momento de reabrir as escolas, especialmente considerando os prejuízos do ensino à distância na aprendizagem. "Nada substitui o ensino presencial e sabemos que muitos alunos e famílias tiveram problemas de conectividade e nos equipamentos para o ensino hibrido. As populações vulneráveis não têm condições de comprar pacotes de dados e o suporte não foi suficientemente bem estruturado no Brasil, apesar do esforço das secretarias de Educação. A Unesco vêm alertando para a catástrofe que o ensino à distância pode causar na aprendizagem, com perdas educacionais muito expressivas, inclusive no processo cognitivo", disse Marlova Noleto, diretora e representante da Unesco no Brasil. Vacinação no estado de SP Na última segunda-feira (11), o estado de SP atingiu mais de 80% da população adulta com esquema vacinal completo. Segundo dados do Vacinômetro atualizados até as 17h30 deste domingo (17), foram aplicadas 68,3 milhões de doses no estado, o que representa: 99,62% da população adulta com uma dose 82,87% da população adulta com esquema vacinal completo 83,04% da população total com uma dose 63,58% da população total com esquema vacinal completo Histórico Em setembro do ano passado, o estado retomou as aulas presenciais durante a pandemia, mas manteve um percentual limitador de 35% dos alunos matriculados por dia. Durante a fase emergencial, em março deste ano, as instituições ficaram abertas apenas para acolhimento de crianças em situação de maior vulnerabilidade e oferta de merenda. Em abril, as escolas foram liberadas para voltar a receber alunos, desde que mantendo a capacidade máxima de 35%. Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da região
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18/10 - Escolas de BH podem receber 100% dos alunos a partir desta segunda-feira
Regras serão flexibilizadas nas redes estadual, municipal e privada. Escola estadual em Belo Horizonte TV Globo As escolas municipais e privadas de Belo Horizonte podem receber todos os estudantes presencialmente, todos os dias, a partir desta segunda-feira (18). A autorização para a presença de 100% dos alunos nas salas de aula foi possível após a prefeitura derrubar a regra que exigia distanciamento de 1 metro entre eles, devido à melhora dos indicadores da Covid-19 na cidade. A partir de agora, as turmas não serão mais divididas em "bolhas". Cada classe passará a ser uma "bolha" e deverá manter o distanciamento em relação aos estudantes de outras salas. PBH autoriza retorno de 100% dos alunos às aulas presenciais e flexibiliza comércio; veja normas As regras de funcionamento das escolas também serão flexibilizadas a partir desta segunda-feira (18), mas alguns cuidados, como uso obrigatório de máscara e controle de entrada e saída de alunos, devem ser mantidos. Veja as mudanças: Permissão de uso de ar condicionado, com padronização de regras; Permissão para uso da sala de professores, respeitando-se distanciamento de 1 metro entre as pessoas; Permissão para realização de eventos escolares, respeitando as regras estabelecidas em protocolos para eventos semelhantes; Retirada das regras que proibiam as atividades desportivas de contato e a escovação de dentes; Liberação dos parquinhos – atualmente restrito a crianças de 3 a 8 anos – para as demais idades; Retirada da obrigatoriedade de quarentena para os livros devolvidos à biblioteca; Retirada da obrigatoriedade de horário fixo por turma para uso do banheiro. Todas as novas regras para o funcionamento das escolas estão disponíveis no Diário Oficial do Município. Tanto nas instituições municipais quanto nas privadas, a presença dos alunos segue sendo facultativa – o ensino remoto será ofertado para estudantes que optarem por não comparecer presencialmente às salas de aula. Escolas públicas retomam aulas presenciais em BH Rede estadual Nas escolas estaduais, a ocupação das salas de aula também pode chegar a 100% da capacidade a partir desta segunda-feira (18). Antes, o limite permitido era de 50%. A diferença é que, na rede estadual, ainda é exigido distanciamento de 0,9 metro entre os estudantes em todos os espaços. Além disso, o estado vai manter o modelo de ensino híbrido, que prevê a alternância de uma semana com atividades presenciais na escola e uma semana com atividades remotas. Governo de Minas autoriza retorno de 100% dos alunos às aulas presenciais O novo protocolo sanitário ainda libera o uso compartilhado de objetos eletrônicos e acaba com a "quarentena de livros" após a devolução. Vídeos mais vistos no g1 Minas:
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18/10 - Novo ensino médio: veja o que muda nas escolas de Minas Gerais a partir de 2022
Aumento do tempo de presença dos alunos nas escolas e currículo mais flexível são algumas das novidades. Novo ensino médio entra em vigor no ano que vem A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) está se preparando para implementar o novo ensino médio nas escolas da rede. Previstas em uma lei federal sancionada em 2017, as mudanças entram em vigor em 2022. Uma das mais importantes é o aumento do tempo mínimo dos estudantes na escola, de 800 para 1.000 horas anuais – na rede estadual, será criado o sexto horário. Nos municípios em que esse acréscimo não for viável, haverá um dia de aula no contraturno. Novo ensino médio: entenda o que deve mudar a partir de 2022 A organização curricular também será diferente: em vez de disciplinas isoladas, a legislação prevê que os conteúdos sejam divididos em áreas do conhecimento: linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e ciências humanas e sociais aplicadas. Nenhuma disciplina estudada atualmente será excluída do currículo. Todas deverão ser oferecidas seguindo as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece as habilidades que precisam ser ensinadas a todos. A formação geral básica deve ter até 1.800 horas, divididas nos três anos do ensino médio. Estudantes em sala de aula TV Globo/Reprodução A principal novidade do ensino médio são os itinerários formativos, que devem ocupar 1.200 horas ao longo dos três anos, de forma a aprofundar os conhecimentos dos alunos em áreas específicas e contribuir para a formação técnica profissional. A ideia é que cada estudante escolha opções, dentro das oferecidas pela escola, de acordo com os próprios interesses e projetos de vida e carreira. Em Minas Gerais, em 2022, os componentes curriculares de projeto de vida, preparação para o mundo do trabalho, tecnologia e inovação e aprofundamento nas áreas de conhecimento serão, obrigatoriamente, ofertados a todos os estudantes do 1º ano do ensino médio. Além disso, cada estudante vai escolher duas eletivas – aulas com possibilidades de abordagem de diferentes temas. Segundo a diretora de ensino médio da SEE-MG, Mônica de Oliveira Ribeiro Couto, o estado vai oferecer para as escolas um "cardápio" com cerca de 50 opções de eletivas, que ainda não foram divulgadas. Cada instituição vai escolher quantas e quais eletivas vai ofertar, com base no próprio porte e nos desejos e perfis dos alunos. "A gente está na finalização (da definição das eletivas). Vai para a rede até o final deste mês como documento oficial, vamos apresentar o catálogo, e as escolas vão pré-definir as que vão trabalhar. Bater o martelo é para o início do ano letivo", disse Mônica. Em alguns estados do país, os itinerários formativos já foram definidos. Em Goiás, por exemplo, há opções como "comunicação" e "toda forma de poder ser jovem". Em Pernambuco, "tecnologias digitais" e "meio ambiente e sociedade". Novo ensino médio começa em 2022 de forma desigual pelo país Cronograma Em 2022, o novo ensino médio será ofertado apenas para alunos do 1º ano; em 2023, para turmas de 1º e 2º ano. Somente em 2024 o modelo vai abranger os três anos. Segundo Mônica, há previsão de contratação de profissionais para aplicação das mudanças, mas os números ainda não foram fechados. Os professores que já atuam na rede estadual da rede estão participando de formações para se preparar para as novidades. "A rede precisa estar consciente de que nós vamos aprender fazendo, não só em Minas, mas no Brasil. É um desafio, uma mudança de chave. Durante muito tempo o foco foi no ensino, com centralidade no professor, e agora o foco passa a ser a aprendizagem, o aluno. Tudo o que a gente faz é visando ao desenvolvimento do estudante. Mais do que decorar um monte de coisas, ele precisa construir esse conhecimento e conseguir aplicar", afirmou. Para o vice-presidente do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais (CEE-MG), Felipe Michel, a pandemia trouxe desafios não esperados para a implantação do novo ensino médio, mas as mudanças previstas são positivas. "Na minha opinião, é a melhor oportunidade para as escolas reinventarem o ensino médio, de forma a trazer mais significado para os jovens e favorecer o diálogo com o mercado. As escolas públicas e privadas estão se preparando, vamos ter que construir esse caminho. Tenho dito que não vamos tentar dar certo, nós vamos ter que tentar até dar certo", disse Felipe. Rede privada As escolas particulares também estão nos preparativos finais para a implantação do novo ensino médio a partir do próximo ano. Segundo a presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG), Zuleica Reis, desde 2018, as instituições constituíram grupos de estudos e assessoria pedagógica. "Para 2022, o mínimo de dois itinerários deverão ser ofertados. As escolas podem, também, buscar parcerias com outras instituições para completar os itinerários propostos", afirmou Zuleica. Para ela, o novo ensino médio pode contribuir para a redução da evasão escolar e incentivar os estudantes a descobrirem novas aptidões. Escolas estão se adaptando para atender o novo modelo do ensino médio "O maior objetivo do novo ensino médio é garantir a oferta de educação de qualidade a todos os jovens brasileiros e de aproximar as escolas à realidade dos estudantes de hoje, considerando as novas demandas e complexidades do mundo do trabalho e da vida em sociedade. Acredito que, se o objetivo for atingido, teremos uma educação mais igualitária para todos os estudantes", disse. Vídeos mais vistos no g1 Minas:
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17/10 - O que é o 'design thinking' que pode ajudar a potencializar a criatividade
Metodologia pode ser usada para projetar soluções para problemas em diferentes áreas. Para aplicar o design thinking, você deve colocar em prática a imaginação... GETTY IMAGES via BBC Brasil Em português, pode ser traduzido como "pensamento de design", mas o design thinking — mais conhecido pelo termo em inglês — não é de forma alguma propriedade exclusiva dos designers. Grandes inovadores do mundo da literatura, da arte, da música, da ciência, da engenharia e dos negócios o praticam, explica a Interaction Design Foundation, a maior escola de design online do mundo. As renomadas universidades de Stanford, Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos EUA, oferecem cursos dedicados a esta metodologia. E cada vez mais marcas conhecidas, como Apple, Google e Samsung, estão adotando este sistema. Mas em que consiste, de uma maneira geral, o design thinking? "Consiste em olhar o mundo como um designer. E isso significa se perguntar como melhorar o mundo sob a perspectiva de um designer", explica à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, Sandy Speicher, CEO da IDEO, empresa global de design à qual se atribui a popularização do método. A empresa — fundada em Palo Alto, na Califórnia, e com sede na Europa, Ásia e América do Norte — não inventou o design thinking (já se havia escrito sobre ele na década de 1960), mas ficou conhecida por praticá-lo e aplicá-lo à resolução de problemas desde o início dos anos 1990. Speicher está na IDEO há quase 17 anos, e é a primeira mulher a assumir o cargo de CEO da empresa. É reconhecida internacionalmente por sua experiência no design de sistemas em larga escala e na área de educação — ela liderou a implementação de um sistema escolar do zero no Peru. Sandy Speicher é CEO da IDEO IDEO/Divulgação via BBC Brasil "Podemos usar o design thinking para envolver as comunidades na criação de escolas melhores, hospitais melhores, sistemas de votação melhores... e tantas outras coisas! Especialmente nesta era de pandemia, em que há muito para projetar e reimaginar", afirma Speicher. O design thinking se aplica a vários setores e não é exclusivo de quem tem formação em design. Muito além do mundo do design "Se originou com produtos, depois se expandiu para serviços e depois para espaços e sistemas. Hoje se tornou central para os negócios em uma infinidade de aspectos, desde ser mais sustentável até implementar uma estratégia digital", explica Speicher. "Quando você aplica o design thinking a um negócio, a forma de trabalhar começa a mudar." "Aprendemos a ser mais colaborativos, a envolver diferentes áreas de uma equipe ou de uma empresa", acrescenta. A colaboração e a escuta são dois aspectos-chave do design thinking GETTY IMAGES via BBC Brasil O design thinking também pode ser aplicado a decisões não empresariais. "Às vezes, fazemos exercícios em grupo em que usamos o design thinking para desenvolver, por exemplo, como seria um jantar perfeito. Há questões simples e específicas às quais você pode aplicar o design thinking, e outras maiores e mais significativas", diz Speicher . Saúl Loriente Rodríguez, fundador e diretor da Design Thiking España — empresa especializada em design thinking —, concorda. Loriente, que começou sua carreira na área de criação publicitária e agora se dedica à estratégia de marca, define o design thinking como uma "metodologia de inovação focada na criação de soluções". "Em um processo de design thinking, você parte de um problema — que chamamos de desafio — e tem que encontrar uma solução. E podemos estar falando sobre qualquer tipo de produto ou serviço, desde uma melhoria em um sistema de compartilhamento de carros até uma viagem em família", acrescenta Loriente. O mais importante, diz o especialista, é que você leve em consideração as pessoas afetadas por esse problema (e para quem você vai desenhar a solução). Uma pergunta vital: para quem você está projetando? "Uma questão muito importante no design thinking é que sempre colocamos as pessoas, os usuários, no centro. É vital entender o usuário para quem você projeta, gerar soluções para seus problemas ou necessidades e implementá-las", explica Loriente à BBC News Mundo. Saúl Loriente é fundador e CEO da Design Thinking España CORTESIA: SAÚL LORIENTE via BBC Brasil "A ideia é encontrar uma solução rápida e econômica que você possa mostrar ao usuário, e então, por meio do feedback dele, obter pistas para saber se está no caminho certo (chamamos isso de prototipagem)", resume Loriente. "Isso supõe que quando você projeta soluções, você não o faz pensando em intuições ou nas suas próprias ideias, mas sim observando e investigando as pessoas para quem você vai projetar." Speicher acrescenta, por sua vez, que é vital nos perguntarmos não apenas para quem estamos projetando, mas com quem estamos projetando, "e incluir essa pessoa (ou pessoas) no processo de design". O processo criativo: imagine possibilidades "O design thinking é frequentemente considerado um processo, sempre começando com uma questão a ser resolvida", diz Speicher. "Fomos todos educados com diferentes lições de ciências. Aprendemos uma forma de pensar científica, que é o método científico: a examinar o mundo, a analisá-lo, a elaborar hipóteses. É um processo básico que também existe no design e que começa com uma pergunta: o que você pode fazer melhor e como entender melhor o que as pessoas sentem e precisam?" "Sintetizamos tudo isso em possibilidades imaginárias: e se o mundo fosse assim? E se este produto fosse assim? E se um serviço fosse desta outra forma? Como parte desse processo, testamos as ideias com as pessoas, e depois fazemos iterações", explica Speicher. Então, diz ela, buscamos inspiração cobrindo todos os ângulos da questão, vendo como ela foi abordada antes e ouvindo a pessoa para quem projetamos. No centro do processo de design, estão todas as possibilidades imaginárias para resolver um problema GETTY IMAGES via BBC Brasil "Em essência, é um processo bastante colaborativo que envolve entender as pessoas, imaginar novas possibilidades, experimentar e aprender coisas, receber feedback e repetir constantemente", afirma. Em muitos sites especializados em design thinking, fala-se de um processo de quatro, cinco, seis e até 10 etapas diferentes. A primeira costuma ser baseada na empatia, diz Speicher, "porque ouvir e compreender é vital para fazer a pergunta certa e buscar inspiração". Mas a IDEO ressalta que nem sempre é necessário seguir uma estrutura linear. No entanto, se você quiser ter uma referência, pode seguir este esquema: (EMPATIA) Elabore uma pergunta: pense em para quem você está projetando. (DEFINIÇÃO) Busque inspiração: saia pelo mundo em busca de inspiração, observe, descubra. (IDEALIZAÇÃO) Gere ideias: use a inspiração além do óbvio para encontrar novas soluções. (PROTOTIPAGEM) Torne as ideias tangíveis: crie protótipos preliminares e descubra o que funciona e o que não funciona. (TESTAGEM) Tentativa e erro: teste seus protótipos, repita (repita levando em consideração o feedback). Compartilhe a história: depois de encontrar a solução adequada, elabore e compartilhe a história para apresentar aos seus colegas e clientes. "Podemos usar essas etapas para estruturar nossos pensamentos, mas devemos lembrar que não estamos limitados a essa sequência." "Estamos sempre ouvindo, aprendendo, criando, iterando e imaginando. Todos esses recursos entram em ação o tempo todo", acrescenta Speicher. O processo não precisa seguir uma estrutura linear GETTY IMAGES via BBC Brasil Vejamos um exemplo... "Imagine, por exemplo, que o que você pretende fazer é melhorar a utilização de um serviço de compartilhamento de veículos e promover a sua utilização pelos jovens", sugere Loriente. Começamos criando empatia e observando: "Se você abordar a questão a partir do design thinking, na primeira parte desse processo você fará entrevistas com os jovens ou os observará para ver o que realmente falta no sistema de compartilhamento de carros". E assim chegamos à definição: "Suponhamos que, de tudo o que você investigou e encontrou, parece que o mais interessante é que os jovens veem um problema em estacionar porque acabam gastando mais dinheiro, já que demoram mais tempo", acrescenta Loriente. Então, estamos na fase da idealização: "Agora que você descobriu isso — e que vai se concentrar nesse problema — é quando você começa a gerar soluções. E talvez você diga: 'Bem, vou pedir que o pessoal da empresa estacione o carro, ou colocarei um recurso no aplicativo que informa ao usuário onde estacionar." Agora vem a prototipagem: "Trata-se de materializar as ideias que tenham ocorrido, mas de uma forma muito simples. Por exemplo, em vez de redesenhar todo o aplicativo ou a nova funcionalidade que você pensou, o que você faz é criar um desenho, o que chamamos de wireframe (guia visual)". "Você faz isso de forma rápida e barata, mas fundamentada visualmente o suficiente para que o usuário possa entender o que você está propondo", explica. Por fim, a validação: "Você mostra ao usuário o que pensou, e ele te diz o que acha. Se parecer perfeito, você segue adiante para produzir essa solução. Caso contrário, você aprende com o que ele disse, e você já tem um ponto de partida para fazer uma versão melhorada da solução". Uma mentalidade inovadora Loriente afirma que o design thinking sempre promove a criatividade porque uma de suas fases visa gerar novas ideias. Ele ressalta que uma característica importante para desenvolver essa criatividade é ter uma mentalidade inovadora. "Uma mentalidade inovadora é criativa, tem iniciativa e não tem tanto medo de errar. Uma mentalidade criativa gosta de explorar novas relações entre as coisas, trabalha em equipe e não considera nada como certo." Loriente afirma que se você aprender a ter uma mentalidade inovadora, poderá adotar melhor qualquer processo de design ou que envolva inovação — e que, ao mesmo tempo, colocar em prática o design thinking pode te ajudar a desenvolver as características de uma mente inovadora. Para Speicher, o segredo é priorizar a criatividade. "Há métodos e formas de pensar. Ou seja, existem as coisas que fazemos e a maneira como as orientamos, como estruturamos nossas mentes para dar saltos criativos", diz ela. "A principal razão pela qual desenvolvemos processos de design não é porque eles nos dão a resposta para um problema, mas porque eles são a matriz do processo criativo; eles nos permitem priorizar nossa criatividade." "O design thinking é uma forma de nos ajudar a ser criativos, de colocar essa criatividade para fora e colocá-la à prova." "Todo mundo tem a capacidade de ser criativo, todo mundo pode projetar. Você apenas tem que ousar colocá-la em prática."
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17/10 - Saiba como elaborar uma Redação de sucesso no Enem 2021; professor dá dicas
Ao g1, o professor de Redação, Thiago Morais, contou como estruturar, passo a passo, uma dissertação-argumentativa. Saiba como estruturar uma Redação de sucesso no Enem 2021; professor dá dicas Arquivo Pessoal A redação, para muitos candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é um grande desafio. Ao g1, o professor Thiago Morais revelou segredos que podem ajudar a elaborar um texto coerente e atingir a boa nota tão aguardada. Entre eles: originalidade e criatividade. Antes, é preciso revisar as cinco competências avaliadas na dissertação-argumentativa cobrada no Enem: Competência 1 - domínio da norma culta da língua escrita. Competência 2 - compreender a proposta da redação. Competência 3 – coerência do texto. Competência 4 - conhecimento dos mecanismos linguísticos. Competência 5 - proposta de intervenção para o problema abordado. 1. Leitura cuidadosa e compreensão da proposta A proposta de Redação acompanha textos de apoio. Para compreendê-los corretamente, é importante ler com cuidado e atenção, pois falhas ou equívocos no entendimento da proposta podem prejudicar a elaboração do texto e a nota final do candidato. Cópia do texto motivador em redação do Enem divulgada pelo Inep Reprodução/Inep Além disso, trechos dos textos motivadores ou questões do exame não devem ser copiados. Apresentar o seu ponto de vista e produzir um texto autoral é fundamental para alcançar um bom resultado. "Depois da questão nº 45 de 'Linguagens, Códigos e suas Tecnologias', vem a prova de redação. Você encontrará três ou quatro textos motivadores e a proposta estará no final da folha. Por favor, não estabeleça cópia. Interpretou o tema por meio de leitura apurada dos textos motivadores? Parta para o projeto de texto", orientou o professor. 2. Estruturar projeto de texto Para dispor seus pensamentos e argumentos de forma clara, o candidato deve organizar seu texto a partir da introdução, do desenvolvimento e finalizar com a proposta de intervenção. O projeto pode ser elaborado na "folha de rascunho" da prova. De acordo com o professor Thiago Morais, a introdução deve conter o problema a ser analisado e ter entre quatro e seis linhas. Enquanto o desenvolvimento deve estar disposto em dois parágrafos, cada um com sete ou linhas, a fim de embasar e argumentar ideias. A proposta de intervenção ou conclusão, por fim, deve sintetizar o texto em até nove linhas. Professor de redação, Thiago Morais. Andrê Nascimento/G1 3. Escolha de principais informações e argumentos Segundo o professor Thiago, fazer ligações entre o tema proposto e outras áreas do conhecimento é fundamental para enriquecer sua redação. A sugestão é acrescentar ao texto as vozes de autores renomados e citações que demonstrem seus conhecimentos amplos sobre o assunto. "É importante relacionar saberes ligados à Constituição, à filosofia e à sociologia para embasar o discurso e o assunto estatal-governamental. Alguns bons pensadores são Zygmunt Bauman, Arthur Schopenhauer, John Locke, Jean-Jacques Rousseau, Thomas Hobbes", completou Thiago. A penúltima e muito importante etapa da redação é revisar o texto, verificando a gramática e coerência entre as ideias. Ao concluir, é hora de passar a limpo a produção para a "folha definitiva". Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
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17/10 - Novo ensino médio: plataforma criada por ONG do DF reúne conteúdo gratuito para orientar professores
Mudanças no ensino entram em vigor a partir de 2022. Grupo mapeou itinerários formativos (disciplinas extras) mais usados em escolas e reuniu material pedagógico para educadores; estratégia usa, entre outros recursos, memes e jogos interativos. Estudante durante aulas no DF TV Globo / Reprodução Educadores de uma organização não-governamental (ONG) do Distrito Federal lançaram uma plataforma gratuita que distribui conteúdo pedagógico para ajudar na capacitação de professores do novo ensino médio. A estratégia usa, entre outros recursos, memes e jogos para "permitir que os alunos desenvolvam a criatividade e reflitam sobre acontecimentos contemporâneos" (saiba mais abaixo). A reforma no ensino, que começa a ser implementada em 2022, nas escolas públicas e privadas do país, muda a carga horária das aulas e passa a oferecer disciplinas extras (itinerários formativos) para os estudantes. LEIA TAMBÉM EDUCAÇÃO: escolas do DF se preparam para implementar novo ensino médio em 2022 ANÁLISE: novo ensino médio começa em 2022 de forma desigual pelo país NOVA PROPOSTA: entenda o que deve mudar com a nova metodologia Lançada em setembro, a plataforma "Base de Itinerários" envolveu quatro meses de pesquisa. Educadores, empreendedores sociais e artistas do Instituto MeViro, mapearam os conteúdos mais usados em colégios do DF, do Paraná, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e disponibilizaram o material na internet. São sugestões de plano de ensino, de abordagem e referências educacionais em mais de 40 temáticas. De acordo com as normas do novo ensino médio, cada unidade da federação será responsável pela elaboração do currículo e também pelas opções de conhecimento que a escola vai oferecer na parte flexível das aulas – quando os alunos escolhem que itinerário seguir. Plataforma orienta professores para atividades do novo ensino médio MeViro/Reprodução Memes, RPG e outras 'inspirações' Para Ciências da Natureza, entre outras atividades, a ONG propõe que os professores executem com os alunos um jogo inspirado na dinâmica do Role Playing Game (RPG). O material pode ser usado como ferramenta de apoio à compreensão de conteúdos de biologia. Em outra proposta, os professores descobrem como estimular os estudantes a criarem memes relacionados a fatos sociais relevantes (veja imagem abaixo). No projeto, a atividade se encaixa na área de "Linguagens e suas Tecnologias" e permite que os alunos desenvolvam a criatividade e reflitam sobre acontecimentos contemporâneos. "O exercício permite compreender a intertextualidade entre gêneros literários ou fenômeno linguístico, no qual um gênero assume a forma de outro", diz trecho do material. Eixo de cultura pop, em plataforma gratuita no DF MeViro/Reprodução Mapeamento e pesquisa O empreendedor social, Marcos Oliveira, fundador da ONG e idealizador da plataforma, explica que o projeto surgiu da demanda de professores em busca de itinerários formativos. "Por falta de formação e de conteúdos disponíveis, os professores estão desesperados com a pandemia e com a implementação do novo ensino médio. Então, mapeamos quais são os exemplos mais usados em escolas, inclusive aquelas atividades para quem tem recursos reduzidos", diz Oliveira. Ele conta que o projeto não tem fins lucrativos. "Como organização social, enxergamos a oportunidade de ajudar professores de escolas públicas". As novas diretrizes do currículo do ensino médio têm sido testadas em 12 escolas-piloto de Brasília. Segundo a Secretaria de Educação, os professores dessas unidades participam de formação continuada. Membros do Instituto MeViro, idealizadores da plataforma 'Base de Itinerários' MeViro/Divulgação Novo ensino médio O novo ensino médio foi aprovado em 2017 por meio de uma lei federal. No Distrito Federal, a capacitação dos professores começou em 2019. Veja cronograma a partir do ano que vem: 2022 Novo ensino médio será implementado para o 1° ano 2023 Modelo será expandido para 1° e 2° ano Reforma também atingirá 50% das unidades que dão aulas noturnas 2024 Novo ensino médio contemplará todos os anos das etapas finais do período escolar 2025 Modelo será avaliado institucionalmente Alunos e escolas do DF começam a se adaptar ao Novo Ensino Médio, em reportagem de janeiro Matérias optativas Segundo a Secretaria de Educação do DF, as matérias escolhidas pelos estudantes compõem os itinerários formativos, divididos nos seguintes eixos: Projeto de Vida Língua Espanhola Eletivas Orientadas Trilha de Aprendizagem Para que os estudantes possam se familiarizar com as diversas áreas do conhecimento, nos dois primeiros semestres, eles devem selecionar cinco disciplinas que não constam do bloco de formação básica. A partir do terceiro semestre, os alunos definem uma "Trilha de Aprendizagem" em uma das áreas do conhecimento, ou educação profissional e técnica. VÍDEOS: Série 'Futuro da Educação' Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
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16/10 - Estudante alagoana é a única da América Latina entre os 10 finalistas do Global Student Prize 2021
Prêmio é considerado o “Nobel da Educação” por ser o de maior reconhecimento na área. Ana Julia Monteiro de Carvalho está entre os 10 finalistas do Global Student Prize 2021 Arquivo pessoal A estudante alagoana Ana Julia Monteiro de Carvalho, 18 anos, foi a única estudante da América Latina entre os 10 finalistas do Global Student Prize 2021, considerado o “Nobel da Educação” por ser o de maior reconhecimento na área. Para a seleção, foram mais de 3,5 mil indicações, de 94 países. Ana Julia é de Maceió e estuda o 3º ano do ensino médio na Escola Industrial de Educação Básica do SESI. Para ela, representar o país em uma competição como essa é muito importante não só para sua vida, mas para todas as comunidades que busca ajudar com seus projetos. “Fiquei muito orgulhosa e feliz, não só pela seleção para o prêmio, mas pelo que isso traz. Acredito que ele é muito importante para conseguir firmar parcerias e desenvolver projetos para comunidades. Eu acho que o mais importante foi essa plataforma que consegui e, com isso, ter a possibilidade de desenvolver projetos na cidade”, ressaltou. O Global Student Prize está na sua 8ª edição. Ele é aberto a todos os alunos com pelo menos 16 anos de idade e matriculados em uma instituição acadêmica ou programa de treinamento e habilidades. O vencedor ganha, além do título, o prêmio final de US$ 100 mil. O vencedor será anunciado na cerimônia de premiação que ocorrerá em novembro, em Paris, na França. “O estudo é muito importante pode mudar a realidade, não só da vida do aluno, mas da comunidade que vive. E isso não é só para quem se interessa por robótica, é preciso identificar a sua área e ter uma paixão pelo que faz. Independente da área escolhida, a pessoa usar suas habilidades para promover mudanças na sua comunidade”, ressaltou. Interesse começou aos 12 anos Estudante alagoana começou a se interessar por robótica aos 12 anos Arquivo pessoal A estudante começou a se interessar por robótica aos 12 anos e, entre os projetos desenvolvidos com sua equipe, está o Ecosururu, uma telha sustentável feita com a casca do sururu, molusco encontrado na região lagunar do estado. “A gente passa na Lagoa Mundaú e vê a pesca e a casca, que é descarta. Nós desenvolvemos a telha com o pó para, além de preservar o meio ambiente, fomentar o empreendedorismo na região”, disse. Outro projeto é o Sustainable Aerator, que busca aumentar a qualidade de água dos animais para ampliar a produção leiteira em regiões de subsistência de países em desenvolvimento. “É um mecanismo eólico que é usado como bomba e pode aumentar a quantidade da água destinada aos animais”, explicou. Ana Júlia está terminado o ensino Fundamental e pretende estudar em uma universidade fora do país. “Depois de ter o aprendizado em outro país eu quero voltar para o Brasil e colocar em prática o que aprendi, porque meu interesse é ajudar as comunidades”, completou. Ana Julia Monteiro de Carvalho, 18 anos, foi a única estudante da América Latina entre os 10 finalistas do Global Student Prize 2021 Divulgação/Sesi VÍDEO: Alagoas busca ampliar incentivo à robótica Projeto Robótica será ampliado para mais 50 unidades de ensino em Alagoas Assista aos vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL
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16/10 - Novo Ensino Médio: escolas do DF se preparam para implementar novo modelo em 2022
Reforma começa pelo 1° ano e será expandida gradativamente, diz Secretaria de Educação. Conforme pasta, comitê desenvolve modelo que deve ser finalizado e avaliado apenas em 2025. Cadeira de escola no DF Eduardo Paiva / TV Globo As escolas do Distrito Federal se preparam para implementar o novo ensino médio, que entra em vigor a partir de 2022, em todo país. A reforma muda a carga horária e o conteúdo oferecido aos estudantes, e o currículo tem dois blocos, com disciplinas obrigatórias e optativas, que são escolhidas por alunos (veja detalhes abaixo). O novo ensino médio foi aprovado em 2017 por meio de uma lei federal. Em Brasília, a capacitação dos professores começou em 2019 e, segundo a Secretaria de Educação, um comitê foi montado para desenvolver o modelo, que deve ser finalizado e avaliado apenas em 2025. LEIA TAMBÉM: CONTRASTE: novo ensino médio começa em 2022 de forma desigual pelo país REFORMA: veja o que muda nas escolas do DF, a partir de 2022 Projeto piloto Em 2020, o DF iniciou a reforma em cinco unidades de ensino, que serviram como piloto do projeto e para que os educadores se adaptem. Atualmente, 12 escolas de Brasília funcionam com o novo modelo. A diretora de ensino médio da Secretaria de Educação, Juliana Bottechia, conta que os professores passam por uma "formação continuada" para que sejam capacitados para atuar já a partir de 2022. Porém, de acordo com ela, o estudo sobre o modelo não será interrompido. "A formação continuada não acaba. Depois, vai para outra fase", diz Juliana Bottechia. A diretora aponta que as escolas também estão sendo adequadas para o novo ensino médio. Segundo ela, "cada unidade tem projeto político e pedagógico próprio, que será adaptado". Além disso, também pode haver mudanças na infraestrutura das unidades, diz Juliana. "A escola pode precisar de alguma adequação como no laboratório, por exemplo, ou em relação à pandemia [de Covid-19]". Implementação Estudante escreve em caderno TV Globo / Reprodução No Distrito Federal, o novo ensino médio será implementado, inicialmente, para os alunos da primeira etapa. Em seguida, os outros anos passam pelas adequações à medida. 2022 Novo ensino médio implementado para o 1° ano 2023 Modelo expandido para 1° e 2° ano Reforma atinge 50% das unidades que dão aulas noturnas 2024 Novo ensino médio contempla todos os anos das etapas finais do período escolar 2025 Modelo será avaliado institucionalmente A diretora de ensino médio da Secretaria de Educação do DF, Juliana Bottechia, considera que a reforma traz vantagens para os alunos. "Como o curso vai ser dividido em semestres, ele não precisará passar por uma reprovação geral, como acontece no modelo atual", diz ela. A gestora diz ainda que os estudantes, apesar de precisarem cumprir disciplinas obrigatórias, também poderão optar por matérias que têm maior afinidade. "A entrada é anual, mas o estudante faz uma organização semestral de estudo. A cada seis meses, ele pode fazer outras escolhas", diz. LEIA TAMBÉM NOVO CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO: 'Aluno pode ser atraído, mas problemas estruturais na escola permanecem', dizem educadores ESPECIALISTAS DIVERGEM: 'Retrocesso para manter pobre como pobre' ou 'protagonismo dos jovens' Em relação aos professores, Juliana afirma que o desafio de procurar a melhor forma de exercer a profissão é permanente, mas, para ela, "agora, será uma oportunidade dos educadores usarem a formação de uma forma prática na vida dos alunos". "Tem esse lado maravilhoso da gente procurar aprender mais do que a gente ensina", diz a diretora. Veja como vai funcionar Novo Ensino Médio Segundo a Secretaria de Educação do DF, as matérias escolhidas pelos estudantes compõem os itinerários formativos, divididos nos seguintes eixos: Projeto de Vida Língua Espanhola Eletivas Orientadas Trilha de Aprendizagem Conforme a pasta, para que os estudantes possam se familiarizar com as diversas áreas do conhecimento, nos dois primeiros semestres, eles selecionarão cinco disciplinas que não constam do bloco de formação básica. A partir do terceiro semestre, os alunos vão definir uma "Trilha de Aprendizagem" em uma das áreas do conhecimento, ou educação profissional e técnica. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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16/10 - Conteúdos violentos: como falar com crianças e adolescentes sobre séries como Round 6
Cenas de sexo e violência podem impactar desenvolvimento psíquico e levar crianças a reproduzir conteúdos de filmes e séries. Imagem da série 'Round 6' Divulgação O avanço tecnológico e as plataformas de streaming popularizaram o consumo de produções audiovisuais do mundo todo, mas também possibilitaram o consumo de séries e filmes com conteúdo violento por crianças e adolescentes. Recentemente, a escola Aladdin, no Rio de Janeiro, por exemplo, chegou a enviar um comunicado a pais e responsáveis alertando sobre conteúdos de violência, sexo e suicídio apresentados na série que é a febre do momento, "Round 6", da Netflix. A série tem classificação indicativa de 16 anos. No comunicado, ao qual o g1 teve acesso, a escola diz que se preocupa com a "facilidade com que as crianças acessam esse material" e reforça que as produções possuem “restrição de visualização por classificação etária, uma ferramenta preciosa para que nossas crianças acessem somente o conteúdo apropriado à sua idade". "Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças, mas enquanto educadores temos o dever de alertar e honrar o compromisso com a educação" - Jardim Escola Aladdin. O problema não é recente. Séries como 'The Walking Dead', não indicada para menores de 16 anos, e 'Sobrenatural', não indicada para menores de 14, já foram muito populares entre crianças mais novas. No entanto, psicólogos e educadores reforçam a importância de haver um controle, ou, no mínimo, orientação sobre o acesso a conteúdos sensíveis por crianças. Patricia Bignardi, coordenadora pedagógica da Escola Tarsila do Amaral, em São Paulo, diz que a responsabilidade de verificar o que as crianças consomem em seu tempo livre é principalmente dos pais, mas que a escola tem o dever de orientá-los tanto quanto aos alunos sobre a forma de interpretar e lidar com conteúdos inadequados. "A escola tem um papel fundamental não só de conversar com as crianças, mas também de alertar as famílias sobre os riscos e consequências de expor a criança a cenas de violência e sexo, por exemplo. Porque, por mais que ela não entenda exatamente do que se trata, vai notar que não é algo presente no seu dia a dia e pode querer reproduzir, mesmo que por brincadeira, com os colegas." Segundo ela, o que deve ser feito caso isso aconteça é conversar com a criança para explicar que se trata de uma ficção e que não é algo que deva ser reproduzido na vida real. Na outra ponta, os pais também precisam ficar alertas para garantir que os filhos não acessem tais conteúdos e que estejam preparados para elucidar questões que podem não ser devidamente absorvidas pelas crianças. A psicóloga Iolete Ribeiro defende que o respeito à classificação dos conteúdos aos quais crianças e adolescentes têm acesso é indispensável. "O desenvolvimento psíquico de criança e adolescente difere em vários domínios psicológicos do desenvolvimento adulto. Então, o modo de pensar e de interpretar é característico e vai passando por transformações." Ela explica que a autonomia intelectual para distinguir o que é realidade e o que é fantasia está em formação em crianças de menos de 12 anos. Por isso, elas ainda não conseguem analisar o efeito das escolhas que fazem, nem mesmo têm capacidade para interpretar esses conteúdos de modo que não tragam prejuízos para seu processo de desenvolvimento. Iolete, no entanto, não defende a responsabilização de pais e professores e opina que é o estado quem deve regular o acesso e a classificação dos conteúdos. Confira outras dicas dos profissionais ouvidos pelo g1. Evite conteúdos inadequados Não assista conteúdos inadequados a crianças na presença delas. Dê preferência a conteúdos infantis quando estiverem assistindo juntos. Isso mostra que o conteúdo que elas assistem é divertido e interessante e não gera curiosidade sobre assuntos inadequados. Crie um perfil infantil Os serviços de streaming oferecem perfis infantis com filtro de conteúdos. Crie uma conta para seu filho e mostre o tanto de conteúdo legal que ele tem acesso. Explique que ele pode assistir o que estiver ali e, caso queira ver algo de outro perfil, é preciso pedir permissão antes. Alguns serviços de streaming oferecem a possibilidade de criar senhas para restringir o acesso a perfis --o que impede crianças de abrir conteúdos dos pais, por exemplo. A carioca Kathlen da Cunha é mãe de Saulo, de 4 anos, e toma os cuidados necessários para que o filho só assista produções próprias para sua idade. "Ele tem um perfil infantil, então conto com a configuração de segurança que os streamings proporcionam. De minha parte, eu programo, administro e supervisiono pela TV e também assisto junto." Confira o que a criança está assistindo Também é possível acessar o histórico do aplicativo e verificar o que foi acessado anteriormente. Faça isso e confira o que a criança assiste quando está sozinha. Converse Se a curiosidade surgir, converse com a criança sobre os conteúdos inadequados. Explique, sem detalhes, o assunto em questão. Por exemplo, diga que agressão é crime e não deve ser cometida, aceita ou reproduzida. Explique que o que ela viu é uma ficção e não deve ser feito na vida real. E se a curiosidade persistir, diga que ela pode sempre perguntar para um adulto de confiança. Guia da classificação indicativa No Brasil, as produções audiovisuais veiculadas na TV, em cinemas, distribuídos digitalmente ou por outros meios de comunicação precisam ser devidamente classificadas de acordo com a faixa etária indicada. A orientação é do Ministério da Justiça e está descrita no guia prático de classificação indicativa. As classificações podem ser: Livre para todos os públicos Não recomendado para menores de 10 anos Não recomendado para menores de 12 anos Não recomendado para menores de 14 anos Não recomendado para menores de 16 anos Não recomendado para menores de 18 anos Na TV aberta, por exemplo, cenas de sexo, consumo ou alusão a drogas ou violência só podem ser veiculadas a partir de horários específicos e sempre deve apresentar a classificação indicativa. O objetivo é informar aos pais e responsáveis se o que está sendo exibido é ou não recomendado para crianças e adolescentes. Conteúdos disponibilizados por serviços de distribuição ou de streaming também precisam ser classificados. Mas, como nestes casos o horário de exibição não é controlado, as profissionais ouvidos pelo g1 reforçam a necessidade de um controle parental para evitar o consumo indiscriminado de produções não recomendadas. Apesar disso, o consumo de conteúdos inadequados não é proibido, desde que seja permitido por um responsável legal que assuma os riscos da exposição não indicada.
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16/10 - 89% das famílias passaram a valorizar mais o trabalho dos professores depois da pandemia, aponta Datafolha
Pais e responsáveis reconhecem que docentes têm um trabalho mais desafiador do que acreditavam antes da pandemia de covid-19. Dia do Professor: conheça histórias de quem mudou a vida de alunos com deficiência Os professores passaram a ser mais valorizados por pais, responsáveis e alunos da rede pública de ensino durante a pandemia de covid-19, aponta levantamento do Datafolha encomendado por Itaú Social, Fundação Lemann e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). De acordo com a pesquisa divulgada na sexta-feira (15), 89% dos responsáveis reconhecem que os docentes têm um trabalho mais desafiador do que acreditavam antes da pandemia de covid-19. Outros 89% assumem que ser um bom professor exige mais preparo do que acreditavam e 67% avaliam que os alunos passaram a respeitar mais os professores. Participaram da pesquisa 1.301 responsáveis que responderam por um total de 1.846 crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos da rede pública, em todas as regiões do país. Arte: g1 “Quando as escolas foram fechadas como medida sanitária para conter a disseminação do coronavírus, os professores tiveram um enorme desafio para se adaptarem às aulas remotas. Alguns não tinham familiaridade com a tecnologia ou sequer possuíam equipamentos ou conexão adequada. Mesmo assim, se reinventaram e trouxeram iniciativas de extrema importância para a continuidade do aprendizado das suas turmas”, explica a superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann. Professora da Escola Estadual de Pontezinha, em Pernambuco, Priscilla Ramos é um destes professores. Responsável por uma turma de 2º ano do ensino fundamental, ela se reinventou para garantir que a pandemia não prejudicasse tanto a alfabetização de seus alunos. Para isso, Priscilla criou um projeto de biblioteca itinerante para estimular a leitura dos alunos e passou a se fantasiar como personagens das histórias para as aulas remotas. "Eles ficavam curiosos para saber como eu estaria vestida para a próxima aula e não faltavam, além de terem se tornado mais participativos". Professora se fantasia para aulas Foto: Arquivo pessoal Professora Priscilla Ramos se fantasia durante aulas Foto: Arquivo pessoal Alunos participam de aulas da professora Priscilla Foto: Arquivo pessoal A recompensa foi ver o desenvolvimento da escrita e da leitura de seus alunos e o reconhecimento dos pais. "Eu cuido de uma sala com 24 crianças e eles tiveram que se adaptar para cuidar de uma ou duas, então passaram a entender a complexidade do trabalho do professor", diz. "Se eu tiver conseguido garantir 1% a educação das crianças e estimulado a curiosidade delas durante este período tão difícil que vivemos, já fico satisfeita", afirma Priscilla.
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15/10 - Dia do Professor: professores transformam suas casas em sala de reforço escolar em Araruama
Objetivo do projeto 'Casa Reforço Escolar', da Prefeitura de Araruama, é acolher afetivamente e contribuir com a aprendizagem dos alunos do município afetados pela pandemia. Iniciativa ainda gera renda para professores que estavam desempregados. Crianças são recebidas na casa dos professores, totalmente adaptada para oferecer as aulas de reforço escolar em Araruama Prefeitura de Araruama/Divulgação No Dia do Professor, celebrado nesta sexta-feira (15), o g1 apresenta uma iniciativa em Araruama, na Região dos Lagos do Rio, que tem transformado a casa de professores em sala de aula nessa pandemia da Covid-19. Trata-se do projeto da Secretaria Municipal de Educação "Casa Reforço Escolar", que se destaca pelo acolhimento afetivo e valorização da autoestima dos alunos da Rede Pública Municipal enquanto gera trabalho e renda a educadores que estavam desempregados. O projeto, lançado em 02 de setembro, já transformou parte da casa de cinco professoras que estavam desempregadas em sala de aula para reforço escolar Prefeitura de Araruama/Divulgação O projeto foi lançado no dia 02 de setembro e, atualmente, estão em funcionamento cinco Casas Reforço Escolar na residência de cinco professoras, sendo duas no bairro Mataruna, uma no Fazendinha, uma no Mutirão e outra no Outeiro. Todas as casas foram adaptadas pela Prefeitura com mesas, cadeiras, quadro, tatame e almofadas, além de material de ensino, como livros e cadernos. A remuneração aos professores ocorre a título de aluguel. Dia dos professores: veja ranking com média salarial oferecida em cada estado Lei do Dia do Professor tem assinatura de Antonieta de Barros, primeira deputada negra do Brasil A professora Luciene Inês de Oliveira Costa, de 39 anos, está feliz em abrir sua casa para o projeto e já vem colhendo os resultados desse contato mais próximo com os alunos. A professora Luciene Inês transformou uma parte da sua casa em sala de aula para o reforço escolar, que parte da perspectiva individual de cada aluno para o acolhimento e a aprendizagem Arquivo pessoal "Eles compartilham comigo a dificuldade que tiveram fazendo aulas on-line. Alguns disseram que não tinham internet em casa, outros disseram que os pais, por não terem o estudo, a formação necessária, não conseguiam ajudá-los. Então, eles estão muito empolgados com o projeto. São muito assíduos, interessados, esforçados. A todo o momento eu procuro levantar a autoestima desses alunos. E pelo fato de ser uma casa, não sei se eles se sentem mais à vontade, por não ter aquela visão mais total de escola, eles expõem suas dificuldades. Eu falei pra eles não terem vergonha de falar sobre o onde tem dificuldade, que vamos subir um degrau de cada vez, e se tivermos que regressar, vamos regressar. A gente não pode avançar e deixar alguma lacuna para trás. E assim a gente tá seguindo e obtendo resultado, e eu estou muito feliz", conta Luciene. A professora compartilhou com o g1 a redação de um aluno em que ele manifestou a importância da Casa Reforço. "...Tem uma parte da produção textual feita pelo aluno João Vitor, que ele diz: 'quando sentei na cadeira percebi a experiência da professora que em poucos minutos despertou a minha vontade de estudar'... "Nada mais motivador do que saber que você despertou no seu aluno a vontade de estudar, porque eles, a maioria, às vezes ficam desestimulados pela dificuldade que têm na assimilação de conteúdos, acham que são diferentes dos outros colegas porque não aprenderam. Eu falo: você sabe, vamos traçar o melhor caminho para você tá mostrando para si mesmo que você sabe", explica a professora, lembrando que o foco é identificar a maneira própria que cada um tem de aprender, além de considerar aspectos subjetivos, da própria realidade deles, buscando a melhor forma de aplicar o conteúdo. "Essa profissão me escolheu e eu sigo com ela há 21 anos fazendo de tudo para tentar contribuir de forma positiva na vida dos meus alunos, tanto na parte didática, quanto na parte humana", ressalta Luciene. Funcionamento da Casa Reforço Adolescentes também são atendidos pelo projeto 'Casa Reforço Escolar' em Araruama Prefeitura de Araruama/Divulgação As cinco Casas Reforço funcionam de segunda a sexta-feira, de 07h30 às 17h30. Cada aula, com até 10 alunos por turma, tem duração de uma hora. A triagem dos alunos que apresentam mais dificuldades é feita pelos professores do 1º ao 9º ano das escolas municipais. Anna Paula Franco, subsecretária de Educação e diretora do Departamento de Desenvolvimento do Ensino, explica que o projeto é mais uma estratégia de superação de dificuldades ocasionadas pela pandemia da Covid-19. "Os educadores do referido projeto, devidamente habilitados e orientados, fazem a acolhida aos discentes encaminhados pelas unidades escolares e propõem, com segurança, estratégias pedagógicas diversas a fim de potencializar suas habilidades e competências, resgatando a autoestima e maior interesse pelos estudos". Ao g1, a Prefeitura informou que vai ampliar o projeto, chegando a 30 Casas Reforço Escolar em diferentes pontos de Araruama, com capacidade para atender 160 crianças, cada. Atualmente, as escolas municipais, pré-escolar da Educação Infantil e Ensino Fundamental 1 e 2 (Regular e EJA), estão seguindo o modelo híbrido de ensino. Apenas os alunos da creche continuam com aulas on-line. Anna Paula conta que foram muitos os desafios diante da necessidade da rápida adaptação a uma realidade nunca antes experimentada na educação brasileira. "A pandemia da Covid-19 nos impôs a necessidade de repensar nossa postura diante de alguns aspectos relacionados à vida em sociedade, ao trabalho, ao lazer, à educação, entre outros. Mudanças consideráveis foram observadas e talvez sejam permanentes, ou durem mais tempo do que imaginávamos. Na Educação, a tecnologia, embora já fizesse parte da rotina de muitos, inicialmente foi vista como uma muralha intransponível. Planejar e propor aulas lançando mão das ferramentas digitais tornou-se um grande entrave no fazer pedagógico. De uma hora para a outra, o processo ensino aprendizagem passou por uma significativa transformação, em meio às incertezas que a pandemia nos reservava. A Prefeitura de Araruama, por intermédio da Secretaria de Educação, propôs cursos on-line sobre o ensino híbrido, modelo proposto para rede municipal, palestras continuadas, grupos de estudos, entre outros, a fim de subsidiar a prática docente nas unidades escolares", explicou a subsecretária. Anna Paula ressalta que o engajamento dos professores tem sido parte fundamental em todo o processo e que os mesmos, diante da grande oferta de aulas, cursos, palestras, fóruns on-line, buscaram o aperfeiçoamento de suas práticas para esta nova realidade. "É notório o engajamento dos educadores na proposição de metodologias capazes de encantar e motivar seus alunos, colaborando com o desenvolvimento de habilidades e competências que permitam aos alunos passar da melhor forma por esta pandemia e ter uma vida responsável, consciente e ativa na sociedade". "Hoje, gostaria de parabenizar a todos os professores que atuam em escolas e no Projeto Casa Reforço Escolar por sua incansável busca pela proposição do melhor aos seus alunos, e, por consequência, 'se eternizam em cada ser que educa', nas atemporais palavras do educador Paulo Freire", conclui Anna Paula Franco. Importância do acolhimento O g1 ouviu a psicopedagoga Maria Izabel Bastos sobre a importância do acolhimento aos alunos diante de tudo que eles já passaram nessa pandemia. Quanto à recuperação dos conteúdos, ela explica que é uma tarefa que deve ocorrer aos poucos, a longo prazo. A psicopedagoga Maria Izabel fala do processo de acolhimento e aspectos que devem ser considerados nessa pandemia Arquivo pessoal "Esse momento de retorno precisa ser de grande acolhimento, já que a escola não sabe o que ocorreu com o aluno, assim como o aluno não sabe o que ocorreu com o professor, com a escola. Então, quando se fala em retorno, seja na modalidade híbrida ou 100% presencial, precisamos ter bastante cuidado pois a escola não acompanhou a vida desse aluno nesse período de um ano e meio ou quase dois anos já na pandemia. Vai receber alunos que tiveram perdas financeiras, perdas materiais, perdas de vida, alunos que, hoje, sofrem com sintomas de ansiedade, medo, pânico...e esse aluno precisa estar novamente integrado na comunidade escolar. Ele precisa ter seus sonhos reavivados, ter a integração com os colegas novos, com os professores novos, pois a pandemia também trouxe mudança de professores nas escolas. Então, ele precisa de se ambientar novamente", ressalta Maria Izabel. Nesse processo de acolhimento, o professor tem papel crucial, como lembra a psicopedagoga. "O professor é figura principal pra esse retorno, porque ele tem o olhar cuidadoso sobre o aluno. Ele sabe a postura do aluno, conhece bem o comportamento deles. Sabe identificar aquele aluno que realmente está participando, está com alguma questão de ordem psicológica, emocional. O professor é o primeiro a detectar isso. O professor é uma figura valiosíssima pra todos, pra cada um de nós. E ele pode contribuir muito com isso, e, naturalmente, a escola precisa dar esse espaço de acolhimento, de afeto, pra dar um abraço, pra permitir que o aluno possa conversar, pra que se sinta bem, que sinta que há vida de novo, há perspectivas de novo, que há desenvolvimento para ele no futuro. Enfim, assim como nós adultos precisamos de um ombro pra chorar, de um aperto de mão, de um abraço, o aluno precisa muito mais". "A gente não pode esquecer que seja criança, seja pré-adolescente ou adolescente, ele foi furtado dos momentos em que ele gostaria de estar numa praça, nos parques, nos restaurantes, num lazer, num shopping...ele foi furtado disso num momento em que era pra ele isso. Então, precisamos retomar a autoestima desses alunos", finaliza Maria Izabel.
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